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Senegal: Mimi Toure and Companhia - "Khalifa Sall é um beneficiário do dinheiro do doping"

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

OPINIÃO: “NO CORDA SINTIDO!” - UM PROGRAMA DA RÁDIO NACIONAL NO PERÍODO PÓS INDEPENDÊNCIA. ESSE PROGRAMA FAZIA FRENTE A BANDIDOS, INTRUSOS E MALANDROS.

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O objetivo do programa era para atingir a classe marginalizada e não só, mas muito mais que isso, era preciso incutir na mente do cidadão comum, aspectos relevantes que coadunam com comportamentos cívicos, fundamentados no respeito ao próximo, transparência, civilidade, honestidade e nacionalismo.
Esse valores foram sendo delapidados e menosprezados quando o cidadão comum ficou a mercê de interesses obscuros e que têm o seu foco nas ações perpetradas por inúmeros partidos que surgiram após a guerra de 7 de junho e exercem suas influências em vários sectores que compõe o aparelho do Estado.
Já lá vão tempos quando ser gente tinha seus reflexos no nível do conhecimento que um cidadão adquiria junto às Universidades, Escolas Técnicas e outros cursos profissionalizantes. Ninguém atravessava a ponte para se revelar gente de qualidade sem, entretanto, passar por lugares por onde se pode absorver conhecimento.
A Guiné-Bissau do período pós-independência era outra..., mas hoje ela é reveladora de profundas tristezas que vão matando a pouco e pouco bons quadros, boa gente e bons nacionalistas. Logo depois da independência, ser quadro formado quer na Rússia, Alemanha Democrática, Portugal, Estados Unidos, Cuba e mais países, era desejo de qualquer cidadão porque de antemão, qualquer um sabia que só podia subir o patamar da fama de bom quadro nacional quando, depois de investir na formação, o prestígio e outros valores revelados com suas ações diretas em departamentos de ministérios, através boas práticas na condução de planos e projetos, lhe vinha a ascensão na carreira e ganhos significativos que não causavam inveja a ninguém.  
Hoje os valores são outros. Para se ascender na carreira profissional, tem que ser o lambe botas e filiado a algum partido de influência, irmão, sobrinho, cunhado, parente próximo do ministro. Afetação a cargos em vários ministérios na Guiné-Bissau, não é por excelência ou por conhecimento na área. A grande maioria consegue emprego por indicação ou troca de favores entre donos de cargos de influência ou por indicação partidária. Com essas ações a ver vamos nós assistindo insatisfações acumuladas, estresses, abnegação e arrependimento. Este último muitas vezes está aliado à quebra de sonhos - como eu era feliz e não sabia! Feliz porque viveu em outras sociedades onde tudo funciona maravilhosamente e sem atropelos.  
Ano da eleição espera-se o renovar das esperanças! Mas também podemos esperar que sonhos embutidos em esperanças renovadoras são, muitas vezes, atropelados por essa esmagadora maioria da população a quem a escola foi negada… o povo maioritariamente analfabeta, que facilmente é seduzida por grupos de políticos oportunistas, assaltantes de interesses públicos, que na hora certa sabem trabalhar a mente dos desesperados que aceitam trocar seus votos por pequenos favores, sem a mente limpa para interpretar que uma ação falhada de sua parte, leva o povo a pagar com falta de atendimentos em hospitais, falta de escolas, falta de investimentos, falta de infraestruturas e falta de inovações, etc, etc.
2019 é um ano de desafio para o guineense. Uma prostituta enganada várias vezes, só aceita colocar a cabeça no travesseiro para satisfazer o parceiro, quando ele adianta o dinheiro. Em outras palavras – “dinheiro na mon, n´na fasiu sunha!” – dinheiro na mão, te faço sonhar!
Uma “frasezinha” engraçada, porém tem seus contornos para te chamar atenção ao que vem pela frente. Políticos que assistiram impávidos, porém sem alguma ação que os dignifiquem como políticos da atualidade, esses viveram números de dias sem fim assistindo mortes e mortes no Hospital Simão Mendes e outros, escolas fechadas, estradas por recuperar, prédios públicos sem reforma por anos a fio, enfim, esses homens ainda querem se posicionar à sua frente para te convencer que podem fazer muito mais, porém sem projeto algum. Você teve deputados que o tempo todo reservaram-se em suas cadeiras dormindo em plena sessão plenária e, ainda assim, foram compensados com carros novos. Essa pouca sorte para ti e muita sorte para eles não deve repetir. Precisamos identificar cada candidato novo em cada círculo eleitoral através de seu projeto. Para engordar a fileira dos que só sabem dormir, basta!
Em 2019 o único político guineense que podia merecer o seu voto caso candidatasse é o Ministro da Justiça actual. Passou pelo INSS e agora deixou sua marca no Ministério da Justiça – confira o prédio!
A Guiné-Bissau tem quadros de qualidade, mas a eles foi negada à oportunidade. Muitos enfileiram linhas de pensamento à beira da morte. Insatisfeitos, muitos não pensam por si próprios, porque são lhes negados ações concretas que podem ajudar nos grandes avanços frente a grandes projetos que necessitam envolver gente com conhecimento. Visitem caso queiram ministérios, departamentos e outros sectores, onde se constata a olho nu, a insatisfação sem conta de cargos assumidos por aqueles que outrora nem para serviços administrativos de base tinham lugar. As correspondências desses para outras instituições são provas de incapacidade e falta de nível. Alguns têm sorte por terem suas capacidades intelectuais cobertas por ações de Secretárias de experiências ganhas desde administração colonial e outras que pegaram carona com essas na melhoria de seus conhecimentos.
Cidadão guineense não se iluda através de palavras baratas que saem da boca desses políticos em desespero no ano da eleição. Vá à busca de suas histórias e realizações. A Guiné é pequena e pequena também é o número da sua população. Uma mentida contada por eles voa a quatro ventos e chega aos teus ouvidos quando menos esperas. Não se deixa enganar – conheça suas ações em seus partidos, na base que já o elegeu, seus projetos, se é que ele tem, etc.
OBSERVAÇÃO: CONTO COM A COLABORAÇÃO DE OUTROS BLOGS PARA REPUBLICAR ESSE ARTIGO. PRECISAMOS ENVOLVER OPINIÃO PÚBLICA COM IDEIAS QUE PODEM INFLUENCIAR NA DECISÃO FINAL QUE É – SALVAR O NOSSO VOTO E O NOSSO POVO!

Um abraço!
Deste que elege a Guiné-Bissau sempre em primeiro lugar.
Samuel Vieira

(vsamuel2003@gmail.com)




Continua a política de combate à corrupção em Angola.

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O Presidente angolano, João Lourenço, continua com a sua política de combate à corrupção, exonerando ou prendendo novos responsáveis da administração central e local do estado de Angola. O procurador-geral da República, reafirmou, por seu lado, que a cruzada judicial contra a corrupção e os desvios de dinheiro público vai continuar.




As autoridades judiciais angolanas estao a trabalhar em vários processos judiciais, no quadro do combate a corrupção, considerado prioritário pelo Executivo do Presidente Joao Lourenço.
Altos funcionários da administração central e local do estado, foram detidos e acusados de crimes de corrupção e peculato.
Recentemente, foram detidos os ex-directores do Instituto Nacional de Estradas de Angola e de Estatística da Região de Cabinda. Foram igualmente detidos funcionarios da administraçao local nas provincias da Huíla, Bengo, Kwanza-Sul, Bié, Benguela e Huíje.
A cruzada judicial contra a corrupção e os desvios de dinheiro público vai continuar, segundo a Procuradoria Geral da República, que criou um gabinete  especial para dar o devido tratamento os processos judiciais em curso.
Entretanto, o Presidente João Lourenço, exonerou Miguel Damião Gago do cargo de Administrador do Fundo Soberano de Angola. Desconhecem-se as razões da exoneração de Miguel Gago, que foi nomeado para o cargo em Janeiro de 2018.
De Luanda, o nosso correspondente, Avelino Miguel. 

Guiné-Bissau: Braço de ferro entre Governo e Professores.

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Continua o braço de ferro entre os sindicatos dos professores das escolas públicas e o Governo quanto ao pagamento de salários em atraso. Hoje o Presidente José Mário Vaz chamou os alunos ao palácio para os tranquilizar em como vai se empenhar pessoalmente na busca de uma solução. Os alunos prometeram esperar pelas diligências do Presidente e também anunciaram que não vão mais fazer protestos de rua.





Para já as associações dos alunos das escolas públicas prometem não organizar protestos nas ruas, como aconteceram na sexta-feira passada.
É que o presidente da Guiné-Bissau, que recebeu esta quarta-feira representantes dos alunos, prometeu intervir no sentido de evitar que os professores iniciem a greve geral de 16 dias uteis anunciada para começar na quinta-feira, dia 16 de fevereiro e decorrer até dia 07 de março.
Tcherno Indjai, um porta-voz das associações estudantis disse que pelas promessas do Presidente José Mário Vaz a greve não irá acontecer e se assim for os alunos não irão voltar a sair às ruas em protestos como aconteceram na semana passada.
Entretanto, o primeiro-ministro, Aristides Gomes continua a garantir que os salários dos professores estão já a ser pagos e que já deu ordens para publicação ainda esta semana no Boletim Oficial do estatuto da carreira docente.
A questão agora que aflige aos alunos e aos pais é saber se os sindicatos mesmo com isso tudo vão mesmo para greve.
fonte: RFI

Higino Carneiro investigado por sete crimes e proibido de deixar Angola.

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Peculato, corrupção passiva e branqueamento de capitais entre as acusações

Peculato, corrupção passiva e branqueamento de capitais entre as acusações
O deputado e antigo ministro e governador Higino Carneiro foi colocado sob Termo de Identidade e Resdência (TIR) e está proibido de deixar Angola, revela a Procuradoria-Geral da República (PGR) em nota divulgada nesta quarta-feira, 13.
As medidas, que incluem a obrigatoriedade de o antigo vice-presidente da Assembleia Nacional de comparecer com regularidade às autoridades, foram impostas um dia depois de Carneiro ter sido ouvido em interrogatório pela Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP), da PGR
A nota esclarece que Higino Carneiro foi ouvido na condição do antigo governador de Luanda, sobre “actos de gestão danosa de bens públicos”, alegadamente praticados em 2016 e 2017.

Um dos antigos homens fortes do regime de José Eduardo dos Santos, o actual deputado do MPLA é investigado, segundo a PGR, por “indícios da prática dos crimes” de peculato, violação de normas de execução do plano e orçamento, abuso de poder, associação criminosa, corrupção passiva e branqueamento de capitais.
O processo segue os seus trâmites na PGR, enquanto Higino Carneiro continua a desempenhar a sua actividade de deputado à Assembleia Nacional.
General e empresário, Carneiro foi ministro das Obras Públicas e governador das províncias de Luanda, Kwanza Sul e Cuando Cubango.
No início da actual legislatura ele foi eleito vice-presidente da Assembleia Nacional, mas foi afastado depois devido, segundo explicou o MPLA na altura, ao processo de renovação dos órgãos.

fonte: VOA

    Guiné-Bissau: Um novo braço-de-ferro entre Presidente e o Governo.

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    As divergências persistem a pouco mais de 48 horas do início da campanha eleitoral, sob muita agitação social.
    fonte: DW África
    Westafrika: Guiné-Bissau: Wahlen (DW/B. Darame)
    A pouco mais de 48 horas do início da campanha eleitoral para as legislativas do próximo dia 10 de março, a Guiné-Bissau vive momentos de muita agitação social. O Governo propõe uma mulher para liderar o ministério do Interior, enquanto o Presidente José Mário Vaz quer o homem da sua confiança no cargo.
    Nas ruas da capital guineense, observadores constatam um grande mistério à volta da nomeação do novo ministro do Interior, na sequência de divergências entre o Presidente da República e o Governo no que concerne à pessoa que deverá ser o titular da pasta.
    Uma mulher para o cargo
    O primeiro-ministro Aristides Gomes propôs nesta quarta-feira (13.02.) ao Presidente José Mário Vaz a nomeação de uma mulher, cujo nome ainda não foi revelado para garantir a segurança de todo o processo eleitoral.
    Guinea-Bissau - Aristides Gomes, Premierminister von Guinea Bissau (Präsidentschaft von Guinea-Bissau)
    Aristides Gomes
    Mas fontes oficiais confirmaram à DW que José Mário Vaz não concordou com a proposta e quer indicar para o cargo um homem da sua confiança. A atitude não agrada ao Governo.
    Após uma reunião de quase 40 minutos, o primeiro-ministro Aristides Gomes disse apenas que foi discutida a questão da segurança eleitoral, sem contudo adiantar mais detalhes.
    O presidente da Comissão Nacional de Eleições, José Pedro Sambú, foi entretanto ao Palácio Presidencial manifestar a sua inquietação com a segurança eleitoral, nas vésperas do início da campanha eleitoral, marcado para sábado (16.02.).
    "O Presidente garantiu-nos que vai nomear brevemente o ministro do Interior. Como sabem é o interlocutor direto da CNE (Comissão Nacional de Eleições) durante o processo eleitoral e nós manifestamos essa preocupação ao Presidente da República, no sentido de resolver rapidamente essa situação. Estamos preocupados porque até agora ainda não se constituiu a força conjunta que faz segurança e acompanha os materiais eleitorais que são distribuídos às comissões regionais de eleições e vamos entrar na fase da campanha eleitoral que é preciso garantir a segurança", disse.
    Também as organizações da Sociedade Civil reuniram-se com o Presidente guineense para pedir que nomeie o mais breve possível o novo titular da pasta do Interior.
    Ouvir o áudio03:11

    Guiné-Bissau: Um novo braço-de-ferro entre Presidente e o Governo

    Fodé Carambá Sanhá é o porta-voz das organizações da Sociedade Civil e em declarações à imprensa disse que "não podíamos declinar desta preocupação, até já enviamos uma carta ao Presidente da República, pedindo que se tome diligências no sentido de nomear com mais brevidade possível, antes do início da campanha eleitoral, o ministro do Interior".
    Recorde-se, que a Guiné-Bissau está há mais de três meses sem ministro do Interior, desde que o chefe de Estado demitiu das funções, em novembro de 2018, Mutaro.
    Acabar com impasse entre Governo e professores
    Entretanto, o impasse persiste enquanto aumenta a agitação social nas ruas de Bissau com jovens não-identificados a convocarem, em nome dos alunos, protestos e atos de vandalismo, perturbando desta forma a ordem pública.
    A Rede dos Estudantes tem demarcado publicamente desses atos e pede que esses indivíduos sejam responsabilizados. Nesta quarta-feira, as associações de estudantes da Guiné-Bissau reuniram-se com o Presidente José Mário Vaz para pedir que intervenha para acabar com o impasse entre o Governo e os sindicatos dos professores, que iniciam uma nova greve na quinta-feira.
    Guinea-Bissau Proteste gegen den Lehrerstreik in Bissau (DW/B. Darame)
    Protesto em Bissau contra greve dos professores
    "O Presidente disse que vai usar toda a influência junto do Governo para atender às reclamações dos professores", afirmou Tcherno Indjai, daquele movimento estudantil, depois do encontro com o chefe de Estado guineense.
    Em declarações aos jornalistas, os representantes das associações de estudantes afirmaram que não convocaram nenhum protesto para esta quarta-feira e que há pessoas que querem aproveitar-se da situação.
    Pacto de estabilidade assinado na quinta-feira?
    Os estudantes salientaram que estão interessados numa solução e não em sair à rua, tranquilizando as pessoas de que não vão realizar protestos nos próximos dois dias.
     A greve de 16 dias dos professores das escolas começa na quinta-feira, na mesma altura em que os atores políticos guineenses deverão assinar um Pacto de Estabilidade Política e Social e o Código de Conduta e Ética Eleitoral, visando garantir a paz e permitir que o processo eleitoral decorra sem perturbações.
    O pacto de estabilidade é uma ação conjunta do Movimento Nacional da Sociedade Civil e da Comissão Nacional Caminhos para o Desenvolvimento em articulação com a Assembleia Nacional Popular e a Presidência da República, envolvendo várias entidades, inclusive os partidos políticos.

    Moçambique: Reina o silêncio sobre detenção do jornalista moçambicano Amade Abubacar.

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    Defesa de Amade Abubacar continua à espera de uma resposta ao segundo pedido de liberdade provisória, feito na semana passada. Jornalista está detido há mais de um mês na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique.
    fonte: DW África
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    Até agora, reina o silêncio das autoridades sobre a detenção
    Há uma semana que a defesa do jornalista Amade Abubacar espera uma resposta a um pedido de liberdade provisória, sob pagamento de caução. Este já é o segundo pedido desde que o jornalista foi detido a 5 de janeiro na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, quando fotografava famílias que fugiam da região com medo de ataques. O primeiro não foi respondido atempadamente.
    Amade Abubacar é acusado de crimes de violação do segredo de Estado e incitação à desobediência com recurso a meios informáticos.
    Sem gravar entrevista, Jonas Wazir, presidente do núcleo em Cabo Delgado da organização de defesa da liberdade de imprensa MISA-Moçambique diz, no entanto, que, desta vez, espera uma resposta favorável.
    A DW África tentou falar com o Tribunal Judicial Provincial de Cabo Delgado acerca do andamento do processo, mas foi-nos informado que o porta-voz do tribunal encontra-se ausente.
    Jornalista escrevia para o jornal "Carta de Moçambique"
    Na segunda-feira (11.02), o jornal "Carta de Moçambique" publicou no seu portal um artigo em que assume que, na altura da detenção, Amade Abubacar trabalhava como seu correspondente em Macomia e escrevia sobre os ataques armados que ocorrem em alguns distritos de Cabo Delgado.
    "Contrariando uma narrativa das autoridades oficiais, segundo a qual o Amade Abubacar não estava a trabalhar para nenhum outro jornal no dia em que foi detido, o que nós fizemos foi desmentir isso, provando que ele estava a trabalhar para a Carta", explica o diretor do jornal, Marcelo Mosse.
    Marcelo Mosse
    Marcelo Mosse: "Estamos dispostos a ir até às últimas consequências"
    "Achámos que era útil publicar esta informação para mostrar que qualquer suspeita de que ele não estava a trabalhar para nenhum outro órgão é infundada", sublinha o jornalista.
    Amade Abubacar assinava na "Carta de Moçambique" com o pseudónimo Saíde Abibo. Com a colaboração do jornalista, a "Carta tornou-se numa das principais fontes de informação  sobre a insurgência em Cabo Delgado", revelou o jornal.
    Em entrevista à DW África, o diretor Marcelo Mosse refere que as acusações do Ministério Público sobre Amade Abubacar são um equívoco, apelando por isso à classe jornalística a não cruzar os braços para defender o colega. Disse ainda que a "Carta de Moçambique" está disponível para testemunhar a favor de Abubacar em tribunal. "Ele é nosso colega e estamos dispostos a ir até às últimas consequências, para que se prove que, pelo menos, ele era nosso colaborador", diz Marcelo Mosse
    Amade Abubacar denunciou, no mês passado, à Ordem dos Advogados de Moçambique que foi torturado por militares, depois da sua detenção a 5 de janeiro. Várias organizações de defesa dos direitos humanos têm pedido a libertação imediata do jornalista. Abubacar não vê a esposa, os filhos e o irmão desde que foi detido.



    quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

    GUINÉ-BISSAU: CIDADÃO GUINEENSE ESTAMOS EM VÉSPERAS DA CAMPANHA ELEITORAL. OS POLÍTICOS MENTIROSOS, ELES COMO SEMPRE VÃO ESTAR DE NOVO JUNTO À SUA PORTA PARA MENDIGAR VOTOS E MENTIR COMO NUNCA!.

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    Resultado de imagem para imagem de político mentiroso durante a campanha para eleições

    NESTE BLOG VOCÊ VAI TER DURANTE TODO O PERÍODO QUE MARCARÁ A CAMPANHA POLÍTICA PARA DEFINIR O CANDIDATO A ESCOLHER COMO DEPUTADO... ALGUMAS SUGESTÕES, IDÉIAS, PARA VOCÊ ENTRAR NAS ENTRANHAS DE POLÍTICOS MENTIROSOS PARA PODER PRESTIGIAR SEU VOTO E ATRIBUÍ-LO SÓ, E SÓ, A QUEM O MERECE!

    EDITOR DESTE BLOG: SAMUEL VIEIRA

    Guaidó anuncia data para entrada de ajuda humanitária na Venezuela.

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    Durante protesto contra Maduro em Caracas, opositor diz que ajuda chegará em 23 de fevereiro. Caminhões enviados pelos EUA estão parados na fronteira com a Colômbia. Venezuelanos também saem às ruas em apoio ao governo.
    fonte: DW África
    Guaidó durante discurso em Caracas
    Guaidó anuncia segunda base de armazenamento da ajuda internacional em Roraima
    O oposicionista e autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, anunciou nesta terça-feira (12/02) que a ajuda humanitária começará a entrar no país a partir do próximo dia 23 de fevereiro. O anúncio foi feito em Caracas durante um protesto contra o governo de Nicolás Maduro.
    "Anunciamos que 23 de fevereiro será o dia da entrada da ajuda humanitária", disse Guaidó ao final da manifestação em Caracas. "A ajuda humanitária vai entrar, sim ou sim, e o usurpador [Maduro] terá que ir embora da Venezuela, sim ou sim", acrescentou.
    Guaidó anunciou ainda que uma segunda base de armazenamento da ajuda internacional será instalada em Roraima e antecipou que haverá outras duas mais, porém, não informou suas futuras localizações.
    O líder opositor indicou que no próximo final de semana serão realizadas assembleias e "acampamentos humanitários" a fim de organizar e preparar todas as pessoas que têm se somado ao voluntariado promovido pela oposição para buscar a ajuda nas fronteiras caso as Forças Armadas não permitam seu ingresso.
    Assistir ao vídeo06:04

    Em entrevista exclusiva à DW, Juan Guaidó fala em "genocídio silencioso" na Venezuela

    "Teremos que ir em caravanas, em protestos, em mobilização, em acompanhamento", declarou Guaidó. Ele pediu novamente que as Forças Armadas permitam a entrada deste apoio ao recordar-lhes que, provavelmente, muitos de seus familiares também necessitam dele. "Continuamos a convidando os soldados da pátria a unirem-se a nós", frisou.
    Milhares de manifestantes foram às ruas nesta terça-feira em diversas cidades venezuelanas para pedir que Maduro libere a entrada no país de ajuda humanitária. Um comboio com mantimentos e medicamentos fornecidos pelos Estados Unidos está parado na cidade colombiana de Cúcuta, na fronteira com a Venezuela. A ponte que liga os dois países, porém, foi bloqueada pelo militares venezuelanos.
    Em San Antonio del Táchira, na fronteira com a Colômbia, os manifestantes homenagearam os mortos durante os protesto e caminharam em direção à ponte bloqueada. O grupo, que reuniu também crianças e idosos, pediu que os militares liberassem a entrada dos alimentos e medicamentos.
    Em Caracas, manifestantes também foram às ruas em apoio a Maduro, que nega a existência de uma emergência humanitária no país e acusa os Estados Unidos de estarem tentando promover uma intervenção imperialista na Venezuela.
    A crise política no país se agravou em 23 de janeiro, quando Guaidó, de 35 anos, se autoproclamou presidente e declarou que assumia os poderes executivos de Maduro. O opositor contou de imediato com o apoio dos Estados Unidos e prometeu formar um governo de transição e organizar eleições livres.
    Maduro, no entanto, denunciou a iniciativa de Guaidó como uma tentativa de golpe de Estado liderada pelos Estados Unidos.  Cerca de 40 países já declararam apoio a Guaidó, entre eles Brasil e Alemanha, e uma série de outros países sul-americanos. Maduro conta com o apoio das Forças Armadas venezuelanas e de aliados como Rússia e China.
    Além da crise política, a Venezuela enfrenta um colapso econômico. A falta de segurança, os baixos salários, os altos preços e a escassez de alimentos e medicamentos levaram quase 3 milhões de venezuelanos a emigrarem desde 2015, especialmente, com destino aos vizinhos Brasil e Colômbia, mas também para Peru e Equador.
    CN/efe/lusa/afp/rtr/ap
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    "Não posso dizer que estou feliz com o acordo", sobre orçamento, diz Donald Trump.

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    Presidente diz que pode não haver outro encerramento do Governo

    Presidente diz que pode não haver outro encerramento do Governo
    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, diz não estar feliz com o acordo de princípios sobre o orçamento de algumas agências federais conseguido na segunda-feira, 12, entre congressistas democratas para evitar um novo encerraemnto do Governo.
    “Não acho que vocês verão um novo encerramento”, disse o Presidente a jornalistas na Casa Branca nesta terça-feira, 12, acrescentando, no entanto, que vai "ter de o estudar".
    "Não estou feliz com ele. Não posso dizer que estou feliz. Não posso dizer que estou empolgado”, sublinhou Trump, reiterando não querer uma nova paralisação, mas que, caso ocorra, será por culpa dos democratas.
    O Presidente tem até sexta-feira para aprovar o acordo depois de a 25 Janeiro ele ter aceite um acordo de 21 dias para reabrir o Governo depois de 35 dias encerrado parcialmente.
    Ainda não foram divulgados detalhes do acordo conseguido ontem à noite, mas, segundo a imprensa americana, a negociação inclui 1,375 mil milhões de dólares para a construção de barreiras verticais de aço na fronteira com o México, e não um muro de betão, como anteriormente defendido pelo presidente Donald Trump.
    O valor acordado permite ainda a construção de 89 quilómetros de barreiras.
    O Presidente tem pedido 5,7 mil milhões de dólares para a construção de 215 quilómetros de barreiras.
    Por outro lado, o acordo deve omitir um limite máximo de imigrantes detidos no país, que era uma exigência democrata, segundo o jornal "The Washington Post".
    Os democratas argumentam que, ao permitir que o Serviço de Imigração e Alfândegas dos EUA (ICE) aumente o número de leitos de detenção de 40.520 para 52.000, como quer a administração Trump, a agência terá a capacidade de perseguir uma faixa maior de imigrantes sem documentos, incluindo aqueles sem antecedentes criminais.
    Os democratas defendem limitar a capacidade dos centros de detenção para 35.520 pelo restante do ano fiscal de 2019.

    fonte: VOA

      Moçambique: Chang e Boustani - Dois operativos à deriva no "rio das dívidas".

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      Se o caso Chang fosse um rio, o ex-ministro seria o operativo a montante e Jean Boustani o operativo a jusante. Da nascente ninguém fala no caso que agita Moçambique e sem certezas de que os seus sinais chegarão à foz.
      fonte: DW África
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      Deputado da FRELIMO Manuel Chang e antigo-Presidente Armando Guebuza
      Não é à toa que a justiça norte-americana a todo o custo quer Manuel Chang, deputado e ex-ministro das Finanças de Moçambique, e Jean Boustani, negociador da empresa Privinvest, no banco dos réus. É que com o conhecimento que ambos possuem sobre os crimes financeiros em que supostamente estão envolvidos pode concluir-se o puzzle do crime todo e mais facilmente chegar-se a cabeça e a dezenas de outros envolvidos, detê-los e concluir-se o caso.
      O criminalista António Frangoulis estabelece uma analogia entre um rio e o caso Chang ao explicar a filosofia que terá norteado a composição do delito: "A Manuel Chang podemos chamar de operativo a montante e Jean Boustani é o operativo a jusante."
      Para se saber de todo o resto, explica o especialista, "em termos de processos, métodos e pessoas que participaram nesta fraude, são necessárias essas duas pessoas a quem podemos chamar de claviculares. Estas duas pedras são angulares: um [Manuel Chang] a montante e outro, Jean Boustani, a jusante, quando o rio já tem o leito mais largo."
      "nascente" Guebuza
      Mas o rio não surge do nada: tem origem numa nascente, o olho d´água onde tudo floresce. O caso em questão está intimamente ligado ao caso das dívidas ocultas, avaliadas em dois mil milhões de dólares, contraídas durante a Presidência de Armando Guebuza.
      Ouvir o áudio04:14

      Chang e Boustani: Operativos à deriva no "rio das dívidas"

      O último sim a uma iniciativa de grande envergadura teria de vir dele, tal como a responsabilidade final. Lutero Simango, chefe da bancada parlamentar do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), o segundo maior partido da oposição, tal como muitos outros têm feito há muito tempo, insiste em chamar a nascente ao problema.
      "Ninguém me convence que o Manuel Chang tenha assinado todos os documentos sozinhos sem que tenha uma autorização superior. O Chang era simplesmente membro de um Governo, nomeado", lembra. Para Lutero Simango, "é preciso que se chame o próprio ex-chefe de Estado, porque ele é uma parte [do processo], para esclarecer o povo moçambicano. E o silêncio deles assusta-nos."
      O tortuoso percurso do rio
      E o rio corre arrastando consigo muito do que encontra pelo caminho: umas são parte natural dele e outras são apenas vítimas da sua força, ou as duas coisas. Assim, pode-se depreender que se o ministro das Finanças fosse outra pessoa que não Manuel Chang muito provavelmente teria o mesmo fim. Nesta conta não entra a suspeita de Chang ter usado indevidamente o dinheiro adquirido em nome do Estado para proveito próprio.
      Lutero Simango, Mitglied der MDM-Partei
      Lutero Simango: "Chang foi apenas um executor"
      O deputado do MDM olha com suspeita para o facto de em Moçambique se focar as atenções apenas no "operativo a montante", ignorando o rio no seu todo.
      "Há uma tendência de quererem convencer-nos de que o centro de toda esta operação, toda esta engenharia financeira é de Manuel Chang, o que não corresponde à verdade. Ele apenas foi um executor e nós sabemos muito bem que, de acordo com a nossa Constituição, o chefe do Governo é o Presidente da República são simplesmente executores, membros do Governo. Portanto, a legitimidade recai sobre o chefe de Estado", argumenta. "Agora se se mantém no silêncio, é sinal de que é um silêncio de cumplicidade", conclui Simango.
      Será manobra de distração de outras partes do rio ou de quem não quer enfrentar os seus danos? Enquanto a resposta não chega, o rio segue na sua fase de meandro, o percurso tortuoso do rio, com a montante e a jusante aparentemente a servirem de bodes expiatórios. E na foz há uma plateia enfurecida a aguardar pela chegada das águas e os seus detritos. Mas será que o olho d´água também chegará ao final?

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