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domingo, 15 de setembro de 2024
Rússia: aqui está o aliado que mais preocupa a Ucrânia.
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O conflito na Ucrânia continua a moldar a geopolítica global, marcada por uma intensidade inabalável de combates. Apesar das sanções ocidentais destinadas a enfraquecer a economia russa e prejudicar a sua capacidade militar, Moscovo consegue manter uma pressão constante na frente. Estas medidas punitivas, inicialmente concebidas para limitar o acesso da Rússia às tecnologias e recursos necessários ao seu esforço de guerra, parecem ter sido parcialmente contornadas. Neste contexto, um novo actor está a emergir como uma ameaça crescente ao equilíbrio de poder no terreno, desafiando as expectativas internacionais. Segundo a inteligência ucraniana, entre os apoiantes de Moscovo, um país se destaca pelo seu impacto significativo na intensidade dos combates: a Coreia do Norte, cuja inesperada ajuda militar fortalece consideravelmente a posição russa.
Coreia do Norte, principal fornecedor de armas para Moscou
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O chefe da inteligência militar ucraniana, Kyrylo Budanov, apontou recentemente Pyongyang como a principal fonte de preocupação para Kiev entre os aliados da Rússia. Esta revelação, feita durante uma conferência em Kiev, destaca a extensão da ajuda militar norte-coreana à Rússia. O regime de Kim Jong-un teria fornecido enormes quantidades de munições de artilharia, desempenhando um papel crucial na sustentação da ofensiva russa.
O envolvimento da Coreia do Norte não se limita às bombas. Análises de destroços do campo de batalha revelaram a presença de mísseis balísticos produzidos este ano por Pyongyang. Embora em menor número do que as munições convencionais, estes mísseis representam uma preocupante escalada tecnológica no conflito.
Uma corrida armamentista crescente
Além deste influxo de armas norte-coreanas, a Rússia teria aumentado significativamente a sua produção de mísseis Iskander e bombas planadoras. Estas últimas, utilizadas massivamente contra as posições ucranianas, representam um “enorme problema” na linha da frente, segundo Boudanov. Esta modernização do arsenal russo demonstra o desejo de Moscovo de aumentar a pressão sobre as defesas ucranianas.
No entanto, apesar destes desenvolvimentos preocupantes, o general ucraniano continua optimista quanto ao resultado do conflito. Ele acredita que a Rússia procurará pôr fim à guerra antes de 2026, impulsionada pelas dificuldades económicas ligadas às sanções ocidentais e ao esgotamento dos seus recursos humanos na frente.
A Ucrânia enfrenta um grande desafio
Para combater esta ameaça crescente, Kiev apela aos seus aliados ocidentais para que intensifiquem o seu apoio militar. Budanov descarta os receios de uma potencial escalada, argumentando que a Ucrânia não tem outra escolha senão lutar pelas suas terras. Essa determinação, segundo ele, constitui a principal força do país diante das adversidades.
A situação actual levanta questões cruciais sobre o equilíbrio de poder na Europa Oriental. O crescente envolvimento da Coreia do Norte no conflito ucraniano poderá não só prolongar as hostilidades, mas também redefinir as alianças geopolíticas a nível mundial. Confrontada com estes desafios, a comunidade internacional encontra-se numa encruzilhada, tendo de decidir sobre a forma mais eficaz de apoiar a Ucrânia, evitando ao mesmo tempo uma escalada do conflito.
fonte: https://lanouvelletribune.info/2024/09/
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Samuel