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quinta-feira, 30 de novembro de 2023
Saiba por que é difícil a Ucrânia negociar paz com a Rússia de Putin.
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Conflito já dura mais de dois anos e não tem sinal de terminar em curto ou médio prazos.
Quando negociações foram celebradas nos primeiros dias da invasão russa, os ucranianos constataram em menos de uma hora que o Kremlin não estava mais do que simulando sua vontade de negociar. Desde então, essa convicção foi reforçada. Naquela ocasião, em meio a um imensa expectativa, a Rússia enviou figuras de pouco destaque para abordar o pior conflito na Europa desde 1945: Vladimir Medinski, um ex-ministro da Cultura desprestigiado por um escândalo de plágio, e Leonid Slutski, um deputado nacionalista acusado de assédio sexual.
"Não estavam dispostos a negociar. Não era mais que pessoal administrativo sem influência na Rússia. Vieram, leram alguns ultimatos e isso foi tudo", relata à AFP o assessor da Presidência ucraniana, Mikhailo Podoliak, um dos negociadores na ocasião.
Quase dois anos após o fracasso destes diálogos, em fevereiro e março de 2022, a possibilidade de novas negociações é quase inexistente. Especialmente quando o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, assinou um decreto proibindo todas as negociações com a Rússia enquanto Vladimir Putin estiver no poder, um gesto depois de Moscou ter exigido, em setembro de 2022, a anexação de quatro regiões ucranianas parcialmente ocupadas, além da Crimeia.
"Mentiroso"
O presidente "Putin é um mentiroso inveterado, que prometeu aos dirigentes mundiais que não atacaria a Ucrânia poucos dias antes de invadi-la", comentou recentemente o chanceler ucraniano, Dmytro Kuleba. Embora americanos e europeus apoiem Kiev, começam a surgir vozes que dizem que é necessário negociar, diante do fracasso da grande contraofensiva ucraniana lançada em junho, com avanços mínimos no campo de batalha.
À estagnação das tropas ucranianas no terreno se soma a oposição crescente entre os republicanos americanos em continuar apoiando a Ucrânia, devido a seu alto custo e a um ano da eleição presidencial nos Estados Unidos. O Kremlin aproveita isso para mostrar-se como um beligerante razoável, aberto a negociações e ao mesmo tempo disposto a vencer pela via militar.
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Samuel