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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
PORTUGAL: SEGURO DERROTA, PARA JÁ, FASCISMO, RACISMO E XENOFOBIA DE VENTURA.
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O confronto na segunda volta das eleições presidenciais em Portugal entre a honorabilidade de António José Seguro, e um candidato de extrema-direita, fascista, xenófobo, racista e radical (uma simbiose de Donald Trump, Salazar ao estila de Hitler) , André Ventura, merece hoje destaque na imprensa internacional.
Por Orlando Castro
com Lusa
NNum artigo com o título “O socialista Seguro e o radical Ventura disputarão a segunda ronda das Presidenciais em Portugal”, o espanhol El País sublinha a forma como António José Seguro, “retirado da política nos últimos dez anos” e “sem grande apoio inicial no seu próprio partido”, ficou em primeiro lugar “contra todos os prognósticos e quase contra todos”, marcando um confronto na segunda volta, em 8 de fevereiro, com “o candidato da direita radical, André Ventura”.
A derrota de Luís Marques Mendes, que ficou em quinto, é classificada pelo periódico como “um grande revés” para o candidato apoiado pelo primeiro-ministro, com o também espanhol La Vanguardia a falar mesmo num “duro golpe” para Luís Montenegro, explicável, entre outros aspectos, pela “debilidade do candidato”, em virtude do “seu papel obscuro de lobista de altos voos”.
Para o periódico, António José Seguro é, “a não ser que surja uma catástrofe”, “o virtual novo presidente de Portugal”, ao fim de “20 anos de mandatos conservadores” e num país virado “mais à direita de sempre”.
O também espanhol El Mundo antecipa igualmente que o candidato apoiado pelo PS será o próximo presidente de Portugal, ao concentrar o voto contra a extrema-direita, racista, e fascista sem deixar de destacar as palavras de André Ventura de que “a luta agora será entre o socialismo e o não socialismo”.
Em França, o Le Monde realça também o confronto da segunda volta entre o socialista e o candidato da extrema-direita, enquanto o belga Le Soir assinala que esta última não foi, afinal, “a grande vencedora da noite eleitoral”.
Já o Político, dedicado à cobertura dos assuntos da União Europeia, fala numa “vitória surpresa” do centro-esquerda na primeira ronda das eleições presidenciais, ressalvando que a capacidade de André Ventura “de assegurar quase um quarto” dos votos é reveladora de “quão extraordinário” tem sido o crescimento da Seita Fascista de Portugal (Chega).
António José Seguro foi o candidato mais votado com 31,11% nas eleições presidenciais O segundo candidato mais votado foi André Ventura, com 23,52%, e o terceiro foi João Cotrim de Figueiredo, com 16, segundo os dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna – Administração Eleitoral.
A segunda volta será disputada em 8 de Fevereiro entre António José Seguro, apoiado pelo PS, e André Ventura, pela Seita Fascista de Portugal (Chega).
Mais de 11 milhões de eleitores foram chamados à 11.ª eleição do Presidente da República desde a instauração da democracia em 25 de Abril de 1974, votando no sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de dois mandatos.
Registe-se que a vitória de António José Seguro não contou com o apoio de muitos militantes do Partido Socialista, casos do ex-secretário-geral (José Sócrates) e do ex-ministro da Saúde (Manuel Pizarro) que declaram o apoio a Henrique Gouveia e Melo (quarto classificado com 12,32%).
fonte: folha8
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Samuel