Postagem em destaque

Costa do Marfim: Indivíduo detido em Bouaké após roubar 10 milhões de francos CFA de uma empresa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Costa do Marfim: O Presidente Alassane Ouattara e Dominique(sua esposa) em Israel durante quatro dias - Quatro lições de uma visita que atraiu o Estado judeu.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


© Presidência por DR
Conferência israelense "Enfrentando Amanhã 2012": Presidente Alassane Ouattara no Painel
na Quarta-feira, 20 junho de 2012. Jerusalém (Israel). O chefe de Estado marfinense, o Sr. Ouattara para o Painel da Conferência Presidencial "Facing Tomorrow 2012".



"A Costa do Marfim é amigo de todos e que não é inimigo de ninguém." É neste pensamento que o ex-presidente famoso Houphouet-Boigny, e chefe de Estado na altura baseou a sua filosofia. Na África, o Oriente Médio, o mundo árabe, na Ásia ou na América, a diplomacia marfinense  funciona, disse Alassane Ouattara. Ele vai viajar pelo mundo, para vender o potencial de seu país e explicar aos investidores as vantagens que oferece o país Costa do Marfim.
De 16 a 20 de Junho, o Chefe de Estado, acompanhado por sua esposa( a segunda pessoa a contar da direita, ou seja a esquerda dele!) Dominique Ouattara, fez uma visita oficial a Israel. A visita foi dedicada ao reforço das relações bilaterais entre Israel e Costa do Marfim, mas também para promover oportunidades de investimento no nosso país. Que lições podem ser aprendidas?

1. Diplomacia aquecido

Primeiro, o chefe de Estado marfinense visitou Israel para aquecer as relações diplomáticas dormente desde a morte do presidente Houphouet-Boigny. O primeiro presidente da Costa do Marfim tinha feito uma viagem inesquecível para Israel em 1962. Isto permitiu dar a posição deste diálogo nacional sobre a crise no Oriente Médio. Israel, então, tinha feito muitos investimentos na Costa do Marfim em estradas, hotéis e habitação. Desde então, nada mais. Costa do Marfim está de volta a Israel. E o Chefe de Estado marfinense foi recebido por todos os grandes do país de acolhimento. Presidente Shimon Peres, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, os ministros de Assuntos de Defesa e dos Negócios Estrangeiros e Presidente da Assembleia Nacional para não mencionar o líder da oposição, Shelly Yechmovich com quem ele trocou informações. Todas estas políticas, sem exceção, manifestaram a sua disponibilidade a favor da Costa do Marfim, um país que sempre foi um "amigo de Israel". É um aquecimento de relações diplomáticas é claro. Laurent Gbagbo, auto-proclamado pró-Israel havia desafiado sobre as relações diplomáticas por décadas em favor de redes paralelas. O Chefe de Estado, Alassane Ouattara levou um monte de contatos para  tranquilizar a seus anfitriões de que a Costa do Marfim é realmente uma democracia e voltou a explicar-lhes que a democracia está a funcionar no país após a eleição presidencial, que ele foi eleito. "A democracia é um valor que agora faz parte da vida cotidiana de marfinenses, evidenciada pela progressos significativos registados no caminho de volta à normalidade, disse o Chefe de Estado.

2. Oportunidades econômicas

Mas a visita foi principalmente, sobre os objectivos económicos. Sabemos agora, a diplomacia sob Ouattara criou uma nova palavra é "eco-diplomacia". Durante sua viagem, o Chefe de Estado foi acompanhado por empresários de destaque da Costa do Marfim. Industriais, banqueiros, o chefe do Centro de Promoção de Investimentos. A economia, a verdade era a espinha dorsal do movimento do chefe de Estado em Tel Aviv e Jerusalém. Durante a sua estada, Alassane Ouattara não deixou de dizer aos investidores que os israelenses estão de volta a  "Costa do Marfim" Eles especialmente notaram que o nosso país se afirma a cada dia como uma das economias com melhor desempenho na sub-região com uma taxa de crescimento de cerca de 8%. A isso se acrescentam enormes oportunidades de negócio em diversas áreas, tendo em que os investidores podem prosperar. Entre outros, minas, saúde, pesquisa científica, agricultura, energia, etc. "Venha a Costa do Marfim e você não vai se arrepender", sublinhou o Chefe de Estado durante as muitas reuniões que teve com comerciantes israelenses liderados por Michael Federmann, Cônsul Honorário da Costa do Marfim em Israel, um homem de negócios. "Sinto que começamos a construir relacionamentos como eram nos anos 70 e 80", disse ele. De qualquer forma, Alassane Ouattara pintou alguns investidores que se reuniram para ouvi-lo: "Eu gostaria de convidá-los a investir muitos na Costa do Marfim, confiando que o nosso país voltou a paz e estabilidade. Eu sou um liberal e um democrata. Assim, estou convencido que o investimento privado e do empreendedorismo são a espinha dorsal de uma economia. ". Já, a colheita parece promissor. Um anúncio para os próximos 18 meses, a construção de uma termelétrica de 350 megawatts de energia para aumentar a capacidade do nosso país. Vários empresários de outros campos são anunciados. Habitação, agricultura, luta como cibernética têm especial interesse dos investidores israelenses. Uma delegação de empresários israelenses em Abidjan é anunciado em torno de 9 de julho. Os acordos de cooperação quinze entre os dois países estão prestes a ser reativado.

3. Uma visão da África

Uma das atividades importantes de Alassane Ouattara durante sua estadia em Israel, foi a palestra que ele fez no Fórum "Facing Tomorrow 2012" em Jerusalém. Cabeça Africano Único de Estado convidado para este fórum de suprema importância para o Estado judeu, Alassane Ouattara falou da sua visão para o mundo de amanhã. Diante de uma platéia de destaque político e financeiro, como Shimon Peres, Henry Kissinger, Tony Blair e Stanley Fischer, o presidente da CEDEAO disse que sua fé na democracia que é "irreversível na África." Para Ouattara, "os tempos mudaram. Leões africanos estão agora em busca dos tigres asiáticos ". O ex-diretor-gerente Adjunto do FMI , em uma pausa na fala, não citou o afro-pessimismo ou a "guerra contra o imperialismo", atacando as grandes potências. Alassane Ouattara foi bastante otimista e prática, levando os africanos a conta. Figuras para o conselho de apoio, para o continente mostrou que a África tem razão para ter esperança no futuro. Isso faz ele dizer que "África está no caminho certo para atingir o seu arranque económico como a China há 30 anos e na Índia há 20 anos." Mas, empurrando sua análise lúcida até o fim, o chefe de Estado marfinense advertiu o continente contra as armadilhas que se interpõem no caminho da democracia. Além disso, ele deve chamar a comunidade internacional a assumir a responsabilidade de apoiar os líderes locais para garantir a ameaça de segurança em algumas áreas como o norte de Mali. Enfim, para sua visão do amanhã, Alassane Ouattara pensa que o "novo mundo está nascendo." Ele chamou para o diálogo e a paz entre Israel e seus vizinhos árabes para o estabelecimento de dois estados.
4. Visitas edificante. Finalmente, seria difícil para os presentes a Israel não se submeter a um determinado protocolo. Daí a visita ao Museu do Holocausto e os lugares santos da cidade. Locais históricos para lembrar a humanidade quantas vezes pode ser desumano. A lição a este respeito, é a consciência de cada rosto, outro para os mártires do povo judeu, para que em nenhum outro lugar na Terra, alguns não querem repetir o nazismo em sua filosofia, bem como em suas práticas. A primeira-dama, entretanto, continua sua cruzada contra a infância atrasada. Promotor do projecto para construir um grande hospital em Bingerville, Dominique Ouattara foi nos subúrbios de Tel Aviv, colhe um exemplo, que do Hospital Schneider para a Infância. Este centro médico do mais alto nível tecnológico resume a política social do Estado judeu. A primeira-dama, depois de uma turnê, tomou notas e prometeu seguir o exemplo de Schneider Medical Center.
Ao todo, pode-se dizer, a visita de Alassane Ouattara e sua esposa, a Terra Santa e de Jerusalém trouxe mais do que apenas frutas. Ele pediu para que os líderes políticos do Estado judeu revivam Houphouet-Boigny. Mas, com Alassane Ouattara, todos viram "um líder entre os líderes", "um grande Africano, que pode trazer esperança para a África." Israel foi seduzido pelo filho de Houphouet-Boigny. Isto quer dizer que é o mínimo.
Repórter Charles Sanga

fonte: abidjan.net

Brasileira se une a feministas ucranianas e é presa na Europa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O grupo Femen voltou a protestar neste domingo antes de partidas da Eurocopa, mas um detalhe chamou a atenção: Sara Winter (à direita) é brasileira e estreou em protestos pelo grupo feminista ucraniano  Foto: EFE
O grupo Femen voltou a protestar neste domingo antes de partidas da Eurocopa, mas um detalhe chamou a atenção: Sara Winter (à direita) é brasileira e estreou em protestos pelo grupo feminista ucraniano.


fonte: terra.com.br

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Angola: Carlos Gomes Júnior agradece ao Presidente.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Candidato mais votado nas eleições presidenciais da Guiné-Bissau recebido pelo Presidente da República.
Fotografia: Francisco Bernardo


O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, recebeu ontem Carlos Gomes Júnior, o primeiro-ministro da Guiné-Bissau, deposto no golpe de Estado de 12 de Abril. O encontro decorreu no Palácio da Cidade Alta e Carlos Gomes Júnior foi acompanhado do ministro dos Negócios Estrangeiros, Djaló Pires.
No fim da audiência, Carlos Gomes Júnior disse a jornalistas que o encontro serviu para “agradecer ao povo angolano e ao Presidente José Eduardo dos Santos pela solidariedade prestada ao povo da Guiné-Bissau durante o triste acontecimento que foi o golpe de Estado de 12 de Abril”.
O encontro, disse, serviu também para, formalmente, reconhecer o papel da Missão de Segurança Angolana na Guiné-Bissau (MISSANG). “Era uma missão que foi aprovada pelos governos de Angola e da Guiné-Bissau, e pelas nossas respectivas assembleias nacional e popular, com o único objectivo de fazer o processo da reforma do sector de defesa e segurança”, afirmou.
Carlos Gomes Júnior acrescentou que a Guiné-Bissau tinha a MISSANG como elemento fundamental no processo de normalização da vida nacional. “Pensamos que poderia contribuir grandemente para que a Guiné-Bissau tivesse forças armadas republicanas e com obediência ao poder político, que era o desejado. Infelizmente não foi assim que as pessoas entenderam”, declarou.
Aos angolanos, Carlos Gomes Júnior deixou uma mensagem de fé e esperança: “Queremos é reafirmar ao povo angolano que os nossos laços históricos vêm desde a luta de libertação nacional e mantêm-se vivos. E que tão breve quanto possível faremos tudo para o reforço da cooperação entre os nossos povos e governos.”

Quadro actual



O primeiro-ministro deposto no golpe de 12 de Abril considerou a posição da CEDEAO “um passo errado” ao dar suporte a um processo que não inclui todas as sensibilidades do país e não tem em conta a vontade do povo guineense.  “Pensamos que a CEDEAO, ou melhor, alguns países da CEDEAO, deram um passo errado, mas penso que já reconheceram esse erro”, disse Carlos Gomes Júnior, para quem aquela organização regional “precisa de ser mais inclusiva, discutindo os problemas da Guiné-Bissau e da nossa região com países e organizações internacionais, nomeadamente com a própria ONU”.
Para Carlos Gomes Júnior, a Organização das Nações Unidas é chamada a “assumir as suas responsabilidades”, uma vez que a Guiné-Bissau é também um parceiro da ONU. A residir temporariamente em Portugal, Carlos Gomes Júnior vê com naturalidade o seu regresso à Guiné-Bissau e também o retorno à normalidade constitucional no país.
“O poder é dado nas urnas. Na primeira volta das eleições presidenciais nós vencemos com 49 por cento dos votos e isso tem que ter algum significado. Pensamos que é errado que um partido vença eleições e no dia seguinte alguém decide fazer um golpe de Estado para inviabilizar a vontade do povo”, reclamou.

Futuro político


Carlos Gomes Júnior disse que está fora de hipótese baixar os braços. “Enquanto presidente do PAIGC vou continuar a lutar junto dos meus parceiros, junto de amigos, para que o partido reassuma o poder e a responsabilidade legítima que tem para com o povo da Guiné-Bissau”, declarou o primeiro-ministro que se afirma com “força suficiente para continuar a dar orientação política ao partido que dirige”.
O dirigente guineense destacou os laços históricos entre o PAIGC e o MPLA. “São partidos irmãos desde o tempo da luta de libertação nacional. Naturalmente que há muita acção, e neste contexto geopolítico, vamos continuar o diálogo com todas as forças políticas para que mantenhamos esta cooperação que, como disse, já vem de outros tempos”, sublinhou.

Conferência internacional


No início do mês de Junho, Carlos Gomes Júnior reuniu-se com o Conselho de Segurança da ONU, onde propôs uma conferência internacional para definir uma estratégia com vista à resolução da crise no país. Acompanhado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Djaló Pires, Carlos Gomes Júnior esteve em Nova Iorque através de uma iniciativa de Portugal e propôs a convocação de uma conferência internacional sobre a crise no país.
A conferência internacional de alto nível, defendeu, deve ser convocada pelo secretário-geral das Nações Unidas no sentido de encontrar a definição de uma estratégia para a crise, incluindo a conclusão do processo eleitoral, interrompido pelo golpe de Estado após a primeira volta das presidenciais ganha por Carlos Gomes Júnior.

fonte: jornal de angola



Saber é poder.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

educação


A educação é mais do que a simples aquisição de saber. O conhecimento possibilita o crescimento humano e a participação política. O que nem sempre é do interesse dos poderosos.
“O conhecimento em si mesmo é poder”. A célebre frase escrita pelo filósofo inglês Francis Bacon há quatro séculos serviu de fundamento filosófico à Idade Moderna. A sua tese é hoje mais atual do que nunca e explica porque a aquisição de conhecimento é a condição mais elementar para o crescimento económico e político, a democracia e a justiça social. Factos que podem ser comprovados diariamente em todo o mundo. Nesse sentido, os acontecimentos recentes no mundo árabe e no norte da África, a começar pela Revolução de Jasmim na Tunísia, são particularmente expressivos.
Estudantes e intelectuais assumiram um papel crucial na Revolução de Jasmim na Tunísia
Estudantes e intelectuais assumiram um papel crucial na Revolução de Jasmim na Tunísia
Perdedores passam a vitoriosos
Os movimentos de protesto da primavera Árabe foram sustidos pelos intelectuais e a classe média. Os mais jovens tiveram um papel particularmente ativo. Os estudantes e docentes com 20 a 35 anos sentiam que os regimes lhes tinham roubado todas as perspetivas de um futuro digno. De Rabat a Riade, foram sobretudo os médicos, engenheiros e jornalistas que lutaram por mais liberdade, mais participação, oportunidades justas de emprego e perspetivas reais. O combate ainda não está ganho, porque as conquistas devem agora ser alicerçadas em instituições democráticas.
Mais do que não ocupar espaço, como se diz no mundo que fala português, o saber reforça a participação, fator talvez subestimado pelos governantes árabes. Sem a aposta muito forte no ensino básico, secundário e superior nestes países nos últimos 20 anos, o movimento de protesto provavelmente não teria surgido agora. Segundo o Índice de Desenvolvimento Humano, há duas décadas os países árabes começaram a facilitar o acesso da população à educação, com excelentes resultados.
O acesso ao ensino varia muito de região para região
O acesso ao ensino varia muito de região para região
Também o Presidente tunisino deposto, Ben Ali, se empenhou a fundo pela reforma do ensino no seu país. Um número crescente de jovens começou a ter acesso a uma boa formação. Mas esta não lhes servia de nada, pois continuava vedado o caminho ao emprego, às oportunidades e à participação política e social. Os empregos e os cargos eram reservados à nomenclatura. Antes da revolução, a taxa de desemprego na Tunísia era de 40%.  Ditadores como Ben Ali decerto não teriam apostado de forma tão consequente na Educação, se conhecessem de antemão o resultado emancipador dos seus esforços.
Um direito humano básico
Sem educação não há formação. Há muito que a comunidade internacional reconheceu o facto que é hoje a base do seu empenho por este direito humano. O segundo Objetivo do Milénio das Nações Unidas exige o ensino básico para todas as pessoas do mundo. Registam-se alguns progressos, mas estes são lentos e divergem muito de região para região. A taxa de crianças que frequentam o ensino básico subiu apenas sete por cento entre 1999 e 2009 para um total de 89%.
Sem educação não há desenvolvimento
Sem educação não há desenvolvimento
Já hoje se sabe que em muitas regiões da África e da Ásia o objetivo não vai ser atingido até 2015. Nas zonas em vias de desenvolvimento apenas 87 em 100 crianças completam o ensino básico. Em muitos países mais pobres, quatro de dez crianças abandonam a escola antes do fim do curso. As que vivem em zonas rurais ou de crise, ainda têm menos oportunidades de ensino. Ainda há muito que fazer.
Não há desenvolvimento humano sem educação
Não obstante, a experiência nos países emergentes, na Índia e na China, demonstra as grandes vantagens económicas da Educação. Nos anos 50 do século passado, as condições de vida na Coreia do Sul eram piores do que em muitos estados africanos hoje. A par como uma melhoria do setor da Saúde e acesso a contracetivos, a construção de um sistema de ensino com oportunidades iguais para homens e mulheres conduziram a uma redução da taxa da natalidade e um «boom» económico.
Milhões de crianças em todo o mundo são exploradas como mão de obra barata e não podem frequentar a escola
Milhões de crianças em todo o mundo são exploradas como mão de obra barata e não podem frequentar a escola
O crescimento económico em flecha da China também é um resultado da sede de saber: a Educação é um valor central para quase todos os chineses com menos de 25 anos. Ela determina a vida dos mais jovens. Mas a China também é um exemplo para o número ainda demasiado elevado de regimes que apostam mais no ensino sem aumentar a liberdade. Este modelo só funcionará enquanto tiverem o apoio da maioria da população.
A vontade de participar
A longo prazo nenhum regime sem legitimação democrática poderá resistir às reivindicações de uma população educada, que conhece os seus direitos. Nessa altura abrem-se as perspetivas para uma transformação democrática, para mais participação política, como provam os acontecimentos em países como a Rússia, e, de forma mais atenuada, na China e nalguns estados do mundo árabe. 
A educação é um direito humano fundamental
A educação é um direito humano fundamental
A situação é mais complicada em países como o Zimbabué, o Afeganistão e a Coreia do Norte. Enquanto a maioria aqui viver na pobreza, isolada do mundo pela propaganda política, sem acesso a educação nem informação independente, sem a possibilidade, portanto, de comparar o seu país com outros, os regimes e ditadores estarão seguros no poder. Mais uma razão para continuar a lutar pelo direito fundamental à educação.  
Autora: Ute Scheffer
Edição: Cristina Krippahl/António Rocha 
fonte: DW

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Egito: o ônibus(autocarro) do sexo masculino.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
As mulheres do Autocarro 678, diretor Mohammed Diab diz que a luta, por todos os meios, de três vítimas egípcias de assédio sexual e machismo começou.

Imagem de Ônibus 678. Allo cine © Distribuição Pyramide.

Um ônibus, três mulheres, um destino. Em  em sua primeira longa metragem as mulheres apresentam primeiro filme de ônibus 678, Mohammed Diab diz que viveu e lutou contra assédio sexual  em uníssono por três mulheres de diferentes origens.

Fayza (Bushra Rozza) é uma funcionária pública e mãe de dois filhos que mal pagam propinas. Seba (Nelly Karim) encarna sobremaneira a classe superior egípcia. Sensível à beleza da arte, ela passa seus dias fazendo jóias e estatuetas de arame em sua oficina, localizada no Cairo Velho, no coração da al-Khalili Khan souk.

A personagem de Nelly (Nahed El Sebaï) foi inspirado por Noha Rushdi, o egípcio primeiro a ser processado por assédio sexual em 2008. Lançado em 2010 no Egito, este filme fala aos egípcios que se identificam com os lugares, ruas e personagens filmados por Mohammed Diab.
Três mulheres humilhadas

Diariamente, Fayza sofre mal do sexo masculino. Ela gostaria de tomar um táxi, mas seu orçamento não permite. Deve tomar o ônibus se ela quer pagar a escola privada de seus filhos. Caso contrário, eles serão obrigados a frequentar escolas públicas devastada com 95% das escolas egípcias.
 

Velada e vestido com roupas largas, Fayza tentando esconder todas as formas que possam causar qualquer desejo. Mas quando ela entra no ônibus nada é feito. O predador masculino procura por presas. É isso aí. Ela se esquiva, em silêncio. Muito rapidamente ela não pode mais ficar calada e deixar que isso aconteça. Humilhado, ela grita e fere o seu agressor. "Ela é louca", exclamou o homem busca o apoio de outros passageiros.

Em um ataque de machismo generalizado, a vítima se torna o carrasco. Vaiado ele olha, Fayza deixa o ônibus. Ela perguntou para ele, algumas pessoas pensam. A mulher sedutora tem o que ela merece.

Diante de uma sociedade desigual e machista, Fayza decide defender-se e humilhar aqueles que a humilham. Quando um homem faz empreendimentos para acariciar suas nádegas, Fayza reage combativo, cortar-lhe o sexo.
 

Denúncia, apesar de pressão da família
 Sebá circula em 4x4. Ao contrário de Fayza, não é obrigado a tomar o transporte público para chegar ao seu estúdio. Mas o assédio sexual não poupa as mulheres ricas. Em uma noite, sua vida mudou. Grávida, ela acompanha o namorado para uma partida de futebol. Após a vitória, a cena de júbilo nas ruas de Cairo. A multidão é densa e decide por você.
Naquela noite, não Seba domina nada. Ela se esforça em vão. Ela é varrida. No rescaldo do ataque, o comportamento de seu namorado é típico de reações a  agressão que: uma combinação de vergonha, culpa e machismo.
Seba se recusa a ser educada. Ela organizou várias vezes por semana uma reunião de "autodefesa" na Cultura Sawi, um teatro e reuniões em Zamalek, um bairro rico do Cairo. Durante cada sessão, ela incentiva as mulheres a verbalizar sua agressão. Quando? Quantas vezes? Onde?
Nelly dá uma representação na sala de transbordamento. Com seu noivo, ela tenta encontrar um caminho no "one man show (wo)." Como Seba, ela foi agredida. Como Noha Rushdi, Nelly queixa de agressão sexual, apesar da pressão de sua família. 

Um homem, ferido
 O destino dessas três mulheres revela subtileza e realismo com as características da sociedade egípcia, como a dificuldade de se casar, pobreza, ignorância ou mesmo design e prazer do sexo ...
Casar no Egito logo se torna um pesadelo. O marido deve garantir uma qualidade de vida para sua futura esposa. Os pais da noiva muitas vezes exigem um ouro, plana e jóias. E o noivo de Nelly abandona o one man show para uma posição no banco ...
Além das complicações de casamento, Mohammed Diab dá para ver os males da sociedade egípcia.  


Primeiro o silêncio.
 
    
"Por anos, nós colocamos nossas cabeças na areia. A vítima de abuso sexual é escondida, porque dá vergonha. Ninguém ousava se defender ", diz Iman, um professor de francês e ativista feminista no Cairo.
Vestindo um véu de correspondência rosa para suas jóias, luzes freneticamente batem na Imane com seu cigarro. Ela não entende que a agressão sexual pode ocorrer em um país predominantemente islâmico:
 

"É contra a nossa sociedade. O Islã proíbe a agressão sexual. Concluo que a religião é essencialmente uma aparição no Egito. "

As agressões sexuais não são novas, esse ouro não é muito longo como estas questões têm o seu lugar nas colunas de patos egípcios.

 
A lei sobre assédio sexual já está em questão

 
Sexo ainda é tabu em uma sociedade onde os clipes de cantores sensuais abundam nos canais de música. Imane nunca discutiu o sexo com sua mãe, pelo menos até o dia do casamento.

     "Após o casamento, minha mãe quebrou o silêncio e aconselhou-me a agradar meu marido. E o meu prazer em tudo isso? "Declara Imane.

Que tal uma lei contra o assédio sexual? Ela existe no Egito desde 2009. Antes dessa data, a agressão sexual não era um crime. Mas a luta continua por associações de mulheres desnorteadas pela posição de um membro da Irmandade Muçulmana da oposição que propôs recentemente a abolir a lei contra o assédio sexual.

Nadera Bouazza

 
Mulheres de ônibus 678. Um filme de Mohamed Diab (Egipto), com: Nahed El Sebaï, Rozza Bushra e Nelly Karim, Omar Saeed El - 01:40 - Lançado: 30 de maio de 2012
 

fonte: Slate Afrique 

Brasil: 'Nunca tinha visto um corpo assim', diz legista do caso Yoki.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Marcos Kitano Matsunaga, executivo-chefe da fabricante de alimentos Yoki, foi morto no final de maio. Foto: Reprodução
Marcos Kitano Matsunaga, executivo-chefe da fabricante de alimentos Yoki, foi morto no final de maioFoto: Reprodução

O médico-legista que examinou o corpo do diretor-executivo da Yoki, Marcos Matsunaga, que teria sido assassinado e esquartejado pela própria mulher, afirmou ao jornalFolha de S.Pauloque em toda sua carreira nunca tinha se deparado com um corpo igual ao da vítima. "Nunca tinha examinado um corpo como o desse moço. Já fiz necropsias em vítimas de acidentes de trem, de carro, sempre muito mutiladas, mas nunca como nesse caso. Não consigo explicar como as partes do corpo estavam num estado de conservação que podemos considerar bom", afirmou o médico.
Foi Jorge Pereira de Oliveira, 64 anos, quem desmentiu a mulher do executivo, Elize Matsunaga, que havia afirmado que esperou dez horas até cortar o corpo do marido. Segundo perícia feita pelo médico, a cabeça e o braço do executivo foram arrancados com ele ainda vivo. "Até agora, o braço direito da vítima não foi encontrado. Porém, de todas as outras partes achadas, apenas o braço esquerdo apresentava estado avançado de putrefação. Todas as outras estavam num estado de conservação muito bom e não foi possível explicar o motivo", afirmou o legista. Outra versão de Elize contestada pelo laudo foi a de que ela teria atirado no marido quando ele ainda estava de pé. No entanto, a perícia apontou que o disparo foi feito de um plano mais alto que Marcos estava. A hipótese é de que ele podia estar de joelhos, sentado ou até mesmo deitado.
Empresário é esquartejado 
Executivo da Yoki, Marcos Kitano Matsunaga, 42 anos, foi considerado desaparecido em 20 de maio. Sete dias depois, partes do corpo foram encontradas em Cotia, na Grande São Paulo. Segundo apuração inicial, o empresário foi assassinado com um tiro e depois esquartejado. Principal suspeita de ter praticado o crime, a mulher dele, a bacharel em Direito e técnica em enfermagem Elize Araújo Kitano Matsunaga, 38 anos, teve a prisão temporária decretada pela Justiça no dia 4 de junho. Ela e Matsunaga eram casados há três anos e têm uma filha de 1 ano. O empresário era pai também de um filho de 3 anos, fruto de relacionamento anterior.
De acordo com as investigações, no dia 19 de maio, a vítima entrou no apartamento do casal, na zona oeste da capital paulista e, a partir daí, as câmeras do prédio não mais registram a sua saída. No dia seguinte, a mulher aparece saindo do edifício com malas e, quando retornou, estava sem a bagagem. Durante perícia no apartamento, foram encontrados sacos da mesma cor dos utilizados para colocar as partes do corpo esquartejado do executivo. Além disso, Elize doou três armas do marido à Guarda Civil Metropolitana de São Paulo antes de ser presa. Uma das armas tinha calibre 380, o mesmo do tiro que matou o empresário.
Em depoimento dois dias depois de ser presa, Elize confessou ter matado e esquartejado o marido em um banheiro do apartamento do casal. Ela disse ter descoberto uma traição do empresário e que, durante uma discussão, foi agredida. A mulher ressaltou ter agido sozinha. No dia 19 de junho, o juiz Adilson Paukoski Simoni, da 5ª Vara do Júri no Fórum da Barra Funda, aceitou a denúncia do Ministério Público de São Paulo e decretou a prisão preventiva da acusada.
fonte: terra.com.br

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Cantora deu o mimo para marcar dia dos pais, festejado neste mês nos EUA.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Beyoncé compra avião para o marido Jay-Z - Getty Images

Nos Estados Unidos, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo do mês de junho. Pensando nisso, Beyoncé comprou um avião de R$ 80 milhões para o marido Jay-Z. O mimo tem capacidade para 15 pessoas e é presente de Dia dos Pais.
Beyoncé achou que essa seria a melhor forma de mostrar a Jay que ele é um ótimo pai," disse uma fonte ao jornal Daily Star.
Ainda de acordo com a fonte, o avião, um Bombardier Challenger 850, tem uma sala de estar revestida de couro branco, uma cozinha, um quarto e dois banheiros. A ideia de Beyoncé é que toda a família possa viajar com ela e o marido.
A primeira filha da cantora com Jay-Z, Blue Ivy Carter, nasceu em janeiro. Recentemente, ela contou que um poema da escritora Rebecca Solnit inspirou o nome da criança.

Não é a primeira vez que Beyoncé dá um presente extravagante ao marido. Meses atrás ela deu a Jay um anel de safira de 300.000 libras (cerca de R$ 960.000), em agradecimento ao apoio dele durante a gravidez.
fonte: ofuxico

Angola: A Polícia introduziu arma na sua viatura para incriminá-lo.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
policias1.jpg

Luanda – Dados recentes revelam que a polícia nacional prevê justificar a detenção do presidente da Fundação 27 de Maio, o general das Forças Armadas Angolanas (FAA), Silva Mateus, por porte ilegal de arma de fogo do tipo AKM, que estranhamente apareceu no seu carro. Este portal soube ainda junto de outra fonte que este oficial superior nunca teve em sua posse este tipo de arma.
Polícia introduziu arma na sua viatura para incriminá-lo
Fonte: Club-k.net

A fonte deste portal suspeita que a referida arma terá sido introduzida pela polícia na altura que reteve a sua viatura no local do acontecimento. “Quando a polícia da Brigada Moto mandou-nos encostar a viatura, um deles chegou violentamente e mandou-nos sair e levou-a (conduzindo) a uns 100 metros”, revelou a fonte, explicando que “depois de alguns minutos o tal agente trouxe a viatura, pedindo desculpas pela sua atitude”. 


No entanto, em conversa telefónica com o também general José Fragoso, Silva Mateus confirma que viu um dos agentes da DNIC a introduzir a arma no seu carro já dentro da 1ª esquadra. “Eu vi pessoalmente um polícia a meter uma arma na minha viatura”, contou, acrescentando que estava a ser levado para o Comando Provincial de Luanda da polícia nacional, onde poderá passar a noite.  


José Fragoso garantiu ainda que “até ao momento a polícia não disse nem sequer uma palavra, que justifique a detenção do general Silva Mateus. Até suspeitávamos que fosse por causa de ajuda que está a prestar aos ex-militares das FAA, agora com aparecimento de arma na sua viatura, após uma estranha vistoria feita no seu carro, os agentes do regime estão a tentar encontrar outra justificação”. 


De recordar que além de general das FAA, Silva Mateus é também presidente da Fundação 27 de Maio e coordenador da União de Tendências do MPLA. O mesmo foi nesta segunda-feira, 18, interpelado na rua Liga Africana (adjacente do parque de estacionamento da SISTEC), no distrito das Ingombotas, em Luanda, pelos quatro efectivos pertencentes à Brigada Moto que se faziam acompanhar de dois agentes – a paisana – da Direcção Nacional de Investigação Criminal (DNIC).
fonte: mpdaangola

terça-feira, 19 de junho de 2012

Brasil: A loira faz mais do que você pensa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...




Rio+20 discute subsídios e impasses persistem nas negociações.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Uma faxineira fala em seu celular durante uma pausa, próximo a um logotipo da Rio+20, na entrada do Pavilhão Brasil no Rio de Janeiro, 18 de junho de 2012. REUTERS/Nacho Doce
Uma faxineira fala em seu celular durante uma pausa, próximo a um logotipo da Rio+20.

RIO DE JANEIRO, 18 Jun (Reuters) - As negociações para o texto final da Rio+20 entraram em seu último dia nesta segunda-feira, e os países participantes seguem em impasse quanto ao fim de subsídios, financiamento de projetos de sustentabilidade e transferência de tecnologia.
O Brasil, que lidera as negociações, está alterando a redação ou retirando parágrafos que enfrentam grandes divergências entre os países, disseram à Reuters três fontes a par das discussões.
O fim dos subsídios ao petróleo é um dos pontos de maior disputa. Países como Venezuela e Arábia Saudita, que utilizam recursos públicos para exploração e produção, são resistentes à ideia, assim como nações que concedem o benefício a consumidores, como Índia e Nigéria, que argumentam ser uma ferramenta de inclusão social.
Os países críticos à medida dizem que o G20, grupo que reúne as maiores economias do mundo, já havia concordado em reduzir os subsídios, mas que, até agora, nada foi feito neste sentido.
As divergências sobre financiamento e transferência de tecnologia para projetos de sustentabilidade, que impediram a aprovação de um texto na sexta-feira, ainda estavam mantidas nas últimas horas de negociações.
Países ricos, tradicionais financiadores e os mais afetados pela crise econômica internacional, recusam se comprometer com novos aportes, posição adotada desde o início da conferência.
A proposta de criação de um fundo de 30 bilhões de dólares, feita pelo G77 --grupo que reúne países em desenvolvimento, incluindo Brasil e China--, foi retirada do texto em discussão, num sinal claro da resistência dos países ricos em fazer desembolsos.
As nações desenvolvidas se opõem também à obrigatoriedade de transferência de tecnologia e, segundo uma das fontes, que falou sob condição de anonimato, as negociações se baseiam, agora, em compromissos voluntários.
O Brasil pressiona para que o texto seja aprovado ainda nesta segunda-feira, antes da reunião de chefes de Estado e governo, entre 20 e 22.
fonte: br.noticias.yahoo.com



segunda-feira, 18 de junho de 2012

O Presidente marfinense quer levar seus compatriotas na clandestinidade em Israel de volta para casa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Conférence

Conferência "Facing Tomorrow 2012" em Israel: Alassane Ouattara teve almoço oferecido pelo presidente Shimon Peres. Domingo 17 junho, 2012. Tel Aviv (Israel). Palácio Presidencial. O Chefe do Estado de Israel, Sr. Shimon Peres recebe para almoço o seu homólogo costamarfinense, Sr. Ouattara chegou a participar da Conferência Presidencial "Facing Tomorrow 2012". JERUSALÉM, 18 de junho 2012 (AFP) - O Presidente da Costa d Ao Marfim Alassane Ouattara, em visita ao Estado judeu `,` disse que iria trabalhar para repatriar os seus compatriotas instalado ilegalmente em Israel, disse nesta segunda-feira no escritório. Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou apoiar em um comunicado.

"O Presidente ivoiriense Ouattara concordou que Israel deve repatriar os residentes nacionais da Costa do Marfim que vieram para cá sem autorização ", ele disse, que ao  final de negociações em Jerusalém será entre MM. Netanyahu e ele. Este último, que chegou domingo, também se reuniu com o problema a imigração ilegal com o presidente do Knesset (Parlamento), Reuben Rivlin.
Após sua reunião com o Sr. Rivlin, no entanto, Ouattara emitiu uma dúvida na precisão de estimativas israelenses de que cerca de 2.000 marfinenses que vivem em Israel ilegalmente. 
"Nós não temos certeza disso (...) Vamos rever a lista e trazer os nossos cidadãos de regresso para seu país, sua terra natal, em plena cooperação com Israel", disse o chefe de estados da Costa do Marfim, de acordo com uma declaração do Knesset.
"Nós sabemos muito bem o problema dos migrantes, como um Estado que simultaneamente integra os refugiados, onde 250.000 refugiados fugiram de seus países de origem durante uma crise política ", acrescentou. "Até à data, conseguimos reduzir o número para cerca de 60.000 dos nossos refugiados em todo o mundo, e esperamos que eles vão voltar para a Costa do Marfim nos próximos meses ", ele disse ainda.
Para mim, é humilhante ver cidadãos africanos que tentam chegar a quase qualquer preço em outro país", acrescentou.
A presença de cerca de 60.000 imigrantes africanos, principalmente do Sudão, do sul do Sudão e da Eritréia, entram em Israel ilegalmente através da fronteira com Egito, em maio provocou uma anti-imigração em Tel Aviv que tende a degenerar em violência xenófoba.
O governo decidiu inicialmente expulsar 1.500 sudaneses do sul e 2.000 marfinenses em situação irregular, depois de receber a luz verde da justiça. O primeiro avião partiu na noite de domingo levando 127 imigrantes ilegais no sul do Sudão. Todos concordaram em sair depois de receber um bônus inícial de cerca de 1.000 euros por adulto e 400 euros por criança.
As autoridades israelenses continuaram segunda-feira sua campanha de prisões de ilegais lançados há uma semana para deportação.
Israel também está trabalhando para concluir a edificação de uma cerca de segurança enorme ao longo de sua fronteira com o Egito, e um centro de detenção no deserto de Negev (sul) com capacidade para acomodar até para 20.000 imigrantes ilegais.


fonte: abidjan.net

A angolana Leila Lopes doou 1000 Euros a Aldeia SOS no Gana.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

A angolana Leila Lopes, miss Universo, doou um cheque de mil euros à aldeia SOS de Tema, no Gana, no âmbito da campanha de angariação de fundos para apoiar orfanatos, reduzir a pobreza e fazer campanhas de combate ao HIV-Sida.

«África tem um futuro brilhante, de esperaça e promessa. Que a minha visita inspire as pessoas a sonhar e a atingirem grandes objectivos», comentou a angolana.

«Também por esta razão, decidi juntar a minha voz à de todos os que chamam a atenção para o drama das crianças órfãs, filhas de pais que morreram com Sida e muitas delas já infetadas», juntou.

Durante três dias, Leila Lopes visitou uma série de orfanatos, onde se deparou com grandes dramas humanos e todo o tipo de dificuldades. Por isso, vai juntar-se a esta luta.

Fonte: Angonoticias





domingo, 17 de junho de 2012

Magatte Wade, a volta da notícia Africana.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Magatte Wade é representante de uma nova geração de Africanos. Uma juventude que não quer mais enfrentar um complexo do Ocidente, e ela sabe todos os códigos.

 

Quando ela fala, todo mundo levanta a cabeça e escuta. Magatte Wade é um orador nato.

     "Recentemente, fui convidado a falar para mais de 5.000 pessoas na Nigéria. Atrás das telas de televisão, havia mais de dez milhões de pessoas ", disse Wade Magatte que está ciente de que poderia ser um sucesso na arena política, mas prefere ficar longe dos combates em águas turvas.

Jovem empresário, Magatte Wade é um dos novos rostos que captam a luz. É verdade, tem tudo para atrair a atenção. "Africano, jovem, bonita, inteligente e enérgico", disse um participante no Fórum de Nova York para a África. Magatte Wade, 36 anos, foi recentemente apresentado na lista Forbes dos vinte mais influentes jovens mulheres africanas.

Seguidor da marca

Nascido no Senegal, ela seduz as três Áfricas, o francês, o Inglês e as "raízes". Originalmente de Senegal, Magatte estudou na França e "defende a cultura francesa." Antes de ir morar nos Estados Unidos, onde aprendeu todos os códigos da cultura através do Atlântico. E tornaram-se um fervoroso adepto da cultura corporativa e o "branding". Ela repete uma palavra com prazer. Como um talismã contra a má sorte.

Identidade complexa, ela defende Francês, Inglês e Wolof, um Africano que deve evitar a perda de sua alma.

     "África tem muito a oferecer ao mundo, incluindo a cultura Sufi", diz Magatte, que pertence à irmandade Mouride, muito poderoso no Senegal.

Isso vai às raízes da sua cultura que Magatte Wade começou sua primeira empresa World Beat Adina. Uma empresa que vende bebidas  africanas nos EUA. Assim, o hibisco orgânica (esta bebida feita a partir de hibisco tem aparecido em supermercados americanos).

     "Quando fui para o Senegal, estava desolado ao ver que os jovens se afastaram de hibisco. Eles queriam beber refrigerantes americanos. Enquanto o cultivo de folhas de hibisco é realmente parte do estilo de vida do Senegal. O cultivo de mulheres roselle uma aldeia viva. Estas culturas ajudam a lutar contra o êxodo rural. "

De acordo com um estudo da ONU, Adina realiza um volume de negócios de US $ 3 milhões e emprega 25 pessoas. Adicione a isso centenas de mulheres que oferecem flores de hibisco no Magatte empresa no Senegal.
 

Pensar globalmente e em comercios locais

Magatte passa boa parte de sua energia para convencer os africanos a desenvolver comércio local.

     "Claro, na África, há sempre a tentação de marcas fortes. Como em outras partes do mundo, os jovens querem Nike ou da Coca Cola. "

Magatte acrescenta mais:

     "Há também um complexo de inferioridade. O Africano sempre acha que o que está acontecendo em outro lugar é melhor do que o que vem dele. Enquanto nos Estados Unidos, existem pessoas felizes para consumir produtos Africanos. Americanos que rejeitam produtos chineses e se lançam sobre o que é produzido na África. E eles querem conhecer a cultura Africana como um todo. "

Magatte também quer lutar para mudar as atitudes de intelectuais africanos:

     "No Senegal, tradicionalmente, é formada de altos funcionários, segundo o modelo da França. Temos que mudar nossa mentalidade. Por um lado, há Modou-Modou (Wolof palavra que significa pequenos comerciantes) cheio de energia e espírito empreendedor, mas que não têm formação. E o outro, há intelectuais que não querem criar negócios, que não querem correr riscos, ao contrário dos americanos ", disse ela em francês, às vezes com um ligeiro sotaque Inglês.

A influência de sua vida passada em San Francisco e sua vida atual, em Nova York.

Ela vive de cem quilômetros por hora, falando tão rápido quanto seu Tiossan nova empresa especializada em cosméticos e moda. Ela fala com entusiasmo sobre a marca de sua marca.  

Suas marcas.

     "Inicialmente, os produtos vai ser fabricados e comercializado nos Estados Unidos. Mas muito rapidamente, eles serão produzidos no Senegal. É mais difícil de configurar no Senegal, mas é a meta ", diz ela com determinação.
 

Projetos em todas as direções

Americana Magatte é provavelmente muito, mas ao mesmo tempo que continua a ser muito senegalês. Infundido com a cultura Sufi da irmandade Mouride. Ela vibra para outro projeto: criar uma escola no Senegal, onde o foco seria na criatividade e desenvolvimento dos alunos.

     "O Senegal perdeu muito de sua criatividade cultural. Devemos ajudar os jovens a encontrar a criatividade. 10% dos lucros da Tiossano vão para esta missão. Por que não projetar um treinamento no Senegal, como existe nos EUA? "Ela diz que mais uma vez, vai embarcar na vocação de outro dos seus projectos para o Senegal.

Magatte quer ajudar a criar uma geração de africanos "líderes mundiais". Seu entusiasmo é contagiante. O céu é o limite da versão Wolof. É inesgotável quando se trata de evocar tudo o que a África pode fazer. Tudo está indo para a África. E quem vai tirá-la do subdesenvolvimento. Ela esquece que o relógio corre.

Magatte está muito atrasada para a sua próxima conferência. "Eu estou sempre atrasada", admite ela com um sorriso. Mas ela continua a falar. Claro dela. Feliz por conseguir transmitir sua mensagem. Esse otimismo de uma nova África. Magatte não está pressionada. Ela tem muito tempo. Uma vida misturada. Espírito da França, América, África. Empreendedorismo. Espírito Sufi. Vida inteira pela frente. E ela está bem ciente.
 

fonte: slateafrique 

 

sábado, 16 de junho de 2012

Telma Viale: "em África o desemprego aumentou 5.5 por cento, estando agora em 27.9 por cento".

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Vamos falar sobre o relatório que fala do emprego juvenil “Tendências de Emprego para a Juventude 2012!”. Há problemas que começam primeiro com a crise, depois pelos níveis de desemprego, nos países pobres, depois nos países em desenvolvimento, para depois haver um agravamento nos países desenvolvidos… vamos falar também desta tendência de aumento dos empregos precários. O que se está a passar com os empregos precários que parece que a longo prazo oferecem mais danos que benefícios?
Este novo relatório, sobre tendências globais de emprego, faz parte dos relatórios que a OIT faz, observando os grupos que têm vulnerabilidades. O dos jovens é um destes grupos. Para posicionar os jovens na força de trabalho, há 620 milhões de jovens que trabalham, mais ou menos dezanove por cento da totalidade da força total, que são 3.3 biliões de pessoas que trabalham.Neste universo há 75 milhões de jovens, hoje, que estão desempregados. Mas isto é apenas uma parte, o facto é que há 150 milhões de jovens que trabalham, e trabalham muito. Mas que ganham um dólar por dia. Assim, são 225 milhões de jovens que estão numa enorme vulnerabilidade. Estes números são a totalidade da população da Alemanha, França, Inglaterra e Canadá. Tudo junto. Mas uma grande parte desta população está nos países em desenvolvimento.
Vamos falar do caso do Brasil, país latino-americano que teve uma ligeira queda no desemprego. A que é que se deve e de que forma é que deve servir de exemplo para os países mais desenvolvidos que tiveram uma subida muito acentuada?
A realidade é que não tiveram muita subida. Na totalidade o rela tório mostra 2.1 por cento da força de trabalho juvenil desempregada nos países mais desenvolvidos. Isso não mudou com a crise, nem no pior momento que foi em 2009. Pelo contrário, os números melhoraram no ano passado, já que estava em 2.6. claro que os números mudam… na América latina há 3.7 por cento, um ponto a mais, praticamente. Mas em África o desemprego aumentou 5.5 por cento, estando agora em 27.9 por cento de desemprego juvenil em 2011. E estes dados são referentes aos países da África do Norte.
Nestes casos o que é que se pode fazer, visto que o emprego precário, que tem sido uma ajuda, parece que mais prejudica que ajuda, a longo prazo? 
Os números que citamos não incluem o trabalho precário, sem qualquer protecção social e que ocupa o sector informal. Claramente que isso tende a aumentar. O que se tem de fazer… há uma urgência de estabelecer parcerias com o sector público e estimular programas de aprendizagem, formação, estágios que são fundamentais para melhorar a inserção no mundo do trabalho. O objectivo é que seja o mercado informal a integrarse no espaço formal para garantir a protecção social ao trabalhador. Este tema está a ser discutido pelo G20, que já lhe deu o sentido de urgência. É importante reforçar os laços entre o ensino profissionalizante com o mercado do trabalho. Há também que prestar atenção às dinâmicas das novas tecnologias que vão surgindo, mesmo neste prisma da formação. Outro problema é que este desemprego juvenil está também muito associado a níveis de violência e a todo o tipo de actividades ilícitas, principalmente com o tráfico de drogas. Vê-se isso muito na América Central … na América Latina, também no Brasil.

Temos o caso da Europa onde os em pregos precários estão a multiplicar se com a crise, que implicações é que isso pode ter a longo prazo?
Isso é uma bomba relógio que já vai tendo pequenas explosões em alguns países. Aí há jovens com alto nível de educação e com graus eleva dos de desmoralização. Isso é muito perigoso, porque são jovens forma dos, com boa educação, o que pode levar à uma forte violência social, organizada. Não só dentro dos países mas também na região. Daí o tal sentido de urgência no G20. O que o relatório diz é que é urgente tratar deste assunto com políticas que abranjam o sector privado e o sector público. Este assunto é e tem que ser um ponto importantíssimo na agenda.
Temos 40 milhões de jovens a entrar no mercado do trabalho todos os anos, há que criar 400 milhões de postos, além dos 200 milhões que já existem.
É, portanto, um fardo para os países desenvolvidos. Mas temos os países em desenvolvimento, os subdesenvolvidos, há alguma recomendação específica para cada um destes grupos de países, depois de ter falado no papel dos governos, da necessidade de se integrar o sector informal no formal?
O que eu já disse; elaboração de políticas em que isso é prioridade. Em que os governo trabalhem com o sector privado. E também ver o que pode funcionar e que funciona em alguns sectores.
Identificar também novos sectores onde se pode criar empregos. É imperioso falar com os jovens e perceber como pensam sobre os seus próprios problemas, é importante identificar experiências positivas e fazê-las partilhar.
O que espera ouvir das associações de jovens, que exemplos é que podem ser replicados noutros países?
Temos um relatório, “A Crise no Emprego Juvenil – Um Tempo para a Acção” precisamente para ver, com os jovens, que coisas genéricas se podem fazer para melhorar. Há já uma voz da juventude, uma juventude com ideias e com soluções para o seu próprio futuro.
O problema do emprego está na ordem do dia, tanto para a geração que está no poder, como para a que exerceu o poder e para as que aí vêm. Este assunto é realmente importante, tem a ver com a vida e com a dignidade das pessoas. E o mundo é para todos.

Eleutério Guenave (Rádio ONU)
14 de Junho de 2012
fonte: OPAIS

Total de visualizações de página