
Djemberém é um blog que aborda temas de carácter social, cultural e educativo; colabore com os seus arquivos, imagens, vídeos, para divulgação. O objectivo principal de sua criação é de divulgar informações privilegiadas sobre a África e o seu povo, assim como outras notícias interessantes. Envie para - vsamuel2003@gmail.com
Postagem em destaque
Terroristas na Síria Apoiados pelos Americanos Se Voltarão contra os EUA no Futuro.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... “A mão norte-americana é visível nas mudanças recentes em território...

domingo, 15 de setembro de 2024
Ramaphosa Presidente da África do Sul elogia apoio dos EUA a África.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Cyril Ramaphosa, Presidente da África do Sul, falou recentemente sobre a questão da representação africana no Conselho de Segurança das Nações Unidas. As suas observações sublinham a necessidade urgente de reforma desta instituição fundamental para reflectir a realidade demográfica e geopolítica do século XXI.
O líder sul-africano saudou o apoio dos EUA à concessão de dois assentos permanentes aos países africanos no Conselho. No entanto, rejeitou firmemente a ideia de que estes novos membros pudessem ser privados do direito de veto, uma prerrogativa atualmente reservada aos cinco membros permanentes históricos.
Para Ramaphosa, a falta de representação permanente de um continente de 1,3 mil milhões de habitantes no Conselho de Segurança enfraquece consideravelmente a legitimidade e a eficácia da ONU. Ele acredita que esta situação não é mais sustentável no mundo de hoje.
O presidente sul-africano utilizou termos fortes para expressar a posição de África sobre este assunto. Ele declarou nomeadamente: “Pedimos e exigimos uma participação séria no Conselho de Segurança da ONU”. Esta formulação reflecte a frustração acumulada face a décadas de sub-representação.
A questão do direito de veto parece ser um ponto crucial neste debate. Para os países africanos, a obtenção de assentos permanentes sem este direito equivaleria a uma forma de participação de “segunda classe”, nas palavras utilizadas pelo Sr. Ramaphosa. Ele enfatizou que isso perpetuaria uma forma de desigualdade dentro do órgão da ONU.
Esta posição insere-se num contexto mais amplo de reivindicações de reforma do sistema multilateral. Muitos países emergentes e em desenvolvimento acreditam que as estruturas de governação global, herdadas da era pós-Segunda Guerra Mundial, já não reflectem as realidades do mundo contemporâneo.
fonte: https://lanouvelletribune.info/2024/09
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Total de visualizações de página
1233645
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Seu comentário é sempre bem vindo desde que contribua para melhorar este trabalho que é de todos nós.
Um abraço!
Samuel