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quinta-feira, 3 de março de 2022

Ucrânia: Um milhão de refugiados em uma semana de guerra.

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ACNUR apela a um cessar-fogo, mas combates continuam na Ucrânia. Exército russo diz que tem a cidade de Kherson sob "controlo total". Alemanha vai enviar mais armas para combater a invasão.

Dois estudantes africanos a viver na Ucrânia que conseguiram encontrar refúgio na Roménia

- Mais de um milhão de refugiados, segundo ACNUR

- Conversações de paz entre Ucrânia e Rússia previstas para hoje

- Tribunal Penal Internacional abre investigação sobre crimes de guerra

- Alemanha deverá enviar mais armas para a Ucrânia

Última atualização às 08:28 (UTC - Tempo Universal Coordenado)

 

Mais de um milhão de pessoas deixou a Ucrânia à procura de refúgio nos países vizinhos, anunciou esta quinta-feira (03.03) Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).

A Rússia invadiu a Ucrânia há uma semana. Bombardeou as principais cidades ucranianas, incluindo a capital, Kiev, e as suas tropas têm o "controlo total" sob Kherson, no sul do país.

Nas redes sociais, o chefe da administração regional, Gennadi Lakhouta, pediu aos moradores para permanecerem em casa, pois "os ocupantes estão em todas as partes da cidade e são muito perigosos".

A Ucrânia contabiliza até agora mais de 2.000 civis mortos devido ao conflito.

Infografik Karte Ukraine mit größeren Städten PT

Filippo Grandi, o alto comissário da ONU para os refugiados, apelou no Twitter a um cessar-fogo: "É tempo de as armas se calarem, para que possa ser prestada assistência humanitária que salve vidas".

O Tribunal Penal Internacional (TPI) abriu, entretanto, um inquérito sobre possíveis crimes de guerra e crimes contra a humanidade na Ucrânia. O pedido para a investigação foi apresentado por 39 países, incluindo a Alemanha, a França, o Reino Unido, Espanha e Portugal.

"O meu gabinete encontrou uma base razoável para acreditar que foram cometidos crimes dentro da jurisdição do Tribunal e identificou possíveis casos que seriam admissíveis", anunciou o procurador-chefe TPI, Karim Khan.

"Reitero o meu apelo a todos os que participam nas hostilidades na Ucrânia para que cumpram estritamente as normas aplicáveis do direito internacional humanitário", acrescentou.

fonte: DW Africa


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Samuel

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