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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... O Ministro da Cooperação Internacional e Promoção de Parcerias Públi...
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O Ministro da Cooperação Internacional e Promoção de Parcerias Público-Privadas do Congo, Denis Christel Sassou Nguesso, foi oficialmente convidado a participar do 7º Fórum Internacional de Empresas Francófonas (FIEF), um importante evento econômico que será realizado em Brazzaville de 9 a 13 de junho de 2026.
O convite foi feito após uma reunião recente com Jean-Loup Blachet, Presidente da Associação de Empregadores Francófonos, organização responsável por este importante encontro econômico.
Por meio deste encontro, os organizadores do FIEF reafirmaram seu compromisso em tornar Brazzaville um verdadeiro polo para os agentes econômicos francófonos.
O Fórum Internacional de Empresas Francófonas reúne, a cada edição, líderes empresariais, investidores, tomadores de decisão do setor público e parceiros institucionais de todo o mundo francófono.
Seu principal objetivo é estimular o intercâmbio econômico, promover investimentos, fortalecer parcerias público-privadas e destacar as oportunidades de negócios oferecidas pelos países francófonos.
A participação de Denis Christel Sassou Nguesso nesta 7ª edição está totalmente alinhada com a estratégia de diplomacia econômica defendida pelo governo congolês.
Como Ministro da Cooperação Internacional, ele desempenha um papel fundamental na promoção do Congo como um destino atrativo para investimentos e no fortalecimento das relações econômicas com parceiros estrangeiros.
Por meio da organização da FIEF em Brazzaville, a República do Congo visa consolidar sua posição no centro da comunidade empresarial francófona e oferecer às empresas locais e internacionais um ambiente propício à criação de sinergias duradouras que gerem crescimento e empregos.
A 7ª edição da FIEF promete ser um importante evento econômico, oferecendo novas oportunidades para o setor privado congolês e para todos os agentes econômicos da Francofonia.
fonte: lesechos-congobrazza.com/
Recrutamento com base em qualificações no exército beninense: 100 vagas abertas para perfis técnicos.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Este processo de recrutamento visa preencher vagas com perfis técnicos essenciais para o bom funcionamento das unidades militares. As vagas disponíveis estão distribuídas da seguinte forma: 40 mecânicos automotivos, 40 motoristas de veículos leves e pesados, 10 eletricistas automotivos e 10 técnicos de manutenção para geradores e instalações solares.
Os candidatos interessados devem enviar suas candidaturas às doze (12) Prefeituras do Benin, de segunda-feira, 19 de janeiro, a sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026.
Para serem elegíveis, os candidatos devem ser cidadãos beninenses, gozar de plenos direitos civis, possuir boa conduta moral e estar em boas condições de saúde. A idade exigida é entre 18 e 30 anos, com limite de 32 anos para aqueles desmobilizados em 2015. Os candidatos não podem ser funcionários públicos ou ex-militares.
Em termos de qualificações, mecânicos, eletricistas automotivos e técnicos de manutenção devem possuir um Certificado de Qualificação Profissional (CQM), um Certificado de Qualificação Profissional (CQP) ou um Certificado de Aptidão Profissional (CAP). Os motoristas, por sua vez, devem possuir carteira de habilitação categoria B ou C, dependendo da categoria do veículo.
O processo de recrutamento será composto por quatro fases: provas práticas eliminatórias, teste de aptidão física, entrevista de recrutamento e exame médico. As provas práticas e de aptidão física serão realizadas em Cotonou, Porto-Novo, Lokossa, Abomey, Parakou e Natitingou. Os exames médicos serão realizados nos centros médicos e sociais das respectivas guarnições.
As datas específicas para as diferentes fases serão anunciadas posteriormente pelo Estado-Maior.
Por meio deste recrutamento direcionado, as Forças Armadas do Benim pretendem fortalecer suas habilidades técnicas e oferecer a profissionais qualificados a oportunidade de servir à Nação dentro da instituição militar.
fonte: https://lanation.bj/
Posse de Doumbouya na Guiné-Conacri: Para consolidar seu poder e dar impulso à campanha "Simandou 2040"!
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Diante de milhares de guineenses, de toda a elite do país e de diversos chefes de Estado — Assimi Goïta, do Mali; Brice Clotaire Oligui Nguema, do Gabão; Julius Maada Bio, de Serra Leoa; Bassirou Diomaye Faye, do Senegal; e Mohamed Ould Cheikh Ghazouani, da Mauritânia — Mamadi Doumbouya tomou posse. Eleito em 28 de dezembro, tornou-se legalmente Presidente da Guiné, tendo recebido legitimamente 86,72% dos votos.
Qual será a natureza deste mandato de sete anos sob o governo deste militar, aparentemente abençoado pelas urnas?
Primeiro, ele precisa moderar seu poder! Que sua mão, considerada por alguns como um punho de ferro em uma luva de ferro, seja ao menos uma luva de veludo.
Um príncipe não precisa ser amado, mas temido — isso ficou claro desde o filme "O Príncipe". Mas o medo do príncipe deve estar ligado a atividades criminosas e proibidas que ameaçam a segurança do Estado. Quem se envolve em tais atos obviamente deve temer a ira do líder. Mas o líder também pode ser magnânimo. Doumbouya tornou-se o pai do povo, o chefe da família, que também deve saber perdoar e unir. Ele disse isso em seu discurso; agora resta saber se isso se traduzirá em ações. A intimidação, os sequestros e outras formas de ostracismo devem cessar, e essa responsabilidade soberana recai sobre o Estado!
Estes sete anos devem ser dedicados, naturalmente, ao desenvolvimento da Guiné e ao bem-estar de seu povo. E o programa "Simandou 2040" oferece ao Presidente Doumbouya a oportunidade de concretizar essa visão estratégica, pelo menos metade dela, já que abrange os próximos 15 anos. Desenvolvimento socioeconômico, não apenas para N'zérékoré e Kankan, mas para toda a Guiné. Ele já dispõe dos cinco pilares do "Simandou 2040", que por si só constituem um programa de desenvolvimento. Se conseguir concluir ao menos 50 dos 122 projetos a serem realizados ao longo de 15 anos, seu mandato de sete anos terá sido frutífero e benéfico para seus concidadãos. É, portanto, neste segundo componente principal que se espera que Doumbouya apresente resultados.
Hoje em Burkina Faso
A VITÓRIA DE MUSEVENI NA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DE UGANDA: O milagre não aconteceu.
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Em 15 de janeiro de 2026, os ugandeses foram às urnas para as eleições gerais (presidenciais e legislativas), que, mais uma vez este ano, ocorreram em um clima de grande tensão. Aos 81 anos, o presidente Yoweri Museveni, no poder há quarenta anos e concorrendo a um sétimo mandato, foi declarado vencedor com quase 72% dos votos. Seu principal adversário, o cantor Robert Kyagulanyi, também conhecido como Bobi Wine, que se tornou a figura central de uma oposição que está longe de abandonar a luta por mudanças contra o chefe de Estado octogenário e sedento de poder, que se recusa a imaginar uma vida fora do poder, recebeu 24% dos votos.
Tudo foi feito para garantir uma vitória esmagadora para o presidente octogenário.
Como poderia ser diferente, se o senhor de Kampala, que há muito trabalha para remover todos os limites de mandato, considera seu país sua "plantação de bananas", para não mencionar uma propriedade privada da qual não pode abrir mão justamente quando sua plantação está prosperando? Em resumo, enquanto Museveni for candidato, não se deve sonhar com uma mudança de poder em Uganda. Isso se torna ainda mais provável considerando que, desde que o ex-guerrilheiro e líder do Movimento de Resistência Nacional (NRM) chegou ao poder, as eleições em Uganda têm seguido um padrão semelhante. Invariavelmente, o mesmo cenário de intimidação, prisões e repressão de oponentes, em um contexto de crescente pressão sobre a mídia e atores da sociedade civil, e violência eleitoral, sempre resultou na proclamada vitória do nativo de Ntungano. Contudo, por quatro décadas, Yoweri Museveni permaneceu firmemente entrincheirado na presidência, uma posição que nenhum de seus oponentes, de Kizza Besigye a Bobi Wine, conseguiu desafiar. Isso sugere que, assim como nas eleições anteriores, a votação de 15 de janeiro de 2026 foi mera formalidade, destinada a ratificar os resultados de uma conclusão já definida. Isso era ainda mais previsível, visto que, além da campanha eleitoral em que a oposição lutou para obter qualquer presença real, tudo foi orquestrado para garantir uma vitória retumbante para o presidente octogenário. Após seis mandatos consecutivos, ele ainda não demonstra sinais de satisfação, em um contexto em que as instituições lutam para manter sua independência e são frequentemente acusadas de serem subservientes à elite dominante. É evidente que, independentemente de como os ugandenses votem, o vencedor será sempre Yoweri Museveni, que, aliás, detém o recorde de reinados mais longos no continente africano, juntamente com Paul Biya, de Camarões, Denis Sassou Nguesso, do Congo, e Teodoro Obiang Nguema, da Guiné Equatorial. Isso levanta a questão de se ainda vale a pena realizar eleições neste país da África Oriental, assim como nos países mencionados anteriormente, onde líderes senis continuam agarrados ao poder, recusando-se a exercer seu direito à aposentadoria. Assim é a democracia em nossos trópicos africanos, onde os fins muitas vezes justificam os meios. E no caso de Uganda, considerando a campanha realizada em um contexto de repressão à oposição, é seguro dizer que Yoweri Museveni não poupou esforços para garantir sua vitória nas eleições de 15 de janeiro.
Uma democracia em crise e à beira da morte
Principalmente porque, na eleição presidencial anterior, seu adversário, Bobi Wine, mais determinado do que nunca a destituir o chefe de Estado nas urnas, obteve oficialmente 35% dos votos, contra 58% do presidente, enquanto o candidato da oposição simplesmente reivindicou a vitória. Desta vez, novamente, o presidente Museveni é declarado vencedor com uma votação ainda maior, de 72%, contra 24% do músico, que goza de grande popularidade entre os jovens, cuja sede por mudanças não é segredo. Poderia ter sido diferente, visto que o sistema é fraudulento e a transparência da votação é frequentemente questionável? O mínimo que se pode dizer é que o milagre não aconteceu. Em todo caso, o reforço das medidas de segurança pelas autoridades de Kampala, marcado por uma forte presença militar, foi um indicador revelador do clima de medo e tensão, bem como dos temores de violência em torno dessas eleições. Isso ressalta a importância desta votação, que poderia ter marcado um ponto de virada na história de Uganda. Por um lado, havia um velho dinossauro da política africana agarrado ao seu cargo enquanto preparava seu filho para uma transferência dinástica de poder e, por outro, uma oposição ugandense que se recusava a desistir apesar dos obstáculos, na esperança de mudar a face de uma farsa democrática em seus estertores.
"Le Pays"
GUINÉ-CONACRI: INVESTIDURA DE DOUMBOUYA NA GUINÉ - Começa a parte mais difícil.
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Eleito nas eleições presidenciais de 28 de dezembro de 2025, com 86,72% dos votos, o presidente Mamadi Doumbouya tomou posse em 17 de janeiro perante cinquenta mil convidados, incluindo chefes de Estado e de governo, e representantes de organizações internacionais e pan-africanas como a Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e a União Africana (UA). Entre os líderes que viajaram para o Estádio General Lansana Conté, em Nongo, estavam Assimi Goïta, do Mali; Paul Kagame, de Ruanda; Brice Clotaire Oligui Nguema, do Gabão; Mohamed Ould El Ghazzouani, da Mauritânia; Adama Barrow, da Gâmbia; e Diomaye Faye, do Senegal. E esta lista não é exaustiva. Com esta posse que se assemelhava a um concerto, com apresentações de artistas renomados como Oumou Sangaré e Sidiki Diabaté, do Mali, uma nova era desponta para a Guiné, que assim retorna à ordem constitucional. Agora que o ciclo se completa, o que fará o Presidente Mamadi Doumbouya durante o seu mandato? Estenderá a mão a figuras emblemáticas da oposição exiladas, como Cellou Dalein Diallo e Sidya Touré? Veremos. Dito isto, ao trocar o uniforme militar pelo boubou (chapéu tradicional da Guiné), o General Doumbouya deve estar convencido de uma coisa: o período de graça de que desfrutou durante os quatro anos de transição terminou. Tomar posse exige que respeite os direitos e liberdades individuais e coletivos. Será capaz de se adaptar às restrições do Estado de Direito? Só o tempo dirá.
Mamadi Doumbouya tem muito trabalho pela frente.
Entretanto, é justo dizer que a parte mais difícil está apenas a começar para o primeiro presidente da Quinta República da Guiné. Mamadi Doumbouya certamente venceu as eleições presidenciais sem luta, porque não enfrentou oponentes sérios. Mas tudo indica que gerir o poder durante o seu mandato de sete anos será provavelmente mais difícil. Isto é ainda mais verdade tendo em conta os enormes desafios que se avizinham. Certamente, na frente econômica, ele lançou as bases para uma verdadeira retomada do crescimento econômico e da geração de riqueza. Mas, nas frentes política e social, os guineenses têm grandes expectativas. De fato, seus compatriotas esperam que ele faça melhor do que seus antecessores. Será que ele conseguirá atender a esse desafio? Está longe de ser certo. Em um país onde tudo é motivo de protesto e disputa, atender às demandas do povo é mais fácil dizer do que fazer. De qualquer forma, o mínimo que se pode dizer é que o presidente Mamadi Doumbouya tem um trabalho árduo pela frente. Como ele poderá se reinventar após um período de transição conduzido com mão de ferro? Como poderá combater eficazmente a corrupção em um país onde todos buscam seus próprios interesses? Seja como for, se Mamadi Doumbouya quiser ter sucesso em seu mandato e reconquistar a confiança de seu povo, ele deve se apresentar como o presidente de todos os guineenses. Em outras palavras, ele deve trabalhar para o benefício de todos, inclusive daqueles que não votaram nele. Tendo já quebrado a promessa de não se candidatar à presidência após a transição, ele não deve agravar a situação semeando a divisão. Após tomar posse, deve elevar-se acima de si mesmo, colocando o bem maior da nação acima de interesses partidários. Em todo caso, se o Presidente Mamadi Doumbouya aspira a governar em um ambiente pacífico, deve trabalhar para amenizar as tensões sociopolíticas. É evidente que se beneficiaria ao fazer da reconciliação nacional uma de suas principais prioridades. Enquanto houver mágoas não curadas, será difícil, senão impossível, para os filhos e filhas da Guiné construírem uma nação de paz. Isso ressalta a necessidade de ações decisivas, que vão além das esperanças geradas por esta cerimônia de posse que encerra oficialmente a transição. E se o novo líder de Conacri deseja causar um impacto duradouro, seria sensato libertar, desde o início de seu mandato, os atores da sociedade civil e outros líderes de opinião presos desde que assumiu o poder.
Dabadi ZOUMBARA
fonte: lepays.bf
SENEGAL VENCE NA CAN 2025: Os Leões de Teranga no topo das Montanhas Atlas.
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A final da 35ª edição da Copa Africana de Nações (CAN) foi disputada em 18 de janeiro de 2026, num estádio lotado e vibrante, tomado por uma multidão de torcedores vermelhos e verdes em êxtase. No Estádio Moulay Abdellah, em Rabat, repleto de torcedores e fervorosos de paixão, os Leões do deserto marroquino e os da savana senegalesa decidiram impor sua dominância e rugir desde o início, atacando a partida com toda a força, sem hesitação ou contenção. Neste encontro histórico de futebol, Senegal não enfrentou apenas Marrocos em campo. Desafiou um ambiente hostil, uma pressão popular esmagadora e uma seleção anfitriã alimentada por cinquenta anos de espera e uma memória coletiva carregada de frustrações, desde a geração fundadora da CAN de 1976 até as promessas repetidamente adiadas das décadas seguintes.
Senegal sai desta CAN com dupla coroa.
Diante do peso emocional da partida, os Leões de Teranga demonstraram a compostura de equipes experientes, a força de quem sabe aonde quer chegar. Esta vitória senegalesa não é um acaso nem um feito isolado. É a continuação de um projeto construído pacientemente, fundamentado no rigor, na consistência e em uma identidade de jogo abraçada há vários anos. Liderado por uma comissão técnica experiente e uma geração que atingiu a plena maturidade, Senegal demonstrou que sua ascensão ao ápice do futebol africano não é circunstancial nem acidental. Taticamente, esta final foi uma verdadeira batalha de vontades entre dois adversários altamente experientes. Marrocos, fiel à filosofia de Walid Regragui, demonstrou contenção, clareza de pensamento e grande consciência situacional, buscando fechar suas linhas e explorar as fraquezas do adversário. Do outro lado, os Leões de Teranga exibiram uma força coletiva impressionante, um rigor defensivo herdado da escola Giresse-Cissé e uma notável capacidade de absorver a pressão antes de atacar no momento oportuno. Senegal não buscou uma dominação estéril. Aceitaram ceder a iniciativa por vezes aos marroquinos, absorver a pressão noutras, antes de fazerem a diferença com fria eficiência e precisão cirúrgica, aplicando assim à risca aquela máxima eterna que só os maiores personificam: as finais não se jogam, ganham-se. Esta vitória, tão preciosa quanto arduamente conquistada, não deve de modo algum ofuscar a nobreza de Marrocos. O país anfitrião apresentou uma batalha franca, justa e feroz, semeando dúvidas e provocando medo no campo senegalês até ao último minuto do jogo. Através da qualidade do seu jogo e do seu total empenho, provaram que o seu talento continua imenso e que a sua dignidade permanece intacta apesar da derrota. No total, o Senegal sai desta CAN duplamente honrado. Coroado pelo resultado, mas também pela retumbante confirmação do seu estatuto de potência continental.
Esta CAN foi uma verdadeira ode ao futebol africano.
Marrocos, por sua vez, pode orgulhar-se de um sucesso igualmente significativo fora de campo: organização meticulosa, infraestruturas dignas dos maiores palcos internacionais e um público fervoroso, mas disciplinado. O Reino de Marrocos elevou o padrão e agora força os futuros anfitriões da CAN a elevarem suas ambições. No entanto, apesar do resultado geral positivo, seria desonesto falar em perfeição. A arbitragem, mais uma vez, foi o ponto fraco. Já criticada em edições anteriores, essa questão persistente gerou incompreensão e frustração. Enquanto esse problema estrutural não for abordado com rigor e altos padrões, o futebol africano continuará lançando uma sombra desnecessária sobre seu progresso, que de outra forma seria notável. Além dessa nota dissonante, esta CAN foi uma verdadeira ode ao futebol africano, há muito caricaturado como instintivo e desorganizado. Em Rabat, o continente mostrou que se livrou de seu complexo de inferioridade, combinando intensidade, inteligência tática e qualidade técnica. A África não apenas coroou um campeão, mas também reafirmou uma ambição: a de um futebol pronto para jogar limpo e inspirar respeito em todos os campos do mundo, a poucos meses da Copa do Mundo de 2026. Assim, encerra-se a 35ª edição da Copa Africana de Nações, deixando para trás sorrisos radiantes, lágrimas contidas, mas, acima de tudo, uma satisfação generalizada com a qualidade do espetáculo. Por fim, uma menção especial para a Nigéria, que conquistou um sólido terceiro lugar após derrotar o Egito em um duelo emocionante e uma cruel disputa de pênaltis para os comandados do lendário Hossam Hassan.
fonte: lepays.bf
PORTUGAL: O REGRESSO DA COLONIZAÇÃO IMPERIAL.
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O mundo acordou, nos primeiros três dias do mês de Janeiro do ano 2026, com o olhar fixo no retrovisor. Na era uma imagem actual, mas do pretérito século XVI. O século das trevas, onde os senhores dos impérios escravocratas e colonialistas, disputavam escravos robustos e as terras ricas dos autóctones, tornando-as suas pela força.
Por William Tonet
Antes as cruzadas (invasões) eram feitas a cavalo ou por caravelas, hoje, são helicópteros, drones e mísseis pelos céus.
Foi assim. 2026. Século XXI! Na América Latina… Infelizmente, mesmo, sendo, hoje, maioritariamente, povoada por caucasianos emigrantes europeus, tal como nos Estados Unidos.
Os noticiários abriram dizendo ter sido a invasão ocorrido de madrugada, na residência de Nicolás Maduro, na Venezuela. Não! Foi a luz do dia. Uma cena macabra de traição e tiros, transmitida ao vivo e a cores, como um realty show…
Uma punhalada, no coração de todos quantos, subestimaram, quer a ascensão de Trump, como acreditaram na Carta das Nações Unidas de respeito pela soberania dos países. O mundo subdesenvolvido e o civilizado decente, que abomina o império da força, não consegue reagir, salvo pela covardia e temerosa repúdio…
Ainda assim é preciso questionar, se houve, na acção americana, algum mérito? Não! Demérito.
Mudou seis por meia dúzia…
Acusar alguém, que não aceite ser capacho do senhor da vez, na Casa Branca (Estados Unidos), como narcotraficante, líder de cartel, sem uma prova contundente, não legitima intervenção militar, paga com dinheiro de contribuintes americanos, que antes se pavoneavam como paladinos das liberdade e democracia mundial.
Almofadada mentira!
Não está em cheque, nem vou adentrar no mérito do regime de Nicolás Maduro.
É anti-democrático? É. Tem viés ditatorial? Tem. Respeita o pleito eleitoral? Não! Mas tem paralelo, no outro lado do Atlântico, que se diz democrático. O Capitólio e a Gronelândia, que o digam…
Recuso discutir o sexo do cão…
De ditaduras, os Estados Unidos têm a cátedra, pois não vai poucos meses coroaram, um anti-democrata e violador confesso dos direitos humanos, como grande amigo, por deixar triliões nas rotas de Trump.
A CIA, com provas robustas, acusou o homem de ter esquartejado um jornalista, na embaixada saudita, na Turquia… mas os biliões do crude e da corrupção, “ovalmente”, na Sala, o absolveram…
E quem não é príncipe herdeiro saudita, tem de engolir a nova geografia da incoerência de Washington e ocidente caucasiano…
Os paladinos da retórica da grande América, apenas enxergam, a lei da rapina, assente, no que denomino a democracia dos minerais…
Um conceito e visão mercantilista do mundo ocidental, assente na manutenção do subdesenvolvimento das antigas colónias ou protectorados. Estas com capachos ou líderes subservientes devem abdicar do desenvolvimento educacional, industrial e social dos países e estender o tapete vermelho para à rapina das suas riquezas naturais. Como moeda de troca têm a garantia de protecção do poder.
Aos defensores da democracia dos minerais, não importa, o sistema político, se assassino, ditatorial, desde que cumpram a cartilha.
Não lhes interessa, a democracia, os direitos humanos, eleições livres, justas e transparentes. A literacia, nos países africanos, latino-americanos, árabes e asiáticos é um inimigo dos conquistadores das nossas terras raras e bacias hidrográficas, o grande mineral do futuro.
Hoje, tal como ontem, Napoleão, Trump não esconde o seu real propósito: “o petróleo da Venezuela e o ouro é nosso. É dos Estados Unidos”.
E, vai mais longe, para espalhar o aroma do terror e do império da força. Fizemos “uma operação inigualável. Única. Jamais feita e que ninguém, jamais fará igual”.
A retórica não colhe frutos verdadeiros. Isso por o êxito do DEA assentar no suborno, na corrupção, no desvio de milhões de dólares de contribuintes americanos, muitos vegetando a miséria, no Brooklyn, para pagar traidores, da guarda de Maduro, que fizeram o trabalho sujo, de abrir as portas das centrais eléctricas, desligá-las, escancarar as senhas do refúgio onde se encontrava o presidente venezuelano, permitindo, que o levassem, sem nenhum esforço digno de realce, em termos de estratégia de inteligência-militar.
Mais, para além do apoio de traidores internos, a operação, assentou arraiais na violação escabrosa da Carta das Nações Unidas. E, com isso o mundo assistiu, impávido e sereno ao assassinato cruel e abjecto, seguido de enterro do Direito Internacional.
Não houve justificativa, senão a vaidade umbilical de Trump, replicada na midia ocidental. No final, da invasão, o cortejo de cínicos e barrocos comunicados nos países de viés colonialista. Ditador. Traficante de drogas. Líder do Cartel Le Soles, entre outros adjectivos… Provas? Para quê, trata-se de um branco de segunda, igual aos pretos…
As organizações internacionais, ONU, UE, UA, OEA, submissas e sem lideranças fortes encolheram-se.
Vergonhosamente, os dois outros colonialistas assumidos, França e Israel, exterminadores dos povos africano e palestino, exultaram o grande feito de Trump, mandando as urtigas as leis internacionais.
A Rússia, China, Irão, Espanha, Brasil, Autoridade Palestina, África do Sul deram corpo às balas condenando o acto ignóbil. Não se trata de Maduro, mas da Venezuela, do Direito Internacional da soberania dos Estados e dos povos decidirem o seu destino.
E como um sherif (recordemos o império romano e o nazismo) não conseguirá controlar o mundo, teremos outros sherifs (agora com legitimidade de amordaçar Taiwan e Ucrânia),com igual poder a subjugar países e regiões.
Será um verdadeiro regabofe, se todos apertarem as nádegas, para silenciar o peido…
É preciso uma Venezuela livre, determinada pela soberania do seu povo. Povo com legitimidade de algemar por justa causa, quem o representar mal. Igual peço para Angola. Nunca pedirei uma intervenção estrangeira.
Angola, tem um passivo negativo. Já experimentou, uma acção externa, que piorou a vida da maioria dos angolanos e beneficiou, apenas o actual regime. Savimbi e UNITA foram sancionados e perseguidos, pela ONU, Estados Unidos, Europa, por ter optado pela reivindicação militar das eleições de 1992.
Mas, nesse interim as organizações e governos ditos democráticos do ocidente, não potenciaram, a sociedade civil, um partido político, tão pouco pressionaram o MPLA para se democratizar…
E, no final, comemorou-se com champanhe a morte em combate (Fevereiro de 2002) de Jonas Savimbi.
E o que mudou, desde aquela data?
Mudou o que nada muda. Pois, segue mais forte, na opressão, injustiças, violação dos direitos humanos, batota eleitoral, a mesma banda regimental… O MPLA empobreceu como nunca antes o país, assassinando a educação e os sonhos de liberdade dos autóctones, para gáudio dos especuladores ocidentais-asiáticos e fundamentalistas islâmicos, que em troca do reconhecimento internacional e da garantia da manutenção do poder, receberam, em troca, a soberania económica de Angola.
Agora, o nosso torrão identitário, reserva umbilical dos nossos ancestrais, pertence ao vil capital externo. A elite e estes, são insensíveis ao sofrimento dos 20 milhões de pobres, que come nos contentores e monturos de lixo, por viver sob o jugo de políticas económicas nefasta e domínio dos novos colonos.
É preciso, que os exemplos passados e dos outros, nos levem a reflectir, não com emoção, mas com serenidade, no sentido de gritarmos, para o fim da barbárie, a libertação real do país e proclamarmos uma verdadeira independência imaterial.
PORTUGAL: E O SUCESSOR DE MARCELO PODERÁ SER…
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Mais de 11 milhões de eleitores são hoje chamados a escolher o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, numas eleições para a Presidência da República portuguesa muito disputadas e com recorde de 11 candidatos.
As mesas de voto encerram às 19:00, em Portugal Continental e na Madeira, fechando uma hora depois nos Açores, devido à diferença horária.
De acordo com a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI), estavam inscritos nos cadernos eleitorais 11.039.672 eleitores à data de referência de 3 de Janeiro.
Desses, 218.481 dos votantes recenseados no território nacional, incluindo Marcelo Rebelo de Sousa, inscreveram-se no voto antecipado em mobilidade, que aconteceu no passado domingo.
A 11.ª eleição para a Presidência da República desde a instauração da democracia em 25 de Abril de 1974 conta com um número recorde de candidatos (11).
São eles, de acordo com a ordem no boletim de voto, o sindicalista André Pestana, Jorge Pinto (apoiado pelo Livre), o músico Manuel João Vieira, Catarina Martins (apoiada pelo BE), João Cotrim Figueiredo (apoiado pela IL), o pintor Humberto Correia, António José Seguro (apoiado pelo PS), Luís Marques Mendes (apoiado por PSD e CDS-PP), André Ventura (apoiado pelo Chega), António Filipe (apoiado pelo PCP) e Henrique Gouveia e Melo.
O boletim de voto conta ainda com os nomes de Joana Amaral Dias, José Cardoso e Ricardo Sousa, cujas candidaturas não foram aceites pelo Tribunal Constitucional devido a irregularidades processuais – qualquer voto num dos três será considerado nulo.
Estas eleições presidenciais, as mais disputadas de sempre em número de candidatos, mas também a acreditar nas sondagens, procuram inverter o crescimento da abstenção, que em 2021 atingiu o maior valor de sempre.
Há cinco anos, 60,76% dos inscritos não votaram nas eleições que reelegeram Marcelo Rebelo de Sousa, realizadas no momento mais grave da propagação da covid-19 em Portugal.
O baixo número de votantes resultou também do recenseamento eleitoral automático dos emigrantes com cartão de cidadão válido, que decorreu de uma mudança à lei, feita em 2018.
Em 2021, dos 1.549.380 inscritos no estrangeiro, apenas 29.153 votaram, meros 1,88%. A ‘gigante’ taxa de abstenção lá fora, de 98,12%, contrastou com a registada em território nacional, que foi de 54,55%.
Se algum candidato obtiver mais de 50% dos votos expressos será eleito já hoje chefe de Estado. Caso contrário, haverá uma segunda volta, em 08 de fevereiro, com os dois concorrentes mais votados.
Esta é a 11.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.
Desde 1976, foram eleitos António Ramalho Eanes (1976-1986), Mário Soares (1986-1996), Jorge Sampaio (1996-2006), Cavaco Silva (2006-2016) e Marcelo Rebelo de Sousa (2016-2026).
fonte folha8
PORTUGAL: SEGURO DERROTA, PARA JÁ, FASCISMO, RACISMO E XENOFOBIA DE VENTURA.
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O confronto na segunda volta das eleições presidenciais em Portugal entre a honorabilidade de António José Seguro, e um candidato de extrema-direita, fascista, xenófobo, racista e radical (uma simbiose de Donald Trump, Salazar ao estila de Hitler) , André Ventura, merece hoje destaque na imprensa internacional.
Por Orlando Castro
com Lusa
NNum artigo com o título “O socialista Seguro e o radical Ventura disputarão a segunda ronda das Presidenciais em Portugal”, o espanhol El País sublinha a forma como António José Seguro, “retirado da política nos últimos dez anos” e “sem grande apoio inicial no seu próprio partido”, ficou em primeiro lugar “contra todos os prognósticos e quase contra todos”, marcando um confronto na segunda volta, em 8 de fevereiro, com “o candidato da direita radical, André Ventura”.
A derrota de Luís Marques Mendes, que ficou em quinto, é classificada pelo periódico como “um grande revés” para o candidato apoiado pelo primeiro-ministro, com o também espanhol La Vanguardia a falar mesmo num “duro golpe” para Luís Montenegro, explicável, entre outros aspectos, pela “debilidade do candidato”, em virtude do “seu papel obscuro de lobista de altos voos”.
Para o periódico, António José Seguro é, “a não ser que surja uma catástrofe”, “o virtual novo presidente de Portugal”, ao fim de “20 anos de mandatos conservadores” e num país virado “mais à direita de sempre”.
O também espanhol El Mundo antecipa igualmente que o candidato apoiado pelo PS será o próximo presidente de Portugal, ao concentrar o voto contra a extrema-direita, racista, e fascista sem deixar de destacar as palavras de André Ventura de que “a luta agora será entre o socialismo e o não socialismo”.
Em França, o Le Monde realça também o confronto da segunda volta entre o socialista e o candidato da extrema-direita, enquanto o belga Le Soir assinala que esta última não foi, afinal, “a grande vencedora da noite eleitoral”.
Já o Político, dedicado à cobertura dos assuntos da União Europeia, fala numa “vitória surpresa” do centro-esquerda na primeira ronda das eleições presidenciais, ressalvando que a capacidade de André Ventura “de assegurar quase um quarto” dos votos é reveladora de “quão extraordinário” tem sido o crescimento da Seita Fascista de Portugal (Chega).
António José Seguro foi o candidato mais votado com 31,11% nas eleições presidenciais O segundo candidato mais votado foi André Ventura, com 23,52%, e o terceiro foi João Cotrim de Figueiredo, com 16, segundo os dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna – Administração Eleitoral.
A segunda volta será disputada em 8 de Fevereiro entre António José Seguro, apoiado pelo PS, e André Ventura, pela Seita Fascista de Portugal (Chega).
Mais de 11 milhões de eleitores foram chamados à 11.ª eleição do Presidente da República desde a instauração da democracia em 25 de Abril de 1974, votando no sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de dois mandatos.
Registe-se que a vitória de António José Seguro não contou com o apoio de muitos militantes do Partido Socialista, casos do ex-secretário-geral (José Sócrates) e do ex-ministro da Saúde (Manuel Pizarro) que declaram o apoio a Henrique Gouveia e Melo (quarto classificado com 12,32%).
fonte: folha8
SENEGAL: Tragédia em Maranda (Sédhiou) - A alegria da vitória se transforma em luto.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
A vila de Maranda, localizada na comuna de Oudoucar, está mergulhada em profunda tristeza. Enquanto o Senegal celebrava a vitória dos Leões de Teranga sobre Marrocos, uma tragédia se abateu sobre a cidade, lançando uma sombra sobre as festividades: a morte súbita do Sr. Touré, que desmaiou após o anúncio do placar final.
Os moradores compareceram em massa para assistir à partida entre Senegal e Marrocos. A intensidade do jogo e a tensão insuportável mantiveram os torcedores em estado de intensa tensão emocional durante todo o jogo.
Ao apito final, a explosão de alegria que varreu a vila infelizmente se mostrou fatal para o Sr. Touré. Segundo relatos de testemunhas, ele desmaiou e morreu durante o transporte para o hospital regional de Sédhiou.
O funeral está marcado para segunda-feira, às 14h, de acordo com a família.
Autor: Paul FAYE, Correspondente do Seneweb-Sédhiou
fonte: seneweb.com
Gol do Senegal anulado contra Marrocos: a decisão espanhola escreve ARQUIVO VAR.
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Este foi o lance que mergulhou a final da Copa Africana de Nações no caos. O árbitro Jean Jacques Ndala anulou um gol senegalês por uma falta muito leve de Abdoulaye Seck em Achraf Hakimi. O gol anulado exacerbou a raiva dos jogadores senegaleses quando o Marrocos teve um pênalti a seu favor um minuto depois.
O Archivo VAR, um site espanhol especializado em decisões de arbitragem, analisou a partida do Senegal. Depois de considerar que o pênalti em Brahim Diaz não deveria ter sido marcado, o Archivo VAR agora acredita que o gol do Senegal deveria ter sido validado. Além disso, o site considera a arbitragem neste lance escandalosa.
"Arbitragem vergonhosa durante a final da Copa Africana de Nações entre Senegal e Marrocos. Hakimi tenta impedir o avanço de Seck e cai na disputa com o adversário. ISTO NÃO É FALTA. O VAR não pôde revisar o lance porque Ndala Ngambo não deixou a jogada terminar", escreve o Archivo VAR.
fonte: seneweb.com
"Isto é inaceitável": a reação de Gianni Infantino à decisão dos jogadores senegaleses de abandonar o campo.
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O presidente da FIFA, Gianni Infantino, expressou seu descontentamento com a atitude de Pape Thiaw e de alguns jogadores senegaleses que abandonaram o campo no meio da partida após o pênalti controverso concedido ao Marrocos nos acréscimos. O chefe da entidade máxima do futebol mundial anunciou as sanções cabíveis.
"Condenamos veementemente o comportamento de alguns jogadores senegaleses e membros da comissão técnica. É inaceitável deixar o campo dessa maneira. As cenas deploráveis que presenciamos hoje devem ser condenadas e jamais repetidas", declarou Infantino em comunicado enviado à AFP.
"É inadmissível deixar o campo dessa forma, e a violência não pode ser tolerada em nosso esporte; é simplesmente inaceitável. Devemos sempre respeitar as decisões dos árbitros, dentro e fora de campo. As equipes devem jogar de acordo com as Regras do Jogo, pois qualquer outro comportamento põe em risco a própria essência do futebol", prosseguiu Gianni Infantino.
Autor: Mouhamed CAMARA
fonte: seneweb.com
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