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quinta-feira, 3 de novembro de 2022

ABUSOS COMETIDOS DURANTE A GUERRA CIVIL NA LIBÉRIA: Kunti Kamara reencontrou seu passado.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Preso em 2018, o ex-rebelde liberiano Kunti Kamara, acusado de crimes contra a humanidade, está agora em seu destino. Julgado em Paris sob a jurisdição universal exercida pela França em conexão com os crimes mais graves, o ex-chefe da guerra liberiano foi condenado à prisão perpétua. Ele é acusado especificamente de atos de tortura e barbárie, cumplicidade em crimes contra a humanidade, cumplicidade no estupro de duas adolescentes, assassinato de dois civis e atos de canibalismo, entre outros, cometidos durante a primeira guerra civil na Libéria. Como lembrete, Kunti Kamara é apresentado como um dos assassinos do ULIMO (Movimento Unido de Libertação pela Democracia) que participou ativamente da provação de um civil em 1993 e cujo coração ele supostamente comeu. Com homens colocados sob sua autoridade direta, realizavam execuções públicas e o compartilhamento de carne humana, quando não usavam os intestinos dos homens para marcar os postos de controle. É certo que o acusado, ao longo da investigação e de seu julgamento, rejeita tudo, mas os juízes, com base em sua convicção íntima, o consideraram culpado. O caso de Kunti Kamara deve servir de lição para todos os rebeldes ou ex-rebeldes que ainda dominam as ruas Tudo acontece, de fato, como se o carrasco de ontem se fizesse de vítima hoje, como se tivesse escolhido insultar as famílias de suas vítimas. Kunti Kamara, no auge de sua glória e de sua onipotência, sabia que cedo ou tarde seria ultrapassado por seu passado? Certamente não, pois o homem que fez chover ou fazer sol acreditava ter tudo permitido a ponto de se arrogar o direito de vida e morte sobre seus próprios compatriotas. Aqui está ele hoje grogue com sua própria torpeza, condenado a passar o resto de sua vida na prisão. É só justiça. Tal é e continuará a ser o destino de todos os senhores da guerra do continente, que, às vezes movidos por uma loucura de grandeza de que só eles têm o segredo, acreditam estar acima da lei quando alguns não se fazem passar por legisladores. O caso de Kunti Kamara deveria, pelo menos, ou esperançosamente, servir de lição para todos aqueles rebeldes ou ex-rebeldes que ainda estão nas ruas. A corrida deles terminará um dia. Pode demorar o tempo que for preciso, mas o dia chegará. É o caso, por exemplo, de Joseph Kony que, sabendo que era ardentemente procurado, vive escondido há alguns anos. Mas ele esquece de bom grado que, mesmo que escape da justiça dos homens, não poderá fazer o mesmo com a justiça imanente, que geralmente se exerce sem intervenção externa. https://lepays.bf

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Samuel

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