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Kinshasa: 50 camiões de bombeiros anunciados para reforçar o combate aos incêndios.

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terça-feira, 5 de maio de 2015

Cabo Verde e Cuba reforçam cooperação médica - C. Fontes Lima.

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Segundo informações da Emissora Católica de Cabo Verde, Rádio Nova, o corpo médico cabo-verdiano vai ser reforçado com mais 10 especialistas oriundos da Cuba.
O anúncio foi feito esta semana na Cidade da Praia, pela Ministra-adjunta e da Saúde, Cristina Fontes Lima, durante uma conferência de imprensa para fazer o balanço da visita que efectuou a Cuba de 17 a 23 de Abril.
O objectivo foi reforçar a cooperação entre os dois países e assinalar os 40 anos de uma relação profícua em matéria de cooperação no domínio da saúde, tendo o Governo cabo-verdiano atribuído medalha de mérito às brigadas de médicos pelo esforço que têm feito para apoio o sector da saúde em Cabo Verde.
Durante a visita foi contratualizada a ida para Cabo Verde de novos médicos - adiantou a ministra Cristina Fontes Lima.
Segundo a governante cabo-verdiana esta visita foi também oportunidade para discutir uma nova etapa na cooperação entre Cabo Verde e Cuba. Saúde e turismo é a outra vertente que se pretende introduzir nessa colaboração.
Na sua deslocação a Cuba a ministra fez-se acompanhar dos representantes das empresas farmaceuticas Inpharma e Emprofac, que tiveram a oportunidade de conhecer a indústria farmacêutica cubana, tendo sido negociado a possibilidade de  Cabo Verde ter acesso a medicamentos produzidos naquele país das Caraíbas.
#http://pt.radiovaticana.va/

Senegal: Presidencial de 2017 a AFP escolheu Malick Gakou.

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Presidencial de 2017 a AFP Italie escolheu Malick Gakou

O mínimo que podemos dizer é que por atrás de Malick Gakou drena um mundo louco. Após a sua exclusão da Aliança das Forças do Progresso (AFP), com doze outros de seus camaradas, numerosas são as pessoas que levam em conta fatos e causas do ex-número 2 dos progressistas.

Os responsáveis de coordenações da AFP Itália estão na linha de frente para exigir a candidatura de seu partido para a eleição presidencial. Em um comunicado recebido pela redação da Seneweb, os camaradas do Ibrahima  Kébé  escolheram Malick Gakou.

"Nós, assinamos abaixo  Ibrahima Kébé, que é o coordenador nacional da Aliança das Forças Progressistas (AFP) Itália, Matar Diop, o Vice-Coordenador Nacional e ao mesmo tempo da coordenação geral dos responsáveis da Itália, depois de analisar a situação que se prevê actualmente no partido, condenamos, com a última energia, a decisão unilateral imposta ao bureau político de 10 de Março de 2014 e à exclusão ilegal e injusta de alguns de nossos companheiros ", diz o comunicado.

"Nós não podemos endossar uma não candidatura da AFP à eleição presidencial de 2017. Por isso, apoiamos a candidatura do nosso camarada do partido El Hadj Malick Gakou as próximas eleições presidenciais de 2017", declararam os progressistas de Itália.

#seneweb.com

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Presidente Cubano Raul Castro de visita a heróica e lutadora Argélia.

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O presidente cubano faz uma visita a esse país norte-africano, que visita pela terceira vez desde que assumiu como presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros.

Na primeira atividade na capital argelina Raul visitou o Santuário dos Mártires e colocou uma coroa de flores em honra dos que morreram pela independência da Argélia. Photo: Estudio Revolución.


ARGEL.— Sob um sol quente, com a temperatura beirando os 30 graus Celsius e depois de quase nove horas de viagem, o presidente Raúl Castro Ruz chegou cerca do meio-dia no domingo 3 de maio (perto das sete horas em Cuba) à capital argelina, para uma visita de três dias, que se torna sua terceira viagem a esse país norte-africano, desde que tomou posse, em 2008, como presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros.
O presidente do Conselho da Nação, Adelkader Bensalah, deu as boas-vindas a Raúl no aeroporto internacional Houari Boumediene e o acompanhou pelo tapete vermelho até o palco, onde foram escutados os hinos nacionais de Cuba e da Argélia e disparadas 21salvas de canhão em sua honra.
Em seguida, as duas delegações conversaram por alguns minutos no ornamentado Salão de Honra de Protocolo. Nesta visita, Raul é acompanhado do vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas Ruiz; do ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla; do ministro das Forças Armadas Revolucionárias, general-de-corpo-de-exército Leopoldo Cintra Frias; e do embaixador cubano nesta nação norte-africana, Raúl Bárzaga Raul Navas.

O presidente cubano foi recebido no aeroporto internacional Houari Boumediene pelo presidente do Conselho da Nação, Adelkader Bensalah. Photo: Estudio Revolución

Após a primeira troca, as duas delegações foram para o Santuário dos Mártires, lugar de culto da cidade, localizado em uma das suas colinas, que presta homenagem aos mortos na guerra pela independência da Argélia.
Este monumento foi inaugurado em 1982 e foi construído com a forma de três folhas de palmeira, que guardam na base a chama eterna. Na borda das folhas de palmeira há colocadas estátuas de soldados, cada uma representando uma fase da luta argelina.
Ali, o general-de-exército colocou uma coroa de flores, tal como o fez na visita oficial que fez em fevereiro de 2009. Depois, o presidente do Conselho da Nação argelina o convidou para o lado do santuário, onde se aprecia a majestosa baía e a cidade de Argel.
Por alguns minutos, eles falaram sobre a história da cidade, sua arquitetura e os trabalhos do porto moderno. De acordo com a agenda prevista para a segunda-feira, 4 de maio, Raúl fará uma visita de cortesia ao presidente da Assembleia Nacional Popular, Ould Khelifa; terá uma reunião com o primeiro-ministro Abdelmalek Sellal e, finalmente, um encontro com o amado amigo de Cuba e presidente argelino Abdelaziz Bouteflika.
Vale notar que as duas nações estabeleceram relações diplomáticas em 17 de outubro de 1962, com o qual a Ilha se tornou o primeiro país das Américas a fazê-lo. Um momento de destaque desses laços ocorreu em 23 de maio de 1963, quando partiu desde Cuba a primeira missão médica que trabalhou por 13 meses na Argélia, nascendo assim a bem conhecida cooperação médica internacional, que tem dado tanto orgulho ao país caribenho. Em várias ocasiões, o comandante-em-chefe Fidel Castro também visitou esta nação.
Em maio de 2001 e durante uma reunião com Bouteflika, Fidel qualificou esta nação como "a heróica e lutadora Argélia." Igualmente o comandante Ernesto Che Guevara esteve neste país em diferentes oportunidades.
Atualmente, as relações bilaterais são descritas por ambos os países como excelentes. Na cooperação, destaque para o programa oftalmológico que inclui a construção de sete hospitais, quatro dos quais já prestam atenção. Médicos cubanos de diferentes especialidades estão em 16 províncias argelinas e dão cobertura a uma população de mais de 15 milhões.
Com esta visita do general-de-exército se estreita ainda mais a amizade entre a Argélia e Cuba, que, como ele disse em uma reunião com jornalistas que noticiaram sua visita, em julho de 2009, "permanece indestrutível como há 50 anos atrás". Não por acaso nas ruas da cidade se podiam observar bandeiras e fotos do presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba.
Além disso, os meios de comunicação estão cheios de elogios para essa relação histórica e mostram imagens dos arquivos da passagem de Fidel, Raul e Che Guevara por este país.

A imprensa cubana continuará destacando, nos próximos dias, a agenda da visita do presidente Raúl Castro à Argélia.
#granma.cu

Agente Laranja: o legado fatídico dos EUA no Vietnã.

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Agente Laranja: o legado fatídico dos EUA no Vietnã. 22111.jpeg

Durante dez anos, Força Aérea americana bombardeou o país asiático com toxinas poderosas. Seus efeitos vão de câncer a malformações físicas e mentais

O codinome "Operação Ranch Hand" (ajudante de fazendeiro) soa bastante inócuo. Mas nada poderia estar mais longe da verdade: sob essa capa, de 1961 a 1971 foram despejados cerca de 80 milhões de litros de herbicidas e desfolhantes sobre o Vietnã do Sul.
por Deutsche Welle
Visando destruir as safras do inimigo e dizimar as selvas em que se escondiam os vietcongues e o Exército do Vietnã do Norte, cerca de 16% do território do país foi bombardeado com toxinas.
Entre elas, a mais utilizada era a dioxina, apelidada agente laranja. Os pilotos da Força Aérea dos Estados Unidos o despejavam abundantemente sobre a vegetação, na proporção de até 14 quilômetros em menos de cinco minutos. E, desse modo, criaram um problema cujas raízes não eram imediatamente visíveis: o impacto dessa carga tóxica sobre a saúde.
Passou-se a pesquisar uma possível correlação nos anos seguintes aos bombardeios químicos, quando tanto veteranos de guerra americanos como a população vietnamita começaram a acusar taxas elevadas de câncer, distúrbios digestivos, respiratórios e epidérmicos - assim como abortos espontâneos e crianças com defeitos congênitos.
O exame das especificações do agente laranja não forneceu indicações sobre nada capaz de provocar tal catálogo de sintomas. Porém, a análise minuciosa de amostras de produção demonstrou que o principal composto patogênico poderia ser um subproduto da dioxina.
Exatos 40 anos após o fim da guerra que, calcula-se, matou 3 milhões de pessoas, as questões relativas à potência e alcance dessa substância tóxica seguem em aberto. E são cada vez mais difíceis de responder, à medida que nascem no Vietnã uma segunda e, agora, uma terceira geração de crianças apresentando alta incidência de deficiências como síndrome de Down, paralisia cerebral e desfiguração facial extrema.
 Jeanne Mager Stellman, especialista da Universidade de Colúmbia no uso do agente laranja e outros herbicidas durante a Guerra do Vietnã, vem se engajando há décadas pelo reconhecimento das implicações das dioxinas. No entanto, ela se queixa que a falta de pesquisas abrangentes dificulta muito definir com precisão a natureza de uma das substâncias mais tóxicas conhecidas.
"Apesar de toda a certeza que todos associam às enfermidades e defeitos congênitos constatados, não conseguimos definir de fato quais são os impactos de longo prazo", comenta. "O Agente Laranja faz soar o alarme, mas os outros herbicidas usados não eram benignos."
Ela cita o Agente Azul, que contém arsênico e inibe a absorção do ácido fólico - forma da vitamina B cujo consumo é aconselhado às grávidas para assegurar o bom desenvolvimento fetal.
Richard Guthrie, analista de técnicas da guerra química e biológica, confirma que é importante não esquecer os efeitos dos agentes Azul e Branco, ambos também despejados sobre o Vietnã a partir de 1966.
Ao mesmo tempo, porém, ele se diz convencido de que o Agente Laranja teve impacto duradouro sobre a saúde da população vietnamita. Guthrie também considera "muito plausível" a dedução de que a dioxina seja a causa direta dos defeitos congênitos documentados até hoje no país.
Nick Keegan, diretor de desenvolvimento econômico da Fundação Kianh, no Vietnã, não concorda inteiramente. Ele trabalha com crianças excepcionais do distrito de Dien Ban, onde elas são mais de mil, numa população total de 200 mil. Há indícios de que a área sofreu bombardeios pesados durante a guerra.
Segundo ele, mesmo os pais atribuem as deficiências a causas diferentes. "Temos lidado com famílias que acreditam que [as deficiências] sejam diretamente relacionadas ao Agente Laranja. Mas algumas, por razões culturais ou espirituais, acham que tiveram má sorte."
Ainda assim, Keegan admite que a alta incidência e os dados históricos o levam a parar e pensar, para "questionar os fatores contribuintes".
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma vez que as dioxinas penetram no corpo, elas perduram por muito tempo, devido a sua estabilidade química e capacidade de serem absorvidas pelo tecido adiposo. Isso lhes confere uma meia-vida - o tempo necessário para sua concentração no organismo se reduzir à metade - de sete a 11 anos.
Jeanne Stellman diz que essa dissolução gradual torna a pesquisa ainda mais difícil. Ela insiste que a questão científica crucial sobre a dioxina é se ela exerce efeitos epigenéticos - alterações ao DNA e, possivelmente, ao RNA - que não são mutações, mas sim outras mudanças na estrutura química.
Essencial é também saber se essas mudanças podem ser transferidas de uma geração para a seguinte."No caso do Vietnã, quanto dessa alteração epigenética transita pela linha paterna e é herdável?", indaga a pesquisadora da Universidade de Colúmbia.
Entretanto, ela também enfatiza a necessidade de considerar outros fatores - como subnutrição, estresse, moléstias parasitárias e o atual emprego de pesticidas -, ao tentar compreender os padrões relacionados aos defeitos congênitos. Em alguns desses casos, já foram estabelecidas conexões.
Entretanto uma pesquisa abrangente seria única maneira de entender exatamente o que está acontecendo no Vietnã e até que ponto o Agente Laranja é um fator nas deficiências infantis, defende Jeanne Stellman. Isso não exigiria investimentos significativos, mas sim engajamento político. E ele é insuficiente.
"Há bloqueio intencional por parte de alguns elementos do governo dos Estados Unidos", acusa, apontando também a presença de "forças potentes" opostas a uma investigação abrangente no Vietnã. Como exportador de peixe-gato e outros gêneros alimentícios, aquele país do Sudeste Asiático não quer dar ao mundo a impressão de estar poluído com dioxina.
Diante desse contexto, ela questiona se os estudos necessários jamais chegarão a ser realizados. "Quanto mais esperamos, mais difícil a coisa se torna. Enquanto todo o mundo discute 'quantos anjos cabem na cabeça de um alfinete', ninguém está abordando a questão básica, em si. É tudo uma enorme tragédia humana."
Foto: Helicóptero militar dos EUA despeja agente laranja no Vietnã durante a guerra ocorrida no país. Efeitos duradouros (Wikimedia Commons)
Fonte: Carta Capital
In Patria Latina
#pravda.ru

Senegal prepara para enviar 2.000 soldados para o Golfo.

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Presidente Senegalês Macky Sall. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP

O Senegal planeja enviar 2.000 soldados para a Arábia Saudita, disse uma fonte oficial.

O Ministro das Relações Exteriores Mankeur Ndiaye disse aos legisladores do país que 2.000 soldados tinham sido reservados para serem colocados ao longo das fronteiras da Arábia Saudita com o Iêmen.

O Sr. Ndiaye fez a revelação durante uma cerimônia no edifício do parlamento em Dakar nesta segunda-feira.

O ministro disse que a medida estava em conformidade com a promessa do presidente Macky Sall para com as autoridades sauditas durante sua visita ao país árabe no mês passado.

Ele explicou que os soldados tinham sido seleccionados a partir do campo de treinamento de elite em Thies, situado a cerca de 70 quilômetros fora da capital, Dakar.

Delegação militar

As tropas são constituídas principalmente por batalhão de infantaria, compreendendo militares de intervenção rápida que adquiriram experiência em missões de combate no exterior.

A decisão também segue uma visita à Arábia Saudita por delegação militar de alta patente chefiada pelo chefe do Exército do Senegal, general Mamadou Sow.

Durante a missão, disseram fontes da delegação que os seus homólogos sauditas fizeram o trabalho árduo para conseguir o envio das tropas senegalesas.

A Arábia Saudita está conduzindo uma ofensiva da nação árabe contra os rebeldes islâmicos apoiados por Yemini Houthi que lutam para derrubar o governo.

A Arábia Saudita é um forte aliado do Senegal com fortes laços diplomáticos que remonta desde a independência do Senegal, em 1960.

#africareview.com

domingo, 3 de maio de 2015

Togo: O tribunal confirma a vitória de Gnassingbé para a presidência.

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O Presidente togolês Faure Gnassingbé. ARQUIVO | GRUPO Nation Media

O Tribunal Constitucional do Togo confirmou neste domingo a vitória de Faure Gnassingbé como o atual presidente na eleição da semana passada, declarando que ele tinha batido o rival Jean-Pierre Fabré com pouco mais de 58 por cento dos votos.

"Declaro que o presidente eleito da República do Togo, Faure Gnassingbé é o presidente eleito", disse o chefe do Tribunal Constitucional Aboudou Assouma em um comunicado transmitido ao vivo na televisão nacional.

Os resultados oficiais elegeram Gnassingbé com 58,77 por cento dos votos contra Fabré com 35,19 por cento.

"As decisões da Corte são definitivas", acrescentou o Sr. Assouma.

Aperto ao poder

A oposição do Togo disse nesta sexta-feira que não iria contestar a vitória do Presidente Gnassingbé, apesar de reivindicar de que a eleição foi fraudada. E ela disse mais - que o tribunal "serve" o governo.

Os líderes da oposição tinha ido para a eleição do último fim de semana com chances para evitar que Gnassingbe assegure um terceiro mandato e terminar com aperto de quase 50 anos de sua família no poder na pequena nação da África Ocidental.

O Pai do Presidente Gnassingbé, Gnassingbé Eyadema, tomou o poder através de um golpe de Estado e governou com mão de ferro por 38 anos no país que foi ex-colônia alemã e francesa e administrado por ele até sua morte em 2005.

A União Europeia, a principal financiadora da eleição do Togo, disse que a eleição "foi calma, confirmando o apego do povo togolês à democracia".

A União Africana e bloco regional CEDEAO também disse que a votação foi livre e transparente.

#africareview.com

Os alunos da Universidade da Serra Leoa desafiam o Ebola para garantir a colação de grau.

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O Presidente da Serra Leoa Ernest Bai Koroma. FOTO | ARQUIVO

A Universidade de Serra Leoa (USL) realizou neste Sábado sua primeira cerimônia de convocação anual desde a eclosão da epidemia de Ebola.

A cerimônia no campus Fourah Bay College até o Monte Aureol, ocorreu quatro meses após o adiamento da última formação em dezembro, devido à epidemia.

Normalmente, o encontro é o maior realizado pela universidade, consagra juntos acadêmicos, estudantes, do pais e membros da família.

Mas o evento deste ano foi um assunto chave em meio a temores de que o vírus ainda estava ocasionando novos casos no norte e nas regiões do oeste.

Havia preocupações sobre a realização da cerimônia, mas os funcionários da USL Leone disseram que foram tomadas todas as precauções para garantir que nenhum contato físico ocorreria, através do qual os cientistas afirmam que o vírus é transmitido.

Até sábado último, 3.536 pessoas morreram na Serra Leoa devido ao vírus, entre um total de 8592 casos.

A transmissão do vírus reduziu-se drasticamente, com números flutuantes entre zero e um verificados nas últimas semanas.

Para reduzir os riscos

A Cerimônia de sábado foi realizada mesmo que havendo um estado de emergência de saúde pública em vigor desde julho 2014 que não foi levantado.

O porta-voz USL Munda Rogers disse que foi seguiu todos os protocolos e tiveram a aprovação do governo para realizar a cerimônia.

Sr. Rogers disse que foram tomadas outras medidas para limitar o contato corpo a corpo, incluindo a exclusão de aperto de mão, uma prática comum durante a entrega dos certificados aos alunos.
O Presidente Ernest Bai Koroma, que é o reitor da universidade, não compareceu, apesar de expectativa que ele faria, disseram as fontes.

"Nós temos a permissão do governo para ir adiante com essa atividade porque estava muito atrasada", disse Rogers.

Ele disse que, pela primeira vez na história da universidade, graduandos não apertaram as mãos durante a cerimônia com o chanceler da universidade ou outros funcionários.

A administração da universidade também teve que convidar um número menor de pessoas para a cerimônia para reduzir os riscos, acrescentou o Sr. Rogers.

# africareview.com

sábado, 2 de maio de 2015

Exército da Nigéria 'resgata' mais reféns do Boko Haram.

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Autoridades nigerianas relataram ter resgatado pelo menos 687 mulheres e crianças dos insurgentes Boko Haram.

Um comunicado do ministério da Defesa em Tweeter disse que os reféns foram resgatados das seções Kawuri e Konduga da expansiva floresta Sambisa.

A declaração do porta-voz da Defesa, major-general Chris Olukolade, disse que os resgatados foram evacuados para se juntar a outros em um local não revelado.

A floresta Sambisa é o esconderijo de membros da temida Boko Haram no nordeste do Estado de Borno.

O Exército tem invadido as florestas e continua a resgatar os cativos do Boko Haram.

Intensos combates

Fotografias de reféns libertados logo cedo pelos soldados mostraram as vítimas desnutridas e despenteadas.

As autoridades militares disseram que a libertação foi realizada em "condição atroz".

A operação teria envolvido pesados ​​combates entre os soldados e os terroristas em vários campos na floresta.

Vários fundamentalistas, incluindo os comandantes de campo e soldados de infantaria, acredita-se que foram mortos durante a operação, enquanto armas substanciais foram apreendidas com eles.

No entanto, não houve nenhum relatório sobre as alunas sequestradas principalmente das Meninas da Escola Secundária em Chibok, Estado de Borno capturadas em 14 de abril de 2014.

#africareview.com

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Vitória do Vietnã contra os EUA completa 40 anos.

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Foto: wikimedia.org

Há exatos 40 anos chegava ao fim uma das principais guerras imperialistas do século passado. Em 30 de abril de 1975, os vietnamitas finalmente colocavam um ponto final na guerra de ocupação contra seu país e impunham aos EUA uma derrota histórica marcante e que abriu caminho para outros enfrentamentos anti-imperialistas.
Com a reputação arranhada, - não apenas por perderem uma guerra pela primeira vez, mas também pelas técnicas desumanas que utilizaram, em vão, para conseguir dominar a nação asiática - os estadunidenses foram derrotados e saíram às pressas de Saigon.
A maior potência bélica do mundo gastou mais de 200 bilhões de dólares e chegou a enviar 550 mil soldados para a Guerra do Vietnã.
Com boa parte da opinião pública internacional contrária ao conflito e com grande parte dos norte-americanos considerando a morte de seus compatriotas totalmente sem sentido, o então presidente do país, Richard Nixon, foi obrigado a bater em retirada e seus planos de combate ao comunismo na região, foram derrotados. A agressão, que foi o método utilizado para viabilizar estes planos, provocou a morte de mais de 1 milhão de vietnamitas e de 60 mil estadunidenses.
Com a vitória, o Vietnã encerrou um longo período de ingerência belicista em seu território. Embora os combates tenham se iniciado por volta de 1957, os vietnamitas já vinham sofrendo, há décadas, com os desmandos de potências ocidentais. Em 1883 a região, na época conhecida como Indochina (Vietnã, Laos e Camboja), caiu sob domínio do colonialismo francês. Esta exploração foi interrompida durante a Segunda Guerra Mundial, quando, entre 1941 e 1945, o Japão assumiu o papel de subjugar a população local em prol de interesses próprios. O fim da beligerância global deu a falsa impressão aos franceses de que poderiam seguir com seu domínio. Esse ledo engano deu origem à Guerra da Indochina, embrião da Guerra do Vietnã.
Quando em 1954, influenciados pela busca por soberania e liberdade, os vietnamitas conseguiram se livrar da França, viram o país ser dividido na Conferência de Genebra. O Norte, liderado pelo histórico líder comunista Ho Chi Minh e o Sul sob a influência capitalista dos EUA, mais um dos muitos efeitos da Guerra Fria.
A proposta inicial previa que dois anos depois, em 1956, eleições fossem realizadas e o país fosse reunificado. No entanto, influenciado pelos estadunidenses, o governo da região Sul descumpriu o acordo, dando origem a uma série de combates.
A ideia norte-americana, em especial de Robert McNamara, secretário de Defesa dos Estados Unidos durante os governos de John Kennedy (1961 - 1963) e Lyndon Johnson (1963 - 1969), era de que se os comunistas vencessem as eleições no Vietnã, logo o comunismo tomaria forma em toda a Ásia, o que era inadmissível na estratégia estadunidense e justificava, para eles, uma guerra destas proporções.
No início da década de 1960, percebendo que apenas dinheiro e armamento não seriam suficientes para que a região Sul vencesse os conflitos internos, os EUA intensificaram o envio de soldados, os bombardeios ao lado Norte e até passaram a utilizar armas químicas, cujo efeito devastador é sentido até hoje no Vietnã.
Nada disso foi suficiente. Os bravos vietcongs, como ficaram conhecidos os combatentes vietnamitas, conseguiram libertar o país, mesmo com menor poderio bélico, utilizando técnicas de guerrilha. Depois de encurralar as forças estadunidenses e da fuga de seus aliados do Vietnã do Sul, organizaram uma grande ofensiva, marcharam em Saigon e rebatizaram a cidade para Ho Chi Minh. Um ano depois, finalmente, a nação foi reunificada, transformando-se (e mantendo até hoje) em um país socialista.
Da redação do Portal Vermelho 
In Pátria Latina
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Guiné-Conacry: CELEBRAÇÃO - Por que 01 de maio é o Dia do Trabalhor?

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O 1º de maio, Dia do Trabalhador, tem suas origens na história da classe trabalhadora. O ponto de partida foi num sábado, 01 de maio de 1886. Nesse dia, em Chicago, um movimento reivindicativo pela jornada de 8 horas foi lançado pelos sindicatos americanos, em pleno desenvolvimento. Uma greve, seguida por 400.000 empregados que paralisaram muitas fábricas. A data de 01 de maio não foi escolhida ao acaso: é o "dia da mudança", o dia onde tradicionalmente, as empresas americanas realizam os cálculos de seu ano financeiro. O movimento prossegue e a 4 de maio, durante uma manifestação, uma bomba foi lançada contra os policiais que responderam. Resultado: uma dúzia de mortes, incluindo sete policiais. Seguiu-se a condenação à morte de cinco anarquistas.



Três anos mais tarde, o Congresso da 2a Reunião Internacional Socialista em Paris para o centenário da Revolução Francesa, decidiu fazer do 1º de maio o "dia internacional dos trabalhadores" com o objectivo de impor a jornada de oito horas. Esta data foi escolhida em memória do movimento de 01 de maio de 1886 em Chicago.
Em 1890, os manifestantes usaram um triângulo vermelho que simboliza o seu pedido triplo: oito horas de trabalho, 8 horas de sono, oito horas de recreação. Esta marca é progressivamente substituída por uma flor de rosa selvagem, em 1891, quando uma manifestação em Fourmies no norte da França agravada, e a polícia a disparar contra a multidão.
Nesse dia, uma jovem mulher que vestia de rosa selvagem foi morta. Esta flor é o símbolo do 01 de maio.

#www.guineeconakry.info

Represálias após denúncias de agressão sexual preocupam militares dos EUA.

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O secretário de Defesa anunciou que ordenou uma "estratégia abrangente para evitar represálias contra membros do serviço que informem ou intervenham em nome das vítimas de agressão sexual e outros crimes".

Pessoas sobem em carro da polícia em Baltimore nesta segunda-feira, durante protesto contra morte de jovem negro  (Foto: AP Photo/Juliet Linderman)
Foto: AP
O Pentágono manifestou nesta sexta-feira sua preocupação com as represálias feitas contra vítimas ou queixosos de agressão sexual no exército dos Estados Unidos e se comprometeu a tomar medidas para resolver o problema. O secretário de Defesa, Ashton Carter, anunciou que ordenou uma "estratégia abrangente para evitar represálias contra membros do serviço que informem ou intervenham em nome das vítimas de agressão sexual e outros crimes".

"Muitos membros do serviço afirmam que quando relatam ou tentar parar estes crimes são de alguma forma condenados ao ostracismo ou sofrem represálias", segundo Carter. O anúncio do chefe do Pentágono foi feito após a divulgação de um relatório anual do Departamento de Defesa sobre agressões sexuais nas forças armadas.

O documento assinala que as agressões sexuais têm diminuído ao longo dos últimos dois anos, de acordo com pesquisas anônimas realizadas entre as tropas, mas também observa que o número de incidentes relatados por vítimas às autoridades aumentou.

Uma pesquisa realizada pelo instituto de pesquisas RAND Corportaion divulgada no ano passado mostrou que 62% das vítimas de violência sexual relataram que sofrem algum tipo de retaliação, sanções administrativas ou algum grau de ostracismo em seus locais de trabalho. Depois que as medidas para proteger as vítimas foram adotadas, esta proporção caiu para 57%.
#correiobraziliense.com.br

Raúl Castro e Maduro presidem desfile de 1º de Maio em Cuba.

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"Unidos na construção do socialismo" foi o slogan central dos manifestantes que tomaram conta de todas as cidades de Cuba.


Os presidentes de Cuba, Raúl Castro, e da Venezuela, Nicolás Maduro, lideraram nesta sexta-feira o desfile de 1º de Maio em Havana, com chamados pela unidade do socialismo, mas sem a retórica anti-imperialista de outrora.

Com seu uniforme de general, Raúl Castro, com Maduro a seu lado, saudou milhares de pessoas que marcharam diante de uma tribuna na Praça da Revolução, sob uma chuva por vezes torrencial.

"Unidos na construção do socialismo" foi o slogan central dos manifestantes que tomaram conta de todas as cidades de Cuba.

O ato terminou uma hora e meia depois e contou com a presença não apenas de trabalhadores, como de estudantes e militares.

Raúl Castro e Maduro suportaram estoicamente o aguaceiro, assim como os demais participantes do evento. Segundo antiga tradição cubana, quem se molha com a primeira chuva de maio, terá sorte o resto do ano.

As autoridades não informaram quantas pessoas participaram nas passeatas em Havana, mas calcula-se que foram ao menos 300.000.

Mais de 2.000 membros de 205 organizações sindicais e políticas de 70 países assistiram como convidados o desfile, que contou com médicos e enfermeiros que combateram o ebola na África.

Apesar das palavras de ordem a favor da Venezuela e do Socialismo, o ato transcorreu sem a tradicional retórica contra os Estados Unidos.

Este é o primeiro ato oficial em massa desde que os presidentes americano Barack Obama e cubano Raúl Castro decidiram por fim a meio século de tensões e normalizar suas relações.

Maduro deve voltar ainda hoje a Caracas, onde anunciará um conjunto de medidas para tentar reverter a grave crise econômica vivida por seu país.
#correiobraziliense.com.br

terça-feira, 28 de abril de 2015

Sem alarde foi como Kaunda celebrou o seu 91º aniversário.

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Primeiro presidente da Zâmbia Kenneth Kaunda. ARQUIVO | GROUP NATION MEDIA

O Primeiro presidente da Zâmbia Kenneth Kaunda comemorou nesta terça-feira o seu 91º aniversário em um evento chave na baixa de sua residência na capital Lusaka.

Museu Nacional no país sul Africano lançou no ano passado uma exposição de fotografia de seu fundador, que celebra o seu aniversário em 28 de abril.

Dr Kaunda conduziu a Zâmbia à independência da Grã-Bretanha em 1964 e é um dos poucos membros entre os seus contemporâneos sobreviventes.

"Primeiro presidente republicano Dr Kaunda comemorou seu 91º aniversário tranquilamente em sua casa em área do Estado Lodge em Lusaka", informou a rádio estatal durante o seu boletim de meio-dia, nesta terça-feira.

Ele repetidamente brincou sobre sua idade antes de prosseguir o corte do bolo de aniversário.

Ele estava cercado por sua família e amigos.

Dr Kaunda foi na semana passada internado no hospital dentro de Lusaka para o que sua família disse que foi para "mera" observação.

Ele governou a Zâmbia por 27 anos após a independência.

Enquanto esteve no poder, o Dr. Kaunda recebeu muitos grupos que lutavam pela independência, especialmente aqueles da região sul Africana.

Ele assumiu o poder como um líder popular, mas comentaristas dizem que ele se tornou cada vez mais autocrático, antes de ceder o poder nas primeiras eleições multipartidárias, em 1991, que foi vencida por Frederick Chiluba.

Em algum momento, o Dr. Kaunda recuperou estatura como um dos estadistas da África, ajudando a mediar impasse político no Zimbabwe.

Dr Kaunda, que é relativamente energético para a sua idade, geralmente corre para o pódio, quando é chamado para falar em actos públicos, um movimento que excita as audiências.


Ele agora é famoso em seu país por sua campanha anti-Aids.

#africareview.com

Brasileiro Rodrigo Gularte é executado na Indonésia.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Ele foi condenado à morte por tráfico de drogas em 2005.
É o 2º brasileiro executado por pelotão de fuzilamento no país este ano.


O brasileiro Rodrigo Gularte, de 42 anos, foi executado na Indonésia na madrugada desta quarta-feira (29) – horário local, tarde de terça-feira (28) no horário de Brasília. Ele havia sido condenado à morte por tráfico de drogas, e a pena foi executada por um pelotão de fuzilamento.
Outros sete condenados por tráfico de drogas foram executados. A única mulher condenada do grupo, a filipina Mary Jane Veloso, não foi executada porque a pessoa que a recrutou para transportar drogas se entregou às autoridades. Mary Jane precisa testemunhar neste outro processo, por isso o presidente filipino pediu que sua execução fosse postergada.
O paranaense Gularte foi preso em julho de 2004 depois de tentar ingressar na Indonésia com 6 quilos de cocaína escondidos em pranchas de surfe. Ele foi condenado à morte em 2005.
Gularte é o segundo brasileiro executado no país este ano – em janeiro, Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, foi fuzilado. Ele também cumpria pena por tráfico de drogas.
O governo brasileiro divulgou nota na qual diz ter recebido com "profunda consternação" a notícia da execução de Gularte. De acordo com o Itamaraty, a presidente Dilma Rousseff enviou carta ao presidente indonésio, Joko Widodo, pedindo a suspensão da pena de morte em razão do "quadro psiquiátrico" do brasileiro.
A filipina Mary Jane Veloso, em foto de 21 de abril, durante celebração do Kartini Day, em homenagem à ativista dos direitos femininos Raden Kartini, na prisão Yogyakarta (Foto: AFP Photo/Tarko Sudiarno/Files)

A filipina Mary Jane Veloso, em foto de 21 de abril. Ela seria executada nesta terça, mas o presidente filipino pediu que o cumprimento da pena fosse adiado (Foto: AFP Photo/Tarko Sudiarno/Files)
Gularte foi diagnosticado com esquizofrenia por dois relatórios médicos no ano passado. Em março, uma equipe médica reavaliou o brasileiro a pedido da Procuradoria Geral indonésia, mas o resultado deste laudo não foi divulgado.
Familiares e conhecidos relataram que Gularte passava seus dias na prisão conversando com paredes e ouvindo vozes. Dizem que ele se recusava a tirar um boné, que usava virado para trás, alegando ser sua proteção.
Angelita Muxfeldt, prima de Gularte, passou os últimos meses na Indonésia tentando reverter a decisão. Ela esteve com ele pela última vez na tarde de terça, no horário local, horas antes da execução.
Angelita contou, antes da execução, que não disse ao primo claramente o iria ocorrer, e que ele não sabia o que iria acontecer, apesar de ter sido informado no sábado (25) da morte iminente. Segundo a brasileira, ele sofre de delírios e não entendeu que seria executado, acreditando que ainda seria solto.
Executados
Além do brasileiro, sete outros suspeitos foram executados. Todos foram condenados por tráfico de drogas e tiveram seus pedidos de clemência rejeitados.
Eles são os australianos Myuran Sukumaran e Andrew Chan, os nigerianos Martin Anderson, Okwudili Oyatanze, Sylvester Obiekwe Nwolise e Jamiu Owolabi Abashin e o indonésio Zainal Abidin.
A Austrália e as Filipinas também tentaram diversos recursos para adiar as execuções, além de realizarem pressão diplomática, mas sem sucesso. Após as execuções, a Austrália anunciou que convocou seu embaixador na Indonésia para consultas.
Montagem com fotos de seis dos oito executados à morte por tráfico na Indonésia na terça (28): acima, a partir da esquerda, os australianos Myuran Sukumaran e Andrew Chan o nigeriano Martin Anderson. Abaixo, os nigerianos Jamiu Owolabi Abashin e Sylvester (Foto: AFP Photo)

Montagem com fotos de seis dos oito executados por tráfico na Indonésia na terça (28): acima, a partir da esquerda, os australianos Myuran Sukumaran e Andrew Chan e o nigeriano Martin Anderson. Abaixo, os nigerianos Jamiu Owolabi Abashin e Sylvester (Foto: AFP Photo)
Crise diplomática
Em janeiro, o fuzilamento de Marco Archer gerou uma crise diplomática entre o país asiático e o Brasil.
A presidente Dilma Rousseff se disse "consternada e indignada" com o ocorrido e convocou o embaixador brasileiro em Jacarta para consultas.
Em fevereiro, Dilma decidiu adiar o recebimento das credenciais do novo embaixador da Indonésia em Brasília para reavaliar a situação bilateral entre os dois países. Em represália, o Ministério das Relações Exteriores indonésio chamou de volta ao país o embaixador no Brasil, Toto Riyanto, e convocou para uma reunião o então embaixador brasileiro em Jacarta, Paulo Soares, que deixou o comando da chancelaria indonésia em março.
Atualmente, a embaixada do Brasil em Jacarta está sendo chefiada, interinamente, por Leonardo Monteiro, encarregado de negócios da chancelaria indonésia.
A Indonésia reforçou suas penalidades por crimes de tráfico de drogas e voltou a realizar execuções em 2013, depois de uma pausa de cinco anos.
GOVERNO BRASILEIRO REAGE:

Governo manifesta consternação 'profunda' por execução de brasileiro

Em carta, Dilma pediu a presidente indonésio suspensão de fuzilamento.
Autoridades indonésias não foram sensíveis a apelo humanitário, diz nota.


O governo divulgou nota na tarde desta terça-feira (28) na qual diz ter recebido com "profunda consternação" a notícia da execução na Indonésia do brasileiro Rodrigo Gularte, de 42 anos e transmite "solidariedade" à família. Ele é o segundo brasileiro fuzilado por tráfico de drogas na Indonésia – o primeiro foi Marco Archer, em janeiro. De acordo com a nota, as execuções dos dois brasileiros representam "fato grave" nas relações entre os dois países.
Gularte foi morto na madrugada de quarta-feira (29), pelo horário local – tarde desta terça-feira (28) no horário de Brasília. A pena foi executada por um pelotão de fuzilamento. Também foram fuziladas outras sete pessoas, de diferentes nacionalidades, condenadas pelo mesmo crime.
De acordo com nota divulgada pelo Itamaraty, a presidente Dilma Rousseff enviou carta ao presidente indonésio, Joko Widowo, pedindo a suspensão da pena de morte em razão do "quadro psiquiátrico" do brasileiro.
"Lamentavelmente, as autoridades indonésias não foram sensíveis a esse apelo de caráter essencialmente humanitário", diz o texto da nota.

Rodrigo Gularte (Foto: Reprodução / RPC)

O brasileiro Rodrigo Gularte (Foto: Reprodução/RPC)
Segundo o texto, a morte de Gularte é "fato grave" nas relações entre Brasil e Indonésia. A nota diz que o Brasil trabalhará nos organismos internacionais de direitos humanos pela abolição da pena de morte.
"A execução de um segundo cidadão brasileiro na Indonésia, após o fuzilamento de Marco Archer Cardoso Moreira, em 18 de janeiro deste ano, constitui fato grave no âmbito das relações entre os dois países e fortalece a disposição brasileira de levar adiante, nos organismos internacionais de direitos humanos, os esforços pela abolição da pena capital", afirma o texto da nota.
De acordo com o Itamaraty, a família de Rodrigo Gularte optou por não cremá-lo e trará o corpo do brasileiro ao país para que seja enterrado. O Ministério das Relações Exteriores, porém, não detalhou se o governo vai arcar com algum custo para o transporte e onde Gularte será enterrado.
Itamaraty
Antes de ser divulgada, a nota do governo foi lida pelo secretário-geral de Relações Exteriores, Sérgio Danese, durante entrevista no Itamaraty.
Ele afirmou que o Brasil procurará o governo indonésio para evitar que outros brasileiros voltem a ser executados no país. Danese disse, porém, disse que não há outro cidadão no chamado “corredor da morte”.
“Eu não vou entrar em detalhes, mas nós temos uma preocupação em conversar com o governo indonésio para procurar ver de que forma nós podemos, eventualmente, evitar que isso [execução de brasileiros] volte a acontecer. Em segundo lugar, veremos formas para que os dois países possam superar esses episódios, que foram muito graves”, disse o diplomata.
Segundo Danese, o governo ainda avalia quais medidas adotará em relação à Indonésia, país classificado por ele de “importante parceiro do Brasil” e com relações “estratégicas”.
Ao dizer que o governo brasileiro pode vir a adotar contra a Indonésia, Sérgio Danese não as detalhou. Ele, porém, reiterou que o Brasil ainda avalia o que fará.
“Nós estamos, precisamente, avaliando isso [quais medidas adotar]. É importante que se note o trecho do documento [do governo, lido por ele] em que se manifesta a posição brasileira de forma mais intensa e mais militante sobre os esforços pela abolição da pena capital. Este é um aspecto importante que vamos extrair deste episódio”, declarou.
Segundo o diplomata, a Embaixada do Brasil em Jacarta, capital da Indonésia, continuará sob a responsabilidade de um encarregado de negócios do Itamaraty, que desde as últimas semanas tem chefiado a representação brasileira no país.
De acordo com Danese, “não há previsão sobre quando haverá mudança no status” da embaixada. Ele afirmou também não haver expectativa sobre quando a Embaixada da Indonésia em Brasília passará a ser chefiada por um embaixador – a representação do país asiático também tem sido administrada por um encarregado de negócios desde que a presidente Dilma Rousseff não aceitou receber as credenciais do embaixador indicado para o posto pelo governo da Indonésia.
Diplomacia
O estremecimento nas relações diplomaticas entre Brasil e Indonésia começou em janeiro deste ano, com a execução de Marco Archer, outro brasileiro condenado à morte no país por tráfico de drogas.
Logo após o governo do país asiático informar que não aceitaria os pedidos de clemência, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que a atitude criava “sombras” na relação entre os dois países. A presidente Dilma chegou a afirmar que estava "consternada e indignada" com a morte Archer.
Em fevereiro, a presidente decidiu adiar o início da atuação do embaixador da Indonésia em Brasília, Toto Riyanto. Ele entregaria a ela as cartas credenciais – ato de formalidade diplomática – em cerimônia no Palácio do Planalto, o que não ocorreu.
O recebimento das credenciais dos embaixadores pelo presidente da República é uma formalidade que marca oficialmente o começo das atividades dos diplomatas. Na prática, com o ato, o presidente passa a reconhecer que o embaixador representa o Estado no Brasil. Após a atitude de Dilma, o governo indonésio chamou o embaixador de volta e a representação passou a ser chefiada por um encarregado de negócios.

#g1.globo.com

Nigéria: O Presidente eleito Buhari quer sondar a falta de US $ 20 bilhões em dinheiro de petróleo da Nigéria.

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Gen (Reformado) Muhammadu Buhari. ARQUIVO | GROUP Nation Media

O Presidente eleito Muhammadu Buhari concordou em investigar a alegada falta de 20 bilhões de dólares das contas da Corporação Nacional de Petróleo da Nigéria (NNPC).

Gen (Reformado) Buhari durante a campanha eleitoral, prometeu a comunidade internacional que não iria investigar o governo do presidente Goodluck Jonathan.

No entanto, o desenrolar dos acontecimentos em matéria de finanças do país estão forçando o novo líder de 72 anos de idade a retirar sua promessa.

O soprador de apito, Kano Emir Sanusi Lamido Sanusi, que foi governador do Banco Central da Nigéria (CBN), questionou o Presidente Jonathan sobre a incapacidade da NNPC contabilizar o dinheiro.

Na confusão que se seguiu, o Sr. Sanusi foi forçado a sair da BCN "Banco Central da Nigéria" e tornou-se o arqui-inimigo do presidente Jonathan.

Recebendo uma delegação de atores políticos do estado de Adamawa nesta segunda-feira, o General Buhari  expressou choque no tratamento da alegada falta de dinheiro.

"Ouvi dizer que algumas pessoas começaram a devolver o dinheiro; Eu não vou acreditar até ver por mim mesmo".

"Imagine uma situação em que o ex-governador do BCN, que pela graça de Deus, é agora o Emir de Kano, levantar a questão de falta de bilhões de dinheiro, não em naira, mas em dólares, US $ 20 bilhões.

"O que aconteceu... em vez de eles investigarem se é verdade, eles simplesmente encontraram a razão para tirá-lhe do cargo. Então, essas são as questões de que estamos a falar.

"Essa questão ainda não acabou. Assim que eu assumir o cargo, vamos pedir uma nova investigação sobre o assunto. Não vamos permitir que as pessoas roubem o dinheiro destinado aos nigerianos para eles comprarem ações e depositar em terras estrangeiras. "

A auditoria está firme

Depois que eles demitiram o Sr. Sanausi, o presidente Jonathan contratou PricewaterhouseCoopers (PwC) para realizar uma auditoria na NNPC, apesar de ele ser exonerado da corporação.

PwC divulgou o relatório que está mantido em segredo.

A empresa de auditoria foi contratada para investigar a alegação de desvio de 20 bilhões de dólares dos US $ 49.8bilhões da receita da venda de petróleo bruto entre janeiro de 2012 e 31 de julho de 2013.

O resumo do relatório, que o Auditor Geral da Federação, o Sr. Samuel Ukura apresentou ao público, indicou que a recente alegação de receita arrematada era falsa.

O relatório foi enfático ao dizer que o montante total na exportação de petróleo bruto foi de US $ 67 bilhões, dos quais $ 50.81 bilhões foi remetido para a conta da federação.

A outra questão abordada no relatório foi que US $ 1.48 bilhões é o montante que a empresa de auditoria recomendou que NNPC deve pagar à conta da Federação.

O ministro das Finanças Ngozi Okonjo-Iweala informou na semana passada que NNPC tinha começado a remeter o dinheiro.

General Buhari, que venceu as eleições presidenciais de 28 de março, já teria avisado que ele não gostaria de receber qualquer membro da sua família na residência presidencial se não tivesse nenhum negócio legítimo para debater com o governo.

Ele franziu a testa pelo alto nível de corrupção e advertiu que ele não permitiria que ninguém influenciasse a sua orientação anti-corrupção.

#africareview.com

segunda-feira, 27 de abril de 2015

ANGOLA: No Huambo “muita gente foi morta à catanada” diz Raúl Danda da UNITA.

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A UNITA afirma que os confrontos no Huambo, entre uma seita religiosa e a polícia, terminaram com 1.080 mortos civis, contra os 13 reconhecidos pelas autoridades angolanas.


Em Angola, o caso Kalupeteka continua a agitar a sociedade e a causar divergências de posições/opiniões. Uma delegação parlamentar da UNITA, composta por cinco deputados, esteve no Huambo durante três dias (23/24/25.04), e numa conferência de imprensa no seu regresso a Luanda, o chefe da delegação, Raúl Danda, líder da bancada parlamentar do maior partido da oposição, falou em mais de 1000 mortos contra os cerca de 13 revelados pelo Governo do MPLA.

Recorde-se de que nove polícias terão sido mortos por seguidores da autodenominada "Igreja Cristã do Sétimo Dia - a Luz do Mundo", liderada por Julino Kalupeteca, e em retaliação a polícia terá morto vários fiéis. O partido no poder nega os números apontados pelo maior partido da oposição.

A DW África entrevistou o chefe da bancada parlamentar da UNITA, Raúl Danda.

DW África: Que balanço faz da deslocação da delegação parlamentar da UNITA à região?

Raúl Danda (RD): Falamos com o senhor Governador Provincial, com o Administrador Municipal da Caála, onde os primeiros acontecimentos tiveram lugar, mas não conseguimos falar com o Comandante Provincial da Polícia porque, depois de nos ter confirmado o encontro, de repente teve de viajar sabe Deus para onde. Também não conseguimos ver o senhor Kalupeteca, apesar de o Governador Provincial nos ter garantido que o poderíamos ver, bastando para isso falar com o senhor Procurador Provincial. Queríamos ouvir do Kalupeteca o que o teria levado a matar nove polícias. O senhor Procurador Provincial confirmou-nos a prisão do senhor Kalupeteca, mas disse-nos que este só poderia receber visitas de familiares próximos, mas sabíamos que ele não estava a receber essas visitas. Também não conseguimos falar com o Comandante militar, mas sabemos que estão também envolvidos elementos das Forças Armadas Angolanas. Conversamos com estas entidades, com elementos da sociedade civil, com elementos ligados às denominações religiosas, e inclusive com polícias, alguns dos quais de fato participaram nesta ação macabra. O que pudemos constatar é que houve realmente muitas mortes. O Governo dizia que apenas tinham morrido nove polícias, enquanto as informações que recebemos apontavam para um número muito mais elevado. A própria polícia, na voz do segundo Comandante Geral, diz que houve três horas de fogo intenso, e sabemos que os homens de Kalupeteca não tinham armas... Então quem ficou a disparar durante três horas só podem ter sido aqueles que estavam armados, ou seja, a Polícia de Intervenção Rápida.

DW África: A delegação parlamentar da UNITA fala de 1080 mortos. Como chegaram a esses números?

RD: Recebemos informações das populações. O ato não se passou só naquele local, pois noutras aldeias muita gente foi morta também. Mataram centenas de pessoas. Dispararam indiscriminadamente contra pessoas que não tinham armas, e os danos não poderiam ser menores. Temos indicações de que muita gente foi também morta à catanada. Houve pessoas que foram tiradas de debaixo das suas camas e mortas. Uma ação destas não poderia fazer só mortos à partida, teria que haver também feridos, e no hospital não deu entrada nenhum ferido. As pessoas estão a ser simplesmente exterminadas.

DW África: A UNITA diz que vai solicitar uma comissão de inquérito. Ela já está a trabalhar?
RD: Dissemos publicamente na Assembleia Nacional que era preciso que fosse criada uma comissão parlamentar de inquérito, até porque, dada a gravidade da situação, a Assembleia Nacional, enquanto representante de todos os angolanos, devia agir já. Mas se me perguntar se eu acredito que esta comissão parlamentar de inquérito saia nos próximos dias, eu Raúl Danda, vou-lhe dizer muito honestamente que não acredito porque tudo aquilo que lese a entidade governativa vai ser bloqueado pela maioria parlamentar do MPLA no Parlamento.

DW África: O fato da autodenominada "Igreja Cristã do Sétimo Dia - a Luz do Mundo" ser considerada ilegal legitima a violência perpetrada pela polícia?

RD: De maneira nenhuma, e é esta a nossa preocupação. Se o senhor Kalupeteca matou por algum motivo que se desconhece, porque ainda ninguém ouviu o Kalupeteca, e se o fato de eles terem morto polícias constitui um crime, é igualmente um crime a polícia e as forças armadas matarem as pessoas da forma como mataram. Porque inclusivamente alguns dos próprios polícias dizem que aquilo que viram foi simplesmente aterrador. Nós temos imagens feitas por um ou outro elemento da própria polícia lá no local a incendiarem as casas, muitas pessoas mortas, etc., etc. .

DW África: A morte dos agentes da ordem coloca em causa a estrutura da polícia angolana no que diz respeito à força e competência. Esta repressão exercida sobre a população pode ser considerada como uma forma de repor a credibilidade da polícia e ao mesmo tempo de intimidar os apoiantes de Kalupeteca?

Um comício da UNITA no Huambo em fevereiro de 2014

RD: Julgo que se isso é uma forma de repor este respeito, a polícia terá encontrado a pior forma possível. Continuamos a considerar que é verdade que foi subestimada qualquer reação de Kalupeteca, e mais uma vez reitero que era preciso também saber o que é que levou estes homens a reagirem assim contra a polícia. Era preciso que o governo dialogasse com Kalupeteca. Estas coisas não se resolvem com tiros, mas sim com diálogo. E quem deixou a situação chegar ao ponto a que chegou foi o próprio Governo angolano.
Um comício da UNITA no Huambo em fevereiro de 2014
#dw.de

Cabo Verde: Novo administrador comercial da TACV "quer alcançar os melhores resultados da história".

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O novo administrador comercial da TACV, Arik De, congratulou-se com o crescimento de 20% alcançados pela empresa neste primeiro trimestre, face ao período homólogo. Para este indiano com larga experiência na aviação, caso este cenário se mantenha por mais nove meses, a TACV terá “oficialmente os melhores resultados da sua história em muito tempo”. Este responsável, que esteve em Lisboa para apresentar o novo plano de expansão de voos e de negócio da companhia de bandeira nacional, diz que a TACV pretende abrir novas rotas nas Américas, Europa e África e fazer com que a companhia funcione como um “hub”.

Novo administrador comercial da TACV

As receitas dos TACV estiveram no primeiro trimestre deste ano 20% acima do período homólogo do ano passado (a companhia nacional transportou no primeiro trimestre deste ano 29.587 passageiros entre Lisboa e Cabo Verde - mais 53,5% do que no primeiro trimestre de 2014).
Motivo de satisfação para Arik De que diz chegar à TACV com o objectivo de “tornar a companhia mais estável financeiramente e fazê-la crescer”. Para esse fim, tem já um plano que implica mudar a imagem da empresa, torná-la “mais cabo-verdiana”, abrindo mais rotas para as Américas, Europa e África. Mais: ainda fazer com que a companhia aérea de bandeira nacional funcione como um “hub”.
Entretanto há trabalho a ser feito antes dessa expansão, garantiu Arik De, sublinhando que é necessário alterar os horários dos voos para que Cabo Verde funcione como um “hub” com voos dos Estados Unidos e Brasil – depois distribuídos para a Europa e África. Mostrou-se confiante no aumento dos clientes através das conexões. "A perspectiva é que se venha a ter 60% dos clientes a fazer conexões – actualmente a cifra dos TACV está entre os 3 e 5%", explicou, apontando ainda a ilha do Sal como o “hub ideal" por ser "pequeno e eficiente”.
Bons ventos nas asas dos aviões da TACV é o que Arik De espera. Mostra-se optimista com o futuro: “Mais três trimestres como este, teremos oficialmente os melhores resultados da nossa história em muito tempo”. Para isto é entretanto preciso, conforme o indiano com larga experiência em aviação, controlar os custos e corrigir a distribuição online.
As estratégias da TACV passam ainda por mudar a imagem da companhia, tornando-a “mais cabo-verdiana”. Arik De quer servir "morabeza" a bordo dos aviões da TACV. Quer que os passageiros entrem nas aeronaves e sintam que estão a ir para Cabo Verde. Vão ouvir Cesária Évora e degustar refeições, café e vinhos locais. Arik De começou por trabalhar como consultor nos TACV, há cinco meses. Iniciou as funções como CCO a primeiro de Abril deste ano.
# asemana.publ.cv

Guiné Bissau apela a governos da CPLP para reforço de sinergias.

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(EURONEWS)

O líder da Câmara do Comércio da Guiné-Bissau, Braima Camará, apelou esta quarta-feira aos empresários da comunidade lusófona ao reforço das parcerias estratégicas a partir das “mais-valias” de cada um dos países e assim ajudarem os seus Governos.
Braima Camará acredita que a partir de alianças entre os empresários dos países lusófonos, o espaço da lusofonia poderá conquistar “mais mercados” e potenciar produtos de cada um dos Estados-membros.
O presidente da Câmara do Comércio guineense deu como exemplo a somatória entre “a tecnologia brasileira e o capital angolano” que daria para transformar o caju da Guiné-Bissau.
Braima Camará notou que dessa sinergia poderia sair “um produto final de excelente qualidade em qualquer parte do mundo”, o que, reforçou, podia ser feito também com o atum de Cabo Verde ou com o camarão de Moçambique.
“Temos é de ter consciência da riqueza que representamos e dos espaços em que estamos inseridos para, de forma inteligente, aproveitarmos a pertença de todos e de cada um de nós”, declarou.
O presidente da Câmara do Comércio da Guiné-Bissau defendeu a ideia na abertura de uma conferência sobre eventos empresariais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que decorre em Bissau até quinta-feira.
O encontro é coorganizado pela Confederação Empresarial da CPLP e a Câmara do Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços (CCIAS) da Guiné-Bissau. (euronews.com)
por Lusa

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