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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Filho de Kadafi 'é a única pessoa capaz de unificar a Líbia e liderar a luta contra os terroristas'.

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Filho de Kadafi 'é a única pessoa capaz de unificar a Líbia e liderar a luta contra os terroristas'
Preso em 2011 após a derrubada do governo de seu pai, o recém liberto Saif al-Islam pode liderar a restauração do regime em uma Líbia fragmentada e destruída por seis anos de guerra civil
Eduardo Vasco, Pravda.ru
Saif al-Islam al-Kadafi, filho do ex-líder Muamar Kadafi, foi solto no último sábado (10) da prisão de Zintan, cidade do noroeste da Líbia e próxima da capital, Trípoli. Ele havia sido sentenciado à morte em 2015, mas o grupo de milicianos que o mantinha preso se recusou a entregá-lo à corte em Trípoli. Estava detido há quase seis anos, acusado de atuar na repressão a manifestantes, quando era uma das principais figuras do governo de seu pai.
Após a queda de Kadafi com a ajuda da OTAN, a Líbia se transformou em um país destruído, praticamente sem Estado e com uma guerra civil entre facções com grande atuação de grupos como o Estado Islâmico e a al-Qaeda. A libertação de Saif al-Islam significou um alento aos seguidores de Kadafi. Ele deverá assumir a liderança do movimento pelo restabelecimento de um governo nacional na Líbia, ao estilo do que vigorou até 2011.
"A única pessoa em toda a Líbia capaz de unificar o país e liderar a luta contra os terroristas da Irmandade Muçulmana, al-Qaeda e Estado Islâmico é Saif Kadafi", afirma José Gil de Almeida, ativista brasileiro pioneiro na defesa do sistema político e social que surgiu na Líbia a partir da Revolução de 1969. Ele visitou o país em 19 oportunidades, já esteve três vezes com Muamar Kadafi e é um dos maiores especialistas brasileiros sobre a Líbia, organizando encontros nacionais e internacionais e publicando dois livros sobre o tema.
No último dia 7 de junho, Almeida lançou em Curitiba o livro "A Líbia de Kadafi", que também será traduzido para o inglês, francês, espanhol e árabe. Integrante do Movimento Marcha Verde, ele conversou com a Pravda.ru e afirmou que as forças leais ao antigo governo estão retomando Trípoli e expulsando os grupos terroristas.
Como você recebeu a notícia da libertação de Saif al-Islam al-Kadafi?
Por e-mail de amigos na Líbia. Diversas cidades festejaram a libertação com desfiles de carros e muitos fogos de artifício, disparos de armas de fogo e dança.
Saif ainda tem influência política na Líbia?
Ele é o sucessor natural de Muamar Kadafi, foi preparado para lutar na defesa da Jamahiriya (Poder Popular). Nos últimos dias ele visitou todos os chefes tribais da Líbia e está organizando a luta contra os terroristas financiados pelos EUA e OTAN. Ele foi libertado por kadafistas que estão hoje espalhados nas forças armadas e nos grupos guerrilheiros que atuam em algumas regiões.
Então o kadafismo ainda tem muita influência dentro das forças armadas e entre a população?
Sim. Quando Kadafi se retirou para Sirte, sua terra natal [e onde foi assassinado em 20 de outubro de 2011], levava com ele parte dos oficiais das forças armadas. Ele pediu que eles retornassem a suas casas para no futuro defender a Líbia. Kadafi sabia que não resistiria à maior força militar do planeta e foi para Sirte para ser martirizado ao lado de seus companheiros mais próximos. E foi isso o que aconteceu, para preservar os kadafistas dentro das forças da Líbia.
E até hoje existem grupos fiéis a Kadafi dentro das facções que lutam pelo poder no país?
Sim, aguardando o momento de lutar a verdadeira guerra de libertação da Líbia sob o comando de Saif al-Islam al-Kadafi.
Com a liderança de Saif os guerrilheiros kadafistas ficam mais unidos e fortalecidos?
A única pessoa em toda a Líbia capaz de unificar o país e liderar a luta contra os terroristas da Irmandade Muçulmana na fronteira com o Egito e contra a al-Qaeda e o Estado Islâmico em Benghazi e Trípoli é Saif Kadafi.
Mas eles têm forças para enfrentar os terroristas?
Sim. Mesmo com os terroristas recebendo armas de países ocidentais ligados aos EUA, os kadafistas estavam se preparando para este dia desde 2011.
Então eles pretendem restaurar exatamente o mesmo regime derrubado em 2011?
Sim. A Jamahiriya Árabe Popular Socialista da Líbia [nome do país até 2011] é o regime que atendeu a todas as reivindicações de saúde, habitação, educação etc., do povo líbio. A Líbia de Kadafi tinha o maior IDH da África, maior até que o do Brasil. A Líbia era feliz e vivia em prosperidade. E agora, após a "democracia" dos norte-americanos, o povo está desamparado e sofrendo até com falta de gasolina em postos de combustíveis. Diversos poços de petróleo líbios estão sendo controlados por tropas militares dos EUA, França e Inglaterra, com a desculpa de retirar petróleo para "pagar despesas de guerra".
O petróleo foi o motivo da invasão da Líbia?
Sim, gás e petróleo, como sempre acontece nas guerras do imperialismo norte-americano em diversas partes do mundo.
Na época da intervenção da OTAN também se falou que um dos motivos era que Kadafi visava integrar a África com uma moeda única para todo o continente.
Sim, também. Ele criou um banco forte e isso incomodou os sionistas ligados aos Rotschild.
Você falou que o povo líbio era feliz e vivia em prosperidade. Mas, e os relatos e imagens de opositores sendo reprimidos, torturados e assassinados?
Durante o governo da Jamahiriya Árabe Popular Socialista da Líbia o país foi alvo de ataques do inimigo imperialista. Muitos mercenários e traidores do povo líbio foram presos e detidos, mas as denúncias de torturas foram raras e nunca apoiadas por Kadafi. A maior prova de que o governo líbio era popular e democrático é que Kadafi não tinha cargo no governo. Havia um presidente e um primeiro-ministro, todos eleitos pelos Congressos Populares. Muamar Kadafi era um guia espiritual e filosófico do povo líbio, por isso representava o país em solenidades e encontros internacionais, mas ele, mais do que ninguém, estimulou e criou as bases para a democracia direta através dos Comitês e Congressos Populares. A Líbia kadafista era o paraíso, não fosse pelos inimigos que fustigavam o país a mando do imperialismo norte-americano e do sionismo internacional.
Mas, e Saif al-Islam? Ele é considerado criminoso de guerra pelo Tribunal Penal Internacional devido aos supostos massacres ocorridos em 2011.
Esta acusação é mais uma farsa norte-americana. Ele foi acusado porque lutou heroicamente contra os invasores de seu país. Quatro dias após sua libertação a Irmandade Muçulmana anunciou que está deixando Trípoli. Não só ela, a al-Qaeda e o Estado Islâmico também, porque os kadafistas estão retomando Trípoli com força total e estão expulsando os terroristas, que fogem para a Turquia neste momento. Saif é o sucessor de Kadafi na reconstrução da Jamahiriya Árabe Popular Socialista Líbia. O único que pode reunificar o país.
#pravda.ru

ANGOLA: FNLA E O PAÍS QUE HOLDEN QUERIA MAS QUE NÃO EXISTE.

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A Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), um dos três partidos históricos do país, apresentou o seu programa de governação, assente em nove eixos e que propõe o afastamento das instituições angolanas do carácter de partido único. Sonhemos, irmãos!

Oprograma de governação, apresentado pelo líder do partido e cabeça-de-lista concorrente à eleição por via indirecta, não nominal, ao cargo de Presidente da República nas eleições de 23 de Agosto, Lucas Nonga, defende a Reforma do Estado, a manutenção da forma Republicana e da Laicidade do Estado angolano, bem como a consolidação do Estado Democrático e de Direito e Reformas Sociais. Sonhemos, irmãos!
A definição de uma Política Cultural para Angola enquanto país africano, a consolidação do Processo de Reconciliação Nacional, as Reformas Económicas do país e a Revisão da Política Externa de Angola são os restantes eixos do programa de governação da quarta força política da oposição angolana. Sonhemos, irmãos!
O documento sublinha que Angola é um país saído “das convulsões sociais resultantes de erros de escolha ideológicas, ditada pelo clima de Guerra Fria, que dominou o século XX”.
Até às eleições de 1992 vigorou em Angola o regime de partido único, com o país a ser liderado pelo MPLA. Depois disso vigora a prática de partido único, numa versão mais “soft”.
“A FNLA entende que as eleições não são um jogo de promessas populistas irrealizáveis. É um compromisso que se assume perante um povo como pacto social que traz consigo a concretização das aspirações mais profundas do povo angolano”, disse Lucas Ngonda. E disse bem, quase parecendo que Angola é o que nunca foi durante os últimos 42 anos: uma democracia e um Estado de Direito.
O político lembrou que a FNLA, na luta de libertação – juntamente com o MPLA e a UNITA foi um dos três movimentos guerrilheiros contra o poder colonial português -, cumpriu o seu programa com a ascensão de Angola à independência.
“Hoje trata-se de abordagem do seu programa maior a longo prazo, o qual seguirá as etapas essenciais pelas sucessivas gerações de patriotas”, disse Lucas Ngonda.
A aprovação de uma nova Constituição, a criação de um parlamento bicameral (Assembleia Nacional e Senado), em que o primeiro-ministro é o chefe o Governo, uma eleição separada do Presidente da República, a criação de um Conselho de Estado, que integrará entidades que exerceram altas funções no Governo ou que tenham prestado serviços relevantes à nação, bem como actuais reis (autoridades tradicionais) são algumas das propostas de governação da FNLA.
A FNLA concorre às eleições gerais de 23 de Agosto com outras cinco formações políticas – MPLA, UNITA, CASA-CE, PRS e APN -, situando-se na quinta posição no boletim de voto.
Angola vai realizar eleições dentro de dois meses, e conta para o efeito com um número de 9.317.294 eleitores, segundo dados oficiais que o Ministério da Administração do Território entregou à Comissão Nacional Eleitoral.

Recorde-se Holden Roberto e Jonas Savimbi

Angola continua a ser (re)construída à imagem e semelhança do MPLA, como se fosse um regime de partido único. E, de facto – que não de jure –, é isso mesmo.
Se o MPLA é Angola e Angola é o MPLA, herói nacional há só um, Agostinho Neto e mais nenhum. Quando o MPLA for apenas um dos partidos do país e Angola for um verdadeiro Estado de Direito, então haverá outros heróis.
Até lá, os angolanos continuarão sujeitos à lavagem do cérebro de modo a que julguem que Agostinho Neto e agora José Eduardo dos Santos sãos os únicos que deram um contributo na luta armada contra o colonialismo português e para a conquista da independência nacional.
O dia 17 de Setembro, instituído feriado nacional em 1980 pela então Assembleia do Povo, um ano após o falecimento de Agostinho Neto, em 10 de Setembro de 1979 na antiga União das Republicas Socialistas Soviéticas, deve-se, segundo a cartilha do MPLA, ao reconhecimento do seu empenho na libertação de Angola, em particular, e do continente africano. Com alguma habilidade ainda vamos ver referências ao contributo para a libertação da Europa. Ou esse será um patamar reservado ao putativo presidente emérito, José Eduardo dos Santos?
Fruto da entrega de Agostinho Neto à causa libertadora dos povos, o Zimbabwe e a Namíbia ascenderam igualmente à independência, assim como contribuiu para o fim do Apartheid na África do Sul, esclarecem os donos do poder em Angola.
Pelos vistos, desde 1961 e até agora que só existe Agostinho Neto. Se calhar até é verdade. Aliás, bem vistas as coisas, Holden Roberto e Jonas Savimbi, FNLA e UNITA, nunca existiram e são apenas resultado da imaginação de uns tantos lunáticos.
“Dotado de um invulgar dinamismo e capacidade de trabalho, Agostinho Neto, até à hora do seu desaparecimento físico, foi incansável na sua participação pessoal para resolução de todos os problemas relacionados com a vida do partido, do povo e do Estado”, diz o MPLA, embora não o considere elegível à categoria de emérito.
Numa coisa a cartilha do MPLA tem toda a razão e actualidade: “como o marxistas-leninista convicto, Agostinho Neto reafirmou constantemente o papel dirigente do partido, a necessidade da sua estrutura orgânica e o fortalecimento ideológico, garantia segura para a criação e consolidação dos órgãos do poder popular, forma institucional da gestão dos destinos da Nação pelos operários e camponeses”.
Como se vê, os destinos da Nação estão entregues desde 11 de Novembro de 1975 aos operários e camponeses do tipo José Eduardo dos Santos & Sonangol Lda.
Em reconhecimento da figura do (suposto único) fundador da Nação angolana, estão erguidas em vários pontos do país estátuas, que simbolizam os seus feitos e legados, marcado pelas suas máximas “De Cabinda ao Cunene um só povo e uma só nação” e “O mais importante é resolver os problemas do povo”.
Pois! Os problemas do povo não foram resolvidos. Mas as estátuas aí estão para serem vistas por um povo que continua a ser gerado com fome, a nascer com fome e a morrer pouco depois com… fome.
Sabemos que em Angola os militares, tal como o resto da sociedade, só têm liberdade para dizer o que sua majestade o rei Eduardo dos Santos deixa. Mesmo assim, quando não se pode dizer a verdade, o bom senso aconselha a que se esteja calado.
Recorde-se, por exemplo, que, no dia 12 de Agosto de 2009, o inspector-geral das Forças Armadas Angolanas, general Rafael Sapilinha “Sambalanga”, considerou na comuna do Icolo e Bengo, Angola como uma “trincheira firme na defesa do continente africano”, pelo percurso árduo nas lutas de libertação nacional, bem como o contributo para a paz na região.
Poderia o general “Sambalanga” ficar-se por aqui e tudo estaria bem. Angola é de facto uma “trincheira firme na defesa do continente africano”.
Rafael Sapilinha que falava durante a visita dos Inspectores de Defesa da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) ao Centro Cultural “António Agostinho Neto”, não se conteve, contudo, em querer agradar ao chefe e vai daí enalteceu o espírito de coragem do fundador da nação MPLA, nas lutas de libertação nacional que culminou com a independência do país.
Para o inspector-geral, António Agostinho Neto teve a capacidade de prever a liberdade e autonomia do povo angolano nos poemas que escrevia. “António Agostinho Neto não é tido apenas como fundador da nação e do MPLA, mas também como um poeta perspicaz”, sublinhou.
Irra! Apre! Chiça! Por que carga de água Agostinho Neto é o único fundador da nação angolana? E então Holden Roberto? E então Jonas Savimbi?
Que país é Angola que tem tanta dificuldade em reconhecer a Holden Roberto, como a Jonas Savimbi, o estatuto de Herói Nacional? Porque razão, o Estado teve e tem tanta necessidade de humilhar Holden Roberto e Jonas Savimbi? Será assim que se luta pela instituição de um Estado de Direito?
#fonte: http://jornalf8.net

PORTUGAL É QUEM MAIS VENDE PARA ANGOLA.

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Portugal voltou a ser o país que mais vende a Angola, em 2016, apesar de o volume de negócios ter sofrido uma redução de 12% face a 2015, sendo superior a 1,6 mil milhões de euros, suficiente para destronar a China.

Os dados constam do anuário do comércio externo de 2016, elaborado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) de Angola, apenas agora divulgado. O documento refere que Portugal atingiu uma quota de 14,89% de todas as importações angolanas, equivalente a 342.517 milhões de kwanzas (1.630 milhões de euros).
Já a China viu as compras angolanas caíram 36% de 2015 para 2016, para uma quota de 12,54%, equivalente a um volume de negócios de 253.884 milhões de kwanzas (1.373 milhões de euros).
Os Estados Unidos da América tornaram-se no terceiro principal país fornecedor de Angola, com um volume de negócios em todo o ano de 2016 superior a 217.719 milhões de kwanzas (1.770 milhões de euros), que corresponde a uma quota de 10,75%.
No plano inverso, a China reforçou a posição de maior comprador de Angola, com uma quota de 45% das exportações angolanas de 2016 (essencialmente petróleo). Traduz-se em vendas globais 2,187 biliões de kwanzas (11,8 mil milhões de euros), um crescimento superior, em valor, a 28%, face às compras realizadas pela China em 2015.
O petróleo bruto representou um peso de 93% de todas as exportações angolanas no último ano.
No segundo lugar, a índia também aumentou as compras (4,92%) a Angola, que em 2016 atingiram os 330.894 milhões de kwanzas (1.789 milhões de euros) e uma quota de 6,89% do total, seguido dos Estados Unidos da América, com uma quota de 5,11% e compraram 245.698 milhões de kwanzas (1.328 milhões de euros) das exportações angolanas, um aumento de 54% face a 2015.
Portugal foi apenas o nono destino das exportações angolanas, representando um volume de negócios de 153.536 milhões de kwanzas (830 milhões de euros), um aumento de 8,28% face a 2015, mas ainda assim uma quota de 3,20%.
Globalmente, as exportações angolanas aumentaram 18,76% em 2016, para um volume de negócios total de 4,803 biliões de kwanzas (25,9 mil milhões de euros), enquanto as importações caíram 22,37%, para 2,024 mil milhões de kwanzas (10,9 mil milhões de euros).
Em 2016 a balança comercial de Angola, incluindo ainda reimportações e reexportações, registou um saldo positivo de 2,779 biliões de kwanzas (15 mil milhões de euros), praticamente o dobro face ao resultado de 2015.
Os resultados definitivos do Comércio Externo (Importação e Exportação) apurados para o ano de 2016, indicam para uma taxa positiva de variação homóloga, do período em análise, de 18,76% para as Exportações, enquanto que para o mesmo período, as Importações tiveram uma diminuição de 22,37%.
Em 2016 a Balança Comercial de Angola, registou um crescimento do saldo positivo de 2.779 Mil Milhões de Kwanzas.
O grupo de produto que teve a maior participação no valor total das Exportações foi fundamentalmente os “Combustíveis” com 92,97%, enquanto que no valor total das Importações os grupos de produtos que mais se destacaram foram: “Máquinas e Equipamentos e Aparelhos” com 24,71%, “Agrícolas” com 10,44%, “Metais Comuns” com 9,52%, “Químicos” com 7,62% e “Combustíveis” com 6,02%.
Os principais Parceiros das Exportações de Angola durante o ano de 2016 foram os seguintes: China com 45,53%, Índia com 6,89%, Estados Unidos da América com 5,11% África do Sul com 4,78%.
Os principais Parceiros das Importações para Angola durante o ano de 2016 foram os seguintes: Portugal com 14,89%, China com 12,54%, Estados Unidos da América com 10,75% e África do Sul com 5,25%.
Os Principais Parceiros Africanos nas Exportações que mais se destacaram foram os seguintes, África do Sul com 81,70%, República Democrática do Congo com 12,93%,São Tomé e Príncipe com 1,15% e Namíbia com 1,12%.
Para as Importações no mesmo Período foram os seguintes, África do Sul com 71,87%, Egipto com 4,97%, Mauritânia com 4,32 e Senegal com 4,21%.
Folha 8 com Lusa

terça-feira, 20 de junho de 2017

Morre estudante americano que foi preso na Coreia do Norte.

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Uma semana após Otto Warmbier, de 22 anos, ser libertado em coma, família anuncia sua morte em hospital de Ohio, nos EUA. Jovem passou 17 meses preso no país asiático. Médicos afirmam que ele sofreu danos cerebrais.
fonte: DW ÁFRICA
Warmbier durante seu julgamento em março de 2016
Warmbier durante seu julgamento em março de 2016
O estudante americano Otto Warmbier, de 22 anos, que esteve preso durante 17 meses na Coreia do Norte antes de retornar aos Estados Unidos em coma há uma semana, morreu nesta segunda-feira (19/06), anunciou sua família num comunicado. A causa da morte não foi divulgada.
"Infelizmente, o maltrato terrível e tortuoso que nosso filho recebeu das mãos de norte-coreanos assegurou que nenhum outro desfecho fosse possível além deste triste que experimentamos hoje", afirmou a família de Warmbier, após a sua morte no Centro Médico da Universidade de Cincinnati, em Ohio.
Warmbier foi detido na Coreia do Norte em janeiro de 2016. Acusado de ter tentado roubar um cartaz de propaganda no hotel no qual estava hospedado como turista, ele foi condenado por subversão a uma pena de 15 anos de prisão e trabalhos forçados.
Em coma, o estudante foi libertado na última terça-feira e transportado de volta aos Estados Unidos. De acordo com médicos, ele sofreu danos cerebrais, mas a causa destes danos não é conhecida.
Pyongyang alegou que Warmbier entrou em coma logo após o julgamento que aconteceu em março do ano passado. O regime disse que o estudante teria contraído botulismo e tomado um remédio para dormir.
Amigos e conhecidos prestam apoio à família de Warmbier em Wyoming
Amigos e conhecidos prestam apoio à família de Warmbier em Wyoming
A família do jovem contesta a versão norte-coreana. Médicos que examinaram Warmbier após sua libertação disseram que não havia sinais de botulismo em seu organismo.
Os pais de Warmbier, Fred e Cindy, disseram à agência de notícias Associated Press que desejam que o mundo sabia o tratamento brutal que seu filho recebeu do regime norte-coreano.
Trump lamenta morte
Após a morte do estudante, o presidente americano Donald Trump classificou o regime norte-coreano como brutal. "Coisas ruins acontecem, mas pelo menos ele voltou para casa para os seus pais", disse o republicano, durante um evento na Casa Branca.
Em comunicado, o presidente ofereceu as condolências à família do jovem e afirmou que a tragédia aprofundou a determinação de sua administração para prevenir que inocentes caiam em mãos de regimes que não respeitam os direitos humanos. "Os Estados Unidos condenam mais uma vez a brutalidade do regime da Coreia do Norte", acrescentou.
Depois da libertação de Warmbier, um funcionário da Casa Branca contou que o enviado dos EUA à Coreia do Norte, Joseph Yun, se reuniu secretamente com representantes de Pyongyang, na Noruega, no mês passado. No encontro, o regime norte-coreano permitiu que diplomatas suecos visitassem os quatros americanos que estavam detidos no país.
Uma semana antes da libertação, Yun foi informado sobre a condição de saúde de Warmbier. O enviado viajou ao país, onde visitou o estudante na prisão na segunda-feira passada e pediu que ele fosse solto por questões humanitárias.
Três americanos continuam presos na Coreia do Norte –  dois professores universitários da Universidade de Ciência e Tecnologia de Pyongyang, detidos neste ano, e um sexagenário de origem sul-coreana naturalizado americano, capturado em uma região de fronteira com a China em 2105. Todos são acusados de atos hostis contra o regime de Kim Jong-un.
Os Estados Unidos acusam o regime norte-coreano de usar os detidos como moeda de troca em negociação com os EUA. A tensão entre os dois países aumentou diante dos repetidos testes balísticos de Pyongyang.  
Desde 2006, a Coreia do Norte já realizou cinco testes atômicos, dois deles só no ano passado. O regime de Pyongyang também trabalha atualmente no desenvolvimento de mísseis de longo alcance, que poderiam levar cujas ogivas nucleares até os EUA.
CN/rtr/ap/afp

Prisão de “Manecas” é "deplorável" e mostra "medo" do poder guineense.

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Detenção de Manuel dos Santos ("Manecas") é "deplorável" e demonstra receio que o poder político da Guiné-Bissau tem "até da própria sombra", afirma escritor e jornalista Tony Tcheka.
Manuel dos Santos (Manecas), Mitglied der PAIGC (casacomum.org/Documentos Amílcar Cabral)
Foto de arquivo: Manuel dos Santos "Manecas" ao lado de Amílcar Cabral (esq.) (1972)
"A detenção de Manecas Santos é deplorável e motivo de uma enorme indignação. Nenhum cidadão guineense, independentemente das suas razões e questões ideológicas, pode estar tranquilo com uma atitude dessa natureza", sublinhou à agência de notícias Lusa o também vice-presidente da Associação de Escritores da Guiné-Bissau (AEGB).
A detenção na segunda-feira (19.06.) de "Manecas" Santos surgiu na sequência de uma entrevista dada em abril ao jornal português Diário de Notícias, em que o veterano comandante, de naturalidade cabo-verdiana, alertou para a possibilidade, face ao impasse político vigente há cerca de dois anos, de um novo golpe militar na Guiné-Bissau.
O veterano da luta armada pela independência da Guiné-Bissau tinha sido ouvido, há cerca de um mês, pelo Ministério Público, em Bissau, para esclarecer as declarações.
Motivações políticas?
Questionado esta terça-feira (20.06.) pela Lusa, Tony Tcheka, afirmou não ver qualquer outra razão para a detenção de "Manecas" Santos que não "motivações políticas".
Buch über Guinea-Bissau Krise (DW/M. Ribeiro)
Tony Tcheka
"Trata-se de uma perseguição feita em lume brando, hoje isto, amanhã aquilo. Qual o mal que tem um homem que, com o passado de Manecas Santos, vivendo na Guiné-Bissau, faça uma análise da situação social e política", questionou. "O grande crime de 'Manecas' Santos é que as circunstâncias, tudo o que envolve a Guiné-Bissau de hoje, pode indiciar situações mais complicadas, entre elas a possibilidade de um golpe de Estado. Temos um passado recente complexo, sabemos como foi o conflito político-militar de 1998/99, como aconteceu, Manecas Santos estava presente no terreno, de maneira que nada melhor do que alertar", acrescentou.
Tony Tcheka salientou, por outro lado, a ideia de que quem pretende levar a cabo um golpe de Estado não o anuncia.
"Quem vai dar um golpe de Estado, quem está alinhado em golpes de Estado, não ameaça nem diz que vai fazer um golpe de Estado. 'Manecas' não disse que vai dar, ou que vai participar ou que faz a apologia do Golpe de Estado. Simplesmente disse que o cenário existente pode conduzir a uma situação de golpe de Estado", explicou.
Guiné-Bissau sob a batuta de Jomav
Para o jornalista, escritor e poeta guineense, os "atuais senhores" da Guiné-Bissau "acabam por ter medo de tudo e todos, até da própria sombra".
Guinea-Bissau Jose Mario Vaz (Getty Images/AFP/Seyllou)
José Mário Vaz, Presidente da Guiné-Bissau
"Têm tudo o que é poder, o que são forças da Nação, ao seu serviço, não em defesa da Constituição da República, não em defesa das leis, mas sim em defesa dos seus próprios interesses. Quem não alinha nesse festim, quem não bate palmas, automaticamente é eleito como inimigo a abater, a eliminar".
"Isso é deplorável, é lamentável, e mostra exatamente os caminhos por que a Guiné-Bissau está a seguir sob a batuta do Presidente da República", José Mário Vaz, concluiu.
PAICV apela à libertação "imediata e incondicional" de 'Manecas'
O Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) apelou esta terça-feira (20.06.) à libertação "imediata e incondicional" de 'Manecas' Santos, classificando a sua detenção como um "ato inqualificável" e "injustificado" que configura "violação dos direitos humanos".
Kapverdische Inseln Unterstützer PAICV mit Fahnen (picture-alliance/dpa/M. Cruz)
"A detenção do comandante 'Manecas' Santos, uma figura carismática da luta de libertação nacional de Cabo Verde e da Guiné-Bissau, é um ato inqualificável, que demonstra uma grande falta de respeito e uma vã tentativa de humilhar um alto dirigente do PAIGC", considerou o PAICV em comunicado.
Para o PAICV, mandar deter 'Manecas' Santos, por "ter emitido uma opinião, enquanto cidadão, e numa sociedade que se diz livre, democrática e pluralista, consubstancia um ato injustificável e com laivos de autoritarismo, e constitui, ademais, uma grave violação dos direitos humanos".
Por isso, os responsáveis do partido cabo-verdiano condenam o que consideram uma "detenção ilegal", solidarizam-se com 'Manecas' Santos e apelam "à sua libertação imediata e incondicional". 

Dia Mundial do Refugiado: Analistas defendem debate profundo.

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Número de refugiados atingiu valor recorde em 2016. Na Europa, ainda não há solução à vista para a crise migratória – em grande parte, porque os envolvidos têm evitado debates “incómodos”, dizem os analistas.
Libyen Migranten Flüchtlinge Boot (picture-alliance/dpa/E.Morenatti)
Assinala-se esta terça-feira, 20 de junho, o Dia Mundial do Refugiado. Segundo as Nações Unidas, o número de pessoas que foram forçadas a abandonar as suas casas devido à guerra, violência ou perseguição atingiu um valor recorde em 2016, com 65,6 milhões de deslocados internos e refugiados. Em Angola, por exemplo, há atualmente cerca de 30 mil refugiados da República Democrática do Congo e o número deverá atingir os 50 mil nos próximos meses. As agências humanitárias pedem ajuda financeira para receber os refugiados.
Em 2016, de acordo com os dados das Nações Unidas, o número de refugiados atingiu o valor mais elevado de sempre: 22 milhões e meio de pessoas, das quais mais de metade são crianças, foram forçadas a abandonar as suas casas.
Traficantes beneficiam do fracasso político
O cenário agrava-se quando se olha para situações como a do mar Mediterrâneo: desde o início de 2014, morreram ou foram dadas como desaparecidas mais de 12 mil pessoas que tentavam chegar à Europa por via marítima.
Karl Kopp von Pro Asyl Deutschland
Karl Kopp, ativista da organização Pro Asyl
Karl Kopp, da organização alemã de defesa dos direitos humanos Pro Asyl classifica a situação como o "capítulo mais triste” da "erosão europeia”. Uma erosão que já vem de trás, antes dos enormes movimentos de refugiados em direcção à Europa que mergulharam o continente numa crise que já dura há dois anos – e que não deverá terminar tão cedo.
Mas há quem lucre com esta crise: os traficantes de pessoas. No norte de África, o tráfico já rendeu mil milhões de euros. Aqueles que no passado eram classificados como "traficantes ocasionais” são agora grupos cada vez mais organizados e profissionais que prometem aos migrantes a entrada na Europa. Sem um debate aberto e profundo sobre factos "desconfortáveis” e sobre os problemas estruturais das actuais políticas migratórias, o problema deverá agravar-se nos próximos anos, dizem os analistas. 
Falta solidariedade na Europa
Um dos grandes problemas, segundo os observadores, é a falta de solidariedade europeia. Desde os anos 90 que a Europa tenta, sem sucesso, criar um direito único de asilo. Karl Kopp sublinha a falta de vontade política de alguns membros da União Europeia e a ausência de poder de fiscalização da organização:"É com isto que temos de lidar agora. O primeiro-ministro húngaro, por exemplo, diz ‘não quero saber da lei europeia, castiguem-me no dia de São Nunca' e outros seguem o exemplo.”
Oliviero Angeli, investigador na Universidade de Dresden, destaca também a falta de vontade política de alguns países europeus para receber refugiados. "Muitos países, como a Polónia, a República Checa ou a Hungria, não são levados por pressões económicas a aceitar os requerentes de asilo. As ideologias estão muito enraizadas e os governos têm medo da reacção dos eleitores se aceitarem receber refugiados.”
Falhas no processo de asilo
O problema, segundo Karl Kopp, passa também pelas autoridades responsáveis pelos processos de asilo. Segundo o analista, estão sobrecarregadas de pedidos e mal preparadas para lidar com um processo já de si complicado.
Ao mesmo tempo, nem todos os requerentes de asilo têm direito a protecção. Estima-se que metade dos refugiados abandonam as suas casas por motivos económicos – especialmente aqueles que saem da África Ocidental. O facto é que estas pessoas não têm direito ao estatuto de refugiados segundo a Convenção de Genebra. Ainda assim, muitos tentam a sua sorte no processo de asilo.
Combater o problema nos países de origem?
Guntram Wolff (DW/M. Fiedler)
Guntram Wolff, economista do Bruegel
Nos países de origem, onde muitos analistas dizem que deve começar o combate às causas da migração, há também obstáculos.
Vários estudos mostram que, mesmo com o desenvolvimento económico, o número de migrantes continua a aumentar. Isto, porque o vencimento anual per capita tem de rondar os 9 mil euros para evitar que as pessoas saiam do país e as elite políticas destes países não estão dispostas a pagar esta conta nem têm interesse em travar a migração, diz o economista Guntram Wolff, do Think Tank europeu Bruegel. "As elites locais têm interesse no status quo”, explica. "Quando vêem que as pessoas deixam o país e o status quo não se altera, isso agrada-lhes. Os migrantes enviam dinheiro para os países de origem e elas podem beneficiar disso”.
Mais rotas legais
O que deve ser feito para combater esta crise? Quase todos os especialistas apontam para um conjunto de medidas, desde o combate ao tráfico até à maior partilha dos problemas entre os países europeus. Mas isto também significa pensar em novos caminhos legais.
A Europa tem de criar mais alternativas para a migração além do sobrecarregado sistema de asilo. É o que defende o economista Guntram Wolff: "Sou a favor das rotas migratórias legais, que contribuiriam para combater o negócio dos traficantes de pessoas”. No entanto, acrescenta Wolff, "é preciso pensar em termos concretos: estes canais deverão estar abertos para pessoas altamente qualificadas? Deveria haver quotas humanitárias? Um sistema de sorteio?”
"Estou aberto a uma mistura de diferentes métodos para combater as rotas da migração ilegal no Mediterrâneo”, conclui o economista.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Rússia: Pelé prestigia a abertura da Copa das Confederações ao lado de Putin.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

19.06.2017
 
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Pelé prestigia a abertura da Copa das Confederações ao lado de Putin
O maior atleta do século XX assistiu à partida de abertura da Copa das Confederações junto com o presidente russo, Vladimir Putin, em São Petersburgo
Eduardo Vasco, Pravda.ru
Pelé esteve nas tribunas da Arena Zenit, ao lado do presidente da FIFA, Gianni Infantino, e do presidente da Rússia, Vladimir Putin, para prestigiar o jogo de abertura da Copa das Confederações, entre a seleção anfitriã e a Nova Zelândia, neste sábado (17).
Quando chegou aos assentos, Putin cumprimentou longamente o ex-futebolista e após o primeiro gol da Rússia, aos 31 minutos do primeiro tempo, os dois voltaram a se cumprimentar, separados por Infantino.
Depois da partida, vencida pela Rússia por 2 a 0, Pelé afirmou ao canal Sportv que, ao se cumprimentarem, Putin disse que quando era criança admirava o "Rei do futebol". "Aí eu falei: bom, não era tão criança assim porque você não é muito mais novo que eu", contou o ex-craque brasileiro, aos risos
Pelé, tricampeão mundial (1958, 1962 e 1970), estreou em Copas do Mundo contra a antiga União Soviética, da qual a Rússia é a herdeira oficial, em jogo vencido pelo Brasil por 2 a 0. Esse fato originou a amizade que Pelé tem com a Rússia, segundo suas próprias palavras.
"Desde a Copa do Mundo de 1958 os russos me tratam como se fosse um irmão", disse. "É uma alegria estar aqui representando o Brasil, porque se (os russos) estão me tratando dessa maneira, é porque eu estou representando o Brasil e isso é muito bom para o nosso país", completou.
Pelé chegou sexta-feira à Rússia, quando participou da cerimônia que iniciou a contagem regressiva para o Mundial, que será disputado entre 14 de junho e 15 de julho do ano que vem.
Na ocasião, ele falou que vai torcer para Brasil e Rússia disputarem o título da Copa do Mundo. "Eu quero vir aqui e ver Brasil e Rússia na final", disse o Rei.

fonte: pravda.ru

Ordem dos Jornalistas chamada ao Gabinete de Sissoko.

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Flickr/Curtis Kennington/CC/http://bit.ly/2mfKZKs
António Nhaga, bastonário da Ordem dos Jornalistas da Guiné-Bissau, deslocou-se esta sexta-feira ao gabinete do primeiro-ministro para explicar declarações sobre a possível necessidade de importação de políticos para ocuparem o lugar dos da Guiné-Bissau. Palavras que surgem como resposta a declarações de Umaro Sissoco Embaló.




O primeiro-ministro da Guiné-Bissau anunciou que iria solicitar a instalação de jornalistas internacionais no seu país para melhor informarem a sociedade.
O bastonário da Ordem dos Jornalistas respondeu e sublinhou que talvez fosse necessário trazer de fora políticos para ocuparem o lugar dos da Guiné-Bissau.
Na sequência desta resposta o bastonário foi chamado, esta sexta-feira, ao gabinete do primeiro-ministro para explicações. António Nhaga reitera as suas palavras e sublinha que os jornalistas guineenses são os que melhor conhecem o terreno.
António Nhaga, bastonário da Ordem dos Jornalistas da Guiné-Bissau

fonte: pt.fri.fr

França: O maremoto Macron não foi tão forte como se previa.

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Assembleia Nacional Francesa.LUDOVIC MARIN / AFP
Mais de 47 milhões de eleitores foram chamados hoje às urnas para eleger 577 deputados na segunda volta das legislativas, fechando hoje o ciclo eleitoral no qual tem vivido a França desde o passado mês de Abril. De acordo com as primeiras estimativas de resultados à boca das urnas, a taxa de abstenção ascendeu aos 56,6%, ou seja ainda pior do que os cerca de 51% atingidos na primeira volta na semana passada e a mais alta alguma vez registada desde que vigora a Quinta Republica. Por outro lado, outros resultados provisórios dão pelo menos 361 assentos parlamentares a "Republique en Marche" de Macron e seus aliados centristas, uma maioria absoluta confortável mas menos importante do que se antevia.
Segundo 




esses mesmos resultados provisórios, os Republicanos e seus aliados terão recolhido 126 assentos, um resultado que do ponto de vista de François Baroin, líder dos Republicanos, é "suficiente para fazer valer as suas convicções". O Partido Socialista que ainda há poucas semanas era maioritário no parlamento, teria agora 46 assentos, uma derrota 'incontestável" assumida pelo primeiro secretário do partido Jean-Christophe Cambadélis que anunciou a sua demissão da liderança dos socialistas. A extrema-esquerda da "França Insubmissa" teria alcançado pelo menos 26 assentos parlamentares, o líder do movimento Jean-Luc Mélenchon tendo sido eleito no seu círculo eleitoral. Ao insistir sobre a importância da taxa de abstenção, Mélenchon considerou que o "governo não tem legitimidade para conduzir o seu golpe de Estado Social". Entretanto, do outro lado do xadrez político, na extrema-direita, Marine le Pen foi eleita juntamente com pelo menos 7 outros membros do seu partido. Le Pen considerou que o seu partido "é a única força de resistência face à diluição da França".
Ao interpretar os resultados desta noite, o Primeiro-Ministro Edouard Phillipe considerou que "os franceses preferiram a esperança à ira". Amanhã Edouard Phillipe deveria entregar a demissão do seu governo para formar um novo executivo que, de acordo com analistas, não deveria conhecer grandes alterações. A nova Assembleia Nacional profundamente renovada deve reunir-se no próximo dia 27 de Junho para eleger o seu novo presidente. No 24 de Setembro, será a vez do Senado de se renovar.
Embora a sua maioria não tenha atingido os 400 deputados que se anteviam há apenas algumas horas, o Presidente Macron aborda os próximos meses numa posição confortável para conduzir os seus projectos nomeadamente de reforma do código laboral ou ainda a introdução do Estado de Emergência no Direito Comum. Resta saber se a forte abstenção registada nestas legislativas representa um nicho de resistência ou, pelo contrário, um cheque em branco aos projectos presidenciais.
fonte: pt.rfi.fr

Angola: Caso Manuel Vicente continua a envenenar relações Luanda-Lisboa.

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Vice-Presidente angolano Manuel Domingos Vicente
Vice-Presidente angolano Manuel Domingos Vicente

As autoridades angolanas continuam descontentes com a posição doministério público 
português em relação ao processo judicial que envolve o vice-presidente , Manuel Vicente, e ponderam
mesmo reequacionar a cooperação judiciária com Portugal. Para nos falar sobre o assunto, ouvimos
o ministro da justiça e dos direitos humanos, Rui Mangueira, o jurista Monteiro Kawewe e Joaquim Nafoia,
secretário da UNITA para os direitos humanos.

fonte: voaportugue.com

Incêndio em floresta deixa mais de 60 mortos em Portugal.

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Corpos de metade das vítimas são encontrados dentro de seus veículos em duas estradas no distrito de Leiria, na região central do país. Chamas deixam dezenas de feridos. Governo decreta três dias de luto nacional.
fonte: DW África
Waldbrand in Portugal Feuerwehr im Einsatz (picture.alliance/dpa/A.Franca)
Pelo menos 61 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas no incêndio que atingiu o município português de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, cerca de 200 quilômetros a nordeste de Lisboa, segundo balanço oficial divulgado neste domingo (18/06) pelas autoridades portuguesas.
O secretário de Estado de Administração Interna de Portugal, João Gomes, informou que corpos de 30 pessoas foram encontrados dentro de seus veículos, em uma estrada que foi cercada pelo fogo. Outras 17 pessoas foram achadas fora dos carros, em áreas próximas à estrada, e dez mais na zona "rural".
Segundo Gomes, há ao menos 54 feridos, incluindo oito bombeiros. Cinco pessoas estão em estado grave, sendo quatro bombeiros.
Os esforços durante a noite de sábado se concentraram em evitar que o fogo se aproximasse das várias aldeias próximas, que não estão em situação de risco, assegurou o secretário de Estado.
Mais de 800 bombeiros trabalhavam para extinguir as chamas, com a ajuda de dois aviões da Espanha e três aviões oferecidos pela França.
O governo português decretou três dias de luto nacional por conta do desastre. "O fogo atingiu um nível de tragédia humana como nunca vimos", afirmou o primeiro-ministro António Costa.
"É um momento de dor, mas também de continuar a luta" contra as chamas, declarou, por sua vez, o presidente Marcelo Rebelo de Sousa, em pronunciamento na televisão na noite deste domingo.
Segundo as autoridades portuguesas, a tragédia começou na tarde de sábado, quando um pequeno incêndio, impulsionado por "ventos descontrolados", se converteu em um "evento impossível de controlar", segundo João Gomes. A polícia acredita que um raio tenha causado o fogo.
Portugal vem sendo afetado por uma onda de calor, com temperaturas que chegaram a ultrapassar os 40 graus centígrados.
Os chefes de governo da Espanha, Mariano Rajoy, e da Alemanha, Angela Merkel, telefonaram para o primeiro-ministro português comunicando solidariedade. Fonte oficial disse à agência de notícias Lusa que Costa tem recebido mensagens de vários outros líderes internacionais.
MD/ap/afp/lusa/efe/rtr

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