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domingo, 16 de outubro de 2022

RESOLUÇÃO DA ONU CONTRA A RÚSSIA: As linhas estão se movendo em favor da Ucrânia na África.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
A notícia da ONU foi marcada, em 12 de outubro, por uma votação maciça dos Estados contra as “anexações ilegais” russas na Ucrânia. Com efeito, foram 143 dos 193 que condenaram, pelos seus votos, as anexações pela Rússia das quatro regiões ucranianas: Luhansk, Donetsk, Zaporijjia e Kkerson. Recorde-se que a resolução que condena estas anexações foi apresentada pela Ucrânia e co-patrocinada pela União Europeia. Os estados que assumiram a causa de Moscou podiam ser contados na ponta dos dedos. Eles eram, de fato, apenas cinco a se manifestarem a favor do Urso Russo. Estes são Bielorrússia, Síria, Nicarágua, Coreia do Norte e Rússia. Desses países que decidiram apoiar a razão do mais forte, notamos que não existe nenhum país africano. Em março passado, apenas a Eritreia se dignou a votar a favor da Rússia. Desta vez, ela se absteve. No total, há 19 abstenções entre os Estados africanos. 29 estados africanos se posicionaram abertamente pela causa da Ucrânia. Consequentemente, estes viraram as costas para Moscou. Entre eles, podemos citar o país de Teranga, ou seja, o Senegal de Macky Sall. Em março passado, lembramos, este país, como muitos outros estados do continente negro, distinguiu-se pela abstenção. Essa postura havia sido decifrada, com razão, como a da covardia. Nesta quarta-feira, o Senegal se aliou abertamente à Ucrânia. Podemos interpretar isso como um dos efeitos induzidos pela recente visita africana do chefe da diplomacia ucraniana? É possível. Não se exclui que esta dinâmica evolua crescendo no continente De fato, em 3 de outubro, Dmytro Kouleba, já que se trata dele, iniciou uma turnê na África. Seus passos o guiaram primeiro ao Senegal. Neste país, o chefe da diplomacia ucraniana defendeu a causa de sua pátria. Além disso, fez um discurso defendendo o fortalecimento da cooperação de seu país com o continente negro. Obviamente, podemos dizer que Dmytro Kouleba não pregou no deserto do Senegal. Com efeito, cerca de 8 dias apenas após esta viagem africana, nota-se que o Senegal se juntou, com armas e bagagem, ao acampamento de Kyiv. O Gabão fez o mesmo. A Eritreia, evidentemente, não deu este passo, mas mesmo assim colocou água no seu chá, passando do campo dos apoiantes incondicionais da Rússia ao das abstenções. Do exposto, podemos dizer que as linhas estão começando a se mover em favor da Ucrânia na África. E não se exclui que esta dinâmica evolua crescendo no continente, nos próximos dias e meses. De fato, no início da crise, havia muitos países africanos que não queriam correr o risco de irritar o urso russo votando contra “sua operação especial” na Ucrânia. Mas com o passar dos dias, as coisas estão azedando para Putin. Mesmo uma vitória de Davi (Ucrânia) contra Golias não pode ser descartada nesta guerra, dados os muitos contratempos já registrados pelo Exército Vermelho no teatro de operações. Mas não podemos esquecer que os países votam na ONU de acordo com seus interesses. Deste ponto de vista, podemos esperar que países africanos, como Senegal e Gabão, em breve e abertamente mudem para o campo da Ucrânia. Entretanto, o Mali e a República Centro-Africana, que hoje se casam com o Urso Russo, não se dignaram a atravessar o Rubicão, votando contra a resolução ucraniana. E isso deve parecer estranho para Moscou. Pousdem Pickou

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Samuel

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