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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

quarta-feira, 25 de julho de 2018

ANGOLA: RIR COM A BARRIGA VAZIA DÁ MAIS FOME AO NOSSO POVO!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



O ministro da Agricultura de Angola, Marcos Alexandre Nhunga, disse hoje, em Lisboa, que o seu país está empenhado em valorizar a agricultura familiar, nomeadamente através de créditos, da facilitação do escoamento da produção e da promoção da mecanização neste sector. Os 20 milhões de pobres que fazem da mandioca, do farelo, do que aparecer, um manjar não podem rir muito porque rir com a barriga vazia dá mais… fome.

“Temos que realçar que Angola está a fazer um intenso trabalho, principalmente, (…) a estruturar o crédito a nível dos camponeses, aumentar os factores de produção, buscar esquemas de comercialização que facilitam a extracção da produção. Essa é uma produção pequena e muitas vezes têm dificuldades para colocar a sua produção nas grandes superfícies”, afirmou Marcos Alexandre Nhunga.
Para Marcos Alexandre Nhunga (que a 5 de Setembro de 2016 foi, pela primeira vez, nomeado ministro da Agricultura), os governos têm a necessidade de estabelecer mecanismos para que esta produção possa ser extractiva e, no caso de Angola, “é muito importante porque (a agricultura familiar) é responsável pela maior produção do nosso país”.
O ministro da Agricultura e Florestas de Angola falou hoje à agência Lusa após um encontro como o seu homólogo português, Luís Capoulas Santos, ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural.
O responsável angolano esclareceu que o reforço do empenho no apoio à agricultura familiar em Angola está ligado à assinatura da “Carta de Lisboa”.
O representante angolano assinou hoje a “Carta de Lisboa pelo Fortalecimento da Agricultura Familiar”, um documento cuja cerimónia de assinatura teve lugar durante a Reunião de Alto Nível sobre a Agricultura Familiar que decorreu em Lisboa, em Fevereiro, envolvendo todos os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mas na qual Angola não participou naquela oportunidade.
A “Carta de Lisboa”, que resultou da reunião ministerial da CPLP em Fevereiro, é um conjunto de directrizes políticas para a aplicação prática nos Estados-membros da pequena agricultura familiar.
“Tomado o conhecimento da Carta de Lisboa, volto a afirmar a posição do Executivo angolano e transmitir que, em Angola, a agricultura familiar é a nossa base, que é responsável pela produção de mais de 80% daquilo que se consome em Angola”.
“O que nós vamos fazer é trabalhar no sentido de cumprir com os 17 compromissos assumidos (na Carta). O que estamos a fazer para cumprir estes compromissos? Estamos a fazer mais debates para relevar o papel da agricultura familiar a nível do nosso país e da CPLP”, sublinhou ainda.
Para o ministro Nhunga, a agricultura familiar tem também um papel fundamental na agenda 2030 das Nações Unidas.
“Queremos trabalhar no sentido que, na base deste debate, se possa promover acções que possam criar uma agricultura muito mais sustentável a nível deste grupo importante na produção agrícola”, adiantou o político angolano.
“Angola está muito empenhada nisso, introduzindo também alguma componente forte de mecanização na agricultura, porque não podemos continuar a trabalhar e a pensar nas enxadas. Temos que introduzir a mecanização na agricultura familiar para aliviar o trabalho das mulheres, que são fundamentalmente as que trabalham (neste sector) e maior tempo para cuidar das suas crianças”, indicou ainda o ministro angolano.
O ministro Capoulas Santos referiu que já existem “alguns projectos em fase adiantada de cooperação” neste âmbito entre Portugal e Angola e que “uma cooperação só é produtiva quando funcionam nos dois sentidos”.
“Nós estamos interessados, naturalmente, que empresários portugueses possam instalar-se em Angola, como estamos interessados que empresários angolanos se instalem em Portugal, assim como estamos interessados em estimular o comércio agrícola nos dois sentidos”, disse Capoulas Santos.
Para o ministro português, a curto prazo, Angola será um fornecedor de bens agrícolas para Portugal e os portugueses continuarão a ser fornecedores de Angola que já é um dos principais clientes de Portugal neste sector.
“É uma cooperação que temos vindo a estabelecer e que agora temos condições políticas fantásticas para expandir, porque penso que isso é do interesse dos dois países”, sublinhou Capoulas Santos.

As enxadas do ministro Nhunga

“Hoje não podemos continuar a trabalhar e a pensar nas enxadas”, diz o ministro Marcos Alexandre Nhunga. No dia 11 de Maio do ano passado, este mesmo ministro dizia que o trabalho manual das terras agrícolas, com recurso a enxadas, ainda é utilizado em 98% dos terrenos em Angola, em contraponto com o reduzido recurso à mecanização nos cerca de cinco milhões de hectares de cultivo. E acrescentava que apenas 2% dos hectares de cultivo do país são preparados com “recurso a mecanização e tracção animal”.
“A actividade de produção agrícola no país debate-se com o problema do baixo uso de mecanização na preparação de terras”, admitiu. E, pelos vistos, pelo menos desde então nada foi feito para in verter a situação. Razões? As que conhecemos desde 1975: incompetência do partido que desde então esteve sempre no governo, o MPLA.
Provavelmente esta realidade enquadra-se, como tanto gosta o regime que (des)comanda o país desde 1975, no facto de Angola viver desde finais de 2014 uma profunda crise económica, financeira e cambial devido à queda do preço do barril de petróleo no mercado internacional, com o ministro angolano a admitir consequências negativas no sector, como a falta de meios de apoio à produção agrícola.
“Com a retracção da actividade económica, vários meios e equipamentos de trabalho detidos pelas empresas de construção civil, tais como tractores, camiões e outros, incluindo a mão-de-obra, ficaram praticamente inactivos. Estando muitos deles parqueados nos estaleiros”, observou em Maio de 2017 o ministro. E antes disso, no período das vacas gordas?
Marcos Alexandre Nhunga referiu ainda (2017) que apesar de Angola dispor de “solos de elevada aptidão agrária, abundantes recursos hídricos e uma expressiva faixa da população dedicada às actividades do campo”, actualmente “a produção interna ainda, em muitas culturas, não satisfaz as necessidades de consumo”.
“A realização plena do potencial do sector agrário nacional, como motor da segurança alimentar e promotor do desenvolvimento socioeconómico do país, depende, em grande medida, da eficiência e eficácia com que decorrem as actividades produtivas dentro de cada um dos seus subsectores”, concluiu.

Descoberta da pólvora (para fins agrícolas)

Recorde-se que o ministro Marcos Nhunga descobriu a pólvora que, por sua vez, fora inventada pelo seu antecessor, Afonso Pedro Canga.
Então, como grande novidade, Marcos Nhunga, apela à participação activa dos intervenientes no sector agrário para o processo de diversificação da economia, tendo em vista melhorar as condições de vida da população.
Originalidade não falta. O ministro da Agricultura diz que pelo facto de o país estar a atravessar um momento de crise financeira, precisa de buscar força e inteligência para concretizar os objectivos que o país se propõe, a criação das melhores condições de vida. Quem diria?
De acordo o governante, deve-se prestar atenção especial a todos os quadros desta área e moralizá-los, de modo a trabalhar mais para o cumprimento dos objectivos traçados.
Marcos Nhunga diz que deve haver maior motivação a nível dos quadros do Ministério, um diálogo interno e permanente nos órgãos internos, assim como com os empresários, para que todos se revejam nos programas deste sector.
Marcos Nhunga, refere ainda que o sector da agricultura é chamado para arranjar soluções. Apelou aos membros do Ministério a não se aproveitar das respectivas funções para a resolução dos problemas pessoais. Boa!
“Vamos pautar por uma gestão rigorosa e transparente para que os poucos e parcos recursos que forem arrecadados possam ser aplicados para o alcance dos objectivos traçados”, disse Marcos Nhunga, acrescentando que deve haver união entre todos os que trabalham para a mesma causa.

Fertilizantes “made in Marrocos”

Relembremos que o Governo do MPLA negociou com Marrocos apoio no domínio da produção de fertilizantes, um sector em que o país, apesar das potencialidades agrícolas, continua a ser largamente deficitário devido à “monocultura” criminosa da incompetência que há 42 anos tomou conta, entre outras, da nossa economia.
Para o efeito, de acordo com informação governamental, o ministro da Agricultura, Marcos Alexandre Nhunga, realizou uma visita de trabalho a Marrocos, visando o “reforço da cooperação” entre os dois países, no domínio agrícola.
A visita pretendeu “analisar e discutir” com as autoridades competentes da Agricultura de Marrocos e o Grupo Marroquino de Fosfatos (OCP) “as modalidades práticas de fornecimento de fertilizantes compostos” a Angola, tendo em conta a implementação da Estratégia para o Aumento da Oferta de Fertilizantes no país, aprovada na reunião conjunta das comissões Económica e para a Economia Real, de 23 de Ferreiro de 2017.
Para justificar esta, repita-se, criminosa incompetência, o Governo traz à liça a profunda crise financeira, económica e cambial decorrente da quebra nas receitas com a exportação de petróleo.
Há muito tempo que os governos do MPLA avançam com programas de diversificação da economia, apostando nomeadamente na agricultura. Apostas que não passam disso mesmo porque, mais uma vez, o Governo quer colher sem semear.
Nada disto era previsível, dirá com certeza qualquer especialista do regime. Tudo isto era previsível, dirão os especialistas que teimam em pensar pela própria cabeça. A verdade é que ninguém imaginava que o petróleo tivesse a coragem (ou lata) para contrariar as ordens do MPLA. Mas teve e baixou a sua cotação, pondo os pobres ainda mais pobres e os ricos ainda mais ricos.
Em Angola, depois do milho o arroz é o segundo cereal mais consumido, mas a sua produção interna, apesar dos esforços para o seu incremento, ainda não satisfaz as necessidades, obrigando a reforçar a sua importação.
Há muito que se sabe que quando o petróleo espirra Angola entra em estado de coma. Mesmo assim, os peritos dos peritos do regime olham sempre para o lado, e nunca serão contaminados com essa epidemia da diversificação da economia.

No tempo colonial

Por mera curiosidade registe-se que, enquanto província ultramarina de Portugal, até 1973, Angola era auto-suficiente, face à diversificação da economia.
Era o segundo produtor mundial de café Arábico; primeiro produtor mundial de bananas, através da província de Benguela, nos municípios da Ganda, Cubal, Cavaco e Tchongoroy. Só nesta região produzia-se tanta banana que alimentou, designadamente a Bélgica, Espanha e a Metrópole (Portugal) para além das colónias da época Cabo-Verde, Moçambique, Guiné-Bissau e Sã Tomé e Príncipe.
Era igualmente o primeiro produtor africano de arroz através das regiões do (Luso) Moxico, Cacolo Manaquimbundo na Lunda Sul, Kanzar no Nordeste Lunda Norte e Bié.
Ainda no Leste, nas localidades de Luaco, Malude e Kossa, a “Diamang” (Companhia de Diamantes de Angola) tinha mais 80 mil cabeças de gado, desde bovino, suíno, lanígero e caprino, com uma abundante produção de ovos, leite, queijo e manteiga.
Na região da Baixa de Kassangue, havia a maior zona de produção de algodão, com a fábrica da Cotonang, que transformava o algodão, para além de produzir, óleo de soja, sabão e bagaço.


Na região de Moçâmedes, nas localidades do Tombwa, Lucira e Bentiaba, havia grandes extensões de salga de peixe onde se produzia, também enormes quantidades de “farinha de peixe”, exportada para a China e o Japão.
fonte: folha8

Imagens mostram rastro de destruição em incêndios na Grécia.

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Série de incêndios florestais consomem o leste de Atenas.

Imagens mostram rastro de destruição em incêndios na Grécia

Ao menos 74 pessoas morreram em uma série de incêndios florestais que consomem o leste de Atenas, na Grécia, nas últimas horas. O balanço foi divulgado nesta terça-feira (24) pelo prefeito de Rafina, Evangelos Bournous.
Os feridos passam de 178, alguns em situação grave, relataram fontes do governo. "Eu vi cadáveres, carros queimados. Me sinto sortuda por estar viva. Mati não existe mais", contou uma mulher sobrevivente do incêndio, referindo-se à cidade turística costeira da região de Rafina, a cerca de 40km de Atenas. (Ansa).

Incêndios na Grécia: novo balanço aponta 74 mortos e 178 feridos

Mulheres foram encontradas carbonizadas com os filhos, diz TV.

Incêndios na Grécia: novo balanço aponta 74 mortos e 178 feridos

Os incêndios florestais que consomem o leste de Atenas, na Grécia, provocaram a morte de pelo menos 74 pessoas e deixaram mais de 178 feridos, alguns em estado crítico, segundo um novo balanço das autoridades divulgados pela Reuters na tarde desta terça-feira(24).
No antigo levantamento, repassado pelo prefeito de Rafina, Evangelos Bournous, falava-se de 60 pessoas mortas e 170 feridos desde o início dos incêndios, na última segunda-feira(23).
"Eu vi cadáveres, carros queimados. Me sinto sortuda por estar viva. Mati não existe mais", contou uma mulher sobrevivente do incêndio, referindo-se à cidade turística costeira da região de Rafina, a cerca de 40km de Atenas.   
De acordo com a emissora grega Skai, as imagens de Mati "relembram o cenário macabro" da erupção do vulcão Vesúvio em Pompeia, na Itália, pois foram encontrados corpos carbonizados de duas mulheres que morreram abraçadas com seus filhos. A Grécia decretou estado de emergência e solicitou ajuda internacional para o leste e nordeste de Atenas, onde dezenas de casas foram destruídas pelas chamas e milhares de cidadãos e turistas tentam correr para as praias para seres retirados da região em embarcações.   
"Os nossos pensamentos vão para a Grécia e para as vítimas desses incêndios terríveis. A França e a Europa são solidárias e fornecem ajuda", escreveu no Twitter o presidente francês, Emmanuel Macron.    A Turquia também entrou em contato com o governo grego para prestar ajuda. "Estamos prontos a ajudar", disse o ministro das Relações Exteriores de Ancara, Mevlut Cavusoglu. Os dois países, marcados por uma divisão histórica de rivalidade e protagonistas de tensões políticas recentes, já colaboraram no passado em casos de desastres naturais, na considerada "diplomacia dos terremotos" de 1999, na Turquia.   
Israel, por sua vez, ofereceu ajuda médica às vítimas dos incêndios e apoio aéreo ao governo. O primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, disse estar "profundamente abalado com a morte de tantas pessoas nos incêndios na Grécia". "A Itália se coloca ao lado da população grega e já está deixando à disposição dois Canadair [avião de combate a incêndios]", anunciou. (ANSA)
fonte: noticiasaominuto

NÃO. A CULPA NÃO É DO MPLA. É DA LAGARTA DA “OPOSIÇÃO”.

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Ao contrário do que o Folha 8 tem escrito, a culpa de Angola ser um dos países mais corruptos do mundo, ter elevados índices de mortalidade infantil e 20 milhões de pobres, não é do MPLA, partido que nos (des)governa desde 1975. Está cientificamente (com)provado que a culpa é da lagarta do funil do milho. Nem mais.

Desde que apareceu a lagarta do funil do milho tem provocado prejuízos económicos consideráveis nas culturas em alguns países da região e ameaça agora a segurança alimentar no continente.
A lagarta do funil do milho, comum nos países da América do Sul, foi diagnosticada no continente africano em 2016. A Nigéria foi o primeiro país da África Ocidental a detectar a praga, seguindo-se a África Central e a África Austral nos finais de 2017, com Moçambique e Angola a serem fortemente fustigados.
A União Africana tem estado a realizar várias iniciativas com vista à consciencialização dos países e controlo desta ameaça, alertou em declarações à RFI, Josefa Sacko, comissária da União Africana para a Economia Rural e Agricultura.
Dois anos após uma seca intensa provocada pelo El Niño que afectou mais de 40 milhões de pessoas e causou um défice de cereais de 9 milhões de toneladas, a região austral de África depara-se com uma nova praga que ameaça devastar as culturas dos agricultores da região.
Trata-se de uma espécie de lagarta invasora (talvez ao estilo dos velhos colonizadores europeus) comum nos países da América do Sul que foi diagnosticada recentemente no continente africano.
Depois de ter sido detectada em países como Zâmbia, Zimbabwe, África do Sul, Malawi, Botswana, Swazilândia e Tanzânia, foi confirmada a sua presença em Moçambique nas províncias de Maputo, Gaza, Manica, Tete, Niassa e Zambézia.
O milho, que é a cultura alimentar mais importante na região, é a mais afectada por ser a principal cultura hospedeira comprometendo assim a segurança alimentar das famílias mas, esta também pode afectar um grande número de culturas incluindo a mapira (sorgo) e o trigo.
A fim de conter a propagação desta praga a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) disponibilizou fundos para apoiar no rastreio da praga nas zonas suspeitas.
A nível regional e internacional, estão a ser realizadas reuniões técnicas entre as autoridades nacionais de controlo de pragas e doenças transfronteiriças e as instituições técnicas internacionais com vista a desenhar-se uma estratégia global de intervenção e a identificação das necessidades de apoio dos países.
Paralelamente, a FAO tem estado a apoiar os países na avaliação da situação actual destinada a compreender a extensão e a intensidade da ameaça da lagarta do funil do milho, bem como na identificação de soluções sustentáveis para o controlo da propagação da praga.
Para a técnica de responsável pela área Produção e Protecção de Plantas dos escritórios regionais da FAO em Harare – Zimbabwe, Joyce MulilaMitti, “nenhum país está a salvo, todos os países estão em risco e é importante que estejam preparados e tenham uma resposta imediata e, a constante monitoria é fundamental para se manter a praga controlada”.
MulilaMitti disse ainda que para além destas acções a FAO prevê:
– Apoiar a realização de avaliações em cada país sobre o impacto da praga (distribuição/mapeamento, níveis de infestação, danos, perda de rendimento, necessidades da população);
– Reforçar a coordenação regional através de sistemas de alerta precoce;
– Criação e/ou reforço de sistemas nacionais de vigilância com o envolvimento de parceiros através da prestação de assistência técnica e de aconselhamento;
– Distribuição aos países de guias técnicos com protocolos para auxiliar nas medidas de identificação e controle.
A Zâmbia, por exemplo, registou a maior área afectada na região da África Austral, com cerca de 223 000 hectares afectados, dos quais 90 000 de campos de milho, o que levou os agricultores a replantar as suas culturas e, no Zimbabwe, foram afectados cerca de 130 000 hectares.
Recorde-se que em 1974, no período colonial português, as exportações dos 15 principais produtos não petrolíferos representaram cerca de 44% do total das exportações angolanas. Somaram, à data, 554,1 milhões de dólares, o que “representaria hoje 27 vezes o total das exportações em 2016”, que foram de 142 milhões de dólares (retirando petróleo e diamantes).
Em Angola, depois do milho o arroz é o segundo cereal mais consumido, mas a sua produção interna, apesar dos esforços para o seu incremento, ainda não satisfaz as necessidades, obrigando a reforçar a sua importação.
fonte: folha8

ANGOLA: 56 MESES SEM SALÁRIOS

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Os trabalhadores da Empresa Nacional de Pontes (ENP) de Angola, sem salários há 56 meses, realizam sábado, em Luanda, uma marcha de protesto para “exigir o pagamento” dos seus ordenados, anunciou hoje fonte sindical, falando em “má-fé das autoridades”. Por onde anda o actual Governo? Estará desaparecido ou de férias num qualquer… paraíso?

“Cinquenta e seis meses sem salários é muito tempo, são quase cinco anos e isso até é desumano. Daí que vamos realizar no sábado, 28 de Julho, uma marcha pacífica para manifestar o nosso desagrado e pedir às autoridades que olhem para a nossa situação”, disse o primeiro secretário da comissão sindical da empresa, Mateus Alberto Muanza.
Segundo o sindicalista, a marcha da manhã de sábado tem um carácter “pacífico” e é organizada pela Central Geral de Sindicatos Independentes e Livres de Angola (CGSILA), que se manifesta solidária com os cerca de 400 trabalhadores nesta situação.
Fazem bem em realçar que se trata de uma marcha pacífica. Mesmo assim, até porque o significado de pacífico varia consoante quem dá as ordens superiores, a Polícia estará com certeza presente, não vão os manifestantes pensar que estão num Estado de Direito.
A marcha, acrescentou, destina-se a protestar junto do Governo e mostrar à sociedade a “grave situação” em que se encontram os trabalhadores, situação que afecta também as famílias e, sobretudo, os filhos.
“Os nossos filhos já não estudam e correm sérios riscos de se tornarem bandidos, porque há cinco anos que o pai não tem salário”, lamentou.
“A preparação da marcha está já bem encaminhada e a segurança está garantida, porque o documento que remetemos à Polícia está bem oficializado. Por isso, os trabalhadores podem aparecer com as respectivas famílias e sugerimos que todos apareçam trajados de preto”, adiantou.
“O preto é para simbolizar o nosso luto, a nossa tristeza, o nosso clamor, porque neste momento estamos de luto mesmo. Cinco anos sem salários numa empresa do Estado não é normal, é grave e sentimo-nos completamente abandonados pelas autoridades”, acrescentou.
No dia 16 de Maio que a Direcção da empresa estatal angolana (que certamente não está há 56 meses sem salários) suspendeu 82 trabalhadores, mais de 70 em idade de reforma, e toda a comissão sindical, conforme denunciou o sindicato.
Mateus Alberto Muanza considerou na altura “inaceitável, desumana e ilegal” a medida tomada pela Direcção da empresa e defendeu o pagamento dos salários em atraso.
Agora, para o sindicalista, a nova medida da Direcção em proibir a presença dos trabalhadores suspensos nas instalações da empresa de pontes, no município do Cazenga, arredores de Luanda, é igualmente “ilegal e antidemocrática”.
Importa, contudo, que os trabalhadores percebam que – como acontece com a palavra “pacífica” – democracia não é a mesma coisa em todos os sítios, tal com existem diferentes tipos de angolanos, os de primeira e os outros.
Segundo Mateus Alberto Muanza, essa proibição ainda prossegue, salientando que essa é outra das razões que levaram à realização da marcha de protesto de sábado.
Por seu lado, em declarações recentes à imprensa, o director-geral da Empresa Nacional de Pontes, José Henriques, confirmou a suspensão dos 82 trabalhadores, justificando a necessidade de rentabilizar a empresa, fruto de uma parceria com o consórcio formado por três empresas de Angola e da China.
“É um processo que tem o aval do Ministério da Construção e Obras Públicas e corre o seu curso normal”, explicou.
Em Outubro de 2017, o novo ministro da Construção e Obras Públicas, Manuel Tavares de Almeida, visitou as instalações da Empresa Nacional de Pontes de Angola, em Luanda, tendo assumido analisar a situação, apelando por isso o diálogo entre sindicato e administração.
É claro que de Outubro até agora o ministro ainda não teve tempo para resolver o assunto. É compreensível. Se o MPLA ainda não teve tempo, ao fim de quase 43 anos, para perceber que não é uma solução para os nossos problemas mas, antes, um problema para as soluções…
“Temos algumas perspectivas no nosso plano orçamental e isso pode ajudar a resolver já os problemas candentes e equacionar o problema dos atrasados”, disse na ocasião o governante, tendo ainda assegurado que seriam elaborados programas “para alavancar” a empresa.
Promessas que, segundo Mateus Muanza Alberto, não se concretizaram na prática: “De facto foram muitas promessas, mas continuamos na mesma situação. Tanto que ainda ontem voltamos a solicitar uma audiência com o senhor ministro, para abordar a situação”.
“Vamos propor muitas situações internas e externas, porque apesar de a direcção não conseguir aprofundar as questões, esse silêncio afecta-nos. Há até solicitações para a empresa adjudicar obras, mas a direcção tarda em elaborar contratos”, adiantou.
“Se a empresa deve aos trabalhadores, esta suspensão de trabalhadores vai-se basear em quê? Ao menos que paguem os salários em atraso, indemnizem. Porque não acreditamos que os trabalhadores suspensos possam ser reenquadrados”, argumentou.
As dívidas para com os trabalhadores datam desde 2011, situação que deixa Maria Alexandrina, há 20 anos na empresa, “triste e agastada”, sem forma de sustentar os sete filhos.
“Por isso estou a pedir às entidades superiores que nos ajudem, que façam qualquer coisa. Os nossos filhos estão fora do sistema escolar, como é que a gente vai acabar”, questionou.
João Lourenço prometeu “Melhorar o que está bem e corrigir o que está mal”. A primeira parte está a ser cumprida. Os poucos que têm milhões estão a ver melhoradas as condições. Têm cada vez mais milhões. Os outros, os milhões que têm pouco, ou nada, continuam a ter cada vez menos.
Falta só saber se João Lourenço vai exonerar as pontes ou os 400 trabalhadores que, por não compreenderem a filosofia do novo governo, teimam em julgar que têm direito a receber salários…
Folha 8 com Lusa

terça-feira, 24 de julho de 2018

ANGOLA: O PARAÍSO ESTÁ AÍ!

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O Governo angolano prevê concluir, até 2022, a construção, reabilitação e apetrechamento de 16 tribunais, entre os quais os dois primeiros tribunais de Relação em Angola, de segunda instância, no âmbito da Reforma Judiciária em curso.

Os objectivos, no âmbito do programa de Saneamento Básico, constam do Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018-2022, aprovado pelo Governo e recentemente publicado, contendo a estratégia governamental para o desenvolvimento nacional na actual legislatura.
O Programa de Reforma e Modernização da Administração da Justiça, incluído no PDN 2018-2022, envolve ainda o apetrechamento de quatro Tribunais de Comarca, bem como a remodelação, adaptação e apetrechamento de 10 edifícios da antiga seguradora AAA, para acolher tribunais de jurisdição comum nas províncias judiciais.
Está igualmente prevista, entre as acções prioritárias, a construção e reabilitação de 50 infra-estruturas dos serviços de Registos e Notariado e, ainda na área da Justiça, a avaliação da “possibilidade de criação de um Documento Único do Cidadão” em Angola.
No enquadramento deste programa, o Governo refere que pretende “dar resposta” aos desafios daquele sector, criando “instituições de justiça fortes e com capacidade para assegurarem o exercício da cidadania e a observância dos direitos humanos, através de uma melhor organização, modernização e informatização dos serviços de Justiça”, bem como “no acompanhamento de menores, na prevenção e recuperação de pessoas com dependência de substâncias aditivas e da promoção dos direitos humanos”.
Entre as metas governamentais para os próximos quatro anos estão o aumento do número de pontos de acesso a serviços de registo civil, predial, automóvel, comercial, cartórios e postos de identificação civil e criminal em todo o território, dos 205 em 2017 para 269, até final da legislatura.
Ainda até 2022, o Governo pretende que 20% dos toxicodependentes referenciados estejam em acompanhamento nos Centros de Reabilitação de Toxicodependentes e que a capacidade de atendimento dos Centros de Internamento de Menores aumente 40%.
“Até 2022, Angola melhora 20 posições no ranking de direitos humanos do Índice Ibrahim de Governação em África, em relação ao valor de 2016 – 45ª posição entre 54 países africanos”, concluiu o programa governamental.

Paraíso “made in MPLA”

No dia 25 Maio de 2017, o então cabeça-de-lista do MPLA (partido que “só” desgoverna Angola desde 1975) às eleições gerais de 23 de Agosto, João Lourenço, prometeu uma governação oposta à que o seu partido, do qual era ministro, pratica há 42 anos: “transparente” e “menos burocrática”.
O então candidato, general, ministro e vice-presidente do MPLA falava em Luanda, durante um encontro de auscultação que manteve com os empresários angolanos, durante o qual aludiu à necessidade de “coabitação e complementaridade entre investidores nacionais e externos”.
“Vamos criar o ambiente adequado para que este sonho seja realidade, através de uma governação transparente, com menos burocracia na aprovação dos projectos privados, com maior agilidade na concessão de vistos para turistas e homens de negócios, no combate à corrupção e de outras práticas menos lícitas que afugentam o investidor, prejudicam o Estado e o pacato cidadão contribuinte fiscal”, assegurou João Lourenço, o homem escolhido para presidente por quem personifica – entre outras criminosas práticas – a corrupção no país: José Eduardo dos Santos.
“Aumentar de forma rápida e sustentada a produção de bens e serviços, sobretudo nos produtos da cesta básica e de outros produtos essenciais para o consumo interno e para exportação é um desafio que convido todos os empresários pequenos, médios e grandes a enfrentar”, observou João Lourenço, certamente alheio ao facto de Angola ter 20 milhões de pobres, ser um dos países mais corruptos do mundo e o país com o maior índice de mortalidade infantil do mundo.
De acordo com João Lourenço, é preciso reduzir consideravelmente a grande pressão sobre as divisas do país, uma preocupação para os empresários, que não conseguem importar por exemplo matéria-prima, é outras das prioridades.
Por outras palavras, João Lourenço continua a prometer (até agora nada mais do que isso) fazer nos próximos anos o que o seu partido, durante 38 anos liderado pelo mesmo camarada (José Eduardo dos Santos)., nunca fez ao longo de 42 anos. Tais afirmações, se feitas num Estado de Direito Democrático, significariam que estaria a confirmar um crime cometido por quem dirigiu o país. Mas como é em Angola…
A melhoria do ambiente de negócios e o relançamento da produção nacional, defende João Lourenço, passam por um investimento público em infra-estruturas básicas e indispensáveis. Sim? Quem diria? Pelos vistos, para além de pedras valiosas (diamantes) João Lourenço descobriu também uma mina de pedras… filosofais.
“Para o aumento da produção e distribuição de energia e águas, a expansão e melhoramento das redes de estradas e caminhos-de-ferro, a melhor gestão de portos e aeroportos de modo a melhor servirem a economia nacional”, sustenta JLO numa versão mais “soft” da sua habitual enciclopédia de anedotas.
Perante dezenas de empresários, João Lourenço afirmou que o apoio e fomento das pequenas empresas vai merecer uma atenção especial, “como célula base do tecido empresarial e responsável pela criação da riqueza e emprego nas localidades e nos municípios”.
“Não perderemos de vista também a necessidade de ver surgir grandes conglomerados de empresários nacionais que venham assumir, num futuro que se quer para breve, a responsabilidade da elaboração do estudo, projectos e execução das empreitadas das grandes obras públicas do Estado, como estradas, pontes, portos e aeroportos, caminhos-de-ferro, barragens hidroeléctricas e outros”, apontou.
Só ficou a faltar dizer, embora conste certamente do manual de promessas, que poderemos contar em breve com uma base aeroespacial (responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial), bem como com a chegada do Oceano Atlântico ao Moxico que incluirá a construção na cidade do Luena de uma fábrica de submarinos.
João Lourenço exortou igualmente a banca comercial a actuar como “credora do empresariado nacional”, alertando para a necessidade de o país ter bancos fortes e “com as melhores praticas e respeito dos padrões internacionais de ‘compliance’” e fomentando o combate ao “branqueamento de capitais”. Branqueamento que será banido com a construção, no Futungo, de uma fábrica de… lixívia.
“É evidente que esses padrões não se alcançam em um dia, o importante é a vontade de darmos passos seguros nesta direcção buscando se necessário o aconselhamento técnico de instituições internacionais credíveis”, disse João Lourenço perante a presença, em espírito, do seu então patrono e patrão José Eduardo dos Santos, entretanto… despedido.


Folha 8 com Lusa

Mbappé confirma lesão na Copa e põe Neymar entre melhores.

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Mbappé entrou em campo lesionado na reta final da Copa. À France Football, atacante também fez elogios a Neymar.
Por: Folhapress
Mbappé sofreu deslocamento de três vértebras
Mbappé sofreu deslocamento de três vértebrasFoto: KIRILL KUDRYAVTSEV / AFP




Eleito a revelação da Copa do Mundo da Rússia, o atacante Mbappé entrou em campo lesionado nas últimas duas partidas do torneio. O problema, revelado pelo jornal francês "L'Equipe" no último sábado (21), foi confirmado pelo próprio jogador em entrevista à revista "France Football", divulgada nesta segunda-feira (23).

Na véspera da semifinal do Mundial, contra a Bélgica, Mbappésofreu deslocamento de três vértebras depois de um movimento brusco ao se levantar da cama. Tanto a Federação Francesa de Futebol (FFF) e como o técnico da seleção, Didier Deschamps, esconderam a lesão enquanto o jogador recebia intensivo tratamento médico. O mesmo procedimento foi repetido para a final, contra a Croácia.
"Na verdade, não quisemos alertar os adversários porque eles poderiam ter se aproveitado disso para me atacar nesta área sensível. Foi por isso que escondemos tudo. Mesmo para a final", destacou o jogador do Paris Saint-Germain, um dos artilheiros da campeã França na Copa da Rússia, com quatro gols, empatado com Griezmann.
Na entrevista à "France Football", Mbappé também fez elogios a Neymar, seu parceiro no PSG, a quem colocou entre os favoritos ao prêmio de melhor do mundo da Fifa, cuja cerimônia será no dia 24 de setembro, ao lado do zagueiro Varane, do meia Modric e do atacante Cristiano Ronaldo. "Para completar (a lista), acho que também me colocaria", disse o atacante, sem falsa modéstia.
Ele acredita que o bom relacionamento com o brasileiro supera qualquer disputa por protagonismo entre eles na equipe francesa, ao contrário do que ocorreu entre Neymar e o uruguaio Cavani na temporada passada. "As coisas estão claras entre nós", destacou.
O atacante de 19 anos também revelou ter dito não a um pedido do presidente da França, Emannuel Macron, para que um dia atuasse pelo Olympique de Marselha, time do coração do político. "Eu respondi que era impossível", disse.
Por fim, Mbappé contou à revista que sugeriu ao presidente do PSG, Nasser al-Khelaïfi, a contratação do volante N'Golo Kanté, destaque da seleção francesa na Copa e que atua pelo Chelsea. "Disse a ele novamente que Kanté seria bom para o nosso time. Eu falei com N'Golo durante a Copa do Mundo, mas sem abusar", afirmou.

Com Mbappé aclamado, França desfila na multidão em Paris

Revelação da Copa do mundo, Mbappé foi um dos jogadores mais festejados na comemoração do título da França
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Um dia após a vitória por 4 a 2 sobre a Croácia, em Moscou, na final da Copa do Mundo na Rússia, os campeões mundiais da França encontraram a aclamação popular em Paris nesta segunda-feira (16).

Antoine Griezmann, Kylian Mbappé e companhia desfilaram em carro aberto pelas ruas da capital francesa para festejar a conquista do bicampeonato mundial.

A carreata dos campeões cruzou pela região central de Paris, passando por concentrações de torcedores em pontos conhecidos da cidade. Cartão postal parisiense, a avenida Champs-Élysées estava lotada já quatro horas antes do desfile da delegação.

Mbappé, 19, foi o jogador mais ovacionado pelo público. Todos queriam mostrar o apoio ao jovem herói da Copa. Impressionou o número de pessoas com a camisa do atacante, visto que sua participação pela seleção começou apenas no ano passado. 

O atacante do Paris Saint-Germain retribuiu o carinho da torcida autografando bolas e jogando-as para os fãs.
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Enquanto os campeões da Copa da Rússia desfilavam pelo centro, aviões cruzavam a cidade, pintando de fumaça azul, branca e vermelha os céus da capital.

CIDADE COLAPSADA
Vários ônibus tiveram os serviços interrompidos e as linhas de metrô funcionam caoticamente ao longo desta segunda. São diversos agentes responsáveis pelo controle de entrada e saída das estações centrais, mas o acesso está beirando o impossível.

As autoridades francesas e jornalistas chamam a festa de a maior da história da França. Algo sem precedentes, com mais de um milhão de pessoas nas ruas desde domingo (15).

Nesta segunda, foram mais de quatro horas de espera com as ruas ao redor do Arco do Triunfo fechadas e um grande esquema de segurança armado, com mais de 90 mil policiais e bombeiros envolvidos. Ambulâncias como posto de atendimento médico também eram facilmente notadas por todos os cantos.

Muita gente ficou espremida. Vários torcedores passando mal por desidratação, uma vez que faz, em média, 30 ºC durante o dia em Paris. As pessoas lutavam por um posto de melhor visibilidade. Geralmente sobre as bancas de jornais e os elevadores do metrô.

AEROPORTO
Mais cedo, a seleção francesa teve uma recepção grandiosa no aeroporto Roissy-Charles de Gaulle, nos arredores da capital. Um tapete vermelho foi estendido na saída dos jogadores do avião.

À frente da fila, o goleiro e capitão Hugo Lloris ergueu a taça da Copa do Mundo e mostrou aos funcionários do aeroporto que organizaram a recepção. Um ônibus com a inscrição "Campeões do mundo" os esperava para levá-los pela cidade.

Jogadores como Paul Pogba mostraram muita animação. O técnico Didier Deschamps celebrava de maneira mais discreta. Com bandeiras e cânticos, os franceses comemoram bicampeonato levantado 20 anos depois do primeiro título.

Até a tripulação do voo aproveitou para festejar com os jogadores. O piloto mostrou à TV5Monde uma foto em que aparece beijando a taça, privilégio geralmente reservado apenas a campeões do mundo e chefes de Estado.
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