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segunda-feira, 14 de novembro de 2022

PROMESSA DA CEDEAO DE APOIO A BURKINA: Ações em vez de palavras.

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Como prelúdio para sua cúpula ordinária agendada para 4 de dezembro em Abuja, Nigéria, a Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) enviou uma missão de avaliação e acompanhamento ao Burkina Faso. Liderada pelo Comissário para os Assuntos Políticos, Paz e Segurança, Abdel-Fatau Musah, a delegação reuniu-se com as autoridades da transição, neste caso o Ministro dos Negócios Estrangeiros e o Primeiro-Ministro, Apollinaire Kyélem de Tambèla. Destas trocas decorre que a CEDEAO pretende dar “apoio concreto” ao Burkina Faso que, recorde-se, atravessa, no mínimo, um período difícil. “Com a União Africana (UA) e a ONU, mobilizaremos parceiros para ajudar nosso país irmão. Vamos demonstrar que o que está acontecendo aqui é um problema regional e não apenas de Burkina Faso”, disse o Comissário para Assuntos Políticos, Paz e Segurança. Enquanto formos rápidos, somos tentados a dizer. Porque, ajuda, é um truísmo dizer isso, Burkina Faso precisa disso; ele que, há sete anos, luta como um demônio contra grupos armados de todos os tipos que ameaçam sua existência. Como prova, quase ¾ do território do país escapa ao controle das Forças de Defesa e Segurança (FDS). Esta promessa de apoio não deve ser um efeito de anúncio ou um anúncio sem efeito. Tanto que muitas pessoas fugiram de suas respectivas aldeias para se refugiar em centros urbanos. Tanto melhor se a CEDEAO decidir ajudar Burkina. Antes tarde do que nunca, dizem. Resta esperar que passe o mais rápido possível, das palavras aos atos. Esta promessa de apoio não deve ser um efeito de anúncio ou um anúncio sem efeito. Isso é tanto mais importante quanto se Burkina, devido à sua localização geográfica, for desestabilizada, toda a sub-região da África Ocidental será severamente afetada. Dito isto, apoiar o país de pessoas honestas é mais um imperativo do que uma magnanimidade por parte da CEDEAO que, na opinião do Comissário para os Assuntos Políticos, Paz e Segurança, perdeu, nos últimos anos, "o espírito de solidariedade que sempre o caracterizou". Diante da ameaça terrorista que não conhece fronteiras, é necessária a conscientização coletiva. Os grandes deste mundo estão engajados em uma guerra com conotações hegemônicas na Ucrânia, os países do Sul não têm escolha a não ser permanecer juntos enquanto não quiserem ser varridos do mapa do mundo. Basta observar a mobilização em torno da Ucrânia para se convencer de que as grandes potências não parecem ter assumido a luta contra o terrorismo na África. Tudo sugere que é a menor de suas preocupações. Ainda nos lembramos dos pedidos de ajuda dos países do G5-Sahel, que, repetidos muitas vezes, ficaram sem resposta favorável a ponto de a própria instituição acabar tendo uma bela morte. A CEDEAO não deve ficar de braços cruzados Esta é, portanto, a prova de que, em termos de segurança, os países africanos estariam melhor confiando em suas próprias forças, em vez de perder tempo esperando por qualquer apoio de fora, que muitas vezes não chega. É nisso que devemos já felicitar a CEDEAO, que pretende iniciar a reflexão com vista à operacionalização de uma força regional no âmbito da luta contra o terrorismo. Tem tanto mais interesse em pensar nisso quanto, com exceção de alguns, a maioria de seus países membros está confrontada com a hidra terrorista. Este é o caso, por exemplo, de Mali, Níger, Burkina, Benin, Togo, Nigéria, onde muitas famílias são enlutadas diariamente. Não esquecemos a Costa do Marfim ou Gana, que também registram incursões mortais de grupos terroristas armados. Avaliando o perigo, a CEDEAO não pode e não deve ficar de braços cruzados; sempre foi acusado, com ou sem razão, de estar mais ao serviço dos chefes de Estado do que dos povos. De qualquer forma, o povo de Burkina Faso está esperando. Ele verá se é importante para os líderes da CEDEAO. Se eles querem um retorno à ordem constitucional normal a tempo, eles devem apoiá-lo na luta impiedosa que ele vem travando há vários anos contra o terrorismo. " O país "

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Samuel

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