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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Americano detido na Coreia do Norte.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Kim Jong Un
Kim Jong Un

Antigo professor universitário na China estaria ligado a programas de ajuda ao país
Um cidadão americano foi detido quando tentava sair da Coreia do Norte, informou neste domingo, 23, a agência sul-coreana de notícias Yonhap.
"Estamos a par da informação de que um cidadão dos Estados Unidos foi detido na Coreia do Norte", confirmou em Washington um funcionário do Departamento de Estado.
A detenção acontece num momento de tensão entre Pyongyang e Washington.
De acordo com fontes da Yonhap, o homem, identificado como Kim, foi detido na sexta-feira, 21, no aeroporto internacional de Pyongyang, quando pretendia deixar o país.
Kim, com idade por volta de 50 anos e ex-professor na Universidade Chinesa de Ciência e Tecnologia de Yanbian, esteve envolvido em programas de ajuda para a Coreia do Norte.
Motivos por divulgar
Apesar da falta de uma confirmação oficial, o director do grupo World North Korea Research Center, que tem sede em Seul, indicou que suas fontes em Pyongyang confirmaram a detenção.
"A razão pela qual a Coreia do Norte não diz nada é porque ainda não terminou as suas investigações", declarou à AFP Ahn Chan-il, um desertor do Norte.
"É importante para eles manter como refém um cidadão americano para advertir os Estados Unidos contra qualquer acção para acabar com Kim Jong-Un", completa Ahn, em referência aos temores do Pyongyang de que Washington teria planos militares secretos para derrubar o líder norte-coreano.
Outros dois cidadãos americanos - o estudante Otto Warmbier e o pastor coreano-americano Kim Dong-Chul - estão detidos na Coreia do Norte, depois que terem sido condenados a longas penas de prisão por "espionagem" ou "crimes contra o Estado"
    fonte: voaportugues.com

    "Avanços importantes" para o desarmamento na REPÚBLICA CENTRO AFRICANA..

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    Governo de Bangui reuniu pela primeira vez com todos os grupos armados do país, sob a égide das Nações Unidas, para tentar relançar o programa de desarmamento e reintegração dos combatentes.
    Zentralafrikanische Republik Unruhe (picture-alliance/dpa)
    Foto de arquivo (2013): Armas de guerra queimadas no 53º aniversário da independência
    "Avanços bastante importantes" marcaram a primeira reunião das autoridades centro-africanas e internacionais com os grupos armados que semeiam a violência na República Centro-Africana (RCA), de acordo com o chefe do programa de desarmamento.
    "O progresso geral é bastante importante (…) o plano do programa de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) foi redigido com os detalhes da implementação do projeto”, indicou Jean-Marc Tafani, esta sexta-feira, no final do encontro com 14 grupos armados, em Libreville.
    As negociações deverão prosseguir, com "a próxima reunião do Comité Consultivo de acompanhamento do DDR a ter lugar de 27 a 27 de maio”, acrescentou Tafani.
    Reintegrar milhares de combatentes
    Zentralafrikanische Republik Kaga Bandoro Flüchtlingscamp (picture-alliance/AP Photo/D. Belluz)
    Centenas de refugiados centro-africanos num abrigo das Nações Unidas, após um ataque da Seleka a uma cidade do norte, em 2016. 30 pessoas morreram e 57 ficaram feridas
    O orçamento do programa, cerca de 45 milhões de dólares, foi decidido ainda antes da reunião pelo Banco Mundial, a ONU e o Governo centro-africano. Para além do desarmamento, prevê a reinserção de 5 mil combatentes na sociedade civil.
    Pela primeira vez no âmbito do programa DDR, o Governo sentou-se à mesma mesa com todos os grupos armados responsáveis por inúmeros abusos no país.
    A Frente Popular para o Renascimento da RCA (FPRC), facção da ex-rebelião Seleka, liderada por Noureddine Adam, foi um dos grupos presentes e, segundo Jean-Marc Tafani, terá colocado várias condições ao programa de desarmamento.
    A FPRC pretende "um acordo político que preveja a sua participação no Governo, mais programas de desenvolvimento na região norte do país e a criação de forças de segurança mistas, com muçulmanos e cristãos”, explica Tafani.
    A RCA, um dos países mais pobres do mundo, tenta recuperar do conflito que eclodiu em 2013, quando a rebelião Seleka, maioritariamente muçulmana, derrubou o ex-Presidente François Bozizé. A contra-ofensiva das anti-balaka, as milícias maioritariamente cristãs, provocou milhares de mortos e obrigou centenas de milhares de pessoas a abandonarem as suas casas.

    Comissão Eleitoral de Angola dá luz verde às eleições.

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    CNE diz que estão criadas as condições para realizar as eleições gerais de 2017, previstas para agosto. Presidente angolano prepara convocação do pleito.
    Angola 2012 Wahlen Luanda (AP)
    A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de Angola informou esta sexta-feira (21.04) que estão criadas as condições materiais, humanas, técnicas e financeiras para a realização das eleições gerais de 2017, respondendo desta forma a um pedido de informação formal do Presidente da República, José Eduardo dos Santos.
    A posição, confirmada à agência Lusa por fonte da CNE, foi divulgada após a sessão plenária realizada esta sexta-feira, orientada pelo presidente daquele organismo, André da Silva Neto. A CNE considera que estão criadas as condições necessárias para realizar as eleições - ainda não convocadas mas previstas para agosto - com base nas tarefas programadas e desenvolvidas até ao momento.
    Este parecer favorável ao pedido formal do chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, leva nomeadamente em conta a receção provisória do Ficheiro Informático dos Cidadãos Maiores (FICM), no dia 18 de abril, com os dados dos mais de 9,4 milhões de eleitores registados e em condições de votar, bem como o financiamento do ato eleitoral.
    Parecer enviado a JES
    A CNE informou igualmente que o parecer favorável às eleições gerais de 2017 seria enviado ainda na sexta-feira ao Presidente da República, antecedendo desta forma a reunião do Conselho da República, convocado por José Eduardo dos Santos para a próxima segunda-feira, 24 de abril. A reunião terá lugar mais de dois anos depois da anterior convocatória e deverá ser a última solicitada pelo Presidente José Eduardo dos Santos.
    Angola 2012 Wahlen Luanda (AP)
    Fila para votar nas eleições de 2012 em Kicolo, Luanda
    A realização da reunião do Conselho da República, a 24 de abril, foi confirmada à agência Lusa por fonte ligada à convocatória, sem adiantar a agenda, numa altura em que o Presidente angolano está a preparar a convocação das eleições gerais, previstas para o mês de agosto.
    Trata-se de um órgão consultivo do Presidente da República - inclusive para o processo eleitoral -, que o convocou pela última vez a 10 de fevereiro de 2015, na altura para debater as consequências da forte queda nas receitas com a exportação de petróleo. Foi então a primeira convocatória daquele órgão no atual mandato, iniciado após as eleições gerais de 2012.
    Formalmente constituído, na atual configuração, em janeiro de 2013, o Conselho da República integra o vice-Presidente, Manuel Vicente, o presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, o presidente do Tribunal Constitucional, Rui Ferreira, e o procurador-geral da República, João Maria de Sousa.
    Estavam ainda representados o então vice-presidente do MPLA - partido no poder desde 1975 e liderado por José Eduardo dos Santos -, Roberto de Almeida (que em agosto foi substituído pelo general João Lourenço), e os presidentes da UNITA, Isaías Samakuva, da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, do PRS, Eduardo Kuangana, e da FNLA, Lucas Ngonda, os cinco partidos com representação parlamentar.

    GUINÉ-BISSAU: LIVRO SOBRE LUÍS CABRAL VAI SER APRESENTADO EM BRUXELAS

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    Bruxelas - Um livro sobre a vida de Luís Cabral, político e herói da independência da Guiné-Bissau, será apresentado segunda-feira em Bruxelas pela Fundação Amílcar Cabral, soube-se de fonte oficial no local.

    A obra co-redigida pela historiadora Ângela Coutinho e pelos filhos de Luís Cabral será apresentada durante uma conferência de imprensa organizada por Frank Schwalba Horth, antigo eurodeputado alemão.

    O livro é uma biografia do líder da independência da Guiné-Bissau, contendo fatos históricos sobre si, seus escritos e seus discursos.

    Nascido em Cabo Verde em 12 de Setembro de 1924, morreu assassinado em Conakry, na Guiné, a 20 de Janeiro de 1973, durante a luta de libertação levada a cabo pelo Partido Africano para a Independência da Guiné-Bissau e de Cabo Verde (PAIGC).

    Conosaba/angop.ao/

    Crônica: ÔTÉPE – O LIVRO DA PALAVRA.

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    Em tempos de mufunesas, em tempos das perdições ideológicas, pus-me hoje de manhã a pensar em como, a cada ano novo que chega, principiamos, em sonho diurno, novos planos, novos projetos de vida.
     
    Foi, então que aí, realizando uma viagem no tempo, na medida em que pretendia eu repor o tempo ao seu começo, restaurando-o no manancial das Origens, bebendo a água que jorra do tempo primordial, que dei conta do quanto os homens públicos deste país são uns autênticos patetas.
     
    Quisera eu rememorar o ano transato, mas quando ponho os olhos no passado, só vejo o vazio, e sinto náusea. Se os ponho no presente, a poeira do Saara, aliada à mediocridade nacional, cega-me. E, para a minha infelicidade, e talvez mesmo, para a infelicidade geral da nação guineense, um túnel se apresenta oco e opaco quando fito os olhos em direção ao futuro.

    Bom mesmo é que neste ano novo se procedesse a purificações e à expulsão dos demónios que rondam a pátria, dos maus espíritos instalados na República. Alguém disse, certeiramente, que existem interesses instalados, o mesmo cidadão incauto reconheceu todavia que tinha dificuldades em lutar contra estes mesmos interesses.
    Terá ele tentado, ou terá também ele procurado impor os seus interesses e os dos seus séquitos em busca do poder sem que, entretanto, tivessem eles, seus séquitos, faculdades intelectuais para o conseguir, e nem tão pouco, condições morais de condenar os outros?
    Ora tudo isso me levou de volta às histórias que a minha avó me contava, quando menino,sobre as simbologias das minhas raízes biombense.
    Assim, dizia-me àquela sábia mulher:
    1. A casa
    Ela é, desde o princípio, o símbolo de sustentação. Portanto, um Psap (Firkija). Pois é a ela que se abre o olhar do homem – no sentido lato do termo, isto é, da humanidade, à história secreta, sacralizada e sagrada do homem e do Cosmos –, o Universo.
     
    Se vivermos bem nela, e se a respeitarmos como espaço sagrado, todo o processo de combustão orgânico anula todos os pecados tanto do indivíduo quanto os da comunidade no seu conjunto. Não se trata, portanto, de uma simples purificação.
     
    Pois, segundo ela, os crimes, a confusão social, simbolizam a regressão do Cosmos ao Caos.
     
    Ao que tudo indica está instalado não apenas interesses escusos, mas sim o caos, porque o centro vértice do poder, perdeu o controlo do comando. E o país ficou à deriva. Os forasteiros associaram-se aos delinquentes de plantão.
     
    Violar a casa em que se é hóspede – este Chão de NTIN é sagrado, estão avisados -, é abrir-se à definhação, permitir-se à perdição. E ao associar-se aos velhos malandros, o senhor capataz incapaz perderá o rumo.
     
    Cabe, por conseguinte, a seguinte questão: E os quinzes maltrapilhos? Serão eles, quiçá, os piolhos da delinquência?
    1. O tempo
    Quinze em 2015. Quantos serão no próximo ano? E no ano do Juízo Final?
    Dizia-me a minha avó:
     
    O tempo jorra, corre, flui como se fosse água. Move-se à esquerda e à direita, avança e recua; derrama como leite derramado; mas nunca conseguimos apanhá-lo.
     
    O tempo derrama e pode provocar derrame.
     
    Bate nas margens da vida. Queria eu dizer, nas margens do rio, nas margens do mar, nas margens dos Oceanos, todos eles, sem distinção.
     
    E, neste instante em que o bater do tempo acontece, sorrateiramente, as águas do tempo voltam ao centro do rio e/ou do mar, como a primeira aparição, no tempo inaugural da angústia: 2015.
     
    O caminho do tempo presente é seguir escrupulosamente o Acordo. A palavra, por sinal,vem do latim: COR, CORDIS, e significa coração. Acordo e celebração do pacto das vontades do coração, cedendo-se ali para ganhar acolá; e no fim, todo o mundo sai ganhando.
     
    Espero ter dado pistas aos ilustres ignorantes.
    E completava ela:
    – Sinta-te mais livre, e mais puro se conseguires livrar das tuas faltas e dos teus pecados.
     
    E, gentilmente, eu a respondia:
    – Não tenho pecados, mas se os tiver, tenho imenso gosto em cometê-los, depois vou à igreja confessar-me ao Padre.
     
    1. O fogo
    Na Baloba da nossa tabanka, Ulyssun, lembro-me ainda quando de olhos estupefactos, acendia-se, aliás, estava em estado de permanência o fogo no Wkassa (o Sacrário, não tenho outro termo para o traduzir, pois é a mesma função pelas investigações que fiz).
     
    E, bem baixinho aos meus ouvidos, dizia-me “ali é que mora NKassa; ele vive ali. É sempre presente nas nossas vidas.
     
    Olhava, perscrutava, mas não via o defunto fundador da jorson dos Bossudrsu.
    Falava-me ainda da doença do fogo, isto é, da lepra (Mackuróô).
     
    Dissertava ela que o fogo penetrava em tudo. Coze alimentos. Faz transformações. Gera mundos e mundividências.
     
    O fogo castiga.
     
    O fogo julga.
     
    E o povo?
     
    Este, sim, fustiga!
     
    O fogo amigo corroeu-nos a esperança. Destruiu a nossa fé no homem: aquele que prometera ser o melhor Chefe do mundo. Porém, acabou por transformar-se no Chefe da quadrilha mais poderosa do mundo.
     
    Deixou-se levar pela avareza acumulando mais dinheiro, pois o seu grande irã prometera-lhe a pátria de NKanande, de Cabral, de Nino por herança. E, para isso, cercou-se dos melhores filhos da terra, Os sim senhor, a gosto do freguês.
    1. As cores
    4.1. A cor vermelha simboliza o sangue, o martírio, a resistência e a coragem, a força, o sacrifício, a missão, o ardor.

     Ela está ligada ao fogo das paixões, ao amor carnal e espiritual, à caridade, mas também vincula-nos à guerra, que visa subverter a ordem caótica.
     
    Na terra, dizia a minha avó, o site (óleo de palma) simboliza o fogo. Porque penetra até o mais íntimo da carne e do corpo. Ele isola, conserva intato o corpo contra tudo quanto é profano, e impuro.
     
    Simboliza, em suma, o sangue que nada mais é do que a VIDA.
     
    Urge darmos vida à pátria, afugentando os delinquentes, e o seu cínico Chefe, o mais mentiroso que uma vez se registou na História nacional.
     
    4.2. A cor branca, a cor da glória, da majestade, da alegria, da inocência, da imortalidade. Ou seja, a cor-base da vida.
     
    A cor do leite que mamamos. A cor do líquido que expelimos no ato sexual para gerarmos a vida. Mas isso não foi minha avó que mo ensinou, não.
     
    Não devemos deixar, e nem permitir com que venham a secar o pote da pátria.
    Eis o significado do Livro da Palavra:
     
    Purificar nossas consciências de toda e qualquer mancha do mal.
     
    É preciso ter a sede interior da verdade da paz que, na graça divina de Deus, renova e recria os nossos corações.
     
    À guisa da conclusão, para dizer apenas que, em tempos de ideologia da mediocridade, as ukassas do Irã de Fanado de Thor foram apreendidas pela Polícia de Quinhamel. Aqui é o único país do mundo onde politiqueiros mantêm presos defuntos com os seus respectivos símbolos religiosos.
     
    Hoje, já na casa dos 40 anos de idade, só posso admoestar os de sempre, dizendo-lhes o seguinte:
     
    Tenham paciência homens reles!
     
    No tempo do Antigamente os régulos eram regrados, mas hoje associam-se a políticos de índole duvidosa para externarem na Praça Pública os segredos dos nossos deuses, dos nossos defuntos, dos nossos antepassados, e dos nossos irãs.
     
    Caro leitor d’O Democrata, até a próxima, que o cronista precisa dormir para tentar esquecer o desassossego pátrio.
     
     
    Por: Jorge Otinta, poeta e crítico literário guineense.
    Bissau – NTIN -, 11 de abril de 2017

    JOSÉ MÁRIO VAZ DENUNCIA PLANO PARA O ASSASSINAR.

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    Presidente guineense diz que ideia é usar os militares
     
    O Presidente da Guiné-Bissau afirmou haver conspirações para assassiná-lo, através da mobilização dos militares.

    José Mário Vaz, que se dirigia aos populares de Farim, no norte do país, na sexta-feira, 21, fez a denúncia, sustentando ser uma tentativa para o afastar do poder, de qualquer jeito.

    “Alguém disse aos militares que isso não pode ficar assim.…ele tem que ser deposto através de um golpe de Estado. Há quem disse mesmo que eu devo ter o mesmo destino que o Roberto Ferreira Cacheu, ou seja, devo ser cortejado. Mas deixo um aviso: que o tal individuo não se desarme”, advertiu o Presidente da Republica, na última etapa da sua presidência aberta. 

    Na ocasião, José Mário Vaz ameaçou, por outro lado, com mão dura aos proprietários dos barcos aprisionados nas águas territoriais da Guiné-Bissau, em caso destes não pagarem as multas aplicadas pelo Estado .

    Fonte: Voz da América

    sexta-feira, 21 de abril de 2017

    ELE É CONSIDERADO "O HOMEM MAIS FEIO DE UGANDA" E É UM EXEMPLO!

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    Seu corpo é como o de um homem normal, mas seu rosto parece uma máscara distorcida. Foi assim que Godfrey Baguma veio ao mundo, há 47 anos. E isso em um país onde as pessoas deficientes têm mais dificuldades e sofrem mais preconceito que em grande parte do mundo, já que em Uganda eles não recebem qualquer ajuda do Estado para tratamento.

    Godfrey ganhou em um concurso o título de “o homem mais feio de Uganda”. Mas a história deste homem vai te deixar sem palavras.

    Apesar de todos os obstáculos em sua vida, Godfrey conseguiu tudo o que queria conquistar e se tornou um homem satisfeito e feliz. Ele se casou com uma jovem e bela mulher, que logo ficou grávida.

    Mas no sexto mês de gestação, ela o deixou. Dois meses depois, voltou. A reação dele foi simplesmente brilhante ao dizer: “Eu não escolhi ter a aparência que eu tenho. Se isso é um problema para você, sinta-se livre para ir embora”.


    O caráter inabalável de Godfrey faz com que ele nunca desista das coisas. Mesmo quando descobriu que sua mulher o estava traindo. Ele recolheu os cacos de seu coração partido e logo conheceu aquela que seria seu grande amor, Kate Namanda, linda e 20 anos mais nova que ele. Alguns anos depois, Godfrey a via dar à luz o sexto filho do casal (e ele já tinha outros dois do primeiro casamento).

    Mas a vida ainda não estava completa para o ugandense. Faltava realizar grande sonho profissional de sua vida: tornar-se cantor!

    Sim, isso mesmo. E quem o julgar pela aparência de sua boca estará cometendo um grande erro. Já que sua aparência não afeta em nada a fala. Seu nome artístico é “Sebabi”, o que traduzido do ugandense quer dizer “o mais feio de todos”. Ele gravou um álbum com outros nomes da música do país e lançou seu primeiro videoclipe, que fez grande sucesso em UgandaVeja o vídeoaqui

    Guiné-Bissau: Jovens continuam a pedir demissão do Presidente apesar de ameaças.

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    Movimento de Cidadãos Conscientes e Inconformados volta a sair à rua, este sábado, para mais uma manifestação contra José Mário Vaz. Porta-voz lança o alerta: "Guiné-Bissau está à porta da ditadura".
    Guinea-Bissau Anti Regierungs Protest (DW/A. Kriesch)
    Em protestos anteriores, o Movimento de Cidadãos Conscientes e Inconformados (MCCI) com a crise política denunciou casos de violência e detenção de ativistas. Ainda assim, garante Lesmes Monteiro, porta-voz do grupo, os manifestantes não se deixam demover.
    Monteiro afirma que foi alvo de uma alegada tentativa de assassinato, na madrugada de sexta-feira, dia 13 de abril, quando foi espancado por desconhecidos, na sua residência, nos subúrbios de Bissau.
    Em entrevista à DW África, o porta-voz do MCCI aponta o dedo às autoridades guineenses pelas alegadas ameaças contra os organizadores das manifestações, mas sublinha que todos vão estar presentes em mais um protesto para exigir a demissão do Presidente guineense.
    DW África: O que está previsto para este sábado?
    Lesmes Monteiro (LM): Temos mais uma manifestação para reafirmar a nossa determinação na luta pela democracia na Guiné-Bissau e para exigir a renúncia do Presidente da República, José Mário Vaz, por estar incapacitado para unir os guineenses e cumprir com a Constituição da República. É o principal responsável pela crise na Guiné-Bissau nos últimos anos. Acreditamos que a única solução, neste momento, passa por eleições gerais, porque o Presidente, que devia ser o símbolo da unidade nacional, garante da estabilidade e do normal funcionamento das instituições não está a interessado em cumprir as obrigações assinadas no âmbito da intervenção da comunidade internacional, principalmente o Acordo de Conakry.
    Lesmes Monteiro
    Lesmes Monteiro, porta-voz do MCCI
    DW África: Já não é o primeiro protesto que organizam e, em protestos anteriores, denunciaram alguns casos de violência e detenções. Temem que este cenário se repita no sábado? A manifestação foi autorizada?
    LM: De acordo com a legislação guineense, as autoridades não têm a competência de autorizar a manifestação. Os organizadores têm de dar conhecimento às autoridades policiais no sentido de garantir a segurança dos manifestantes. Como estamos a viver num país que está à porta da implantação da ditadura, as autoridades têm inventado algumas leis que, na realidade, não existem. Proibiram a manifestação no largo da Praça do Império, diante da Presidência da Guiné-Bissau – que é o local onde as pessoas habitualmente fazem manifestações. O próprio Presidente, durante a campanha eleitoral, fez vários comícios no local. Estão a condicionar a nossa atuação, mas nós temos agido de forma pacífica e não vamos entrar em confronto com o poder.
    Houve detenção de pessoas afetas ao movimento na última vigília, no dia 8. Eu, pessoalmente, fui vítima de tentativa de assassinato na madrugada do dia 13 e, neste momento, estou a sair de uma clínica onde estive internado quase uma semana. Acredito que as pessoas que tentaram consumar este ato foram enviadas por atuais detentores do poder, com o intuito de tentar desencorajar e intimidar as pessoas que estão a lutar de forma pacífica. Nós acreditamos que podemos mudar este cenário com a reivindicação pacífica.
    DW África: Segundo o MCCI, por causa destas ameaças que denunciam, alguns dos dirigentes do grupo estão atualmente escondidos. Estarão presentes na manifestação?
    LM: Sim, incluindo eu. Vamos estar presentes na manifestação de sábado. Estivemos num local seguro ao longo desta semana por uma questão de precaução. As autoridades estão a realizar uma investigação, em consonância com algumas instituições internacionais que operam na Guiné-Bissau, principalmente o Escritório Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS), que está a par desta situação, a Liga Guineense dos Direitos Humanos e a sociedade civil.
    Queremos dizer às pessoas que estão a tentar aniquilar os dirigentes deste movimento que não vão conseguir. Vamos estar na manifestação, vamos demonstrar à comunidade nacional e internacional que, apesar de cairmos com esta tentativa de assassinato, reerguemo-nos e vamos continuar firmes na defesa dos valores da democracia na Guiné-Bissau.
    DW África: Como é que as autoridades reagiram a estas denúncias?
    LM: A Polícia Judiciária está a investigar, neste momento. Queria apenas lamentar a declaração do primeiro-ministro [Umaro Sissoco Embaló] que terá afirmado que esta agressão, esta tentativa de assassinato, resulta de ajustes de contas entre os membros do MCCI por causa de alegados fundos e financiamentos. É uma declaração infeliz do primeiro-ministro, mais uma vez. As pessoas já estão habituadas. Vamos entrar com uma queixa-crime contra o atual primeiro-ministro: ele terá de provar na Justiça as denúncias caluniosas que fez com o intuito de desinformar a opinião pública nacional e internacional.

    ANGOLANO DECAPITOU DUAS JOVENS E GUARDOU CABEÇAS EM CASA.

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    Angolano decapitou duas jovens e guardou cabeças em casa
    Severiano Tchivinda, de 31 anos, foi detido na cidade de Menongue, em Angola

    Fez duas vítimas em pouco mais de um mês e guardou os macabros ‘troféus’ do crime em casa. Severiano Tchivinda, de 31 anos, foi detido depois de ter decapitado duas jovens mulheres em Angola, tendo guardado as cabeças das vítimas na casa onde vivia.

    O comandante provincial da Polícia Nacional e Delegado do Ministério do Interior no Cuando Cubango, Comissário Domingos Ferreira de Andrade, afirmou à agência Angola Press  tratar-se de "um crime repugnante",  o segundo em pouco mais de 30 dias.

    "As cabeças foram encontradas na residência do cidadão. O segundo caso ocorreu na madrugada desta segunda-feira e a investigação criminal não poupou esforço e seguindo os indicadores e pistas, chegou até ao autor", explicou.

    O responsável policial detalhou que, neste último crime, o homicida seguiu a menina, que estava acompanhada do namorado: Mas quando o agressor desferiu o primeiro golpe com uma catana, o namorado desta pôs-se em fuga em busca de socorro.

    Segundo relata a Angola Press, o autor confessou o crime, alegando que o fez porque as vítimas se prostituíam.

    " Matei no bairro Paz junto a antena da UNITEL, frente a igreja Bom-Deus, porque estavam a fazer prostituição e acompanhei o movimento e depois segui a vítima até ao local da morte", cita a agência angolana.

    Questionado a razão de manter as cabeças em casa, respondeu: "Fico com as cabeças porque sei que os nossos reis viviam com as cabeças das pessoas nas suas próprias casas".

    Uma vizinha do homicida,  Joana Malãvoloneque, conta que o homem atacou recentemente o sue pai:  " Queria cortar a cabeça do pai, mas como os rapazes chegaram cedo e o encontraram a praticar o acto, não conseguiu os seus intentos, mas as mazelas no pai ainda continuam", lamentou.

    Para além dos homicídios, Severiano Tchivinda é ainda suspeito de ter violado uma mulher em Angola.

    Fonte: cm

    segunda-feira, 10 de abril de 2017

    DE VEZ EM QUANDO OS BONS TAMBÉM QUEBRAM O SILÊNCIO.

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    O papa Francisco nomeou o cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, como seu enviado especial ao I Congresso Eucarístico Nacional de Angola, que decorre de 12 a 18 de Junho, na cidade de Huambo, e que vai ter como lema “Reconheceram-no ao partir do Pão” (Lc 24, 31).

    Por Orlando Castro
    Este evento, organizado pela Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), visa assinalar as comemorações dos 150 anos da segunda fase da evangelização de Angola.
    Segundo uma nota da diocese de Huambo, o I Congresso Eucarístico do país tem como objectivos ” agradecer a Deus o dom da Eucaristia celebrada há 150 anos, pedir perdão pelos pecados, sacrilégios e outros ultrajes cometidos, ajudar Angola a prosseguir o caminho da reconciliação e pedir (a Deus) que abençoe Angola neste momento importante do seu desenvolvimento”.
    Espera-se que Manuel Clemente consiga dizer em Angola o que, muitas vezes, disse em Portugal. No início de 2012, ainda como bispo do Porto, alertou para uma “tremenda tragédia civilizacional” caso a instituição familiar venha a sofrer retrocessos devido à crise e apelou à planificação da sociedade e do trabalho em torno da família.
    Como se vê, trata-se de um alerta que tem total cabimento na sociedade angolana.
    Na altura escrevemos que Manuel Clemente estava, obviamente, errado. Bastava que tivesse perguntado aos donos do sistema esclavagista então a vigorar em Portugal, Cavaco Silva e Pedro Passos Coelho, para saber que esse temor não passava de uma manobra da reacção.
    “É exactamente porque reconhecemos na família o maior e mais pedagógico sustentáculo da sociedade que todos, por motivos religiosos ou humanitários, devemos dar-lhe o apoio social e a primazia legal que indubitavelmente merece”, disse o bispo do Porto. Esperemos e desejamos que possa dizer o mesmo quando estiver por cá.
    Se o disser, os escravos gostarão de ouvir. Continuarão de barriga vazia, mas a alma ficará mais cheia. O problema está em que, na sociedade angolana, a instituição que dá pelo nome de Família é uma miragem ou – na melhor das hipóteses – algo residual e quase em extinção total.
    O também Prémio Pessoa 2009 citou a mensagem do Papa Bento XVI para o dia mundial da paz de 2012, com o título “Educar os jovens para a justiça e paz”, lembrando os progressos alcançados ao longo dos séculos, com a dignificação da mulher, dos pais, dos filhos e dos parentes idosos, bem como a “santificação da própria instituição familiar”.
    Pena é que, como sumo pontífice do reino angolano, José Eduardo dos Santos e comandita não olhem para o que – neste caso – de bem dizem estes representantes religiosos, um do púlpito da mui nobre, sempre leal e Invicta cidade do Porto e outro do Vaticano.
    Aliás, compreende-se que Eduardo dos Santos e sua antropófaga equipa não passem cartão aos escravos angolanos. Como dono da verdade, ao presidente nunca nominalmente eleito e no poder há 38 anos, só interessa que os angolanos vivam sem comer e morram ser fazer muito barulho.
    Segundo Manuel Clemente, “voltar atrás em qualquer um destes pontos seria uma tremenda tragédia civilizacional com graves riscos para a solidariedade e a paz que têm geralmente na família a sua primeira e indispensável pedagogia”.
    O então bispo do Porto (cidade cujo presidente da Câmara, Rui Moreira, teve a desfaçatez de gozar com a nosso chipala ao condecorar Sindika Dokolo) acrescentou ainda que é que preciso dar às famílias que se constituam “condições materiais e emocionais que as tornem mais sustentáveis e até apetecíveis, planificando a sociedade e o trabalho em função das famílias e da respectiva unidade e não de modo meramente individual e disperso”.
    Pois é. Bem pode Manuel Clemente continuar a sua pregação. Para os lados de Portugal, mesmo agora que é cardeal-patriarca de Lisboa, ninguém o ouve, desde logo porque a casta superior só valoriza os que têm toda a liberdade para estarem de acordo com ela. Tal como em Angola.
    Manuel Clemente recordou os tempos de crise conjuntural e apelou a que não se deixe que “os mesmos factores individualistas ou economicistas que negativamente provocaram [a crise] prevaleçam agora, ainda que de outra maneira, sobre os factores familiares e personalistas que foram por demais esquecidos”.
    O superar da crise só será atingido, segundo disse em 2012 Manuel Clemente, se houver um empenho “ao máximo” nos elementos realçados pelo Papa Bento XVI na sua mensagem, ou seja, na criação de “condições de trabalho, de convivência familiar, de transmissão de convicções”.


    Embora sabendo que isso não enche barriga, gostamos de saber, e de registar, que nem todos os bons estão em silêncio. Como dizia Martin Luther King, “o que mais me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem carácter, nem dos sem moral” (o governo está cheio deles), mas sim “o silêncio dos bons”.
    #fonte: http://jornalf8.net

    Ministro alemão dos Negócios Estrangeiros promete ajudar o Mali.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    Na primeira visita ao continente africano como titular da pasta dos Negócios Estrangeiros, Sigmar Gabriel garante que a Alemanha quer apoiar o país em crise, um ponto-chave da política externa de Berlim.
    Außenminister Sigmar Gabriel in Mali (picture-alliance/dpa/M. Kappeler)
    Foi uma visita relâmpago: o ministro alemão dos Negócios Estrangeiros, Sigmar Gabriel, esteve apenas um dia no Mali. Juntamente com o homólogo francês, Jean-Marie Ayrault, visitou a base da força da ONU no país, a MINUSMA, na cidade de Gao, no norte, onde se encontrou com o contingente alemão e francês. Gabriel classificou a situação na região como "uma das maiores crises”, marcada pelo terrorismo e pela fuga da população.
    Os dois ministros seguiram depois para a capital, Bamako, onde foram recebidos pelo Presidente Ibrahim Boubacar Keita.
    O Mali está em crise desde a insurgência tuaregue e um golpe militar, há cinco anos. Combatentes extremistas islâmicos ocuparam o norte do país. Com a intervenção das tropas francesas, foram expulsos em 2013. O Governo e vários grupos rebeldes assinaram um acordo de paz e cerca de 11 mil tropas da ONU são responsáveis por garantir a segurança. Mais de 780 destes soldados são alemães.
    Ataques todas as semanas
    "Todas as semanas há ataques e assaltos a várias instalações”, diz um comandante alemão, descrevendo a situação de violência no norte do Mali, onde os grupos rebeldes, na maioria radicais islâmicos, se recusam a participar no acordo de paz.
    Dois dias antes da visita dos chefes da diplomacia alemã e francesa, um soldado francês morreu na região de Douentza, perto da fronteira com o Burkina Faso, num ataque reivindicado por uma nova formação radical islamica que reúne vários grupos do Sahel. Durante a visita, recordaram-se também os diversos ataques contra funcionários da ONU no país.
    Ponto-chave da diplomacia alemã
    Außenminister Sigmar Gabriel in Mali (picture-alliance/dpa/M. Kappeler)
    Jean-Marc Ayrault e Sigmar Gabriel em Gao
    O Mali é um país-chave para a Alemanha. Prova disso é a lista das visitas alemãs ao país: no ano passado, incluiu a chanceler Angela Merkel, o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, Frank-Walter Steinmeier e o Presidente alemão, Joachim Gauck.
    O Mali é um dos países de trânsito para os refugiados a caminho da Europa. "Queremos e precisamos de ajudar”, afirma Sigmar Gabriel. "O Mali é um país de baixos rendimentos, muitos jovens não vêem oportunidades para ficar aqui.”
    Fuga para a Europa, criação de melhores condições em África, estabilização dos estados vulneráveis: são as frases que marcam a actual política alemã para África. O elevado número de refugiados africanos fez estremecer a estratégia de Berlim. A chanceler Angela Merkel declarou África o foco da presidência alemã do G20.
    Os membros do Governo alemão têm vindo a propor vários conceitos para o desenvolvimento do continente. O ministro do Desenvolvimento, Gerd Müller tem estado a promover o seu "Plano Marshall para África”. O ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, coordena o "Compact for Africa”, um projeto que visa estimular o investimento privado internacional no continente. A ministra da Defesa, Ursula von der Leyen organizou recentemente uma conferência africana. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Sigmar Gabriel, segue agora o mesmo caminho com a visita ao Mali.
    Mais infraestruturas
    Außenminister Sigmar Gabriel in Mali (picture-alliance/dpa/M. Kappeler)
    Sigmar Gabriel e polícias alemães da MINUSMA
    "Para que haja desenvolvimento, é importante a construção de infraestruturas, mas também a garantia da segurança. Não apenas em torno dos acampamentos mas também na chegada rápida a outras localizações. Por isso, temos de expandir as infraestruturas”, disse Gabriel em declarações aos jornalistas, durante a visita.
    O seu homólogo francês também prometeu mais apoio ao Mali: ”Gostaria de dizer umas palavras aos nossos cidadãos da Alemanha e França. Os países africanos precisam de ajuda na implementação dos programas de educação e investimento. África tem um enorme potencial de desenvolvimento com a sua juventude”, afirmou Jean-Marie Ayrault.
    No Mali, os progressos estão a ser feitos lentamente, diz o ministro alemão dos Negócios Estrangeiros: "Os progresso são pequenos e estão a ser feitos passo a passo. Não podemos esperar que um conflito como este seja resolvido num curto espaço de tempo.”
    Negociações com radicais islâmicos fora de questão
    Ao lado dos chefes das diplomacias alemã e francesa, o ministro maliano para a diáspora e a migração, Abdramane Sylla, afirmou esta sexta-feira, em Bamako, que seria "absurdo” negociar com os radicais islâmicos que reivindicam ataques contra as forças malianas e internacionais.
    Na semana passada, uma conferência de paz no Mali terminou com apelos a conversações com os líderes de dois grupos extremistas. "Num momento em que o povo maliano está a discutir a paz, alguém continua a reivindicar ataques. É absurdo negociuar com estes terroristas, especialmente porque acabam de declarar guerra a 11 países”, disse Sylla.
    O ministro francês dos Negócios Estrangeiros concorda: "São terroristas. Como se negoceia com terroristas? Isto é uma luta sem ambiguidade.”

    FAO anuncia ajuda de 60 milhões de euros para o nordeste da Nigéria.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    Agricultores vítimas do grupo radical Boko Haram, no nordeste da Nigéria, pediram ajuda para combater a crise alimentar durante uma visita do responsável da ONU para Agricultura e Alimentação.
    Nigeria Unruhen und Landwirtschaft (AFP/Getty Images)
    O diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, esteve na Nigéria durante 24 horas e anunciou uma ajuda de 62 milhões de dólares (58,5 milhões de euros) para um período de três anos para ajudar a combater a crise humanitária no nordeste do país, onde cerca de dez milhões de pessoas precisam de ajuda alimentar e vivem abaixo do limiar da pobreza, segundo a ONU.
    A FAO pretende ajudar 1,9 milhões de agricultores nos três estados do nordeste mais afetados pela violência - Borno, Adamawa e Yobe - para facilitar o acesso às sementes, fertilizantes e pesticidas para a temporada de plantio que começa dentro de três semanas.
    A organização já angariou fundos sucificientes para ajudar metade dos agricultores contemplados, mas vai ser difícil encontrar os fundos restantes, de acordo com José Graziano da Silva.
    Reverter os prejuízos
    Jose Graziano Da Silva Direktor FAO (Getty Images/AFP/S. Kambou)
    José Graziano da Silva, diretor da FAO
    "Se nos puderem ajudar com poços, sementes, fertilizantes, pesticidas e dinheiro vamos produzir alimentos suficientes para nos alimentarmos", pediu na sexta-feira (7.04) Ali Kawu, um produtor de legumes, ao diretor-geral da FAO.
    "Acreditamos que, se aumentar a produção, teremos maior rendimento e melhores preços", disse o agricultor durante a visita do diretor geral da FAO aos campos de Gongolon, nos arredores de Maiduguri, capital do estado Borno, epicentro da violência desde o início do conflito com os radicais islâmicos do Boko Haram, em 2009.
    Os agricultores perderam três épocas sucessivas de colheitas devido ao conflito que já fez mais de 20 mil mortos e cerca de 2,6 milhões de deslocados.
    "Com o apoio adequado, em dois anos, temos a capacidade de reverter os prejuízos sofridos durante os últimos três anos", assegurou Habib Bukar, um produtor de tomate. "Temos a terra e o trabalho para cultivá-la”.
    Segundo a FAO, 3,6 milhões de pessoas serão afetadas pela crise alimentar no estado de Borno até ao mês de agosto, quase o dobro do ano passado.

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