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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Aminata Touré : ex-PM do Senegal "Depois que o presidente...

quinta-feira, 24 de maio de 2018

ANGOLA: ATÉ VER AINDA É DEUS NO CÉU E, CLARO, SANTOS NA TERRA!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



O Presidente da República do MPLA (se fosse de Angola teria, necessariamente, outro comportamento), João Lourenço, qualificou hoje, em Luanda, José Eduardo dos Santos, famigerado “escolhido de Deus” e “arquitecto da Paz”, como exímio diplomata, “que conduziu, com mestria e saber, o processo de reconhecimento, pela comunidade internacional, do Estado angolano, fundado a 11 de Novembro de 1975”.

João Lourenço discursava na 8ª Reunião de Embaixadores de Angola no Exterior, que decorre, até sexta-feira, em Luanda e que pretende – segundo a fidedigna informação do MPLA – alicerçar uma diplomacia mais eficiente e virada para a promoção da boa imagem do país, para a captação do investimento privado estrangeiro e para a sua eleição como destino turístico.
Nesse discurso, o Chefe do Estado do MPLA apreciou, também, o seu antecessor, em toda a sua acção, “que permitiu à Nação angolana sobreviver perante a hostilidade do regime do apartheid e dos seus aliados e afirmar-se como Nação solidária com os povos oprimidos da África austral e do resto do Mundo”.
De recordar que o José Eduardo dos Santos, que, em 1979, viria a ser eleito, pelo Comité Central do MPLA, Presidente do Partido e da República Popular de Angola, foi o primeiro ministro das Relações Exteriores do Governo angolano, constituído em 11 de Novembro de 1975, com a proclamação da Independência Nacional feita pela MPLA.
Um ano depois, a 1 de Dezembro de 1976, discursava na cerimónia de admissão de Angola, como membro de pleno direito da Organização das Nações Unidas (ONU), onde, ladeado pelo seu secretário-geral da época, Kurt Waldheim, agradeceu “todas as deferências com que a delegação da República Popular de Angola foi cumulada, nesta data histórica para o nosso povo e para ao nosso país”.
“Quero, por isso, realçar o facto de que, ao longo de toda a nossa história, ter sido crucial o papel desempenhado por exímios diplomatas angolanos, dentre os quais quero destacar a figura do Presidente José Eduardo dos Santos”, disse o Presidente João Lourenço, 41 anos depois do ingresso de Angola na ONU.

À espera do Nobel

Custa a compreender a dificuldade que o mundo tem em reconhecer o papel único – como muito corrobora João Lourenço – de José Eduardo dos Santos, tanto em Angola como em África e até nos restantes continentes. Esperemos que, tão rapidamente quento possível, a Academia Sueca não se esqueça de lhe atribuir um Prémio Nobel. Qual? Tanto faz. Sua majestade o general do Exército presidente do MPLA até não é, nesta matéria, esquisito.
Ao excluírem sistematicamente o “escolhido de Deus”, o “arquitecto da Paz”, a revolta vai instalar-se no regime e as repercussões mundiais serão graves. Todos sabemos que quando regime do MPLA, sob comando do general JLo, espirra o mundo apanha uma grave pneumonia. O MPLA através dos impolutos órgãos de comunicação social do regime, vai com certeza – se acaso ela se voltar a esquecer – declarar a Academia Real Sueca “persona non grata”, prevendo-se a promulgação de um decreto, com efeitos retroactivos, em que se corta todo o tipo de relações com aquela instituição.
De facto, e aqui o Folha 8 manifesta a sua solidariedade, não se compreende que já tenha atribuído o Prémio Nobel da Paz a, por exemplo, Malala Yousafzai, uma jovem paquistanesa que alertou o mundo para o direito à educação, em particular das raparigas, juntamente com o activista indiano pelos direitos das crianças, Kailash Satyarthi, esquecendo-se de José Eduardo dos Santos.
Todo o mundo sabe, ou devia saber, que José Eduardo dos Santos foi a figura africana do ano dos últimos 38 anos e, certamente, a figura mundial dos últimos 16.
Todos os anos, quem manda no país diz que o Prémio Nobel para o presidente, que – como João Lourenço – nunca foi nominalmente eleito e esteve 38 anos no poder, seria o mais elementar reconhecimento de que Eduardo dos Santos é “o líder de um ambicioso programa de Reconstrução Nacional”, que a “sua acção conduziu à destruição do regime de “apartheid”, teve “um papel de primeiro plano na SADC e na CDEAO”, que “a sua influência na região do Golfo da Guiné permitiu equilíbrios políticos, tal como permitiu avanços significativos na crise de Madagáscar”.
Como escreveu o órgão oficial do regime, “Angola já foi um país ocupado por forças estrangeiras, se por hipótese hoje Angola fosse a Líbia, o país estava novamente a atravessar um período de grande instabilidade e perturbação. Mas como o tempo não recua, Luanda é uma cidade livre”. E tudo graças a quem? A quem? Eduardo dos Santos, obviamente.
“Se Angola fosse a Líbia (e não é graças ao “querido líder”, ao “escolhido de Deus”) estava a ser cercada militarmente e bombardeada por uma aliança militar e submetida a todos os outros membros dessa organização bélica, que tinham escolhido para presidente de um qualquer CNT um “rapper” com nome de oxigénio, devidamente ajudado por outro com apelido de marechal”, dizia o Boletim Oficial do alto da sua cátedra de correia de transmissão de um regime que colocou o país no topo do mais corruptos do mundo e na liderança mundial da mortalidade infantil.
A Academia Sueca parece, contudo, esquecer pontos fundamentais:
“O Presidente José Eduardo dos Santos não governa há 38 anos. Ele é o líder de um povo que teve de enfrentar de armas na mão a invasão de exércitos estrangeiros e os seus aliados internos”;
“José Eduardo dos Santos foi o líder militar que derrubou o regime de “apartheid”, o mesmo que tinha Nelson Mandela aprisionado. José Eduardo dos Santos só aceitou depor as armas quando a Namíbia e a África do Sul foram livres e os seus líderes puderam construir regimes livres e democráticos”;
Foi graças a José Eduardo dos Santos que Portugal adoptou a democracia, que a escravatura foi abolida, que D. Afonso Henriques escorraçou os mouros, que Barack Obama foi eleito e que os rios passaram a correr para o mar;
O divino carisma de José Eduardo dos Santos tornou-o o mais popular político mundial, pelo menos desde que Diogo Cão por cá andou. Tão popular que bate aos pontos Nelson Mandela, Martin Luther King e até mesmo Cristiano Ronaldo ou Lionel Messi.
Também concordamos que Eduardo dos Santos merece um Prémio Nobel que, contudo, ainda não existe. Ou seja, um Nobel que distinga quem é o principal responsável por Angola ser – entre muitas outras realidades – um dos países mais corruptos do mundo, por ser um dos países com piores práticas democráticas, por ser um país com enormes assimetrias sociais, por ser o país com o maior índice de mortalidade infantil do mundo.
Escrever sobre José Eduardo dos Santos, abordando tanto a sua divina e nunca vista (nem mesmo pelo Vaticano) qualidade de Presidente da República como a de simples, honrado, incólume, impoluto, honorável e igualmente divino cidadão, tem tanto de fácil como de complexo. Fácil porque basta conjugar o verbo bajular. Complexo porque não há qualificativos que cheguem…
Por outras palavras. Fácil, porque se trata de uma figura que lidera o top das mais emblemáticas virtudes da humanidade, consensualmente (desde a Coreia do Norte à Guiné Equatorial) aceite como possuidora de uma personalidade até hoje acima de qualquer outra, forte, férreo e de novo divino carisma que o torna o mais popular político mundial.
Não admira, pois, que seja considerado com toda a justiça – como hoje fez João Lourenço – não só pai da nação do MPLA, de África, do Mundo e de tudo o mais que se vier a descobrir nos próximos séculos.
A complexidade de se escrever sobre José Eduardo dos Santos resulta, afinal de contas, da soma dos factores que o tornam unanimemente como a mais carismática, impoluta, honorável divina etc. etc. etc. figura da história da humanidade.
Quem com ele conviveu na infância e na juventude reconhece-lhe o mérito de, ao longo dos anos, se ter mantido fiel a si mesmo, mostrando já desde pequeno (talvez até mesmo antes de nascer) a sua faceta de futuro cidadão carismático, impoluto, honorável, divino etc. etc. etc. figura da história da humanidade.
Dizem os muitos milhões de amigos que tem espalhados por todo o universo conhecido, que sempre foi amigo dos seus amigos, que nunca esqueceu de onde veio e muito menos de onde nasceu e com quem conviveu nos bancos da escola.
Sempre disponível para ajudar quem a si recorre nas mais variadas circunstâncias, como podem comprovar os mais de 20 milhões de angolanos pobres, José Eduardo dos Santos é o rosto da generosidade, da determinação, do carisma que caracterizam um ser impoluto, honorável, divino etc. etc. etc. figura da história da humanidade.
Mas há mais. Para além da sua faceta enquanto cidadão carismático, impoluto, honorável, divino etc. etc. etc. e figura da história da humanidade, é igualmente um homem (talvez o único) de paz e de uma só palavra, discreto a ponto de se recusar a dar ordens para que seja escolhido como vencedor do Prémio Nobel da Paz, preferindo passar os louros da sua excelsa, impoluta e honorável governação para os seus colaboradores.
A sua dedicação à família, caso a merecer estudo científico por ser único desde a pré-história, é assumida sem grande alarido, mas com uma total devoção, fazendo sempre questão de separar claramente que aquilo que é dos angolanos ao Estado pertence, e que o que é do Estado aos… seus familiares pertence.
Homem de uma só palavra, cidadão carismático, impoluto, honorável, divino etc. etc. etc. figura da história da humanidade, José Eduardo dos Santos carrega consigo o segredo de ser amado por 99,6% dos angolanos… incluindo João Lourenço.
Embora seja um cidadão carismático, impoluto, honorável, divino etc. etc. etc. figura da história da humanidade, dizem os seus acólitos que é uma pessoa normal, de carne e osso. E é aqui que reside o busílis. Assim não será eterno.
fonte: folha8

Aumenta percepção da corrupção em Cabo Verde.

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Palácio da Justiça da Praia
Palácio da Justiça da Praia

Arquipélago é citado em investigação sobre paraísos fiscais na África Ocidental
O Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (CIJI), responsável pelo conhecido caso Panama Papers, começou a divulgar, em mais de 27 milhões de páginas, esquemas de planeamento fiscal que passaram por alguns territórios da África Ocidental, alguns dos quais ligados a políticos, diplomatas e empresários locais.
Também nesta quarta-feira, 23, um estudo divulgado pela Afrosondagem revela que aumentou a percepção da corrupção no país.
Cabo Verde é um dos países no centro das investigações, embora por agora não haja muita informação sobre o arquipélago que, no ano passado, chegou a um compromisso com a União Europeia para melhorias no aspecto fiscal, evitando assim sofrer represálias do bloco.
O caso citado, até agora, é do empresário italiano Gilberto Pachotticujo nome aparece alegadamente nos documentos do Swissleaks por estar associado a uma conta secreta na Suíça.
Entretanto, um estudo divulgado pela Afrosondagem revela que aumentou a percepção da corrupção no país.
Para 23% dos cabo-verdianos inquiridos a Polícia é a instituição onde existem mais sinais de corrupção, seguida dos vereadores das câmaras municipais (17%) e da administração pública (15%).
O sector privado também é alvo deste sentimento de crescimento da corrupção, com 20 por cento dos cabo-verdianos a acreditar que existe corrupção no sector empresarial cabo-verdiano.
Apesar deste aumento da percepção da corrupção, 60 por cento dos entrevistados disseram ter receio em divulgar casos de corrupção com receio de represália, enquanto quatro por cento dos entrevistados admitem ter praticado algum acto entendido como corrupção para terem acesso a um serviço público.
Na luta contra a corrupção,o Governo é avaliado negativamente por 61% da população.
No que respeita à confiança nas instituições, o estudo mostra que as Forças Armadas são a instituição em quem os cabo-verdianos mais confiam, com cerca de 62 por cento de aprovação.
Entre as instituições eleitas, o Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, tem 49 por cento de aprovação, seguido do primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, com 43 por cento.
Já em termos de performance o Primeiro-ministro tem uma actuação positiva para 77% dos inquiridos enquanto o Presidente da República mantém o valor alcançado no inquérito de 2014 (67%).

fonte: VOA

Coreia do Norte desmantela instalações nucleares.

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Centro de testes nucleares de Punggye-ri

Os alvos foram três túneis no centro de testes nucleares Punggye-ri
As autoridades da Coreia do Norte desmantelaram três túneis do centro de testes nucleares Punggye-ri, informou nesta quinta-feira, 24, agência de notícias da Coreia do Sul, Yonhap,
Por seu turno, a agência de notícias Associated Press e a rede televisiva americana CNN, que têm jornalistas no local, revelaram que uma série de explosões foi desencadeada durante horas com foco em três túneis no subsolo e em várias torres de observação em volta deles.
O Governo de Pyongyang prometeu fazer em Maio um "desmantelamento público" desse centro de testes, como parte do compromisso de desnuclearização assumido na reunião dos presidentes do Norte e do Sul realizada a 27 de Abril.
O Pyongyang convidou alguns jornalistas estrangeiros para acompanharem o desmantelamento da instalação de Punggye-ri mas tudo indica que não terão estado no local.

fonte: VOA

ANGOLA E RUANDA ACORDAM LIGAÇÕES AÉREAS.

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ANGOLA. As companhias aéreas nacionais de Angola e do Ruanda vão avançar com ligações entre Luanda e Kigali, segundo um acordo no domínio da aviação civil assinado hoje pelo governo dos dois países.
De acordo com informação do Governo angolano disponibilizada à Lusa, o acordo foi assinado na cidade de Kigali, capital do Ruanda, pelo ministro dos Transportes de Angola, Augusto da Silva Tomás, e pelo ministro de Estado e dos Transportes, Jean de Dieu Uwihanganye, e visa “estabelecer e operar serviços aéreos entre os dois Estados”.
O acordo aéreo, precisou a mesma fonte, contará inicialmente com sete frequências semanais, que serão operadas pela TAAG (Angola) e pela RwandAir (Ruanda), companhias aéreas designadas por ambos os governos.
A 15 de Maio tinha já sido assinado um memorando de entendimento entre os dois países, pelo Instituto Nacional da Aviação Civil (INAVIC), de Angola, e pela Autoridade Aeronáutica do Ruanda, que resulta das orientações dos chefes de Estado dos dois países, João Lourenço e Paul Kagame, respectivamente.
A nova ligação aérea entre Luanda e Kigali vai permitir reduzir das oito horas de viagem, em média, incluindo o tempo de escala, para até 2:40 minutos, dependendo do tipo de aeronave a operar.
De acordo com a informação do Ministério dos Transportes de Angola, o processo de transformação de Luanda num “Hub” para a região “está em curso” e apresenta já “bons resultados”, tendo em conta que os passageiros que da África Austral utilizam a TAAG para a Europa, via Lisboa, e para América central e do sul, via Brasil, “ultrapassam um terço da taxa de ocupação dos voos” da companhia aérea estatal angolana.
Lusa

quarta-feira, 23 de maio de 2018

APU - PDGB: NO HOTEL AZALAY - OS MILITANTES DEMONSTRARAM FIDELIDADE AO PARTIDO!

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COISAS DA NOSSA TERRA, COISAS DA NOSSA GENTE.

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O ministro das Relações Exteriores angolano exonerou o director para África, Médio Oriente e Organizações Regionais, e o ministro conselheiro da embaixada de Angola em Telavive por terem “lesado a imagem” do país, noticiou hoje o Jornal de Angola.

Em despachos separados, Manuel Augusto, sem avançar mais detalhes, justificou as exonerações com a “inobservância dos procedimentos da cadeia de tomada de decisão interna e que lesou o bom nome e imagem de Angola com países com os quais mantém uma histórica relação diplomática”.
O Jornal de Angola noticiou na sua edição de hoje que “trata-se da participação do ministro conselheiro João Diogo Fortunato, na inauguração da embaixada dos Estados Unidos da América em Jerusalém, com a anuência de Joaquim do Espírito Santo, até então director para África, Médio Oriente e Organizações Regionais do Ministério das Relações Exteriores”.
Os Estados Unidos da América transferiram, na semana passada, a sua embaixada em Israel de Telavive para Jerusalém, o que gerou uma onda de protestos e uma escalada de violência na faixa de Gaza.
Entretanto, fonte do Ministério das Relações Exteriores de Angola disse à Lusa que a exoneração de Joaquim do Espírito Santo tem alegadamente a ver com a situação que enfrenta a embaixada de Angola no Quénia, que tinha levado ao encerramento forçado das instalações devido a um litígio com o proprietário do imóvel, mais concretamente uma dívida relativa ao arrendamento.
Recorde-se que Angola esteve entre os 32 países que participam das celebrações, nesta noite de 14 de Maio, por ocasião da transferência da embaixada norte-americana para Jerusalém.
Nas cerimónias, além de representantes de Angola estiveram presentes a Albânia, Áustria, Birmânia, Camarões, Congo, Costa do Marfim, El Salvador, Etiópia, Filipinas, Geórgia, Guatemala, Honduras, Hungria, Macedónia, Nigéria, Panamá, Paraguai Peru, Quénia, República Checa, República Democrática do Congo, República Dominicana, Roménia, Ruanda, Sérvia, Sudão do Sul, Tailândia, Ucrânia, Vietname, Tanzânia e Zâmbia.
De facto, alguma coisa foi mal no reino do MPLA/Estado. isto porque Governo angolano condenou “veementemente a violência exercida pelas forças israelitas, que causou dezenas de mortos entre a população palestiniana”, recomendando que se volte às negociações.
Em comunicado, o Governo de João Lourenço apelou às partes envolvidas a fazerem prova de contenção e a retomarem as negociações.
A posição frisa que Angola tem acompanhado “com muita preocupação” os últimos desenvolvimentos da situação no território da Palestina, caracterizado por uma espiral de violência.
Segundo o Governo de Angola, estes actos de violência, “põe em perigo os esforços da comunidade internacional para um processo negocial, baseado nas resoluções das Nações Unidas, que estabelecem a existência de dois Estados, como única solução justa e duradoura”.

Israel e Angola

As relações diplomáticas entre Angola e Israel tiveram início em 1993. Dois anos depois, em 1995, Israel abriu a sua Embaixada em Angola e, em 2000, o Governo de Angola abriu a sua Embaixada em Telavive.
Após o Memorando de Entendimento e o Processo de Reconciliação Nacional no país, o Governo de Angola fez um apelo consolidado de ajuda humanitária. É assim que o Estado de Israel mudou a sua atitude e começou através das suas empresas a trabalhar nas áreas civis, reforçando assim a cooperação com o Governo de Angola.
No quadro das relações de cooperação com o Governo de Angola, a Embaixada do Estado de Israel em Angola tem enviado a Israel, anualmente, cerca de 20 candidatos angolanos para frequentarem cursos em diversos domínios, especialmente na agricultura e em áreas da administração hospitalar – cooperação com o MASHAV (Centro para a Cooperação Internacional do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel).
Em Dezembro de 2016, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, proibiu os seus ministros de viajarem, ou reunirem com governantes dos 12 países que votaram a favor da resolução na ONU contra a construção de colonatos israelitas na Cisjordânia e Jerusalém.
A decisão de Benjamin Netanyahu, anunciada por um porta-voz diplomata de Israel, foi uma retaliação à votação do Conselho de Segurança das Nações Unidas, aprovada por 14 votos e nenhum contra. Os EUA, com poder de veto, abstiveram-se.
Além de Angola, a suspensão estendeu-se à Rússia, França, Espanha, Reino Unidos, China, Japão, Egipto, Uruguai, Ucrânia, Senegal e Nova Zelândia. Malásia e Venezuela, que também promoveram a resolução, não mantêm relações com Israel.
No livro “Jonas Savimbi – Angola para todos, os angolanos um símbolo, uma bandeira e uma pátria”, o seu autor diz: “Estou absolutamente convicto, e tive acesso a relatos de pessoas que o acompanharam, que os Estados Unidos, juntamente com israelitas, e utilizando um sofisticado meio de detecção de satélite, conseguiu descobrir a coluna de Savimbi e indicaram às Forças Armadas Angolanas (FAA), no terreno, as coordenadas”.


Legenda: Em 2015 o embaixador de Israel em Angola, Raphael Singer, com o então ministro angolano da Defesa, João Lourenço.
fonte: folha8

NO HOTEL LISBOA EM BISSAU - APRESENTAÇÃO DO REFORÇO AO PARTIDO APU-PDGB (23.05.2018)

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A cerimônia decorreu com muitas salvas de palma dos APUANOS aos novos integrantes ao APU-PDGB.





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DE OLHOS POSTOS NESSA BANDEIRA AS EMOÇÕES SE MULTIPLICAM TRANSBORDANDO EM VOTO DE CONFIANÇA PARA ESSE PARTIDO REVELAÇÃO. O PARTIDO QUE QUER MARCAR SUA DIFERENÇA EM RELAÇÃO AOS DEMAIS, SELECIONANDO SEUS AFILIADOS COM BASE EM CRITÉRIOS BEM DEFINIDOS, SALVAGUARDANDO QUALIDADE DE SEUS MEMBROS E OLHANDO PARA QUALIFICAÇÃO DESSES PARA GALGAREM LUGARES IMPORTANTES NA DIREÇÃO DO PARTIDO.

ASSIM É APU-PDGB, SIMPLES ASSIM! - O PARTIDO DO POVO PARA O POVO.





sexta-feira, 18 de maio de 2018

GUINÉ-BISSAU: «OPINIÃO» "PUBIS KA BURRO" - LESMES MUTNA FREIRE MONTEIRO.

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“Entre a falta de vontade da mudança e ausência de projetos para mudança.” 

Há muito que se tem falado da obsessão deste povo em votar no PAIGC. Não faltam vozes que reclamam a reforma no partido de Cabral e outras, com mais ousadia, a gritarem pela extinção deste partido, que para muitas é o mal de todos os males da Guiné-Bissau. Se é certo que o PAIGC, sob liderança do gênio Amílcar, conseguiu brilho internacional com a libertação de dois países separados geograficamente pelo oceano, numa luta heroica contra o imperialismo português (Programa menor), não é menos verdade que as lideranças pós anos 80, dentro do PAIGC, afundaram por completo o sonho da construção da "Suíça de Africa", o " Programa Maior". 

Foram anos da incompetência, da maldade, da promoção de mediocridade, da banalização do Estado, da corrupção, de assassinatos...que transformou esta pátria, erguida com suor e sangue, num cancro para a Africa e para o mundo, figurando o país na lista do mais pobre do mundo e na cauda da lista dos IDH. 

Estes factos eram suficientes para o povo nunca mais votar neste partido? Sim. Os motivos são mais que suficientes. 

Mas por que é que o povo ainda vota no PAIGC? Custa dizer, mas é POR FALTA DE UMA ALTERNATIVA MELHOR QUE O PAIGC. “O povo acaba sempre por votar no PAIGC como mal que se conhece, pois os políticos guineenses são tão iguais, mas tão iguais que é sempre mais seguro eleger o de costume como mal menor.” 

Depois da guerra de 07 de junho, o povo votou massivamente numa alternativa. O povo sancionou o PAIGC nas urnas, dando o poder a outro partido. Era um período de muita esperança na mudança. Mas "a montanha pariu um rato". Em vez de alternativa transformou-se no purgatório abismal para a vida do homem guineense. Este partido fez exatamente o que o PAIGC fazia e/ou até pior. 

Houve corrupção, nepotismo, clientelismo, tentativa da institucionalização do tribalismo, balantização das forças armadas, assassinatos, ano escolar nulo (alunos passa, pursoris ntchumba), serpentes a engolirem dinheiro, promoção de incompetência, 11 meses sem salário para os funcionários públicos... foi um rio de trevas que culminou com um golpe de Estado. 

Depois disso...este povo ficou refém dos dois partidos "grandes". Numa lógica de corrida aos recursos financeiros, que piorou com a entrada dos comerciantes/empresários na corrida pelo poder. 

Por um lado, o PAIGC que tem contado com a vontade popular e por outro o PRS que tem contado com um poder real, um poder " militar", pois o PAIGC deixou escapar este poder depois da guerra de 07 de junho. 

Feito isso perguntemos: 

É o povo que não quer mudar ou inexiste alternativas positivas para que a mudança ocorra? 

Acredito que a conjuntura tem mudado pela positiva. E essa mudança está empurrando as pessoas, as lideranças e os partidos para uma mudança da forma de estar e fazer. 

Seria ingénuo não reconhecer recentes reformas no PAIGC provocada pela mudança na liderança, sobretudo da competência do seu líder atual, contudo não é de ignorar futuras roturas internas. Do mesmo modo uma certa mudança no PRS com entrada de jovens capazes e com sede de oportunidade para a mudança, só que a sua liderança (Presidente) está longe do desejável quando se fala da competência e visão estratégica. 

Há ventos da mudança fora destes dois eixos? Sim. 

Com entrada em cena do Nuno Nabiam, que até aqui tem merecido minha admiração, com o surgimento de novos projetos e novos políticos (Nancy Schwarz, Fernando Casimiro "Didinho", Umaru Djau, Paulo Gomes...), pessoas com reconhecidas competências, poderá ocorrer uma revolução política no país para breve. 

Haverá com certeza uma elevação no nível de debate político, que até aqui tem sido paupérrimo e voltado para discussões de pessoas e não de ideias/projetos. A par disso convém realçar também um crescente brotar da revolução cívica lucida, provocada pelos movimentos cívicos e concomitantemente uma mudança na comunicação social sobretudo na forma de fazer Rádio e jornal no país. 

A verdade é que as próximas eleições prometem muita adrenalina e surpresas. 

Que o povo saia vitorioso. 

Por, Lesmes Mutna Freire Monteiro

Angola: Aprovada lei do Governo sobre repatriamento de capitais.

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Parlamento chumbou projeto de lei proposto pelo grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, para trazer para o país capitais existentes no exterior, mas aprovou proposta de iniciativa governamental.
fonte: DW África
Angola Luanda Nationalversammlung (Getty Images/AFP/A. Jocard)
O Projeto de Lei do Regime Extraordinário de Regulação Patrimonial (RERP), de iniciativa da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), obteve apenas 49 votos a favor, 135 contra do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido maioritário, e 17 abstenções da Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral, do Partido de Renovação Social (PRS) e da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA).
A UNITA propunha a regularização de património não declarado, prevendo o pagamento de uma taxa de 45% ao Estado e a criação de um Fundo de Erradicação da Pobreza, para receber as receitas provenientes do RERP.
O projeto de lei previa ainda um "regime extraordinário de regularização cambial e tributária", que se aplicaria "a todos os elementos patrimoniais quer se encontrem ou não em território angolano", que consistem em direitos reais, barras de ouro e prata, minerais, metais e ligas metálicas, depósitos, certificados de depósitos, valores mobiliários e imobiliários.
"Valores monetários e outros instrumentos financeiros de origem lícita ou ilícita, não declarados ou declarados com omissão ou incorreção em relação a dados essenciais, remetidos ou mantidos dentro e no exterior, ou repatriados por residentes ou domiciliados no país", referia ainda a proposta.
Previa igualmente a criação de uma "contribuição especial para a regularização patrimonial", sob a forma de "prestação pecuniária compulsória", devida ao Estado, uma única vez, como receita extraordinária, "calculado com base na aplicação de uma taxa única de 45%, que incide sobre os elementos patrimoniais declarados".
Na sua declaração de voto, o vice-presidente do grupo parlamentar da UNITA, José Pedro Cachiungo, lembrou que este assunto surgiu na Assembleia Nacional, porque "alguns compatriotas assumiram como seu o dinheiro que é de todos e foram guardar este dinheiro no estrangeiro".
"A UNITA pretendia que esse dinheiro que é de todos voltasse para os bolsos de todos, se não fosse todo, pelo menos parte. Este não foi o entendimento maioritário da bancada do MPLA", lamentou José Pedro Cachiungo. Segundo o deputado, "o povo angolano foi roubado e os ladrões guardaram o dinheiro lá fora", recursos que se pretende que "volte para os bolsos do povo".
"UNITA queria beneficiar os gatunos"
Por sua vez, o líder da bancada parlamentar do MPLA, Salomão Xirimbimbi, considerou "uma falácia" os argumentos apresentados pela UNITA, sublinhando que um Estado de Direito é baseado em princípios, "que devem ser necessariamente respeitados", bem como na política.
"Nós votamos contra o diploma proposto pela UNITA porque consideramo-lo como um diploma bastante confuso, parte de pressupostos errados, tecnicamente errados, legalmente errados", disse Salomão Xirimbimbi.
"Pela urbanidade que nos caracteriza não quisemos na especialidade dizer isso aos nossos colegas da UNITA, mas obrigam-nos a dizer isso", continuou o deputado do partido maioritário.
Angola Luanda | Protest gegen Rückführung von Kapital
Repatriamento de capitais originou protestos em Luanda (14.04.2018)
De acordo com Salomão Xirimbimbi, a UNITA na "tentativa de agora justificarem o seu projeto dizem que queriam trazer o dinheiro roubado - que linguagem grosseira - quando não se respeita o princípio da presunção da inocência, quando o diploma do Governo exclui o dinheiro roubado - que em termos técnicos chama-se peculato - o diploma do Governo não defende o peculato e não permite que o infrator beneficie de parte desse dinheiro".
"A UNITA é que estava a querer beneficiar os gatunos. A UNITA parte do pressuposto de tributar uma alíquota de 45%, revelando que desconhecem em absoluto as leis que regem o nosso país. No quadro das leis do sistema tributário não há nenhuma lei que estabelece uma alíquota-tributária de 45%, a maior encontra-se em sede do código industrial, que são 30%", referiu.
Lei do MPLA
Lei de Repatriamento de Recursos Financeiros Domiciliados no Exterior do País foi aprovada com 133 votos a favor do MPLA, 65 contra da UNITA, CASA-CE e PRS e uma abstenção da FNLA.
O documento prevê que os detentores de recursos financeiros em bancos no exterior do país, que voluntariamente repatriarem os referidos recursos para o país, dentro do prazo de 180 dias a contar da data da entrada em vigor da desta lei, ficam isentos de penalização.
Os recursos financeiros são aplicados em programas de desenvolvimento económico e social direcionados pelo Estado, em condições a definir pelo titular do poder executivo.
A extinção de quaisquer obrigações ficais e cambiais exigíveis em relação àqueles recursos financeiros e a exclusão de toda e qualquer responsabilidade por eventuais infrações ficais, cambiais e criminais, desde que conexas com os referidos recursos, não se verifica sempre que os visados apresentarem declarações ou documentos falsos relativos à titularidade e à condição jurídica dos recursos financeiros declarados.

Moçambique: Acusações de irregularidades no recenseamento em Nampula.

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Há queixas sobre irregularidades no processo de recenseamento na cidade de Nampula, no norte de Moçambique. As autoridades garantem que não e afirmam que o processo correu bem.
fonte: DW África
Mosambik Einwohnermeldeamt in Nampula (DW/S. Lutxeque)
O recenseamento eleitoral para as eleições autárquicas de 10 de outubro em Moçambique encerrou nesta quinta-feira (17.05). Os últimos dados disponíveis apontam para um registo de 80% dos potenciais eleitores, anunciaram as autoridades. Segundo alguns observadores, as metas anteriormente estabelecidas não foram alcançadas devido a várias irregularidades denunciadas por eleitores e partidos da oposição. Em Nampula, eleitores denunciaram o registo de pessoas oriundas de outros distritos.
Elias Marcelo, cidadão residente no bairro de Mutauanha, na cidade de Nampula, contou à DW África que teve dificuldades em obter o cartão de eleitor num posto instalado no seu bairro: "Encontrei muita gente na fila e perguntei o que se passava. Disseram que estavam a ver só outras pessoas ‘"estranhas" a serem chamadas. Não sabemos de onde elas vieram. Recensearam-se e foram-se embora." Elias Marcelo diz que viu como um desses cidadãos recém-recenseados recebeu uma nota de 100 meticais (cerca de 1 euro e 20 cêntimos) de um recenseador. "Isso deixou-nos nervosos", disse.
Cidadãos fora do processo
Mosambik Wahl
Também na Zambézia houve acusações de irregularidades no recenseamento
Ussene Mualimo, outro cidadão que se dirigiu ao Posto de Recenseamento na Escola Primária de Mutauanha, mostrou-se agastado com o processo que na sua opinião excluiu muitos dos seus compatriotas do recenseamento. Até ao fecho desta reportagem, Mualimo ainda continuava na incerteza de adquirir o seu cartão. "Aqui há muita demora. Só atendem as pessoas amigas. Não pode ser assim, isto é para todos Moçambicanos, para podermos votar", disse este cidadão à DW.
As críticas não param. Desde o início do recenseamento eleitoral a 19 de março, os partidos da oposição, sobretudo o MDM, AMUSI, PAHUMO e a RENAMO, denunciaram várias irregularidades - entre as quais o registo de pessoas fora da autarquia de Nampula e de outros municípios - para, alegadamente, favorecer o partido no poder em Moçambique, a FRELIMO. A FRELIMO e os órgãos eleitorais desvalorizam essas alegações.
Críticas da sociedade civil
A província de Nampula tem sete municípios e propôs-se a registar um total de 1.206,596 eleitores. Juma Aiuba, porta-voz da Sala da Paz, uma plataforma de observadores eleitorais que envolve diferentes organizações da sociedade civil, políticos e religiosos, afirma que a meta não vai ser alcançada e responsabiliza os órgãos eleitorais: "Houve uma fraca campanha de sensibilização. Ela foi praticamente inexistente". O ativista afirma igualmente que houve uma "desproporcionalidade na distribuição de recursos para o recenseamento”.
O presidente da Comissão Provincial de Eleições de Nampula, Daniel Ramos, desconhece a existência de irregularidades, mas admite que houve morosidade no processo, embora considere o facto normal: "Em relação às cobranças nós investigámos e não conseguimos encontrar uma verdadeira informação, porque ninguém veio denunciar. Sobre pessoas que vêm de outros locais não me vou pronunciar, porque não vi ninguém", disse.
Autoridades satisfeitas
Daniel Ramos diz estar satisfeito com os resultados obtidos, embora não tenha sido possível recensear 100% dos potenciais eleitores.
O Centro de Integridade Pública (CIP), organização da sociedade civil moçambicana que acompanha os processos eleitorais no país, referiu em comunicado que a Comissão Nacional de Eleições (CNE) "pode atingir 90% de potenciais eleitores recenseados, mas somente porque cortou as metas de total de eleitores a registar por três vezes". Recorde-se que a meta inicial, no arranque da operação de recenseamento, era de 8,5 milhões de eleitores, tendo depois baixado para 7,6 milhões.

BRASIL: Lula diz que não quer indulto, afirma Gleisi Hoffmann.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Senadora visitou o ex-presidente em Curitiba nesta quinta-feira (17)

Lula diz que não quer indulto, afirma Gleisi Hoffmann

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso há mais de um mês na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR), diz que não aceita receber um indulto. Foi o que afirmou a presidente do partido, a senadora Gleisi Hoffmann, na tarde desta quinta-feira (17). Ela visitou o petista ao lado do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.
Hoje ele me disse claramente: 'Tem que parar de falar em indulto para mim. Eu não aceito indulto. Eu sou inocente, quero provar minha inocência'", relatou.
A ideia de defender o indulto a Lula não é consensual no PT, conforme noticiou a Folha de S.Paulo. Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, e Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência pelo PDT, já se manifestaram dizendo que prometer o indulto seria "uma loucura".
Gleisi voltou a afirmar que Lula é o candidato do partido no primeiro turno e argumentou que o ex-presidente tem os direitos políticos preservados. No entendimento da senadora, a Lei da Ficha Limpa não impede que Lula concorra -ela fez referência a 145 prefeitos condenados que foram candidatos nas últimas eleições e ao artigo 26-C do texto.
O artigo citado determina: "O órgão colegiado do tribunal ao qual couber a apreciação do recurso (...) poderá, em caráter cautelar, suspender a inelegibilidade sempre que existir plausibilidade da pretensão recursal".
A senadora também disse que, "se nada der certo", Lula "saberá encaminhar o processo com a direção do PT".
Fernando Haddad, tratado como o plano B da legenda, tem mantido conversas com outros partidos de esquerda. Nesta quinta, ele afirmou que o ex-presidente recomendou que o diálogo continue. "Lula é o primeiro a estabelecer o diálogo. É do interesse dele que os partidos progressistas, que se opõem ao governo Temer, mantenham o diálogo, independentemente de ter candidato próprio."
Questionada se Lula havia comentado sobre a foto do juiz Sergio Moro com o ex-prefeito João Doria (PSDB), Gleisi disse que não. "Não precisa nem de comentários, a foto é autoexplicativa. Já esteve com Aécio [Neves], [Michel] Temer, vive de convescotes com o pessoal do establishment."
Com informações da Folhapress.

ANGOLA: VERDADE NÃO PRESCREVE – DO KAUANGO A BICESSE.

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19 de Maio. Ao que parece, fazendo fé na verdade oficial do regime do MPLA, continua a ser crime (talvez contra a segurança do Estado) o facto de esse acordo do Alto Kauango ter sido mediado, em 1991, por um autóctone angolano, com cultura do Sul e que pensava, pensa e pensará sempre pela sua própria cabeça, William Tonet.

Não adianta o MPLA, o regime e outros sipaios que se julgam donos da verdade, “esquecerem” a verdade dos factos. Eles são exactamente isso, factos. E um deles, o de ter sido um angolano a mediar pela primeira vez o conflito entre angolanos, deveria ser motivo de regozijo e de reconhecimento interno e externo.
Se o nosso país fosse de facto, e não apenas no âmbito da dialéctica política, um Estado de Direito esse esforço seria enaltecido. Certamente que os angolanos esperariam isso de João Lourenço.
Só a mesquinhez de uns tantos, revitalizada por Higino Carneiro, pode levar a que se tente, sem sucesso – é certo, apagar esta verdade. Uma de muitas outras que, infelizmente, ainda se encontram enclausuradas por medo de represálias.
O facto de o cidadão, jornalista, William Tonet ser inimigo público do regime, mau grado a sua luta ter sido sempre em prol dos angolanos, de todos os angolanos, revela igualmente que na História que o regime quer que se escreva só têm lugar os que são livres para estarem de acordo com ele.
Um dos maiores mentores da mentira oficial é o General Higino Carneiro que, cobardemente, quer reescrever a História e esconder eventuais rabos-de-palha.
O General Higino Carneiro a despropósito concedeu, no dia 3 de Abril de 2015, uma entrevista à RNA onde mentiu, descaradamente, sobre a Mediação dos Acordos do Alto Kauango, mostrando também a sua veia racista e complexada.
Higino Carneiro mentiu e comprometeu-se, pois a ser verdade o que disse, então ele era e é um traidor e um dos generais das FAPLA pagos e infiltrado por Jonas Savimbi.
Higino Carneiro não conhecia, antes do dia 19 de Maio de 1991, o General Ben Ben ou, pelo menos, não tinha com ele nenhum contacto oficial.
Higino Carneiro mente quando diz ter pedido a William Tonet para redigir o comunicado final. Primeiro, Tonet não era seu empregado nem subordinado, logo actuou como mediador, por consenso das partes.
Higino Carneiro mentiu, pois ele não convidou os jornalistas. Estes estavam em Saurimo e seguiram depois no mesmo helicóptero, com autorização do então chefe do Estado Maior e do comandante da Frente, que era o general Sanjar, pois Higino Carneiro não foi responsável pela defesa daquelas posições.
Dúvidas? Que tal questionarem o General Mackenzi que era das comunicações da UNITA, que iniciou contacto directo com William Tonet, e o General Chilingutila, militares íntegros que certamente não fazem, como Higino Carneiro, da mentira uma forma de vida?
Higino Carneiro mente pois não diz por que razão só William Tonet e ele foram recebidos pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, depois de regressarem do Moxico. Dúvidas? Perguntem ao General José Maria.
A História escreve-se com a verdade que, mesmo quando bombardeada insistentemente pela mentira, acabará por se sobrepor a todo o género de maquinações e acções de propaganda. É, por isso, legítimo que se faça pedagogia e formação quando, por razões mesquinhas, alguns tentam apagar o que de bom alguns, muitos, angolanos fizerem pela sua, pela nossa, terra. E tentam apagar, revelando um manifesto complexo de inferioridade e um mal resolvido complexo rácico, por temerem que a verdade os mate. Esquecem-se que, mesmo recorrendo à história, a salvação só se consegue com respeito pela verdade.


Gostem ou não, os acordos do Alto Kauango foram a “mãe” dos acordos de Bicesse.
fonte: jornalf8.net

ANGOLA: LADRÃO ÉS TU. TU É QUE ÉS.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



A actual administração das Edições Novembro, Empresa Pública de comunicação social que é detentora do Jornal de Angola, dos Desportos, de Economia & Finanças, de Cultura, do Metropolitano de Luanda e do Planalto, diz que a Administração anterior, chefiada por José Ribeiro, era um bando de incompetentes (ladrões, em tradução linear).

José Ribeiro não perdeu tempo a responder, encarnando o papel de virgem ofendida, diz que é tudo mentira e que, afinal, a culpa do que se estoira no bordel é da equipa chefiada por Victor Silva. Certo, certo é que o dinheiro esbanjado sai do bolso dos angolanos.

O que dizem os actuais responsáveis

“As dívidas da Edições Novembro ultrapassam os Akz 10.000.000.000,00 (dez mil milhões de kwanzas), além de outros valores em dólares e euros, revela o balanço da empresa aos primeiros seis meses de gestão do novo Conselho de Administração.
De acordo com o documento, as dívidas aumentam todos os dias, “não por novos créditos ou serviços que a Administração esteja a contratar, mas pela descoberta de pagamentos eventualmente em falta”.
A dívida, afirma o relatório, resulta, essencialmente, “do incumprimento das obrigações fiscais para com o Estado, em sede de Imposto de Rendimento de Trabalho (IRT), da Segurança Social (INSS) ou junto do Banco BCI, além de outros credores internos e externos”.
O documento destaca que a lista de despesas por pagar é de tal ordem, que a empresa ficou sem acesso aos serviços das principais unidades hospitalares da capital. Lê-se também que, atendendo à dívida de mais de mil e quinhentos milhões de kwanzas, o BCI cortou o crédito às Edições Novembro.
Por essa razão, deixou de ser possível à empresa “pagar os salários no próprio mês a que dizem respeito, porquanto era prática da anterior Administração endividar-se para cobrir os pagamentos”.
Por outro lado, do ponto de vista financeiro e contabilístico, a situação da empresa não podia ser pior, segundo o relatório: “Além de cofres vazios, a nova Administração confrontou-se com o facto, grave, de não encontrar qualquer relatório de actividade e do fecho de contas relativo ao ano de 2017- nem um único mês sequer -, apesar de constar nos arquivos a existência de um contrato de prestação de serviços para esse efeito, até Junho/Julho, com uma empresa externa!”.
A Edições Novembro é uma Empresa Pública de comunicação social, que tem por missão a produção de publicações periódicas de informação generalista e especializada, de âmbito nacional, regional e local.”

O que diz o anterior responsável

José Ribeiro: “A informação publicada hoje no “Jornal de Angola” sobre as contas das Edições Novembro, feita à boa maneira futebolística, sem qualquer rigor factual, visa atirar para a anterior gestão, dirigida por mim, as actuais dificuldades e desorientação que se notam na condução da empresa, tendo em vista a privatização e destruição deste serviço público de comunicação social.
A notícia não diz se as contas foram auditadas ou homologadas pelas entidades do Estado vocacionadas para o efeito. Se não foram, estamos perante contas avulsas e manipuladas, quando não a uma violação do estipulado na lei.
O relatório, segundo a notícia, remete para o Conselho de Administração que esteve em funções até Novembro de 2017 a responsabilidade de apresentar o relatório e contas referente a esse ano fiscal, algo absolutamente absurdo. Obviamente, caberia à actual equipa apresentar o Relatório e Contas referente ao exercício de 2017, ainda que não me tivesse importado em ajudar a fazer as contas, se para isso tivesse sido convocado. Desde que entreguei as pastas, nunca fui chamado para qualquer tipo de esclarecimento ou “contraditório” e os meus contactos foram desligados.
É falso que exista nos arquivos das Edições Novembro um contrato de prestação de serviço com uma empresa externa para o fecho de contas. Todos os contratos nesses moldes foram rescindidos pelo Conselho de Administração em 2016, no âmbito da racionalização dos custos de produção e redução das despesas, devido à crise de financiamento às empresas que o Estado angolano começou a sentir a partir de 2009.
É também falso que os cofres da empresa estivessem vazios. À data da passagem de pastas, em acto presidido pelo Ministro da Comunicação Social, em Novembro de 2017, o saldo da empresa era superior a 170 milhões de kwanzas e o total do activo corrente ascendia a cerca de 16 mil milhões de kwanzas. Mais de 2,4 mil milhões deste activo diziam respeito a créditos a receber dos clientes sobre publicidade e venda de jornais.
O valor do activo corrente das Edições Novembro, construído ao longo de 10 anos de muito trabalho e dedicação, é muito superior aos 10 mil milhões da propalada dívida da empresa, já muito cobardemente difundida nas redes sociais e hoje sorrateiramente estampada no jornal do grupo empresarial que ajudei a retirar do buraco em que se encontrava em 2007.
São estes os “cofres vazios” encontrados?
É preciso ainda lembrar que, depois do choque sofrido pela empresa, com a crise de financiamento do Estado e as pressões despesistas feitas por alguns dos actuais gestores, que se remetem agora ao silêncio, o Conselho de Administração dirigido por mim lançou em 2016 um plano estratégico de relançamento da empresa para o mandato até 2021. Esse plano estava, reconhecidamente, a dar resultados, mas cessou com a entrada em funções da actual equipa de gestores, que tem o dever de fazer melhor do que nós, e para a qual estou disponível, para ajudar naquilo que estiver dentro do meu saber e competências.”
fonte: jornalf8.net

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