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domingo, 29 de setembro de 2024
Assassinato de Nasrallah: as principais reações ao redor do mundo.
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Washington defende “uma medida de justiça”, Moscovo “condena veementemente”, Teerão promete a “destruição” de Israel, o chefe da ONU “muito preocupado”… Aqui estão as principais reações após o assassinato do líder do Hezbollah Hassan Nasrallah por Israel.
- ESTADOS UNIDOS -
O assassinato de Nasrallah é “uma medida de justiça para as suas muitas vítimas, incluindo milhares de civis americanos, israelitas e libaneses”, disse o presidente dos EUA, Joe Biden, no sábado. “Os Estados Unidos apoiam totalmente o direito de Israel de se defender”, acrescentou.
A vice-presidente e candidata presidencial dos EUA, Kamala Harris, chamou Nasrallah de "terrorista com sangue americano nas mãos".
- RÚSSIA -
Moscovo, um aliado próximo de Teerão, “condena veementemente” o assassinato de Nasrallah, acreditando que Israel assumiria “total responsabilidade” pelas possíveis consequências “dramáticas” na região.
“A minha impressão é que algumas pessoas estão a tentar provocar o Irão, depois provocar os Estados Unidos e depois iniciar uma guerra total em toda a região”, declarou o chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov.
- IRÃ -
O primeiro vice-presidente, Mohammad Reza Aref, “alertou” no sábado que o assassinato de Nasrallah levaria à “destruição” de Israel.
Anteriormente, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano garantiu que “a linha gloriosa do líder da resistência, Hassan Nasrallah, continuará e seu objetivo sagrado será alcançado com a libertação de Quds (Jerusalém, se Deus quiser”).
- SÍRIA -
A Síria, aliada do Hezbollah libanês, denunciou uma “agressão desprezível” e “desrespeito pelo direito internacional” por parte de Israel.
-HAMAS-
O movimento islâmico palestino Hamas, apoiado pelo Irã, denunciou um “ato terrorista covarde” de Israel.
- Turquia -
O presidente Recep Tayyip Erdogan não comentou a morte de Nasrallah mas, numa mensagem transmitida após o seu assassinato, disse que "o Líbano e o povo libanês são o novo alvo da política de genocídio, ocupação e invasão liderada por Israel desde 7 de Outubro. Ele também apelou ao fim das "tentativas de Israel de estender a sua política insensata (...) ao Líbano e a outros países da região."
- ALEMANHA -
Berlim, através da sua chefe da diplomacia, Annalena Baerbock, deplora uma situação “muito perigosa” e um risco de “desestabilização” que “não é de forma alguma do interesse da segurança de Israel”.
- FRANÇA -
O primeiro-ministro francês, Michel Barnier, estimou que a situação no Líbano "continua extremamente grave" e disse estar "preocupado com a segurança" dos franceses naquele país. Paris apelou então a Israel para "cessar imediatamente" os seus ataques no Líbano e não lançar uma "operação terrestre", e "os outros actores, e em particular o Hezbollah e o Irão, para se absterem de qualquer acção que possa levar (.... ) a uma conflagração regional".
- NAÇÕES UNIDAS -
O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, disse estar “muito preocupado com a escalada dramática” em Beirute nas últimas 24 horas. “Este ciclo de violência deve parar agora e todas as partes devem recuar do precipício”, acrescentou.
- ARÁBIA SAUDITA -
“Esta escalada não terá qualquer impacto positivo em nenhuma das partes. Também corre o risco de ter repercussões negativas em toda a região”, disse o Ministro dos Negócios Estrangeiros saudita, Príncipe Faisal bin Farhan, à ONU, referindo-se à situação no Líbano em geral e não especificamente à morte. de Nasrallah. “Apelamos a todas as partes para que exerçam sabedoria e moderação, a fim de evitar que uma guerra total ecloda na região”, acrescentou.
- CANADÁ -
Hassan Nasrallah “era o chefe de uma organização terrorista que atacou e matou civis inocentes, causando imenso sofrimento em toda a região”, escreveu o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, no X. “Pedimos calma e contenção neste momento crítico”, acrescentou.
-CUBA-
O presidente Miguel Díaz-Canel denunciou um “assassinato covarde” que “ameaça seriamente a paz e a segurança regional e global, pela qual a responsabilidade total recai sobre Israel com a cumplicidade dos Estados Unidos”.
- ARGENTINA -
O presidente argentino, Javier Milei, reagiu com um pouco mais de liberdade!”
- VENEZUELA -
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, expressou a sua “solidariedade” à família de Nasrallah e “ao povo do Líbano”. “Para assassiná-lo, atacaram edifícios e mataram centenas de pessoas. Isso tem nome: crime”, acrescentou.
fonte: seneweb.com
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