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domingo, 11 de dezembro de 2022
Biden corteja a África em vez de avanço chinês e russo.
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O presidente dos EUA, Joe Biden, está organizando uma cúpula com a África esta semana, destinada a revitalizar as relações com o continente diante da concorrência da China e da Rússia.
A cúpula de três dias em Washington será uma oportunidade para anunciar novos investimentos, falar sobre segurança alimentar - agravada pela guerra na Ucrânia -, mudança climática, mas também democracia e governança.
E talvez sobretudo para demonstrar que os Estados Unidos continuam interessados em África, oito anos depois da primeira cimeira deste género em 2014 sob a presidência de Barack Obama.
O ex-presidente Donald Trump não escondeu seu desinteresse pelo continente africano, enquanto Joe Biden, campeão do multilateralismo, pretende recolocar a África no centro da diplomacia mundial.
Ele apoia a ideia de um assento para África no Conselho de Segurança da ONU e vai apelar à cimeira para que a União Africana seja formalmente representada no G20, disse um assessor presidencial.
"Esta década será decisiva. E os próximos anos determinarão a forma como o mundo será reorganizado", afirmou o + Sr. África + do Conselho de Segurança Nacional, Judd Devermont, sublinhando que a administração Biden "acredita firmemente que a África terá uma voz decisiva".
A cúpula ocorre na sequência de uma nova estratégia "África" revelada no verão passado e anunciando uma revisão da política dos EUA na África subsaariana, para conter a presença chinesa e russa lá.
A China é o maior credor mundial de países pobres e em desenvolvimento e investe pesadamente no rico continente africano.
Da mesma forma, a Rússia aumentou muito sua presença lá, inclusive enviando mercenários, e está cultivando laços estreitos com algumas capitais, em particular aquelas que decidiram no início de março não contribuir com seus votos para uma resolução das Nações Unidas condenando a invasão da Ucrânia , principal ponto de tensão com os Estados Unidos.
Durante uma viagem à África neste verão, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, pediu uma "verdadeira parceria" com a África.
fonte: seneweb.com
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Samuel