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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... A primeira-ministra Rimtalba Jean Emmanuel Ouédraogo, acompanhada pe...

segunda-feira, 11 de julho de 2016

«PORTUGAL É CAMPEÃO EUROPEU-2016» (1 - 0) PORTUGAL VENCE, ESMAGA, CANTOU O FADO, VENCE A HISTÓRIA E CUMPRE O SONHO LUSO.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



No Stade de France, um golo de Éder, no prolongamento, deu o primeiro título europeu ao futebol português. Cristiano Ronaldo saiu na primeira parte lesionado, mas mesmo no banco de suplentes foi um autêntico líder. Está vingada a final de 2004, que nos escapou em Lisboa. Portugal é CAMPEÃO DA EUROPA!


109' - GOLOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!! Éder marca para Portugal. O avançado rematou de fora da área e bateu Lloris.
108' - Que azar!!!! Raphael Guerreiro, em zona frontal, atira, de livre, à barra da baliza de Lloris. Esteve à vista o golo português.
107' - Koscielny vê cartão amarelo após cortar com a mão lance em zona frontal à baliza francesa.
106' - Recomeça a partida. Saiu a jogar a formação portuguesa.
105' - Fim do primeiro tempo do prolongamento. As duas equipas vão agora trocar de campo e voltar ao jogo. Faltam 15 minutos para evitar a lotaria das grandes penalidades. 
104' - Que perigo! Éder, após canto na direita, remata de cabeça para defesa muito apertada de Lloris. Esteve à vista o golo luso. 
101' - As duas equipas vão dando alguns sinais de desgaste físico, sendo notória alguma falta de discernimento. 
99' - Os portugueses parecem agora melhor no encontro, conseguindo anular de forma fácil os lances produzidos pelo adversário. 
96' - Depois de nos minutos iniciais a formação lusa ter maior domínio na posse de bola, os franceses voltaram a comandar as incidências do encontro.
94' - Que perigo. Pepe, após livre ligeiramente descaído para a baliza, em fora de jogo, dispara ao lado da baliza de Lloris. 
93' - As duas equipas parecem agora mais calmas depois de nos minutos finais do tempo regulamentar terem corrido que nem 'loucas'. 
91' - Recomeça a partida no Stade de France. 
90+3' - Final do encontro. Portugal e França chegam empatados ao final dos 90 minutos e o jogo vai agora para grandes penalidades. A segundos do apito final, Gignac atirou a bola ao poste e podia ter matado o jogo. 
90+2' - Que Perigo. A um minuto do final, Gignac trabalha bem a bola dentro da área e atira ao poste. Esteve prestes a matar o jogo o avançado francês. 
90' - Clattenburg dá três minutos de compensação.
89' - Gignac, entrado para o lugar de Giroud, chega atrasado a um cruzamento perigoso na direita. 
87' - Nas bancadas entoa-se agora a Portuguesa. Que momento bonito no Stade de France.
86' - Com o jogo a entrar nos minutos finais, as duas equipas estão já bastante partidas e fisicamente mais debilitadas.
84' - Bomba de Sissoko. Patrício responde com defesa monstruosa. O guardião português respondeu da melhor forma a um remate do médio francês. Que exibição do guardião luso. 
81' - Nani, de fora da área, atira muito forte, mas longe da baliza adversária. 
80' - Que perigo!!! Esteve à vista o golo português. Nani cruza na direita, num lance que ia traindo Lloris, e depois Quaresma, à meia volta, atira para defea fácil do guardião gaulês. Que perigo. 
78' - Sai Renato Sanches. Entra Éder. Fernando Santos esgota as substituições.
76' - O jogo está agora mais partido e com mais espaço para o contra-golpe português. Em dois momentos, a formação orientada por Fernando Santos causou calafrios à baliza adversária. 
75' - Giroud voltou a visar a baliza adversária e foi novamente Rui Patrício a salvar a formação lusa. No seguimento da jogada, contra-ataque conduzido por João Mário, mas que esbarrou na falta de uma referência ofensiva. 
73' - Falta qualquer coisa à formação de Fernando Santos para conseguir algo mais do que o nulo. A formação das quinas está muito recuada no terreno e vai tentando responder com jogadas rápidas de contra-ataque, mas levando poucas unidades para a grande área adversária. Moutinho ainda está a entrar no jogo e mal se viu ainda em campo.
71' - Os portugueses estão a passar por momentos difíceis. Os franceses vão estando cada vez mais próximos do golo e sem dar grandes hipóteses à 'armada' lusa. 
67' - Coman, do meio da rua, remata ao lado da baliza de Rui Patrício. Entretanto, Adrien já deixou o relvado para dar lugar a João Moutinho.
65' - Que PERIGO!! Griezmann atira muito perto do poste português. Centro na esquerda, por Coman, com o avançado gaulês a disparar, de cabeça, ligeiramente por cima da baliza à guarda de Patrício.
65' - Os franceses estão agora instalados no meio-campo português.
63' - Fernando Santos prepara-se para mexer. João Moutinho é o homem que vai entrar, sendo previsível a saída de Adrien Silva.
59' - Portugal privilegia a posse de bola apesar de uma maior pressão francesa.
58' - Griezmann volta a testar a atenção de Patrício. Jogada rápida pelo lado direito do ataque francês, com o avançado do Atlético Madrid a visar de novo a baliza adversária.
56' - Umtiti afasta cruzamento muito perigoso de João Mário. Médio luso fez boa investida pelo lado esquerdo do ataque luso. Na sequência do canto não resultou qualquer lance de perigo para a baliza de Lloris. 
54' - Os franceses voltam a protagonizar nova ofensiva sobre a baliza portuguesa. Depois de uma boa construção, mas sem conseguir penetrar na área portuguesa, Pogba, de longe, remata por cima da baliza de Patrício. 
51' - Nas bancadas, os adeptos franceses vão puxando pela sua formação. 
49' - Portugal com uma boa iniciativa ofensiva. Primeiro pelo lado direito, com Quaresma e Cédric, e depois pelo lado esquerdo, com Raphael Guerreiro. Os lusos estão a dar mostras de querer mudar a imagem deixada no primeiro tempo.
47' - Mark Clattenburg deixa passar, sem cartão, uma falta dura de Sissoko sobre Pepe. 
46' - Os franceses voltam a começar a partida com uma forte pressão sobre a equipa portuguesa.
46' - Recomeça o Portugal - França no Stade de France. Sai a jogar a seleção da casa. 
45+2' - Intervalo no Stade de France. Seleção já não pode contar com Cristiano Ronaldo para o segundo tempo. O português sofreu uma lesão no joelho e teve de sair ao minuto 25. Os franceses estão melhor no encontro, mas, nos últimos minutos do primeiro tempo, a formação orientada por Fernando Santos tem dado boa resposta.
45+1' - Que perigo. Cruzamento de João Mário na esquerda com a bola a cruzar a área sem sofrer qualquer desvio. Falta presença na área adversária. Os lusos parecem agora melhor.
45' - Mark Clattenburg dá dois minutos de compensação no primeiro tempo.
44' - Os franceses tentam o golo antes do intervalo. Defensiva lusa tem conseguido resolver. 
41' - Portugal teve agora alguns momentos de maior presença junto da área adversária, mas sem perigo para Lloris. 
40' - A seleção portuguesa estabilizou um pouco o jogo mas os franceses vão resolvendo as iniciativas lusas com relativa facilidade.
37' - Portugal sacode a pressão com boa jogada de ataque. Depois de um lançamento rápido, Nani levou a bola até à área adversário, com esta a sobrar para Adrien, que demorou a definir a jogada. Porém, a bola sobrou para Raphael Guerreiro que deu um pontapé na monotonia portuguesa. Porém, a bola foi ao lado. Na sequência do lance, a bola foi para canto, a que Fonte não conseguiu dar a melhor definição.
33' - Rui Patrício volta a evitar golo francês. Sissoko, dentro da área, remata para defesa complicada do guardião luso. 
33' - Portugal está a ter muitas dificuldades para armar o seu jogo. Com a saída de Cristiano Ronaldo, a equipa está a acusar a ausência de referências.
30' - Os franceses continuam a mandar no jogo, com mais iniciativa e a criar mais perigo. Os portugueses vão resolvendo e tentando explorar o erro do adversário. Voltou a estar mais mexido o encontro.
27' - Portugal está a tentar pegar no jogo depois do momento adverso que terminou com a saída de Cristiano Ronaldo. Os franceses parecem agora mais 'calmos', com um jogo mais pausado, fazendo uso da posse de bola. 
25' - Sai Cristiano Ronaldo e entra Ricardo Quaresma. 
24' - Cristiano Ronaldo, deitado no relvado, chora copiosamente. O capitão português bem tentou mas não conseguiu continuar em campo e sai ovacionado de pé pelos adeptos presentes no estádio.
23' - Adrien remata à baliza, mas a bola não incomoda a baliza de Lloris.
23' - Cristiano Ronaldo inicia contra-ataque mas faz sinal para o banco de suplentes. 
22' - Sissoko volta a rematar de longe à baliza portuguesa. O médio francês rematou de longe e a bola foi para canto. 
20' - Os portugueses estão agora a tentar controlar mais a partida, com boas trocas de bola, mas está difícil para Portugal que ainda não tem Cristiano Ronaldo de volta ao relvado. O capitão português vai fazer um esforço para continuar em campo. 
18' - Cristiano Ronaldo abandona o relvado em lágrimas. O capitão português vai tentar regressar ao relvado, mas está nitidamente em dificuldades.
17 - Cristiano deita-se no chão e chora. Está a passar por dificuldades o capitão português e não parece capaz de continuar em campo. Há minutos falava com João Mário, dando a entender que não estava em condições.
12' - Franceses estão melhor na partida, com mais iniciativa de jogo e mais tempo de posse de bola. Os portugueses correm atrás da bola. Cristiano Ronaldo parece ter ficado mal tratado do lance com Payet.
10' - Na sequência do canto concedido pelos portugueses, Giroud remata, de cabeça, à figura de Rui Patrício. 
10' - Que perigo, Portugal! Rui Patrício impede golo de Griezmann. Pepe escorrega e perde a bola e é o guardião português a impedir o tento do avançado gaulês.
9' - Ronaldo está queixoso do joelho esquerdo depois de um lance disputado com Payet.
7' - Griezmann volta a incomodar baliza de Patrício. O avançado francês aproveita alguns lances mal aliviados pela defesa portuguesa e volta a visar a baliza portuguesa. O remate, novamente, não incomodou o guardião português.
5' - Sissoko, depois de alguma indefinição na defesa portuguesa, atira de primeira, à entrada da área, mas muito por cima da baliza à guarda de Rui Patrício. 
4' - Que perigo.  Nani, lançado, com passe longo, por Cédric, faz o primeiro remate do encontro.
4' - Os minutos iniciais, como se tem notado, estão a ser algo atabalhoados, com as duas equipas a terem alguma dificuldade em pensar o jogo.
2' - Portugal começou a partida algo nervoso. Os franceses estão muito pressionantes e não dão muito espaço à equipa lusa.
1' - Início da partida. Sai Portugal a jogar. Vamos lusos, vamos!
0' - Capitães de equipa vão decidir quem vai sair a jogar. 
0' - Vai agora ouvir-se o hino francês, a Marselhesa.
0' - Ouve-se a Portuguesa no Stade de France. Cristiano Ronaldo canta o hino português de olhos fechados.
0' - As equipas já estão no relvado e está mesmo a começar o encontro entre Portugal e França.
0' - No relvado, figurantes dão início à festa do futebol com um grande espetáculo de música e dança. 
0' - Xavi Hernández, jogador espanhol, transporta o troféu pelo qual vão lutar Portugal e França. 
0' - Segundo está a ser reportado pela comunicação social internacional, o episódio passado com as traças terá sido causado pelo facto de as luzes do estádio terem ficado ligadas desde ontem. 
0' - Portugal já recolheu ao balneário onde os jogadores irão agora ouvir as últimas instruções de Fernando Santos. 
0' - A minutos do início da partida, as emoções vão-se sentindo com mais força. Está quase a começar o jogo que pode fazer história para Portugal. 
0' - As equipas já fazem exercícios de aquecimento sobre o relvado do Stade de France. 
0' - Humberto Coelho, vice-presidente da Federação, antes do encontro, afirmou que o percurso de Portugal só podia terminar na final do Stade de France, dizendo ainda que acredita na vitória lusa. "Estamos confiantes e queremos ganhar a final", atirou.
0' - Nas bancadas já se vai fazendo a festa entre os adeptos. 
0' - O 'onze' gaulês: Lloris; Sagna, Koscielny, Umtiti e Evra; Pogba e Matuidi; Sissoko, Griezmann e Payet; Giroud.
0' - O 'onze' de Portugal: Rui Patrício; Cédric, Fonte, Pepe e Raphael Guerreiro; William Carvalho, Renato Sanches, Adrien e João Mário; Cristiano Ronaldo e Nani.
Conosaba/noticiasaominuto

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Governo moçambicano impõe medidas de austeridade.

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Para fazer face à crise que Moçambique atravessa, Executivo anunciou uma redução de cerca de 10% do Orçamento do Estado para 2016. A desaceleração da economia e a suspensão da ajuda internacional estão entre os motivos.
O Governo moçambicano decidiu rever em baixa o crescimento da economia em 2016 de 7% para 4,5%, com a consequente redução da receita anual, anunciou esta quinta-feira (07.07) o ministro da Economia e Finanças. Adriano Maleiane explicou que esta foi uma das razões que levou à aprovação de uma proposta de orçamento rectificativo.
Além disso, "a conta de transações correntes agravou-se", passando de 33% para 35% do Produto Interno Bruto (PIB), disse o governante. Maleiane anunciou ainda um agravamento do défice fiscal de 10,2% para 11,3% do PIB.
"E também há o crescimento do serviço da dívida pública resultante do impacto da taxa de câmbio e da concentração do período de amortização neste período", acrescentou.
A proposta de orçamento retificativo vai agora ser submetida ao Parlamento
A área de investimentos é a que sofre mais cortes."E também vamos atacar naquelas despesas que nós chamamos outras despesas com pessoal, que tem a ver com viagens e custos", exemplificou o ministro. A redução das despesas com bens e serviços será de 40%.
Educação e saúde sem cortes
Os cortes não abrangem o funcionamento normal dos setores sociais, nomeadamente educação, saúde e acção social. "Até a saúde cresce um pouco, de 10,4% passa para 11,7%. A educação era 22,1% e passa para 21,9%", revelou o ministro da Economia e Finanças.
O Governo vai ainda apostar no aumento da produção e das exportações e na melhoria do ambiente de negócios, com vista a uma maior participação do setor privado na economia.
Moçambique está a atravessar uma crise económica, sobretudo devido à desaceleração da economia e à suspensão da ajuda internacional na sequência da descoberta, em abril último, de dívidas contraídas em 2013 e 2014.
Estes empréstimos foram concedidos a três empresas participadas pelo Estado - Empresa Moçambicana de Atum (EMATUM), ProIndicus e Mozambique Asset Management (MAM) - sem a aprovação do Parlamento e sem o conhecimento dos doadores internacionais.
As autoridades moçambicanas acordaram no final de junho com uma missão técnica do Fundo Monetário Internacional (FMI) que a situação do país exigia a implementação de um pacote urgente e decisivo de medidas de política para evitar uma deterioração do desempenho da economia.
#dw.de

PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU ENCONTROU-SE ONTEM COM O EX-CHEFE ESTADO PORTUGUÊS PROF. DR. ANÍBAL CAVACO SILVA E, HOJE ENCONTROU-SE TAMBÉM COM O ANTIGO PRESIDENTE DE PORTUGAL GENERAL RAMALHO EANES.

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Ontem, 6 de Julho, Dr. José Mário Vaz, Presidente da Guiné-Bissau encontrou-se com o ex chefe de Estado Português Prof. Dr. Aníbal Cavaco Silva em Lisboa, para porem a conversa em dia.

Foi uma visita de cortesia a um amigo com quem teve oportunidade de trabalhar durante o período em que este desempenhou a função de Presidente de República de Portugal.





Hoje, 7 de Julho Presidente da Guiné-Bissau recebeu a visita do antigo Presidente de Portugal GeneralRamalho Eanes, sempre que vem a Portugal aproveita para trocar algumas impressões com o General.

O General Eanes é uma personalidade experiente e muito amigo da Guiné-Bissau.

Conosaba

terça-feira, 5 de julho de 2016

Cabo Verde: Retrospectiva - 40 anos de independência - capital humano, paz e progresso. Escute Corsino Tolentino, Investigador no Instituto da Africa ocidental em entrevista à RFI.

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ACESSE O LINK E ESCUTE.

Rússia: Drones mataram centenas de civis "por erro" durante mandato de Obama.

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Drones mataram centenas de civis

A administração de Barack Obama publicou nesta sexta-feira (1º/7) pela primeira vez dados oficiais sobre as vítimas civis causadas pelos drones dos Estados Unidos. A Casa Branca revelou que desde 2009 foram mortas vítimas de ataques com drones entre 64 e 116 civis, número que não inclui os casos registrados no Afeganistão, no Iraque e na Síria.

As vítimas foram registradas em países que, oficialmente, não estão em guerra com os Estados Unidos, como Líbia, Paquistão, Somália e Iêmen, entre outras nações africanas. Os civis que morreram por ataques de drones no Afeganistão, no Iraque e na Síria não fazem parte dessa lista trágica.
O número de vítimas assumido pela administração Obama é muito menor que o denunciado por distintas Ong's, como a britânica Bureau of Investigative Journalism (Birô de Jornalismo Investigativo), que fala de até 1,1 mil civis mortos.
Do Portal Vermelho, com agências

#pravda.ru

Cabo Verde celebra hoje 41.º aniversário da independência.

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Portugal estará representado pelo secretário de Estado da Defesa português, Marcos Perestrello. Cabo Verde comemora esta terça-feira o seu 41.º aniversário da independência com diversas atividades e o ponto alto será uma sessão solene no Parlamento, que contará com a presença do secretário de Estado da Defesa português, Marcos Perestrello. Durante a sessão solene, aberta aos cidadãos, estão previstas intervenções dos líderes parlamentares do Movimento para a Democracia (MpD), Rui Figueiredo Soares, do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), Janira Hopffer Almada, e do deputado e líder da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID), António Monteiro. Contará também com intervenções, por esta ordem, do presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos, e do Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, que fará o encerramento da cerimónia que marca as atividades políticas. O evento vai contar com a presença das mais altas figuras do Estado cabo-verdiano, como o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, outros membros do Governo, corpo diplomático, combatentes da liberdade, entidades militares, religiosas e organizações da sociedade civil. Portugal estará representado pelo secretário de Estado da Defesa português, Marcos Perestrello, que realiza visita oficial a Cabo Verde. O dia da independência de Cabo Verde, conseguida de Portugal a 05 de julho de 1975, começa cedo, com o Presidente da República a depositar uma coroa de flores no memorial Amílcar Cabral, na Várzea. As atividades comemorativas do 41.º aniversário da independência de Cabo Verde acontecem durante todo o dia e um pouco por todos os concelhos e ilhas do arquipélago. Cabo Verde comemora mais um aniversário da independência num ano marcado por eleições legislativas, que ditaram a vitória do MpD, que suporta agora o Governo, após 15 anos de governação liderada pelo PAICV. Ainda este ano o país realiza eleições autárquicas (04 de setembro) e presidenciais (02 de outubro). 

#http://www.cmjornal.xl.pt/mundo

Aumenta tráfico de drogas "pesadas" em Angola.

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Cocaína (foto de arquivo)
Cocaína (foto de arquivo)

Autoridades dizem existir redes de traficantes
A polícia angolana apreendeu no primeiro semestre deste ano 60 Kilos de cocaína provenientes do Brasil, no Aeroporto Internacional de Luanda, e deteve 12 pessoas, anunciaram as autoridades.
O tráfico de drogas “pesadas” é agora algo que ocorre um pouco por todo país com as autoridades a tentar estrangular as rotas e redes de contrabandistas.
Na Huíla, por exemplo, o director-adjunto do serviço de investigação criminal, Abel Wayaha, disse que polícia domina as rotas de circulação da droga pesada no país e na região.
#VOA

Moçambique: Que papel têm os doadores no processo de transparência das dívidas moçambicanas?

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O escândalo das dívidas ocultas está evidenciar um vácuo no processo de monitorização da transparência ao nível internacional. Neste contexto, o sistema financeiro internacional tem de ser reformulado, considera o CIP.
Em Moçambique, quatro organizações da sociedade civil pedem a comunidade internacional para ser mais interventiva visando a responsabilização dos bancos internacionais que emprestaram cerca de 1, 4 mil milhões de dólares a instituições e empresas locais envolvidas no escândalo, com o aval do Governo. Sobre o assunto, a DW África entrevistou Jorge Matine, colaborador do CIP. Esta ONGs juntamente com o Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil (MASC), o Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE) e o Observatório do Meio Rural lançaram o apelo na última semana.
DW África: Que contributo pode dar a comunidade internacional neste caso das dívidas ocultas, em nome da transparência?
Jorge Matine (JM): Como estamos a falar do mercado financeiro internacional onde também os países que fazem parte da comunidade dos doadores também operam através das suas instituições, quer de regulação quer de instituições financeiras, pensamos que eles têm, não só experiência mas tembém mecanismos que podem acionar para terem mais informações, para estarem mais esclarecidos, como também para poderem exigir que toda a informação sobre essa operação seja pública. Esse é o maior desafio.
DW África: No mês passado pelo menos alguns bancos começaram a ser investigados, como é o caso do Credit Suisse e do VTB pelo supervisor financeiro britânico. Isso já é um passo...
JM: Sim, já é um passo. Mas estamos a falar de operações que não envolvem só a área financeira, mas também a área da indústria, dos traders, dos escritórios que também se dedicam ao comércio destes produtos internacionalmente. Estamos a falar de um manancial de instituições ou de entidades privadas que circulam no mercado e que estiveram envolvidos nesta transação.
DW África: As organizações da sociedade civil acham que há uma lacuna ou um vácuo neste processo de transparência? Por exemplo, agora pede-se responsabilização dos autores em Moçambique, este supervisor britânico está a investigar os bancos, mas há o lado da transparência que é muito exigido pelas organizações internacionais. Entretanto ninguém fecha esse vácuo. Há uma falha nesse processo de luta pela transparência?
JM: Penso que há grandes avanços mundialmente, mas também temos que reconhecer que estamos a lidar com instituições com práticas standard internacionais e outras não, e com vários motivos que podem estar por detrás disso. O outro fator importante pode ser também, é que se vai notando ao longo deste negócio que ainda não se tem uma informação clara do que se está a passar. No princípio os bancos não estavam disponíveis para falar, hoje por pressão já estão a dar alguma informação. Então, penso que a comunidade internacional tem também um papel importante ao pressionar para que toda a discussão que possa estar a haver para reformular a dívida, reprogramar, quer também para esclarecimentos esteja a ser feita de forma transparente.
DW África: Então, tem de ser reformulado o processo de monitoria a transparência no mundo financeiro internacional?
JM: Penso que sim, é uma grande batalha para todos os povos e sociedades. Vimos quando foi o caso da Grécia, em Portugal e mesmo em Espanha e Itália, houve um grande movimento. Mesmo quando aconteceu a questão da Eron nos Estados Unidos da América houve sempre um grande movimento internacional em que se exigia mais transparência do mercado internacional. Este mercado, pelos exemplos dos grandes escândalos financeiros, não só por questões de falta de transparência, mas por exemplo questões de mau uso de fundos, está muito ligado a esta falta de transparência. É um setor bastante frágil que também tira partido das fragilidades das instituições. Não é o setor ou os financeiros que funcionam no sentido de reformularem as instituições públicas ou instituições que permitam que as regras do jogo sejam feitas de forma mais transparente possível, não, algumas vezes atua de forma muito contrária, em como fragilizar essas regras do jogo."
#dw.de

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Entebbe - o ataque humilhante a Idi Amin e que quase causou a guerra entre as populações da África do Leste.

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O falecido Idi Amin. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP

Era uma manhã após a noite anterior.

Como muitos moradores de Entebbe, a península sonolenta que se lança sobre o Lago Victoria, 40 km da capital, Kampala, Chris Luvunia tinha ouvido os tiros e visto as explosões que iluminavam o céu nocturno.

Da casa em Nsamizi colina que ele dividia com outros três jovens assistentes do controle de tráfego aéreo, o Sr. Luvunia, então com 26 anos, tinha uma visão de vista do Aeroporto Internacional de Entebbe, que circundava a borda da península.

Ele só tinha sido admitido no trabalho há alguns meses depois de completar a sua formação em Dar es Salaam e sua primeira suposição era que os tiros e explosões eram de uma tentativa de golpe.

Olhar atordoado

"Nós vimos um soldado andando na direção do aeroporto, olhando atordoado," Sr Luvunia, agora aposentado, lembra.

"Partimos do pressuposto de que o governo tinha caído e que algo tinha dado errado no aeroporto."

Na manhã seguinte, nós enquanto residentes, envolto e com medo, ficamos dentro de casa, o Sr. Luvunia seguiu-se para o trabalho no aeroporto.

O lugar estava deserto.

Os soldados que guardavam toda a instalação pareciam estar sofrendo de choque.

A pista

Como de costume, o Sr. Luvunia e um colega começaram com uma inspecção da pista, olhando para fora para detritos e outros objetos que possam prejudicar aeronaves que decolaram ou o desembarcaram..

Primeiro, eles encontraram estranhas luzes portáteis ao longo da borda externa da pista.

Ao chegarem à seção VIP do novo edifício do terminal eles caminharam direto para um grande grupo de soldados fortemente armados, alguns à paisana, segurando fuzis AK-47.

Passeio na frente do grupo foi uma agitada e perturbada os passos de Idi Amin.

"Amin parecia completamente desmoralizado, diz Luvunia.

Um homem enorme

"Eu me achava mais alto que ele ainda, mas ele era um homem enorme."

Logo ficou claro que os tiros e explosões da noite anterior tinham sido provenientes de uma operação realizada pelas forças de segurança israelenses para resgatar 104 reféns mantidos no terminal do aeroporto de petróleo em Entebbe.

A invasão em Entebbe foi mitificada em livros, artigos e filmes.

O heroísmo das forças especiais Sayaret Matkal israelenses, a morte do comandante da missão Yonatan Netanyahu, a euforia que se seguiu.

Uma história não contada, senão 40 anos mais tarde, por Yonatan irmão Benjamim, agora primeiro-ministro de Israel, que visita Entebbe, e que os homens e mulheres que trabalhavam no aeroporto o viram, as brechas os comandos israelenses explorados, e os efeitos a longo prazo de ataques em Uganda, na região, e as relações de Israel com a África.

Os homens foram mortos

Como parte da razão é que alguns desses homens estão mortos.

Embora muito tenha sido escrito sobre Dora Bloch, o refém britânico-israelense levado de sua cama de hospital e assassinado depois de ter sido deixado para trás no resgate, pouco tem sido dito aos ugandenses sobre contra quem Amin transformou sua fúria.

Pouco depois do ataque, agentes da temida Bureau de Investigação do Estado de Amin entrou em ação e prendeu Fabian Rwengyembe, um novo oficial casado e a serviços de navegação, que estava prestes a sair para a sua lua de mel.

Eles também prenderam seu vice, Lawrence Mawanda, e Mohammed Muhindo, o controlador de tráfego aéreo que tinha estado em serviço na noite do ataque.

Quando seus corpos acabaram por ser descobertos, parentes foram capazes de identificar fora, que Mawanda tinha sido assassinado pregadondo em sua cabeça os pregos e que os três tinham sofrido mortes horríveis.

Wycliffe Kato, o diretor-geral assistente da Autoridade de Aviação Civil, foi preso dois meses depois e torturado, mas escapou sob custódia de partir para o exílio.

Sem testemunhas credíveis, portanto, a comissão de inquérito sobre o ataque que foi liderado por Idi Amin revelou a existência de um exercício superficial.

Fatores críticos

Entrevistas com sobreviventes revelaram que vários fatores críticos permitiram que o ataque tivesse sucesso.

Poucos dias antes do ataque, o Major Were, o chefe da recém-formada Uganda Airlines Corporation, ordenou que o avião de passageiros estacionado no terminal velho, onde os reféns estavam sendo mantidos, muda-se para o edifício do terminal recém-construído.

"Os contingentes militares estavam preocupados de que os israelenses iriam tentar resgatar os reféns como haviam feito em outros casos de sequestro, mas deixaram Amin saber de tudo", um soldado aposentado lembra, falando sob condição de anonimato.

"Ele tirou-o de lado porque era arriscado insistir com o grande homem."

Durante toda a situação de refém, Amin tinha jogado uma corda bamba, oscilante entre apoiar e proteger os tomadores de reféns, e buscando uma resolução pacífica da questão.

Por exemplo, enquanto ele empurrou Israel a ceder às exigências dos sequestradores (a libertação da prisão de vários suspeitos, dúzia de terror), apresentou-se aos reféns como seu aliado e enquanto eles foram mantidos em condições cruéis, eles foram autorizados para algumas intervenções; por exemplo, Ilan Hartuv, o filho de Dora Bloch, foi autorizado a falar com um médico no hospital de Mulago para obter informações sobre a saúde de sua mãe.

O gigante brutal

Era um jogo perigoso para o gigante brutal.

Aqueles que querem paz, preparam-se para a guerra, observou Vegetius no antigo de texto em latim, Epitoma Rei Militaris, e enquanto os israelenses fizeram exatamente isso - jogando junto com as negociações, enquanto se preparavam para o ataque - o Amin parecia ter sido levado por seu próprio ato.

Qualquer um que tentasse ligar para a torre de controle em Entebbe, nos dias imediatamente antes do ataque, teria notado que a chamada foi atendida por uma voz em Jerusalém, a capital de Israel, diz Luvunia.

Isso foi um sinal de aviso claro, como foi a prova de 1973, disse Yom Kippur sobre a guerra e que Israel tinha capacidades de bloqueio dos radares que poderão ser implantados em Entebbe.

De fato, enquanto os pilotos da Força Aérea de Uganda sabiam uma coisa ou duas sobre Jets (uma habilidade que alguns deles tinha aprendido com os israelenses), os operadores de radar foram mal treinados e não tão bom como os operadores civis.

Apesar disso, era muito pobre a coordenação entre os operadores de radares civis e militares e o exército de Israel continuou a desempenhar suas tarefas sem que estes últimos percebessem qualquer coisa.

Este foi um erro caro.

Tráfego aéreo civil

Por exemplo, de acordo com Steven Carol de Jerusalém frisando o livro - o Leão de Judá e além, um livro sobre a política externa de Israel na África, no dia 2 de julho, um agente do Mossad voou de Londres para Nairobi, ele alugou um avião, fingiu uma emergência em um voo para Entebbe, fotografou o edifício do terminal e enviou as fotografias de volta para Israel a partir de Nairobi.

Enquanto os oficiais de controle de tráfego aéreo civil que teriam dado orientação para esta aeronave que supostamente está aflito, pilotado por inteligência militar teria sido obrigado a pousar para futuras investigações.

No rescaldo do ataque, e em uma tentativa de colmatar esta lacuna, o regime de Amin impôs uma exigência para todos os voos não-regulares no espaço aéreo de Uganda para obter a aprovação prévia por escrito - uma exigência que permanece até hoje.

A junta de Amin também prestou pouca atenção para outro fato importante - que uma empresa israelense, Solel Boneh, tinha construído o edifício do terminal em Entebbe e ainda possuía as plantas, que prontamente foram entregues para os planejadores da invasão.

"Olhando para trás agora, ficou claro que um ataque estava vindo", o soldado aposentado diz, "e nós não fizemos o suficiente para proteger as instalações".

Àbeira da piscina

Um dos primeiros relatos sobre o ataque proferidos por Willy Lützenkirchen, o Die Welt correspondente de África que estava comemorando seu aniversário de 28 anos à beira da piscina do Hotel Lago Vitória, em Entebbe, com o Safari, a Sexta banda tocando, foi quando as explosões eclodiram.

"Eles assistiram com desespero ao longo de toda emissão pela (sic) do golpe", escreveu ele, salientando a infelicidade dos soldados de Uganda depois de terem sido cercadodos de surpresa.

Era o mesmo Luvunia em choque e desespero quando encontrado no aeroporto na manhã seguinte, mas o ataque traria pelo menos duas consequências a longo prazo.

A primeira foi relações com o Quénia, que tentou, sem sucesso, para negar ter dado uma mão ajudando na operação, mas que, em seguida, respondeu a ataques contra seus cidadãos (um relatório no Daily Nation alguns dias depois do ataque revelou-se os 245 quenianos mortos em Uganda), restringindo severamente o fluxo de caminhões de combustível através da fronteira, forçando um racionamento de combustível imediato no país vizinho.

Em 9 de julho, o Daily Nation citou que John Mollo, o secretário-geral da União Ferrovias e Harbour, perguntou se "estava tudo em ordem, e de fato sensível, para a gestão das ferrovias no Quênia para continuarem serviços operacionais através da fronteira do Quénia com Uganda ".

Desaparecimento eventual

Amin foi acusado de tentar atacar o Quênia, em retaliação, mas com a sua frota de aviões de combate destruídos no ataque e o seu exército sofrendo baixa moral, pensou-se contra ele; mas o ataque - e o papel do Quênia confrontando ele - tinha colocado a Comunidade do Leste Africano, já vacilante nesse ponto, e tinha na estrada a eventual extinção para o ano seguinte.

O maior impacto foi sobre as relações de Israel com o resto da África, que, também, já preocupava naquele momento sobre a questão palestina, e sobre relações de Israel com o o regime de apartheid na África do Sul.

A condenação indignada do ataque pela Organização da União Africano (OUA) reunião nas ilhas Maurícias, e que Idi Amin tinha sido eleito presidente no ano anterior, foi seguido por um confronto na ONU entre os estados árabes que pedem uma resolução no Conselho Africano e condenando o ataque, por um lado, e, por outro, por Israel e seus aliados, em particular os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, pressionarem por uma resolução, condenando o terrorismo internacional e o papel de Amin no seqüestro do voo 139 da Air France .

Quatro décadas depois, o mundo mudou muito.

Mercado de eletrônicos

O Concorde, entrou em serviço, cortando vôos transatlânticos a três horas e meia, e depois virou fumaça.

Steve Jobs e Steve Wozniak formaram Apple, que agora domina o mercado de consumo de eletrônicos.

O regime do apartheid na África do Sul entrou em colapso; Nelson Mandela foi eleito, a liberdade conquistada, ele aposentou-se, depois descansou.

O conflito Israel-Palestina permanece, assim como os abismos revelados pelos acontecimentos de 1973 e 1976, mas o mundo também está mudando.

Idi Amin encontra-se em uma sepultura na Arábia Saudita.

O primeiro-ministro Yitzhak Rabin, que descreveu o ataque como "contribuição de Israel para a luta contra o terrorismo, foi assassinado por um de seus próprios, por considerarem a sua vontade de implementar a paz com os palestinos.

Durante todo o fluxo e refluxo das marés da história, os acontecimentos em Entebbe em julho de 1976 garantiram que Uganda, África Oriental e Israel nunca mais seriam a mesma coisa.

#africareview.com

ONU APOIA CONFERÊNCIA SOBRE RECONCILIAÇÃO NA GUINÉ-BISSAU.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Rondas para preparar evento de novembro terminam este domingo; participantes debateram crise guineense em reuniões em Bissau e Biombo; Fundo das Nações Unidas para a Consolidação da Paz apoia iniciativa.

“A corrupção, intolerância e a impunidade” estão entre as questões a ser abordadas na conferência sobre a reconciliação nacional na Guiné-Bissau, agendada para novembro. Os temas são considerados como estando “na origem dos problemas que o país vive”.

Verdade e Reconciliação 

Este domingo encerrou a série de conferências preparatórias realizadas em todas as regiões.

Os participantes de três reuniões referentes às conferências de Bissau e Biombo indicaram "o egoísmo e a falta de ética no exercício político" como razões para o momento crítico.

Caminhos 

O processo conta com apoio do Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau, Uniogbis, mandatado pelo Conselho de Segurança para apoiar um diálogo político inclusivo e o processo da reconciliação nacional.

Em entrevista a Rádio ONU, a porta-voz da Uniogbis, Júlia Galvão Alhinho falou dos trabalhos em curso.

Causas

"Restituir as comunidades nas várias regiões a conclusão da primeira ronda de consultas, levadas a cabo em 2011, das consultas saíram recomendações, identificação das causas de conflito e sugestões sobre como resolver e agora está se a devolvê-las a comunidade para saber se é preciso atualizar ou não o relatório".

O Conselho de Segurança aponta a inclusão de medidas concretas de combate à impunidade e o julgamento de responsáveis por assassinatos políticos, inversões da ordem constitucional e tráfico de drogas como essenciais a qualquer solução duradoira para a instabilidade na Guiné-Bissau.

Exemplos 

Para a também chefe do Gabinete da Informação Pública do Uniogbis, a escolha dos mecanismos de reconciliação que o país vai adotar caberá aos guineenses. Segundo ela, não faltam exemplos de outros países e modelos de diálogo e reconciliação.

"Nesta conferência nacional, agendada para novembro virão delegados de todas as regiões do país e de todos os setores da sociedade e são estes delegados que vão aprovar este relatório final e escolher qual é o mecanismo de reconciliação que a Guiné-Bissau vai adotar".

Raízes 

Os encontros debateram conclusões preliminares sobre as raízes do conflito e produziram dados para o relatório final.

O documento deve ser adotado na conferência Caminhos para a Paz, que vai destacar o perdão e um diálogo franco entre os guineenses.

Os trabalhos para o evento são sendo coordenados por uma comissão criada pela Assembleia Nacional Popular e dirigida pelo padre Domingos da Fonseca.

Amatijane Candé, da Rádio ONU em Bissau com Conosaba do Porto

«COMUNICADO À IMPRENSA» STOP AS PRESEGUIÇÕES POLITICAS NA GUINÉ-BISSAU! – Espaço de Concertação Politica/Diáspora-Europa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...





Partido Africano da Independência da Guine e Cabo Verde
Partido da Convergência Democrática
União para a Mudança
Partido da Unidade Nacional
Movimento Patriótico
Partido da Solidariedade e o Trabalho
  
O espaço de Concertação Política na Diáspora-Europa, liderado pelo PAIGC e que congrega os partidos Políticos PCD, UM, PUN, MP e Pst, reuniu-se, hoje em Lisboa, para proceder à analise da gravíssima situação que prevalece neste momento na Guiné-Bissau e referente à onda de perseguições ilegais e ajustes de contas inadmissíveis desencadeada pelas Autoridades guineenses contra os altos dirigentes do PAIGC e dos partidos aliados e os membros do II Governo Constitucional do PAIGC liderado pelo Eng.º Carlos Correia, distinto Combatente da Liberdade da Pátria e por três vezes Primeiro-ministro da República da Guiné-Bissau.

Tendo em devida conta as pesadas acusações elencadas pelo PAIGC, apoiado pelos restantes partidos do Espaço de Concertação Política, na sua Nota à imprensa do dia 21 de junho corrente, contra as Autoridades golpistas da Guiné-Bissau que estão a levar a cabo, atos de perseguição e de violação dos direitos humanos e políticos fundamentais no país, nomeadamente dos dirigentes partidários, membros e apoiantes do Governo Constitucional liderado por Carlos Correia;

Extremamente preocupados com as inquietantes informações que nos chegam de Bissau referentes às persistentes tentativas das Autoridades golpistas guineenses para o levantamento ilegal de imunidade parlamentar ao Eng.º Domingos Simões Pereira, Presidente do PAIGC e Líder do espaço de Concertação Política cisando submete-lo a coações e atrocidades e às restrições ilegais de livre circulação de 8 membros do II Governo Constitucional do PAIGC, incluído do seu chefe, Eng.º Carlos Correira decretadas pelas mesmas autoridades;
Informados de que a maioria dos dirigentes políticos do nosso Espaço de Concertação Politica e alguns jornalistas e blogueiros da Guiné-Bissau não dormem em suas casas com o fundado medo de serem presos e torturados à calada da noite pelas Autoridades golpistas guineenses;

Considerando que as Autoridades golpistas do país deliberadamente atentam contra os órgãos de comunicação social do país, particularmente, contra os blogues e blogueiros.
Os partidos, membros do Espaço de Concertação Politica na Diáspora-Europa, decidem:

1.       Exigir, em uníssono: Stop às perseguições políticas na Guiné-Bissau! e que as autoridades golpistas cessem imediatamente as perseguições, as ameaças e atropelos aos direitos humanos e políticos contra os opositores políticos na Guiné-Bissau
2.       Manifestar a sua solidariedade indefetível para com o PAIGC denunciando e condenando, de forma veemente possível, os atos de perseguição e de violação dos direitos humanos e políticos que as Autoridades Golpistas guineenses estão a levar a cabo no nosso país contra os opositores políticos, membros e apoiantes do II Governo Constitucional do PAIGC liderado pelo Eng.º Carlos Correia, distinto Combatente da Liberdade da Pátria.
3.       Condenar veementemente as vãs tentativas de levantamento ilegal de imunidade parlamentar ao Deputado Eng.º Domingos Simões Pereira visando submete-lo a coações e atrocidades urdidas pelas Autoridades golpistas guineenses e responsabilizar pessoalmente os Senhores Presidente da República, Procurador-Geral da República e Primeiro-ministro ilegal pela integridade física do Presidente do PAIGC e Líder do Espaço de Concertação Política.

4.       Exigir o fim imediato às restrições ilegais de livre circulação de 8 membros do II Governo Constitucional do PAIGC, incluindo do seu chefe, Eng.º Carlos Correia, que as Autoridades golpistas estão ilegalmente impondo aos nossos dirigentes e manifestar a sua solidariedade militante para com ex-ministra da saúde pública Dra. Cadi Seidi, ex-ministra da mulher, família e coesão social, Dra Valentina Mendes, o ex-secretário de Estado da Administração interno, Dr Luís Manuel Cabral, o ex-secretário das Pescas, Engº Ildofonso Barros e a senhora militante do PAIGC, Nhaga Bambo Mané.
5.       Exigir o fim imediato à caça às bruxas e ao medo instaurados pelas Autoridades golpistas contra os opositores políticos, jornalistas e blogueiros da Guiné-Bissau.
6.       Exigir que as Autoridades golpistas cessem de atentar contra os órgãos de comunicação social na Guiné-Bissau e a restauração da Liberdade de imprensa no nosso país.
7.       Apelar às autoridades políticas portuguesas e europeias bem ainda às organizações da sociedade civil de Portugal e à comunidade internacional, em geral, paras pressionarem o senhor Presidente da República e o seu Governo Inconstitucional e ilegal de Iniciativa Presidencial para que cessem imediatamente as perseguições políticas, as ameaças, os ajustes de conta e outros atos ilegais e antidemocráticos que atentam contra as Liberdades políticas, os Direitos Humanos e a Democracia pluralista na República da Guiné-Bissau.



Feito em Lisboa aos 05 dias do mês de Julho de 2016

O Espaço de Concertação Política/ Diáspora-Europa



PAIGC  PCD  UM  PUN  MP  PST

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