
José Mário Vaz, presidente da Guiné-Bissau. 10 de Abril de 2017. Abidjan, Costa do Marfim.Sia KAMBOU / AFP
O chefe do Estado guineense, José Mário Vaz, contava juntar à volta da mesma mesa representantes de todos os partidos com assento parlamentar, o líder do Parlamento, o grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC e a sociedade civil. Quatro dos cinco partidos representados no Parlamento não compareceram, nomeadamente o PAIGC.
A ideia era ouvir de todos quais os entraves à aplicação do tão falado Acordo de Conacri, o instrumento político patrocinado pela CEDEAO, do qual se espera uma saída para a crise política que abala a Guiné-Bissau há três anos.
Quatro dos cinco partidos representados no Parlamento não compareceram à audiência: o PAIGC, o PCD, o PND e a União para Mudança. O líder do Parlamento, Cipriano Cassamá também faltou ao encontro.
José Mário Vaz acabou por se reunir com o Partido da Renovação Social (PRS) e com o coordenador do grupo dos 15 deputados dissidentes do PAIGC, na presença de representantes da comunidade internacional e da sociedade civil guineense.
Certorio Biote (PRS), Braima Camará (grupo dos 15 deputados expulsos) e Jorge Gomes (presidente do movimento da sociedade civil) consideraram que a saída para a crise política passa primeiramente pela reintegração plena dos 15 parlamentares no PAIGC.
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Samuel