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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

terça-feira, 21 de junho de 2011

Ex-presidentes do Brasil e do Gana são distinguidos com prêmio norte-americano.

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Foto: ig.com.br
Ex-presidentes do Brasil e de Gana são premiados por esforços no combate à fome e à pobreza.

Washington – Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, e John Agyekum Kufuor, de Gana, receberam terça-feira (21) o Prêmio Food World 2011, em cerimônia no Departamento de Estado norte-americano, em Washington.

Ambos foram escolhidos pelos esforços feitos durante seus governos para executar políticas públicas de combate à fome e à pobreza.

O World Food Prize foi criado em 1986 por Norman E. Borlaug, vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 1970. Desde então, premia pessoas que buscam melhorar a qualidade de vida no mundo a partir da distribuição de alimentos.

Já foram premiados cidadãos de Bangladesh, do Brasil, da China, de Cuba, da Dinamarca, da Etiópia, da Índia, do México, de Serra Leoa, da Suíça, do Reino Unido e dos Estados Unidos.

Gana se tornou o primeiro país da região Subsaariana da África a reduzir pela metade a proporção de pessoas que passava fome no país. Segundo dados oficiais, em Gana, a taxa de pobreza foi reduzida de 51,7%, em 1991, para 26,5%, em 2008. A taxa de pessoas que passava fome caiu de 34%, em 1990, para menos de 9%, em 2004.

"O [ex-] presidente Kufuor e o [ex-] presidente Lula da Silva definiram um poderoso exemplo para outros líderes políticos do mundo", disse o presidente do Prêmio Food World, o embaixador Kenneth M. Quinn. "Graças ao seu empenho pessoal e à liderança visionária, Gana e o Brasil estão a caminho de ultrapassar o Objetivo do Milênio 1, que é reduzir à metade a fome extrema antes de 2015."

Lula, de acordo com as informações do prêmio, determinou que mais de dez ministérios se concentrassem nos programas de transferência de renda capitaneados pelo Fome Zero, permitindo que mais pessoas tivessem acesso à alimentação.

O ex-presidente foi elogiado também pelo estímulo à agricultura familiar e aos projetos de educação para crianças. Pelos dados oficiais, o Brasil reduziu de 12% a faixa de pessoas vivendo em condições de extrema pobreza , em 2003, para 4,8%, em 2009

 Fonte: africa21


Michelle Obama se reúne com Nelson Mandela na África do Sul.

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Michelle Obama e suas filhas visitaram os arquivos na Fundação Nelson Mandela antes de conhecer o Sr. Mandela.
A prmeira-dama dos EUA, Michelle Obama se reuniu com o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela, no primeiro dia de seus dois dias de visita a nação-tour do sul da África.
Caridade de Mandela disse a Sra. Obama, sua mãe e duas filhas fizeram uma curta visita de cortesia.
O correspondente da BBC Karen Allen, em Joanesburgo, diz que o herói de 92 anos de luta contra o apartheid agora é frágil e raramente recebe visitantes.
A viagem destina-se a defender a importância da liderança da juventude.
O passeio da primeira-dama ao solo africano é a segunda visita oficial ao estrangeiro desde que seu marido Barack Obama se tornou presidente em 2009.
Ela deve se reunir com atual líder da África do Sul Jacob Zuma antes de ir para Botswana.
 
Visita a prisão
A primeira-dama conheceu o Sr. Mandela, depois de visitar os arquivos na Fundação Nelson Mandela, em Joanesburgo, onde Graça Machel, esposa do Sr. Mandela, mostrou o grupo em torno.
                       Filhas de Michelle Obama receberam cobertores, após o pouso para afastar o frio
Ela também é esperado para visitar o Museu do Apartheid, em Joanesburgo e no município de Soweto, que estava no cerne da luta contra o governo da minoria branca. 
A visita à África do Sul também vai incluir a Ilha Robben, onde Mandela passou 18 anos de seus 27 anos de prisão.
Sra. Obama foi recebida na África do Sul na noite de quinta-feira após o pouso em um aeroporto militar na capital, Pretória, onde suas filhas Malia e Sasha foram dadas cobertores grandes com cores da bandeira Sul-Africano para afastar o frio.
O nosso correspondente diz que a primeira-dama é visto como modelo em seu próprio direito e vai atender as jovens líderes da África do Sul na quarta-feira, as mulheres como ela e fará o seu discurso.
"Esta viagem pela primeira-dama é muito conectado diretamente a agenda do presidente na África e na política externa do governo Obama na África", vice de Obama assessor de segurança nacional Ben Rhodes disse na semana passada, segundo a agência de notícias Reuters.
"Não é coincidência que ela estaria visitando países que abraçaram a democracia", disse ele.

Fonte: BBC

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ben Ali da Tunísia condenado à prisão à revelia.

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Ben Ali, com sua esposa visto nesta foto de 2009, governou a Tunísia por 23 anos.
Um tribunal tunisiano condenou o ex-presidente Zine al-Abidine Ben Ali e sua esposa Leila a 35 anos de prisão por peculato e uso indevido de fundos públicos.
O casal, que fugiu para a Arábia Saudita, em janeiro, após um levante popular, também foram multados em US $ 66 milhões (£ 41milhões).
O julgamento de um dia à revelia focada em US $ 27 milhões em dinheiro e jóias teriam sido encontrados dentro de um dos seus palácios.
Um segundo caso sobre Ben Ali só, que diz respeito à posse de drogas e armas, foi adiada.
Advogado Ben Ali disse que o veredicto foi politicamente motivada e é "uma piada".
Jon Leyne da BBC em Tunis diz que é improvável que a Arábia Saudita irá permitir que o casal possa ser extraditado.
 
Investigações em curso
Cinco meses depois eles foram forçados a deixar o país, Ben Ali e Leila Trabelsi foram levados a julgamento à revelia na corte criminal Tunis.

Os promotores disseram que o dinheiro e jóias, algumas das quais tinham "valor histórico", foram encontrados em seu palácio em Sidi Bou Said, uma cidade fora da capital.
Depois de apenas seis horas, o juiz disse que tinha sido estabelecido de que ele tinha abusado de dinheiro público e seria condenado a prisão. As sentenças terão efeito imediato, apesar de sua ausência.
O juiz também ordenou Ben Ali a pagar R $ 36 milhões e sua esposa US $ 30 milhões.
Um segundo caso contra o ex-presidente, envolvendo armas e drogas supostamente encontrados em uma residência presidencial de Carthage, foi adiada para 30 de junho para permitir que seus advogados tenham mais tempo para se preparar.
Ben Ali também está sendo investigado por suspeita de assassinato, abuso de poder, tráfico de artefatos arqueológicos e lavagem de dinheiro.
Falando de Beirute, o advogado de Ben Ali Akram Azouri disse à BBC que a sentença foi "uma piada".
"Não se esqueça que a droga e o dinheiro foram encontrados três meses depois que o presidente deixou o seu palácio.
"E não se esqueça que eu sou o advogado para o presidente Ben Ali, e eu pedi a autoridade da Tunísia para permitir-me para defendê-lo, e a autorização não foi dada a mim."
Sr. Azouri disse que o julgamento foi uma "continuação do julgamento político que já foi emitido e executado".
Falando por meio de seus advogados, no domingo, Ben Ali montou uma defesa de seus 23 anos como presidente, que muitostunisianos dizem que foi marcado por governo autocrático, a corrupção e abusos dos direitos humanos.
"Ele gostaria que todos soubessem deste processo criminal e que é apenas uma imagem falsa e vergonhosa da justiça do vencedor", disse um comunicado.
"O propósito por trás disso [julgamento] para desviar a atenção dos tunisianos do tumulto que ninguém pode acusá-lo ou segurá-lo como responsável?
"Ele sabe que a cada nova autoridade política que quer culpar seu antecessor e responsabilizá-lo por dificuldades que não consegue resolver."
Na segunda-feira, Ben Ali emitiu outro comunicado dizendo que ele havia levado sua família para a Arábia Saudita em 14 de Janeiro por motivo de segurança.
Ele disse que tinha intenção de voltar para a Tunísia imediatamente, mas o avião partiu sem ele " desobedecendo as minhas instruções".

Análise

Foi um julgamento conduzido com rapidez e eficiência o líder tunisiano seria admirado, se ele não tivesse sido o acusado.
Em um dia o caso contra ele foi esboçado, a promotoria pediu a punição mais dura possível, e o juiz devidamente entregues uma sentença de 35 anos de prisão.
É apenas o começo de uma série de ensaios, o que poderia eventualmente levar o ex-presidente Ben Ali à pena morte. Seu advogado argumentou em tribunal que ele tinha sido enganado a sair do país, e leu um comunicado no qual declarou sua inocência.
Mas o ex-presidente não mostra nenhum sinal de voltar a defender o seu caso. Então, no momento este veredicto, e todos os ensaios subseqüentes, são em grande parte acadêmica - um meio pelo qual o povo tunisino pode tentar satisfazer sua raiva contra o autocrata que com sucesso foi retirado do cargo há cinco meses.

fonte: BBC 
 

Michelle Obama inicia turnê solo a África.

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EUA a primeira-dama Michelle Obama em 15 de junho, em Washington, DC. (Win McNamee / Getty Images)
JOHANNESBURG, África do Sul - viagem de Michelle Obama à África do Sul e Botswana tem levantado questões sobre a política de seu marido em direção ao continente Africano.
Em primeira viagem oficial de sua família para a África, presidente dos EUA, Barack Obama fez um discurso histórico no parlamento de Gana no qual ressaltou a importância do continente para o mundo. O primeiro Afro-Americano presidente dos EUA falou do "sangue da África" ​​dentro dele, e prometeu que os Estados Unidos apoiariam a África em sua luta pela prosperidade e liberdade.
Mas dois anos depois, Obama passou pouco tempo na África, que além de viagem inicial rápida de 24 horas para Gana. Como sua esposa, Michelle, chega ao sul da África pelo que a Casa Branca está divulgando como sua primeira grande viagem solo ao exterior, e há questões sobre a ausência conspícua do presidente no continente.
Michelle Obama, que aterrissou em uma base aérea em Pretória, na segunda-feira, vai passar seis dias na África do Sul e Botswana com as filhas Sasha e Malia, sua mãe Marian Robinson, e uma sobrinha e sobrinho a tiracolo.

Visita da primeira-dama incidirá sobre jovens mulheres líderes e o legado da luta anti-apartheid, e ela vai percorrer tais cidades historicamente significativas como Soweto township perto de Joanesburgo e da Ilha Robben, onde Nelson Mandela ficou preso fora da Cidade do Cabo.

"Uma visita à África do Sul é importante para eles como uma família", disse Elizabeth Kennedy Trudeau, porta-voz da embaixada dos EUA em Pretória.
Mas o ambicioso programa da primeira-dama - sem o presidente - também destaca a falta da atenção pessoal de Barack Obama a África subsaariana, uma omissão flagrante que causou decepção em casa e entre os africanos.
Expectativas para as relações americanas com a África eram altíssimas quando Obama tomou posse. Ele já havia visitado aldeia ancestral de seu pai no Quênia, e como um senador dedicou atenção aos países Africanos. Obama chamou o movimento da África do Sul contra o apartheid sua primeira causa política.

"Pela primeira vez, nunca antes um presidente americano podia falar difícil para os líderes Africanos e não ser sendo acusado de ser racista, e não ser sendo acusado de imperialista, colonialista", disse Salim Amin, um jornalista queniano, discutindo a eleição de Obama em 2008.

Mas grande parte da política dos EUA para a África continua a ser a mesma que estava sob administração de George W. Bush 's, que foi elogiado por seu foco em AIDS e questões de saúde pública.
O Melhor grupo de ativistas da África do Sul conhecido de AIDS, a Treatment Action Campaign, tem ainda acusado o governo de Obama de retirada de seu compromisso de combater a epidemia de AIDS, escalando para baixo o aumento de financiamento para programas de tratamento.

África do Sul convidou Obama para assistir à Copa do Mundo no verão passado, a primeira a ser realizada em solo Africano, e ele era amplamente esperado por vir. Mas Obama disse que só iria viajar para a África do Sul se o time dos EUA fizer a final - e eles foram eliminados pelo Gana na rodada de 16.
Enquanto isso, Michelle Obama começa sua aventura Africana, ela está sendo recebido de braços abertos.
"Michelle mágica para Joburg", disse uma manchete em um jornal de Joanesburgo, usando o apelido da cidade.
Ela deve se reunir com um dos três Presidente Sul-Africano: Jacob Zuma esposas, Nompumelelo Ntuli-Zuma, na terça-feira de manhã em Pretória, antes de visitar a Fundação Nelson Mandela, em Joanesburgo, onde será dado um tour pela esposa de Mandela, Graça Machel.
Uma reunião entre a primeira-dama e Mandela, que é de 92 anos, continua a ser considerado possível, mas não está confirmado devido à sua frágil saúde. Em janeiro, Mandela foi hospitalizado por uma infecção respiratória aguda.

Cronograma Michelle Obama também inclui uma visita ao Museu do Apartheid, em Joanesburgo, uma reunião com o Prêmio Nobel da Paz vencedor Desmond Tutu em Cape Town, e uma parada em um memorial em homenagem aos 13 anos de idade, Hector Pieterson, que foi baleado e morto pela polícia do governo durante o levante estudantil de 1976, no município negro de Soweto.
Em Botsuana, por muito tempo considerada um farol para um bom governo na África, ela se reunirá com o presidente Ian Khama e visitará um centro que ensina os adolescentes sobre liderança e HIV / AIDS, antes de terminar a viagem com um safari privado para sua família.

Fonte:  GlobalPost
 

 


 

domingo, 19 de junho de 2011

Perdoar é preciso como referi na matéria anterior... entretanto, o artigo do nosso compatriota Filomeno Pina, divulgado no site didinho.org foi mais além, para chamar sua atenção face aos desafios que adiam o nosso desenvolvimento.

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A matéria do Psicólogo clínico, Filomeno Pina pode ser interpretada como uma consulta gratuita em seu escritório a alguns pacientes seus invisíveis, porém existentes e cujo comportamento é um motivo à parte para muitas preocupações. 


Filomeno Pina *
09.06.2011

GUINEENSE, O QUE FAZES?
 
1 - Real e pobremente, temos vindo a esculpir a nossa própria estátua, de mágoas, estátua do morto-vivo, do símbolo do engano, da ausência de cultura de valores, da cultura negativa e, com muita falta de criatividade e espírito inovador.

2 -  Não nos apercebemos de que outros arquitectos em vida são merecedores de carinho, protecção, divulgação e defesa institucional porque estão “vivos”. Muita coisa ainda nos faz mais pobres do que o facto inevitável, a Morte.

3 -  Há um fundo cobarde, invejoso, maldoso, de uma complexidade doentia, generalizada no perfil de uma "elite" guineense, o que é preocupante e grave, do ponto de vista psico-social e do facto de continuarmos a "não-ver" o que se passa fora de nós (sociedade, país e personalidades), permanecermos numa identificação projectiva negativa, egocêntrica e atrofiada, projectada sobre os outros.

4 - Nunca somos nós os culpados dos nossos próprios actos, dos nossos próprios erros cometidos, porque são sempre os outros. Alimentando o nosso ético-social alienado, vamos adiando o progresso e evolução social de um povo que orgulha-se da sua tolerância, da sua história, do seu civismo e maturidade social, que vezes sem conta, alguma parte dessa "elite" manchou ou adiou a sua esperança, sem a consciência de violação cometida. Sem apurar responsabilidades, o mal é sempre os outros, a sua causa também, tudo vem de fora para dentro, o contrário é nada, e mais, uma cegueira que dura tempo demais, uma doença que certamente tem cura, por um preço que custa três palavras reais: a liberdade de opinião; o respeito pela pessoa humana; e justiça social...

5 - SOMOS UM POVO FEITO DE PARTES DESIGUAIS, CARISMÁTICO E FORTE, sabemos andar e bem, não sabemos porque estamos "parados" ou, porque não continuamos a andar, sorrir e cantar vitórias em todos os sectores do desenvolvimento territorial. Falta-nos praticar uma filosofia existencial de tolerância, do amor ao próximo, do perdão, do reconhecimento de valores humanos sem complexos, de justiça e de igualdade de direito, falta-nos a coragem de virar a página e travar o espírito de vingança entre guineenses há quase cinquenta anos a esta parte, perdoar e, avançar rumo ao sucesso, olhos nos olhos, boca a boca, casa a casa, até fazer chegar definitivamente a PAZ para a nossa gente, povo humilde, respeitador, fiel aos seus "chefes", dando-lhes sempre uma nova oportunidade nas urnas, essa a maior parte das vezes maltratada e abusada, só.
 
6 - É tempo de substituirmos o ódio pelo amor, o azar pela sorte, a perseguição pelo acolhimento, a mentira pela verdade, o roubo pela honestidade, o medo pela liberdade, o crime pelo direito, a injustiça pela igualdade de direitos e de deveres, o oportunismo pela igualdade de circunstâncias e de condições, a doença pela saúde, a ignorância pela educação, a mancha pela verdadeira arte, a desconfiança pela certeza, a fome pela fartura, o abandono pela protecção e cuidados, a corrupção pela transparência, é tempo de parar e pensar definitivamente num projecto de desenvolvimento sustentado para o país.

7 - Quando morrermos, aqui não estamos nunca mais. Vamos tratar de vida que é curta, ninguém vive duzentos anos. Acreditamos que crescemos mais depressa quando aprendemos com os erros, quando reconhecemos os erros, quando a arrogância, ganância, mania de perfeccionismo estão “controlados” e, admitirmos com naturalidade suficiente o erro cometido, sem medos, porque se errar é humano, perdoar é muito mais. Sê superior espiritualmente e perdoa, só.

Es tu aqui em matéria de reflexão, nossa querida Pátria,  a principal razão por que reflectirmos! 
A nossa Guiné-Bissau é Mãe bonita, dentro e fora dela, é o berço dos nossos antepassados, dos nossos filhos, dos netos, dos nossos amigos e vizinhos, sempre terra nossa, amada, que cuida dos filhos, longe, perto ou ausentes. Pergunto, e nós os filhos, o que fazemos com Ela?

Texto original -> fonte: didinho.org
 

sábado, 18 de junho de 2011

O Presidente de Rwanda, SE Paul Kagame fala da África para a diáspora rwandense nos States.

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Perdoar é preciso!

Olhando para trás, o Presidente Paul Kagame não seria assim tão ovacionado como vemos no vídeo, se a imagem do genocídio recobrisse a memória dos presentes na platéia recordando a morte de um irmão, uma mãe, um pai, um vizinho, um primo, etc, etc. Assim como os Rwandenses se perdoam, nós devemo-nos se perdoar, para traçarmos novos rumos para o tão almejado desenvolvimento do país.
 




Prezados leitores,

Eu, Samuel Vieira, sempre levei em consideração que a informação joga um papel preponderante na evolução da sociedade. E quando ela é ilustrada, ou seja, transmitida quer na forma escrita, verbal ou através da imagem, nossa capacidade de absorver essas informações transcendem as expectativas. Os meios de comunicação nos favorecem hoje e de que maneira; a acompanhar o desenrolar da vida em qualquer parte do planeta e muitas vezes em tempo real, pelo que agradecemos os meios de comunicação e a evolução da tecnologia da informação. Não sou jornalista de profissão, porém, uso minha mera capacidade no domínio tecnológico e em meu blog, para favorecer a outros tantos leitores ou curiosos, com informações que na minha óptica são imprescindíveis para favorecer evolução do conhecimento.  
Disponibilizo aqui uma mine palestra proferida em vídeo pelo actual Presidente de Rwanda, Paul Kagame aos seus compatriotas residentes nos States. A palestra é em inglês com tradução para o francês, pelo que acredito que será bem interpretada pela maioria dos guineenses na diáspora e mais ainda, pelos que vivem no país onde uma boa parte usa o francês como língua de trabalho ou de negócios, ou os que viveram e aprenderam o francês em países vizinhos, onde se fala francês.
Kagame falou e falou muito bem sobre perspectivas futuras para o nosso continente e exortou os rwandenses para o regresso à pátria.

Veja o vídeo:

Rússia - Fórum de São Petersburgo Cobrou Força.

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Photo: RIA Novosti
A “Internet” deixou de ser um meio de comunicação, chegando a ser um fator político muito poderoso. Os que ignoram esta mudança nada entendem da vida contemporânea – declarou Dmitri Medvedev durante a discussão sobre as possíveis vias de desenvolvimento da “Grande Rede”. O tema do futuro da WEB esteve no centro das discussões travadas na sexta-feira, 17 de junho, no Fórum Econômico Internacional em São Petersburgo.
Ultimamente, nenhuma discussão internacional importante tem estado contornando os acontecimentos ocorridos no espaço digital. O presidente lembrou que o tema havia surgido pela primeira vez como um tópico dos debates durante a cúpula do “Grupo dos Oito” na cidade francesa de Deauville. E não é para menos, porque presentemente a “Internet” não somente vai mudando ela própria, como também passa a ditar novas regras de jogo – pensa Dmitri Medvedev. E continua:
Se encararmos a “Internet” como um fenômeno integral, se pensarmos no futuro, então saberemos encontrar um lugar russo no meio internético. Em todo caso, estou contente de termos podido alcançar a ideia relacionada ao registro do domínio de nível superior. Estou me referindo à Federação Russa. Ao que me consta, isso criou um certo lugar específico para a “Internet” russa. E também enriqueceu a “Internet” em geral.
Os especialistas estrangeiros entrevistados pela “Voz da Rússia” assinalam que o reconhecimento dado pelo Governo à força da influência da “Teia Mundial” e ao papel por ela desempenhado no desenvolvimento do País é um passo positivo. Em entrevisra exclusiva à nossa emissora, o presidente da corporação “Google”, Eric Schmidt, apontou que os investimentos nas telecomunicações e as tecnologias digitais contemporâneas são um penhor de desenvolvimento do capital humano na Rússia. Ela acha que na Rússia não faltam recursos e potencial para desenvolver ativamente esse ramo. Disse mais adiante:
Confio sinceramente na importância decisiva que tem o desenvolvimento das tecnologias de acesso à banda larga e sem fio à Grande Rede. A “Internet” cria novos postos de trabalho.
Este ano, Eric Schmidt foi uma figura central do encontro em São Petersburgo. Durante seu seminário aberto denominado “Mundo Através dos Olhos da `Google´”, a sala estava á cunha. Entre outras coisas, o palestrante disse que as pesquisas em tecnologias de informação realizadas por Universidades russas têm um nível bastante alto.
Todavia, a Rússia não pode apenas copiar cegamente a experiência ocidental – disse em entrevista à nossa emissora o ministro das Comunicações e Telecomunicações, Igor Chiogolev. Diante dos fatores regionais específicos, um desenvolvimento heterogêneo das diversas regiões e as imensas vastidões do País, o Estado tem de desempenhar um papel regulador importante. E prosseguiu:
Estamos desenvolvendo, por exemplo, um projeto de “Internet” via satélite. Claro que essa modalidade da WEB não permite alcançar as mesmas velocidades que as alcançadas com facilidade através da fibra ótica. Mas, por outro lado, isso permite abarcar com um dinheiro razoável os gigantescos territórios da Rússia e reduzir o hiato informativo digital que hoje existe entre as diversas regiões.
Um projeto inovador com uma envergadura sem precedentes capaz de fundamentar toda a tecnologia de comércio varejista em uma base eletrônica de última geração foi apresentado por Anatoli Tchubais, presidente da corporação governamental “RosNano”. Trata-se das chamadas marcas de radiofrequência. Essa tecnologia está sendo ensaiada em muitos países, entre os quais a Rússia. Disse mais adiante:
É uma loja em que o código de barras tradicional, o qual vai caducando a olhos vistos, é substituído pelo “Radio Frequency Identification”, o cartão que registra sem contato todos os dados sobre o produto e da mesma forma transmite a informação sobre seu preço e sobre o fato de sua compra. Se quisermos simplificar ao máximo a situação, poderemos dizer que em tal loja desaparece a necessidade de caixa registradora. E surge uma tecnologia qualitativamente nova, ou seja, o comprador chega, pega os produtos que deseja e vai embora.
Como se sabe, uma missão principal do Fórum Econômico Internacional em São Petersburgo consiste em entabular contatos negociais com parceiros estrangeiros desejosos de investir na economia russa. Por isso, as palavras de Dmitri Medvedev sobre a necessidade de intensificar o processo de privatização motivou uma discussão ativa entre os financistas. Muitos especialistas logo se puseram a falar sobre uma venda iminente de um pacote de ações do “Sberbank” e VTB, os mais importantes da Rússia. O presidente do banco VTB24, que forma parte do grupo bancário VTB, Mikhail Zadornov, está certo de que é uma medida positiva capaz de atrair um grande volume de investimentos. Todavia, é preciso evitar uma pressa que possa fazer baixar a capitalização de companhias, também uma situação em que a demanda não consegue acompanhar a oferta.

Fonte: vozdarussia

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Economia da Guiné-Bissau cresce com ajuda de Angola.

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Por João Carlos e Carlos Martins, DW

DW -
A economia da Guiné-Bissau deverá crescer este ano 4,3 por cento, contra os 3,5 por cento alcançados em 2010. A previsão é da ministra do Plano e Integração Regional, Helena Embaló.

Em entrevista exclusiva à DW em Lisboa, a ministra Helena Embaló falou da estratégia nacional de combate à pobreza e ao narcotráfico, dos efeitos positivos do perdão da dívida de 283 milhões de dólares e da importância da cooperação com Angola.

Angola é um parceiro crucial para a etapa de estabilidade da Guiné-Bissau, depois das várias crises político-militares que levaram alguns parceiros a suspenderam a ajuda ao país. Reconhece a ministra guineense da Economia, Plano e Integração Regional, Helena Embaló.

Angola ajuda a Guiné Bissau

“Angola tem sido um parceiro fundamental. Quando em 2010, tendo em conta o levantamento militar, alguns parceiros retiraram a sua ajuda, Angola veio apoiar a Guiné Bissau", disse a ministra para em seguida acrescentar "graças a um programa de cooperação militar que abrange várias componentes da reforma do setor de defesa e segurança, tem contribuído muito para a estabilidade no país”, concluiu.

Helena Embaló realça também o apoio financeiro concedido pelo Governo de Luanda para cobrir o défice orçamental da Guiné-Bissau.

“E está em perspetiva uma linha de crédito para apoiar as iniciativas empresarias no montante de 25 milhões de dólares" e explica a governante guineense "isto porque já começa a haver investimentos angolanos importantes no país – refiro-me particularmente à exploração do bauxite, à construção das linhas férreas e à construção do porto de Buba”.

Fazendo parte dos países frágeis, a Guiné-Bissau augura com esse estatuto mobilizar mais recursos dos doadores internacionais para a execução de reformas imprescindíveis para o seu desenvolvimento, abrangendo a administração pública, justiça, ensino, saúde e infraestruturas. Helena Embaló assegura que o país vai continuar a dar mostras de uma gestão mais criteriosa dos fundos que recebe.

“Porque se nós conseguirmos de facto restaurar aquela confiança, a credibilidade junto da comunidade internacional, aí eles sentir-se-ão enconrajados a dar mais ajuda”,destacou a senhora Embaló.

Neste contexto, o alívio da dívida externa em Maio último, através do Clube de Paris, é um impulso a este esforço, frisou a ministra guineense na entrevista exclusiva concedida à DW.

“Foi fundamental e também é uma forma de ajuda. O país poderá utilizar esses recursos obviamente para redução da pobreza e para o seu programa de crescimento económico”.

E quais as perspectivas para este ano?

“Este ano, prevemos um crescimento de 4,3% e tudo leva a crer que esta trajetória positiva se vai manter. Nós acabámos de elaborar a nossa estratégia de redução da pobreza e também elaborámos estudos para melhor analisar as fontes de crescimento"disse a ministra guineense tendo por outro lado sublinhado que " isso é importante porque agora já há uma maior estabilização do ponto de vista fiscal e é preciso agora implementar uma estratégia que permita valorizar todo o potencial económico que o país tem” afirmou.

Mas, o combate ao narcotráfico é outro desafio nacional, regional e intercontinental, para o qual o país também definiu uma estratégia.

“Mas a Guiné-Bissau não conseguiu mobilizar os fundos de que carecia totalmente para a sua implementação", lamentou a ministra do Plano, Integração Regional da Guiné Bissau que acrescentou ... "neste momento há uma revisão dessa estratégia, uma atualização e este plano vai em paralelo com o reforço das próprias instituições judiciárias". Porque, segundo a governante guineense "é muito importante termos um sistema judicial sólido e robusto, que possa agir e reagir de forma firme contra esse tráfico”...concluiu a ministra guineense da Economia, Plano e Integração Regional, Helena Embaló.

Autor: João Carlos (Lisboa) / Carlos Martins
Edição: António Rocha
Fonte: DW

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