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sexta-feira, 24 de março de 2017

ANGOLA: UNITA exige pedido de desculpa de João Lourenço.

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Oposição angolana critica declarações do candidato à presidência do país. João Lourenço falou, em Maputo, das tentativas dos “malandros” da oposição para derrubar governos do MPLA, em Angola, e da FRELIMO, em Moçambique.
Angola Feier der MPLA João Lourenço (Getty Images/AFP)
João Lourenço, candidato do MPLA às eleições gerais em Angola
As declarações de João Lourenço foram feitas em Moçambique, durante uma visita ao país (19.03). O candidato pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) às eleições deste ano em Angola, citado pela imprensa de Maputo, referiu-se às tentativas para derrubar os governos do MPLA e da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) pelos "malandros” da oposição.
"A força está na nossa unidade. Se não formos unidos, os malandros vão-nos vencer. Os malandros estão unidos. Quer os de dentro, quer os de fora, estão unidos e não dormem. Andam todos os dias a pensar na forma como derrubar a FRELIMO e na forma de derrubar o MLPA”, afirmou João Lourenço.
"Discurso infeliz”, diz UNITA
Angola Alcides Sakala Sprecher Oppositionspartei UNITA
Alcides Sakala, porta-voz da UNITA
As declarações do ainda ministro da Defesa de Angola, levaram a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) a considerar que o candidato do MPLA às eleições gerais, não está à altura para dirigir os destinos de Angola e dos angolanos.
À DW África, o porta-voz do partido do Galo Negro, Alcides Sakala, afirma que, se o MPLA não "controlar” o seu candidato, este poderá pôr em causa os esforços do processo de paz e da reconciliação nacional.
"É um discurso infeliz de alguém que não entendeu ainda muito bem qual é o alcance do processo ou dos processos democráticos. Condenamos nos termos mais enérgicos esta tomada de posição do MPLA, porque entendemos que o cabeça de lista do MPLA fala em nome do seu partido. É nesta perspetiva que a UNITA condena. E que no fundo também é um incitamento aos atos de intolerância política.”
CASA-CE: "Malandrecos são quase o ar que ele próprio respira”
Lindo Bernardo Tito, CASA-CE in Angola (DW/N.S. D'Angola)
Lindo Bernardo Tito, vice-presidente da CASA-CE
A Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE), a terceira força parlamentar do país, liderado por Abel Chivukuvuku, na voz do seu vice-presidente, também condenou as palavras do candidato do MPLA à presidência de Angola.
Lindo Bernardo Tito considera que João Lourenço está a dormir à sombra do monopartidarismo.
"Ele esqueceu-se, claramente, que no seu próprio partido e no Executivo de que faz parte, enquanto ministro da Defesa, existem muitos malandros. Ele não invocou os malandros que fizeram falir o BESA . Ele não evocou os malandros que foram denunciados pela SIC. Ele não evocou os malandros que ficam com o dinheiro de estradas mal feitas. Era só o senhor João Lourenço ver que os malandros, os malandrões e os malandrecos são quase o ar que ele próprio respira”, afirma.
Exigência de um pedido de desculpa
Face às declarações de João Lourenço, o porta-voz do principal partido na oposição, Alcides Sakala, considera que “devia mesmo pedir desculpa à nação angolana”.
“Angola precisa de um discurso mais tranquilizador. Um discurso reconciliador. Um discurso que nos permita trabalhar todos juntos para o aprofundamento da democracia em Angola”, afirma.

Moçambique: que futuro?

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Especialistas das mais variadas áreas reuniram-se na cidade moçambicana da Beira para procurar respostas para esta pergunta crucial: "Moçambique: que caminhos para o futuro?"
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Na conferência, que decorre entre os dias 22 e 24 de março, estão a ser discutidos assuntos que tocam economia e desenvolvimento, proteção social e cidadania e boa governação. O objetivo é ponderar reformas nas áreas em debate e apresentar o resultado final ao Governo, para que este possa melhorar a sua atuação. Também se pretende apresentar propostas ao Executivo e ao maior partido da oposição, a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), para apoiar as negociações de paz. Um tema central neste contexto é a descentralização. 
O encontro foi organizado pelo Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE), a Universidade Católica de Moçambique (UCM) e o Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil (MASC). Segundo os organizadores, os objetivos secundários são produzir resultados concretos que possam contribuir para a construção de uma paz sustentável, tendo em vista uma agenda de reformas das políticas públicas e da Constituição.
Mas não é tudo. Segundo João Pereira, do MASC, "vai-se discutir o sistema eleitoral, se o atual sistema permite a inclusão ou exclusão dos atores e cidadãos. E a existir exclusão, que alternativas podem existir para permitir uma sociedade mais inclusiva no processo de criação de uma paz duradoira."
Unruhen in Mosambik
Só a retoma do conflito levou o Governo da Frelimo a rever as suas posições
Destaque para a descentralização
descentralização merecerá um especial destaque. Afinal é um dos temas que desencadeou a tensão política que Moçambique vive. Pereira considera que os debates desse e outros temas são feitos na perspetiva das elites da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO, no poder) e da RENAMO, e defende uma mudança.
"A sociedade não pode ficar indiferente a esses problemas de descentralização. Achamos que é oportuno que as organizações da sociedade civil, em parceria com grandes centros de academias regionais e internacionais, reflitam sobre isso." Na opinião de João Pereira, encontrar a melhor maneira de descentralizar o país é uma tarefa que cabe a todos os cidadãos moçambicanos e "não apenas aos partidos".
A descentralização governativa é um dos cavalos de batalha da RENAMO. Depois das eleições gerais de 2014, que perdeu, começou a exigir governar as seis províncias onde afirma ter ganho o sufrágio. Mas só a retoma do conflito armado levou o Governo da FRELIMO a aceitar rever a descentralização.
Markt in Maxixe - Inhambane Mosambik
Uma descentralização conseguida pode trazer beneficios económicos e sociais ao país
Possível referendo
Representantes dos lados em conflito participam também na conferência da cidade da Beira. Um deles é o ex-deputado e ex-ministro da administração estatal Alfredo Gamito, segundo o qual as discussões já estão em fase avançada: 
"Neste momento parece que todos estamos de acordo que os governadores das províncias devem ser eleitos. Agora, como devem ser eleitos? Levanta-se uma primeira voz a dizer que devem ser os partidos que ganharam nas províncias que o devem indicar. Outros dizem que deve ser uma eleição direta e universal. E ainda outros vão para outros extremos. Eu defendo que devia ser por eleições diretas e universais. Aliás, é esse o modelo que estamos a usar nas autarquias".
A descentralização é um assunto praticamente monopolizado pelas duas maiores forças políticas do país, que excluíram do diálogo a sociedade civil. Mas esta reivindica o seu espaço. Será que os resultados da conferência da Beira, principalmente no que diz respeito à descentralização, serão bem aceites pelo Governo e pela RENAMO?
Alfredo Gamito diz-se confiante: "Penso que sim e sem nenhum problema. Eu penso que esse encontro vai trazer pelo menos os elementos de base que podem conduzir a um debate público muito alargado, do tipo referendo, sobre como as coisas devem ser feitas".
#fonte: dw.de

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A representante do Unicef Christine Jaulmes. Foto: Rádio ONU/Amatijane Candé

Centro das celebrações do Dia Mundial da Água foi Bandim, um dos bairros com maior escassez; agência reitera apoio ao governo para salvaguardar direitos das crianças e alertar sobre a preservação do recurso.

O Fundo da ONU para a Infância, Unicef, e a Direção Geral dos Recursos Hídricos guineense assinalaram o Dia Mundial da Água em Bandim, um dos bairros com maior escassez de água potável da capital da Guiné-Bissau.

Sob o lema "Águas residuais: o equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água", o evento reuniu representantes de agências das Nações Unidas e entidades que atuam no setor de água e saneamento.

Água impropria

Falando no ato, a representante do Unicef na Guiné-Bissau, Christine Jaulmes, reiterou o apoio ao governo na melhoria das condições de vida das crianças e famílias guineenses.

"O Unicef reitera seu apoio ao Ministério dos Recursos Naturais na melhoria das estruturas, serviços e capacidades fornecidas as crianças e famílias conduzindo ao uso sustentável e equitativo de água de fonte segura, adoção de saneamento adequado e boas práticas de higiene nas áreas com baixa cobertura."

Na cerimónia, a agência realçou os riscos de contaminação pelo uso de água de poços abertos e não protegidos e reiterou a importância de preservar o recurso.

Riscos

Christine Jaulmes destacou o relatório global lançado para marcar o 22 de março. Para a responsável, a publicação Sedentos por um futuro aponta soluções duráveis.

"Diversificar as fontes de água potável; aumentar a capacidade de armazenamento; trabalhar em conjunto para reforçar comportamentos de saneamento seguros para impedir a defecação a céu aberto; trabalhar com mercados locais para estabelecer soluções de saneamento acessíveis e duráveis.”

Dados

Dados oficiais indicam que um quinto dos pontos de água utilizados na Guiné-Bissau são abertos e desprotegidos e o acesso à água potável ronda os 75%.

O Inquérito aos indicadores múltiplos de 2014 aponta disparidades de acesso entre as zonas urbanas, com 92% e rurais com apenas 61 pontos percentuais.

Conosaba/Amatijane Candé, de Bissau para a ONU News.

AUDITORIA A FUNDO DE PROMOÇÃO AGRÍCOLA NA GUINÉ-BISSAU REVELA MÁ GESTÃO.

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Publicaremos o relatório na íntegra logo que possível.

Uma auditória mandada fazer pelo Governo ao Fundo de Promoção da Industrialização dos Produtos Agrícolas (FUNPI), na Guiné-Bissau revelou hoje "fortes indícios de má gestão" de parte dos 16 milhões de euros gerados pelo fundo.

A auditoria, mandada fazer pelo Governo do ex-primeiro-ministro Domingos Simões Pereira, demitido em agosto de 2014, foi hoje tornada pública, numa cerimónia sem a presença do atual executivo.

Um responsável da auditora KPMG, contratada para executar a análise ao Funpi, concluiu que, do exercício feito às contas do fundo, entre 2011 a 2014, várias somas de dinheiro foram mal utilizadas ou aplicadas sem justificação.


O Funpi, uma taxa cobrada aos operadores do setor do caju, principal produto de exportação do país, gerou um fundo de cerca de 16 milhões de euros, entre 2011, ano da criação do fundo, e 2014, altura em que o Governo ordenou a sua suspensão.

Segundo a auditoria, ocorreram "várias anomalias ou mesmo ausência total de regras" na utilização do fundo, cogerido entre os ministérios das Finanças e do Comércio, em representação do Governo, e a Camara do Comercio, Indústria, Agricultura e Serviços (CCIAS).

Várias instituições públicas e privadas são citadas na auditoria como beneficiárias do dinheiro do Funpi, nomeadamente o Governo, a CCCIAS e o Instituto Nacional de Pesquisa Agrária (INPA).

Presente na cerimónia da apresentação pública dos resultados da auditoria, o presidente do INPA, Simão Gomes, disse ter sido apanhado de surpresa pela informação uma vez que, frisa, "em nenhum momento" o instituto que dirige recebeu ou levantou nalgum banco o dinheiro citado.

A auditoria refere que o INPA beneficiou, através de uma operação bancaria, de 100 milhões de francos CFA, cerca de 66 mil euros.

O Funpi tinha como principal objetivo promover a industrialização e transformação de produtos agrícolas no país, nomeadamente o caju, em vez de a totalidade do produto ser vendido, em estado bruto, para a India.

Depois de tomarem conhecimento dos resultados da auditoria ao Funpi, alguns empresários falam em "crime económico" que, dizem, deve ser esclarecido na justiça para que os autores possam ser castigados, defendem.

A auditoria também revela ter tido dificuldades em aceder a todos os documentos para "uma melhor análise" à gestão do Funpi, tendo acusado dois bancos comerciais em Bissau e algumas instituições de se terem recusado a entregar elementos de provas ou peças justificativas.

MB // VM

quinta-feira, 23 de março de 2017

Kim Jong Il evocado no Brasil.

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Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
Kim Jong Il evocado no Brasil. 26236.jpeg

A 16 de Fevereiro do corrente ano celebrou-se o 75º aniversário do nascimento de Kim Jong Il (1942-2011), líder eterno da República Popular Democrática da Coreia. A ocasião foi evocada por várias associações de solidariedade para com a Coreia do Norte com destaque para o Brasil, com a fundação do Centro de Estudos da Política Songun que organizou um Acto de Solidariedade à Coreia Popular na Universidade Estatal do Rio de Janeiro.

O encontro, além de homenagear o 75º aniversário do nascimento de Kim Jong Il, teve também o objectivo de criar uma plataforma para a possibilidade de um debate público acerca da história da revolução anti-imperialista da Coreia e a sua política militar, nomeadamente a Política Songun de Kim Jong Il, que complementou a Ideia Juche delineada por Kim Il Sung.
Além do Centro de Estudos da Política Songun, representado pelo seu presidente Lucas Rubio, o evento contou com o apoio e a presença do Centro de Estudos da Ideia Juche, na pessoa de Alexandre Rosendo, e do Instituto da Amizade Brasil-Coreia, liderado por Rosanita Campos. Além destas associações que apoiam explicitamente a República Popular Democrática da Coreia, marcaram também presença as organizações progressistas Brigadas Populares, o Partido Pátria Livre, o grupo Irredentos e a União Nacional de Estudantes.
No decorrer do evento foram evocados os feitos de Kim Il Sung e Kim Jong Il bem como recordado o facto de a defesa da Ideia Juche e da Política Songun estarem agora sobre os ombros de Kim Jong Un, num panorama internacional que lhe é claramente hostil. Alexandre Rosendo abordou a História da Revolução Coreana, resumindo à plateia a via da luta revolucionária liderada por Kim Il Sung. Diego Grossi expôs aos presentes os fundamentos históricos e filosóficos da Ideia Juche, sobre a qual se alicerça o socialismo coreano; Lucas Rubio dissertou acerca da política militar norte-coreana (Songun) e a prontidão e capacidade de combate do Exército Popular da Coreia, a conferência terminou com uma intervenção de Rosanita Campos que enumerou as grandes conquistas alcançadas na República Popular Democrática da Coreia na construção do socialismo, prestando uma sentida homenagem ao povo coreano.
Os oradores deram a palavra ao público e todos os presentes, que assim desejaram, puderam colocar aos palestrantes quaisquer dúvidas que tivessem acerca das realidades da RPDC, tão desconhecida quanto diabolizada pela imprensa mundial.

Nuno Afonso*

#pravda.ru

Ataque no coração de Londres.

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Homem avança com carro contra pedestres, matando três e ferindo dezenas. Em seguida, assassina policial a facadas ao tentar entrar no Parlamento britânico. Incidente é tratado como terrorista por investigadores.
London Großbritannien Anschlag (Reuters/H.McKay)
Membros dos serviços de emergência levam um dos feridos no ataque: dezenas foram hospitalizados
Um ataque nos arredores do Parlamento do Reino Unido paralisou o coração de Londres nesta quarta-feira (22/03). Um veículo avançou contra pedestres na ponte Westminster, matando pelo menos três pessoas e deixando dezenas de feridos. Próximo dali, no perímetro do Parlamento, o motorista esfaqueou um policial, que também morreu, antes de ser baleado e morto por policiais.
As autoridades já classificam o ato como terrorista, mas ainda não houve reivindicação de autoria. Segundo Mark Rowley, da Polícia Metropolitana de Londres, as investigações estão sendo orientadas pela hipótese de "terrorismo com relação islâmica". Os investigadores acreditam que já identificaram o autor do ataque, mas a polícia não fornecerá mais detalhes por enquanto, afirmou o oficial londrino.
Em pronunciamento à imprensa, Rowley descreveu o ataque desta quarta-feira. O agressor primeiro avançou com o carro contra pedestres e, após atingir várias pessoas e colidir com uma mureta, atacou o policial – identificado como Keith Palmer, de 48 anos –  enquanto tentava entrar no Parlamento.
O autor do atentado não conseguiu cruzar os portões do Parlamento, e os deputados, que realizavam uma sessão na Câmara dos Comuns, ficaram trancados até que a situação fosse controlada.
 Westminster Bridge in London (Reuters/S.Wermuth)
Policial corre diante dos portões do Parlamento
Segundo as últimas estimativas oficiais, o ataque deixou pelo menos 40 feridos, além dos cinco mortos. Mais cedo, a polícia havia mencionado quatro mortes, incluindo a do agressor, e 20 feridos. No entanto, um novo balanço divulgado no início da madrugada revelou um número maior de vítimas.
Três policiais e vários cidadãos estrangeiros estão entre os feridos, segundo autoridades. Uma mulher foi resgatada do rio Tâmisa com ferimentos graves, mas as circunstâncias da queda não foram esclarecidas.
"Havia pessoas no chão ao longo de toda a ponte", relatou uma testemunha. Um vídeo publicado pelo ex-ministro do Exterior da Polônia, Radoslaw Sikorski, mostra cenas da ponte poucos instantes após o atropelamento. "Um carro em Westminster acabou de 'moer' ao menos cinco pessoas."
A testemunha Rick Longley disse à Press Association que presenciou os ataques nos arredores do Parlamento. "Estávamos apenas caminhando até a estação de metrô e houve um estrondo alto, e alguém bateu um carro e acertou alguns pedestres", afirmou. "Eles estavam simplesmente deitados ali e então toda a multidão apenas correu virando a esquina pelos portões em frente ao Big Ben."
A ponte Westminster, onde ocorreu o ataque
A ponte Westminster, onde ocorreu o ataque
"Um cara passou pelo meu ombro direito com uma faca grande e começou a apunhalar um policial. Nunca vi nada assim. Não posso acreditar no que eu acabei de presenciar", descreveu ele.
A sessão que ocorria no Parlamento nesta quarta-feira precisou ser suspensa em decorrência do incidente. Um porta-voz do gabinete do governo informou que a primeira-ministra britânica, Theresa May, estava em segurança após o ataque, mas não quis confirmar sua localização quando tudo ocorreu. Segundo o jornal The Guardian, a premiê foi retirada do prédio poucos minutos após o ataque por ao menos oito homens armados.
May convocou uma reunião do comitê de emergência do governo para discutir o incidente terrorista, reunindo ministros e oficiais dos serviços de emergência e das agências de segurança e inteligência.
Em pronunciamento à imprensa após a reunião, May condenou o "ataque terrorista doentio e perverso" desta quarta-feira e comunicou que o Reino Unido manterá seu segundo maior nível de alerta, que significa que um ato terrorista é tido como altamente provável. "Nossos pensamentos e orações estão com todos aqueles que foram afetados", afirmou ela. "Nunca cederemos ao terror."
O prefeito de Londres, Sadiq Khan, também se pronunciou, informando que o policiamento nas ruas de Londres foi reforçado para garantir a segurança dos residentes e dos visitantes. "Estamos unidos contra aqueles que procuram nos prejudicar e destruir nosso modo de vida. Sempre estivemos e sempre estaremos. Os londrinos nunca serão intimidados pelo terrorismo", disse o prefeito.
O ataque – que coincidiu com o primeiro aniversário dos atentados de Bruxelas, quando 32 morreram e mais de 300 ficaram feridas – ocorreu num local importante de Londres. A ponte Westminster costuma estar aglomerada de turistas em busca de uma foto da torre do Big Ben, ponto icônico da capital inglesa, ou da famosa roda-gigante London Eye, do lado oposto do rio Tâmisa.
Reações internacionais
Líderes estrangeiros se pronunciaram nesta quarta-feira para prestar condolências a Londres. A chanceler federal alemã, Angela Merkel, afirmou que seus pensamentos estão voltados "aos amigos britânicos e a todo o povo de Londres", em particular aos feridos. "Estamos firmes ao lado do Reino Unido no combate a todas as formas de terrorismo", disse em comunicado.
Por sua parte, o presidente francês, François Hollande, declarou a repórteres que a França, "que tem sida atingida tão duramente nos últimos tempos, entende o que povo britânico está sofrendo hoje". "Todos nós estamos preocupados com o terrorismo", disse o líder, destacando que os países europeus "precisam reunir todas as condições necessárias para responder a esses ataques".
O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, também condenou o incidente em telegrama enviado à líder britânica May. "Um ato terrorista execrável como o que aconteceu hoje é um lembrete de que enfrentamos desafios complexos acerca da segurança de nossas sociedades", escreveu. "Precisamos permanecer unidos contra esse tipo de ameaças que afetam a todos nós igualmente."
Por meio de rede social, o presidente americano, Donald Trump, disse ter conversado por telefone com May e oferecido condolências ao governo britânico, além do "total apoio e cooperação" dos Estados Unidos nas investigações. Um comunicado da Casa Branca diz ainda que Washington parabeniza "a rápida resposta da polícia britânica e dos primeiros socorristas".

FADIAH CU FALA: ECONOMIA CONTINUA A CRESCER NA GUINÉ-BISSAU.

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Ministro da economia e finanças guineense dá conta do crescimento da economia nacional

A economia guineense continua a crescer, anuncia o ministro guineense da economia e finanças.

Aladje Mamadu Fadiah diz que em 2016 a economia guineense cresceu 5,6%. Este ano, o governo prevê um crescimento de 6,1%.

O ministro da economia e finanças da Guiné-Bissau reconhece que a evolução é lenta no que diz respeito ao crédito à economia, mas mesmo assim realça o crescimento do setor bancário nacional.


Conosaba/RTP África 

ÍNDIA: PAI DEGOLA FILHA DE 15 ANOS POR DESAPROVAR RELACIONAMENTO AMOROSO DELA.

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Um indiano cortou a garganta de sua filha de 15 anos com um cutelo e despejou o corpo em frente à casa do suposto namorado da garota por causa do relacionamento não aprovado entre os dois adolescentes em mais um dos chamados “crimes de honra”.
 
O namorado supostamente entrou escondido na casa da garota em Muzaffarnagar, no norte da Índia, na terça-feira (21), mas foi pego pela mãe, que chamou a polícia. Quando ficou sabendo do incidente, o pai voltou para casa e matou a adolescente. “Nós o prendemos pelo assassinato”, afirmou um oficial de polícia.
 
Ambas as famílias não aprovavam o namoro porque eles eram da mesma casta. Alguns indianos vêem relacionamentos entre pessoas do mesmo grupo religioso como incesto, mesmo que não haja conexão genética.
 
Inúmeras mortes na Índia são causadas por crenças quanto a relacionamentos entre pessoas da mesma casta ou inter-religiosos. No mesmo dia do crime, um outro casal jovem se suicidou por causa da pressão por seguirem religiões diferentes.

Crime de honra

Um relatório da ONU aponta que um quinto das mortes por “crime de honra” em todo o mundo acontece na Índia. A prática é tradicional no país há séculos, principalmente nas zonas rurais, onde supostos transgressores se refugiam.
 
O “crime de honra” acontece quando familiares matam um de seus parentes. Normalmente acontece quando os autores do crime acreditam que a vítima causou desonra ou vergonha à família ou violou os princípios de uma comunidade ou religião.
 
Os casos mais comuns vitimam pessoas que se recusam a entrar em um casamento arranjado, que se envolvem em relacionamentos desaprovados, que fazem sexo fora do matrimónio, que tem relações homossexuais ou renegam uma religião.
 
Também pode ser considerado um crime contra a mulher porque, além de elas serem as principais vítimas, também são mortas quando são estupradas, que se vestem de forma considerada inapropriada e mulheres que pedem o divórcio.
Em 2011 a Suprema Corte da Índia determinou que aqueles que forem considerados culpados por assassinato decorrente de crime de honra deverão ser submetidos à pena de morte, que é legal no país.
 

GUINÉ-BISSAU VAI JOGAR NO MELHOR ESTÁDIO DE FUTEBOL DE ÁFRICA, DIZEM OS SUL-AFRICANOS.

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A seleção nacional de futebol da Guiné-Bissau, que se encontra na terceira maior cidade da África do Sul, em Durban, defrontará, no sábado, dia 25, a selecção local no estádio que foi palco da abertura do Campeonato de Mundo em 2010.

O particular África do Sul - Guiné-Bissau está marcado para às 15 horas locais, quando forem 12horas em Bissau. Várias selecções já pisaram o relvado de Moses Mabhida: Espanha, Brasil, Portugal, Alemanha, entre outras. Sábado será a vez da selecção nacional de futebol da Guiné-Bissau.


A janela do estádio de Durban, a par do arco, é um dos elementos arquitectónicos que se destaca no Moses Mabhida.

O estádio Moses Mabhida herdou o nome com que carinhosamente os sul-africanos apelidam Nelson Mandela.

Para além da homenagem ao seu grande líder, este estádio é uma verdadeira obra-prima da arquitectura sul-africana e um sinal do desenvolvimento e visão empreendedora do país.

Com capacidade para 70 mil pessoas, o traço mais característico do Moses Mabhida é sem dúvida o arco que atravessa o estádio de uma ponta a outra.

Tal característica representa a união do povo sul-africano, outrora dividido por guerras internas que colocavam a população branca de um lado e a população negra de outro.

Do ponto de vista arquitectónico, o estádio Moses Badhiba impõe-se na cidade de Durban. O arco destaca-se no estádio e na cidade.

“É o elemento arquitectónico chave do estádio ergue-se a 106 metros do chão, é o maior arco suspenso do mundo. É um elemento de design do estádio mas também é um elemento estrutural importante da construção”.

 
Fonte: Jornalista Braima Daramé, via facebook

quarta-feira, 22 de março de 2017

VALAS COMUNS NA RD CONGO.

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Para conhecimento da União Africana: A República Democrática  do Congo e demais países em conflito armado em áfrica precisam de ajuda   do conselho de paz e segurança da UA.  De recordar que  a União África(organização que nem consegue resolver os seus problemas básicos) manifestou-se recentemente tomar conta das rédeas da crise política guineense. Lebsimenti tem na mundo.

 
Na República Democrática do Congo, após a descoberta de valas comuns, na Província do Kasaï, no centro do país, vídeos divulgados atestam cada vez mais o uso da força excessiva nestes massacres.
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Três vídeos que circulavam nas redes sociais levaram à detenção de sete militares, acusados pela justiça militar de crimes contra a humanidade. Nesses vídeos, os militares dispararam e executaram militantes do grupo Kamuina Nsapu, nome do líder abatido pelas forças de segurança em Agosto de 2016.
A RFI teve acesso a dois novos vídeos. O primeiro, filmado em Janeiro de 2017, pode explicar em parte o caso das valas comuns da localidade de Tshimbulu. Um militar conta que dispararam com lança-roquetes contra militantes do Kamuina Nsapu. De acordo com os vídeos, teriam existido operações deste género nas localidades de Kabundi, de Mfuamba, Mwanza Lomba et Tshimbulu.
 
Pelo menos oito valas comuns foram descobertas num perímetro de cinco quilómetros. A questão que se coloca é se estes presumíveis militares estariam a executar ordens ou se se tratariam de casos isolados.
 
A Justiça militar congolesa prometeu enviar uma missão para fazer uma ivestigação em torno dos abusos cometidos pelas forças de segurança e pelos militantes do Kamuina Nsapu.
Recorde-se que o Kamuina Nsapu se revoltou contra o Governo da RDC por não ter sido reconhecido como chefe tradicional, estatuto que daria direito a um ordenado segundo uma lei promulgada pelo Governo.

#bambaramdipadida.blogspot.com

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O general João Lourenço, ministro da Defesa de Angola, candidato “de jure” do MPLA mas vencedor “de facto” às eleições gerais, exige “respeito” das autoridades portuguesas às “principais entidades do Estado angolano”, admitindo que as relações bilaterais estão agora “frias”.

Por Orlando Castro
Por outras palavras, o próximo semi-presidente da República (o presidente real continuará a ser José Eduardo dos Santos) está-se nas tintas que Portugal não “respeite” os angolanos, mormente os 20 milhões de pobres. No entanto, o mesmo não se passa com as “principais entidades do Estado angolano”. Com esses cuidado! Muito cuida. Esses são angolanos de primeira.
O vice-presidente do MPLA e candidato formatado a sucessor de José Eduardo dos Santos na Presidência da República (cargo ocupado há 38 anos sem nunca ter sido nominalmente eleito), falava em Maputo, questionado pela imprensa angolana à margem de uma visita a Moçambique.
Sobre as relações com Portugal, após a constituição como arguido do vice-Presidente da República, Manuel Vicente, por vários crimes entre os quais o de corrupção activa, numa investigação da Justiça portuguesa, João Lourenço acentuou o momento de desencontro entre os dois Estados.
“As relações estão, de alguma forma, frias, apenas frias. Estamos obrigados, os dois governos, a encontrar soluções para a situação que nos foi criada”, disse o ministro.
Frias a ponto de nevar? Porque será que as “principais entidades do Estado angolano” não recordam que o Ministério Público português também investigou uma burla gigantesca ao Estado angolano, supostamente cometida por empresários portugueses com ligações a elementos angolanos do Banco Nacional de Angola? Em causa estavam mais de 300 milhões de euros em pagamentos do BNA para produtos que nunca chegaram a Angola, alguns completamente fictícios, como… limpa-neves.
“Nas relações entre Estados deve haver reciprocidade. Nós nunca tratamos mal as autoridades portuguesas e por esta razão exigimos, de igual forma, respeito pelas principais entidades do Estado angolano”, corroborou o general e próximo presidente.
Desta forma, João Lourenço explica aos que ainda duvidavam que com ele, tal como com José Eduardo dos Santos durante 38 anos, “respeito pelas principais entidades do Estado angolano” é sinónimo de impunidade total. Portugal fica proibido de investigar qualquer das principais entidades do regime, podendo no entanto fazê-lo em relação aos pilha-galinhas ou até mesmo aos dirigentes da Oposição.

Folha 8 “está” com João Lourenço

Assim, não escrevemos que o general Hélder Vieira Dias Kopelipa terá desviado 300 milhões de dólares para o Dubai, aumentando exponencialmente os casos de corrupção, branqueamento de capitais etc. no seio dos mais altos dirigentes do regime.
Também não escrevemos que o próprio Ricardo Salgado, ex-líder do BES, já tinha avançado ao Ministério Público a hipótese de altas figuras do MPLA terem contribuído para o buraco de mais de 5,7 mil milhões de dólares que foi detectado no BESA.
Igualmente não tornamos público que as transferências alegadamente realizadas pelo general Kopelipa, chefe da Casa Militar do Presidente José Eduardo dos Santos, foram denunciadas na reportagem da SIC “Assalto ao Castelo”.
Reiteramos que não redigimos textos em que se diga que Ricardo Salgado já tinha denunciado, no interrogatório a que foi sujeito no dia 18 de Janeiro na Operação Marquês depois de ser constituído arguido por alegadamente ter corrompido José Sócrates, a possibilidade das mais altas esferas da classe política do regime do MPLA estarem envolvidas no desaparecimento de 5,7 mil milhões de euros no BESA, sendo esta a primeira vez que Salgado não responsabilizou exclusivamente Álvaro Sobrinho, ex-presidente do BESA, pelo buraco detectado na sucursal angolana do BES.
Assim sendo, abstemo-nos de escrever que quando foi interrogado no âmbito da Operação Marquês, Ricardo Salgado sugeriu que Álvaro Sobrinho tinha tido cúmplices. Sobre o empresário angolano, disse que ele “devia ter ido logo para a cadeia” e que “devia ter sido preso em Angola”. Porém, “ninguém lhe tocou”. “Portanto, eu só posso concluir que houve mais pessoas em Angola que beneficiaram com o prejuízo do BESA”, concluiu.
Pois bem, recusamo-nos a escrever que na reportagem “Assalto ao Castelo” emitida pela SIC, alegou-se que o general Manuel Vieira Dias, chefe da Casa Militar do Presidente José Eduardo dos Santos e também conhecido como Kopelipa, ajudou na fuga de 300 milhões de dólares do BESA.
Também não vamos recordar que no meio de todo este velho imbróglio, já em 2013, depois da abertura, em Portugal, de investigações criminais por suspeitas de branqueamento de capitais contra João Maria de Sousa, procurador-geral da República, o general ‘Kopelipa’ e o próprio Manuel Vicente, José Eduardo dos Santos anunciou formalmente o fim da “parceria estratégica com Portugal”.
Não vamos fazer como Jorge Costa, em artigo publicado na altura no Esquerda.net, que disse que “como é costume nestes casos, as auditorias internas do BES não indicavam problemas na filial angolana, os accionistas locais (generais Kopelipa e Leopoldino do Nascimento, entre outros) não se queixavam de nada e a consultora KPMG nunca soou alarmes. O BESA recebia prémios internacionais”.
Pois também evitamos dizer que a garantia concedida pelo Estado angolano para salvar o BES Angola ascendeu a cinco mil milhões de dólares, nada menos que o valor equivalente ao do famoso fundo soberano do país, lançado com estrondo e entregue – pois claro! – ao filho de sua majestade o rei de Angola, José Eduardo dos Santos.
#fonte: http://jornalf8.net

O que será feito dos toros apreendidos na "operação tronco" em Moçambique?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Está instalada polémica em torno do destino a dar a quantidades consideráveis de madeira exploradas ilegalmente e que foram apreendidas durante uma operação levada a cabo pelas autoridades moçambicanas.
Lastwagen Holz Mosambik Baumstamm Guro Manica Waldwirtschaft Export (DW/J. Beck)
Foto ilustrativa: Transporte de toros na província de Manica
Uma campanha levada a cabo pelas autoridades nas últimas semanas no centro e norte de Moçambique permitiu detetar graves irregularidades no corte, transporte e exportação da madeira.
As irregularidades incluem o abate de madeira protegida ou durante o período de defeso, o abate de madeira em diâmetros menores do que o recomendado e a exportação de madeira em toros e não processada.
O destino a dar a madeira apreendida já está a gerar controvérsia, embora para o Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural a lei esteja clara sobre a matéria, conforme defendeu o assessor do titular desta pasta, Amílcar Pereira.
"A lei é clara sobre o destino a dar a madeira apreendida. Uma das formas é fazer hasta pública e a outra forma é usar a madeira para tudo aquilo que seja atividade de utilidade pública.”
Tomar medidas arrojadas
Para a Associação dos Madeireiros de Moçambique é preciso que sejam tomadas medidas arrojadas para inverter o atual cenário.
Lastwagen Holz Mosambik Baumstamm Guro Manica Waldwirtschaft Export (DW/J. Beck)
A exploração ilegal da madeira é uma das principais causas da devastação das florestas moçambicanas. Dados oficiais indicam que o país perde anualmente cerca de 220 mil hectares de floresta nativa.
Entrevistado pela DW África, o Presidente da Associação de Madeireiros, Hilário Chacate, diz que a sua organização defende a incineração da madeira recentemente apreendida para desencorajar os prevaricadores.
Segundo Chacate, esta é a medida mais recomendável, neste momento, entre várias porque "ela vai permitir, no mínimo, que o pouco que ainda existe na floresta seja protegido". "Temos de deixar de tomar medidas que permitam branquear a exploração da madeira que foi cortada de forma ilícita em violação das demais normas do país. Há que tomar medidas arrojadas porque só deste modo é que vamos cortar o mal pela raiz”, acrescenta.
Contra a incineração
Mosambik Schule unter freiem Himmel (DW/B.Chicotimba)
Pedras servem de carteiras numa escola ao ar livre na província de Manica
Por seu turno, as organizações da sociedade civil que promovem o desenvolvimento sustentável são contrárias à incineração, segundo afirma à DW África o diretor do Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil. Segundo João Pereira, as organizações defendem que "essa madeira seja usada para melhorar a qualidade do serviço prestado pelo Estado, principalmente na área da educação, saúde, Ministério do Interior, onde há falta de carteiras, de cadeiras e de mesas”.
Posição idêntica é defendida pela União Nacional dos Estudantes. Bernardino Zunguza é o Presidente desta organização: "somos contra (a incineração) porque (a madeira apreendida) é um recurso escasso que pode ser aplicado para a produção de carteiras que são muito necessárias para os alunos em Moçambique”, afirmou à DW África.
De sublinhar que em Moçambique milhares de alunos estudam ao relento ou sentados ao chão. Mas Hilário Chacate, da Associação dos Madeireiros questiona: "pode-se tomar uma decisão de que a madeira deve ser aplicada para a fabricação de carteiras para as escolas, mas eu pergunto: e as acções de seguimento?"

PAULO SANHÁ PEDE AOS LÍDERES POLÍTICOS PARA SE DISTANCIAREM DO PROCESSO ELEITORAL DO STJ.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...




                       Supremo Tribunal de Justiça (STJ) da Guiné-Bissau à caminha das eleições.


O Presidente do Supremo Tribunal de Justiça exorta nesta quarta-feira em Bissau, a “classe política guineense para se manter serena e equidistante no processo eleitoral da instância suprema da justiça do país, evitando atitudes que possam pôr em causa a transparência do processo, da qual conforme disse, depende a independência e transparência dos tribunais.

 Paulo Sanhá, candidato da sua própria sucessão, ladeado de alguns juízes conselheiros do STJ assegura que, “a independência dos tribunais é uma conquista do povo, uma garantia destina-se a evitar que os magistrados sejam manipulados pelos políticos e grupos de interesses económicos ou sirvam de caixa-de-ressonância dos políticos e de interesses económicos instalados.

O presidente do Supremo Tribunal de Justiça realça o papel dos magistrados perante a sociedade: “Não banalizar uma função e sua instituição tão nobres quanto a magistratura.” Adiantando que está distanciado da propaganda politica, com tudo, manifesta-se insatisfeito das crises cíclicas, garantindo que sempre foi advogado durante o seu o seu mandato junto de quem de direito, os sucessivos governos para a melhoria de qualidade de vida dos funcionários judiciais.

Instado a pronunciar- sobre a alegada corrupção generalizada que assola o país, não terá atingido STJ, Paulo Sanhá disse não aceita e nem desmente se há corrução nessa instância suprema da justiça guineense. Garantindo que a sua candidatura continuará a pugnar pela aprovação dos estatutos remuneratório dos magistrados, que visa contribuir para uma verdadeira independência dos magistrados, implementação das diuturnidades, viaturas de função para todos os magistrados, que, de resto não constituem favor, antes um direito. Para além de enumerar varias realizações feitas pela atual direção do STJ.

Recordamos que, a eleições do presidente e vice-presidente do STJ realizar-se-ão no dia 04 de abril deste ano, em Bissau.


Conosaba/Notabanca;

CRISE PROLONGADA NA GUINÉ-BISSAU PREOCUPA CPLP??

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Maria do Carmo Silveira (DW/J. Carlos)
Maria do Carmo Silveira, secretária-executiva da CPLP
Em relação aos conflitos armados em Cabinda e Moçambique, que já causaram centenas de vitimas e milhares de refugiados, os cães raivosos da CPLP,  evitam se pronunciar sobre esses conflitos e  escondem-se debaixo da mesa quando são abordados. Que estranho! A CPLP não tem visibilidade no terreno porque é uma organização fantasma que não serve para nada.
 
Em entrevista à DW-África, secretária-executiva da CPLP, fala em agravamento da crise em Bissau, defende respeito ao Acordo de Conacri e exorta autoridades guineenses a buscar “saída urgente e duradoura para a crise”.
 
A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) está preocupada com os novos episódios que fazem prolongar e agravar a crise política na Guiné-Bissau e insiste que a solução deve passar pelo Acordo de Conacri.
 
Em entrevista exclusiva à DW-África, a nova secretária-executiva da organização, Maria do Carmo Silveira, reconhece a pouca visibilidade da CPLP no terreno - em comparação com a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) -, mas sublinha que a instituição acompanha a situação, dando a sua contribuição no sentido de se encontrar uma solução duradoura para a crise que se vive naquele país-membro.

 
Protest in Bissau (DW/B. Darame)Em 11.03, guineenses marcharam pelas ruas de Bissau a exigir a demissão do Presidente José Mário Vaz. Igualmente no dia 09.03 as pessoas marcharam pelas ruas de Bissau a exigir o desbloqueio da ANP.
 
DW-África: É um facto que há falta de visibilidade da CPLP na crise política da Guiné-Bissau, se compararmos o papel desempenhado pela CEDEAO?
 
Maria do Carmo Silveira (MCS): O que nos preocupa, relativamente à situação da Guiné-Bissau, é o facto dessa crise se prolongar por muito tempo e cada vez com novos episódios que vêm complicar a situação. É verdade que, no terreno, estão outras organizações - nomeadamente a CEDEAO - que têm tido uma intervenção muito mais ativa neste processo de crise da Guiné-Bissau. Mas a CPLP também está a acompanhar. Tanto é que nós, sempre que possível, fazemo-nos representar nos encontros onde se debate as questões da Guiné-Bissau e damos a nossa contribuição no sentido de se encontrar uma solução duradoura.
 
DW-África: Mas concorda que a visibilidade da CPLP é pouco influente? Desta forma, como pretende a CPLP ganhar relevância internacional?
 
MCS: Eu acredito que sim. A CPLP, devido às dificuldades financeiras, já teve lá um representante residente na Guiné-Bissau. Mas, infelizmente, de algum tempo a esta parte não foi possível manter essa representação. Isto de facto pode parecer um distanciamento da CPLP relativamente à situação na Guiné-Bissau, mas não [é].
 
Estamos atentos, estamos a acompanhar mesmo à distância. Estamos em concertação permanente com o Grupo P5 [Nações Unidas, União Africana, CEDEAO, CPLP e União Europeia], que foi instituído para acompanhar a situação [no país]. Portanto, mesmo à distância, mesmo não tendo uma representação residente na Guiné-Bissau, a CPLP continua a acompanhar a situação.
 
Guinea-Bissau Jose Mario Vaz (Getty Images/AFP/S. Kambou)José Mário Vaz, Presidente da Guiné-Bissau

DW-África: A solução da crise passa necessariamente pela decisão e vontade dos guineenses. Tem alguma informação de que, a breve trecho, será possível encontrar uma solução viável para a crise na Guiné-Bissau?
 
MCS: Infelizmente, os últimos episódios indicam para um agravamento da situação e os membros do P5 estão em permanente concertação.
 
Será emitido um comunicado nos próximos dias do grupo sobre esta questão, manifestando a nossa preocupação e exortando as autoridades guineenses no sentido de encontrarem uma saída urgente e duradoura para a crise. E, enfim, nós acreditamos que a saída para a crise deve passar pelo acordo assinado em Conacri no ano passado.
 
DW-África: O Brasil assume a presidência da organização, mas perdeu relevância internacional. Com a saída de Dilma Rousseff, o país passou a se concentrar mais nos problemas internos. Voltando à questão da visibilidade, como compensar a retirada do Brasil da cena internacional?
 
MCS: A CPLP é uma organização, tem nove Estados-membros. O Brasil é um membro fundador de pleno direito e, por sinal, tem agora a presidência pro tempori [em português, temporariamente] da CPLP.
 
O que eu posso dizer é que, apesar de algumas dificuldades internas, que nós conhecemos por que tem passado o Brasil, nós a nível da CPLP – aliás a última cimeira teve lugar em Brasília – e isso é a prova de que o Brasil continua atento e presente na CPLP. E ao assumir a presidência pro tempori é mais um sinal evidente desse interesse, desse envolvimento do Brasil na CPLP.
 
Sitz der CPLP - Gemeinschaft der Portugiesischsprachigen Staaten (DW/J. Beck)
Sede da CPLP, em Lisboa
 
DW-África: Falando da relação da CPLP com as comunidades dos países-membros, há reconhecidamente alguma lacuna. O que é preciso fazer para que os cidadãos se sintam mais próximos da CPLP? Como tornar a CPLP uma comunidade relevante para o cidadão?
 
MCS: A verdade é o que acaba de dizer: que a CPLP continua a ser pouco conhecida dos cidadãos. Aqueles que sabem da sua existência, muitas vezes questionam que é que faz a CPLP em prol dos cidadãos. E este facto é um grande desafio. Tanto é que a última cimeira também deu orientações precisas nesse sentido, que é preciso aproximar a CPLP dos cidadãos. É preciso que os Estados-membros se conheçam melhor para que a CPLP deixe de ser uma superestrutura dos governos e dos Estados e passe a ser uma comunidade de povos.
 
Para isso, é preciso que se envolva as pessoas, é preciso que as pessoas sintam a CPLP no seu dia a dia. E eu daria particular atenção aos jovens, porque eles é que são o futuro da organização, o futuro dos países. E é preciso que, ao nível da CPLP, se encontre uma forma para que os jovens possam interagir entre si, se conhecer entre si, e possam se rever no projeto da CPLP e assumir-se como tal.
 
Queremos trabalhar ao nível do Fórum da Juventude da CPLP nessa perspetiva. Queremos também envolver os media, creio que têm uma papel muito importante na divulgação daquilo que faz a CPLP, para que as pessoas acompanhem o dia a dia da CPLP, mas também é preciso que cada Estado-membro da CPLP assuma esse desafio de fazer com que as pessoas conheçam a CPLP.
 
DW-África: A propósito da Nova Visão Estratégica, o que poderá acontecer no plano económico na relação entre os países da CPLP?
 
MCS: Acho que seria um pouco irresponsabilidade da minha parte querer antever, sobretudo num mundo em que as coisas acontecem de forma tão rápida como hoje. Fazer um prognóstico para os próximos 20 anos pode ser uma utopia.
 
A Nova Visão Estratégica foi aprovada para um período de dez anos e orienta numa aposta particular na cooperação económica e empresarial, porque reconhece-se a necessidade da CPLP não desvirtuar os objetivos para que foi criada. A CPLP deve continuar a ser essa organização baseada na língua comum, que promove a cultura lusófona.
 
É um espaço de concertação político-diplomática entre os Estados-membros. É um espaço de cooperação estratégica. Mas, também olhando para o mundo de hoje e as potencialidades que representam os países da Comunidade, deve-se também além disso apostar na cooperação económica e empresarial - até porque quando os países cooperam entre si economicamente, fica muito mais fácil a cooperação nos outros domínios.
 
Acredito que sim, este vai ser um rumo necessário em que a CPLP irá enveredar-se nos próximos anos.
 
Fonte: DW África

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