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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Presidente da Gâmbia admite derrota e sai do poder ao fim de 22 anos

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 O Presidente da Gâmbia, Yahya Jammeh, admitiu a derrota nas eleições presidenciais, disse o diretor da comissão eleitoral, anunciando assim o fim de uma liderança de 22 anos na mais pequena nação da África continental.
"É realmente único que alguém que tem governado este país durante tanto tempo tenha aceitado a derrota", disse Alieu Momar Njie aos repórteres em Banjul, a capital da Gâmbia. 
Jammeh, que chegou a dizer que governaria o país durante um milhões de anos se Deus permitisse, estava a tentar ganhar o seu quinto mandato presidencial à frente da Aliança para a Construção e Reorientação Patriótica (ACRP), depois de ter tomado o poder em 1994, num golpe de Estado. 
A televisão estatal noticiou, segundo a AFP, que o Presidente derrotado faria uma declaração ainda hoje para congratular o líder da oposição, Adama Barrow, de 51 anos. 
Barrow, até agora um desconhecido empresário, era o candidato presidencial apoiado por vários partidos políticos que se juntaram pela primeira vez e ganharam um apoio popular até então sem precedentes. 
A eleição de quinta-feira foi marcada por um 'apagão' da internet e das comunicações internacionais, levando alguns grupos de direitos e os Estados Unidos a condenarem a iniciativa. 
A Gâmbia é uma pequena ex-colónia britânica, tendo o formato de uma língua de terra rodeada pelo Senegal, que faz fronteira a sul com a Guiné-Bissau. 

#noticiasaominuto.com

Cuba: Todas as honras ao eterno Comandante.

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No salão Granma, do Ministério das Forças Armadas Revolucionárias, os principais líderes da Revolução fizeram um plantão de honra ao Comandante-em-chefe da Revolução Cubana Fidel Castro Ruz.


Photo: Estudio Revolución
Justamente às 8 horas da manhã da segunda-feira, 28 de novembro, no salão Granma do Ministério das Forças Armadas Revolucionárias, os principais líderes da Revolução fizeram um plantão de honra ao Comandante-em-chefe da Revolução Cubana Fidel Castro Ruz. Neste íntimo espaço, onde hoje aparece a imagem de um Fidel imenso, encontram-se suas cinzas até que sejam transferidas para o cemitério Santa Ifigenia, em Santiago de Cuba.
Após a voz de Firmes!, proferida pelo general-de-exército Raúl Castro Ruz houve um minuto de silêncio em honra do líder histórico da Revolução Cubana.
Raúl foi o primeiro a caminhar e depositar sua flor branca na urna; instantes depois assinou o livro que contém o juramento de ser fiéis ao conceito de Revolução expresso pelo Comandante-em-chefe, em 1º de maio de 2000.
A seguira, prestaram honras os comandantes da Revolução Ramiro Valdés Menéndez e Guillermo García Frías; depois fizeram-nos, um após o outro, os restantes membros do Bureau Político do Comitê Central do Partido como reafirmação revolucionária de dar continuidade às ideias de nosso Comandante.

 

Cuba: Raúl presidiu a última guarda de honra na homenagem ao Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz no memorial José Martí.

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Esteve acompanhado do segundo-secretário do Partido, José Ramón Machado Ventura, do Comandante da Revolução Ramiro Valdés Menéndez e do primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.