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sexta-feira, 13 de março de 2020

Há corrupção e violência contra a mulher em São Tomé e Príncipe, diz o Departamento de Estado.

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Presidência São Tomé e Príncipe

Presidência São Tomé e Príncipe
O Presidente da Liga dos Direitos Humanos em São Tomé e Príncipe diz que a dependência económica dos ativistas face a administração pública não ajuda no combate à violação dos direitos humanos.
Óscar Baia comentava o novo relatório dos Estados Unidos de América sobre os direitos humanos, que denuncia a corrupção e a violência doméstica e contra a mulher em São Tomé e Príncipe.
“Numa sociedade em que as pessoas são selecionadas pelo Governo de acordo com a sua cor partidária, está em causa o direito económico e a partir daí todos outros direitos ficarão afetados”, diz Óscar Baía.
“A liberdade de expressão e de opinião também é sistematicamente violada”, diz Baia.
A Bastonária da ordem dos Advogados de São Tomé e Príncipe, Célia Posser, também lamenta a violação dos direitos dos arguidos e dos reclusos. Ela critica “os longos períodos de prisões preventivas e a precariedade das cadeias”.
fonte: VOA

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Samuel

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