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terça-feira, 3 de setembro de 2024
África: China apela a uma aliança estratégica para combater a hegemonia e o protecionismo.
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África e a China são chamadas a reforçar a sua cooperação num mundo em mudança. Este é o apelo feito por Wang Yi, chefe da diplomacia chinesa, nas vésperas da 9ª cimeira do Fórum para a Cooperação China-África (FOCAC). Esta cimeira, de importância estratégica, realiza-se num contexto internacional marcado por profundas convulsões e mudanças.
Wang Yi sublinhou a importância da unidade entre os países africanos e a China para a construção de uma ordem mundial mais justa, em oposição à hegemonia e ao proteccionismo que, segundo ele, ameaçam o equilíbrio global. Insistiu que, apesar das transformações geopolíticas em curso, a China e África partilham valores e posições comuns que as unem nesta busca pela justiça internacional.
Entre estes valores comuns, o ministro destacou a defesa do sistema internacional centrado nas Nações Unidas, o respeito pela ordem baseada no direito internacional, bem como os princípios da coexistência pacífica. Estes princípios, que constituem a base das relações sino-africanas, são também acompanhados por uma atenção especial aos direitos humanos e aos interesses do Sul Global. Esta convergência de objectivos reforça a ideia de que África e China devem desempenhar um papel fundamental na construção de um mundo multipolar.
O relatório destaca também a dinâmica económica entre as duas partes, marcada por um aumento significativo do comércio em 2023, atingindo 282,1 mil milhões de dólares. Este número, que atesta a crescente interdependência entre as economias africana e chinesa, reflecte também o potencial desta cooperação para promover o desenvolvimento mútuo e equilibrado.
fonte: https://lanouvelletribune.info/2024/09
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Samuel