Timor-Leste paga um mês de salário aos funcionários públicos.

O Governo de Timor-Leste entregou, esta quinta-feira, ao executivo da Guiné-Bissau 2,9 mil milhões de francos CFA (algo como 4,4 milhões de euros) para o pagamento de um mês desalários em atraso a todos os funcionários públicos.
O montante, em cheque, foi entregue, em mão, pelo chefe da agência de cooperação de Timor-Leste na Guiné-Bissau, Alberto Carlos, ao primeiro-ministro Domingos Simões Pereira.
«A ajuda financeira às novas autoridades guineenses foi decidida pelo Conselho de Ministros de Timor-leste, na reunião de 12 de agosto», pode ler-se no comunicado, frisando tratar-se de um apoio «no quadro da normalização da vida política e institucional na Guiné-Bissau».
Presidente do parlamento senegalês visita Bissau em dezembro

Moustapha Niasse, presidente do parlamento senegalês, vai visitar a Guiné-Bissau em dezembro, na sequência do convite que lhe foi endereçado pelo homólogo Cipriano Cassama.
Recentemente, Cipriano Cassama e Moustapha Niasse analisaram, em Dakar, as possibilidades de cooperação entre os dois parlamentos devendo a visita a Bissau servir para aprofundar as conversações com vista a definição de áreas concretas de futuras parcerias.
Recentemente, Cipriano Cassama e Moustapha Niasse analisaram, em Dakar, as possibilidades de cooperação entre os dois parlamentos devendo a visita a Bissau servir para aprofundar as conversações com vista a definição de áreas concretas de futuras parcerias.
EUA elogiam exoneração de António Indjai do cargo de chefe das Forças Armadas.

A embaixada norte-americana no Senegal emitiu um comunicado em que elogiou o Governo da Guiné Bissau pelos «progressos consideráveis» que tem levado a cabo, bem como pela exoneração de António Indjai do cargo de chefe de Estado-maior General das Forças Armadas.
«Soubemos pela comunicação social que o presidente José Mário Vaz dispensou formalmente o general Indjai da sua posição de chefe militar», pode ler-se na nota de imprensa, citada pelaPortuguese News Network (PNN).
De acordo com o mesmo comunicado, «o novo governo eleito da Guiné-Bissau está a passar por um processo de restabelecimento de um Estado de direito, num país que há apenas dois anos sofreu um golpe militar».
Neste sentido, os Estados Unidos pretendem «continuar a trabalhar e a apoiar» o novo executivo guineense para ajudar à construção de um «Estado de direito democrático».
«Soubemos pela comunicação social que o presidente José Mário Vaz dispensou formalmente o general Indjai da sua posição de chefe militar», pode ler-se na nota de imprensa, citada pelaPortuguese News Network (PNN).
De acordo com o mesmo comunicado, «o novo governo eleito da Guiné-Bissau está a passar por um processo de restabelecimento de um Estado de direito, num país que há apenas dois anos sofreu um golpe militar».
Neste sentido, os Estados Unidos pretendem «continuar a trabalhar e a apoiar» o novo executivo guineense para ajudar à construção de um «Estado de direito democrático».
# abola.pt
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Samuel