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sábado, 15 de novembro de 2014

OPINIÃO: CONVERSA DE POLÍTICOS, SEM MILITARES À MISTURA.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Filomeno Pina

Quando há conflitos políticos, os “podres” começam a vir à superfície, mas também é um bom momento/oportunidade, para darmos atenção especial à verdade dos factos que estiverem na origem desse conflito.

O ideal é mergulhar na análise até a base dos mesmos conflitos, aproveitando a oportunidade dos focos  estarem na "superfície", serem arrancados pela raiz todo mal-entendido existente (duvidas ou mentiras) quando possível.
Enfim, tudo o que estiver escondido, disfarçado, encoberto intencionalmente para manipular a  realidade dos factos, desviar atenções do verdadeiro problema, torna-se prejudicial à organização institucional, por isso, deve merecer atenção, análise e resolução detalhada do mesmo conflito até ao limite possível de satisfação de ambas as partes envolvidas.

Aprendemos com os erros e não só, mas quando uma verdade vem acima, há que aproveitar a maré ou vento favorável e fazer o "resto".  Por exemplo tornar transparente as políticas do Estado e do Governo nesta conjuntura actual do relançamento da Democracia e desenvolvimento do País.
Uma necessidade que o Povo agradece se, "avisar a malta" das decisões politicas tomadas para governar a Nação Guineense. 

Nesta relação politica entre o Governo e o Parlamento, reporto-me a um problema comportamental existente, evidenciado neste último “diz-que-diz”, penso que partiu duma - dificuldade de comunicação – entre mediadores das duas partes, o que a meu entender deve merecer reorganização ao nível da estrutura ou canais de informação, de modo a evitar bloqueios de informação fidedigna no futuro próximo.

Só assim podemos evitar mal-entendido entre órgãos de soberania, evitando por exemplo a explosão de "informação" que houve, supostamente do Presidente do Parlamento aquando da sua proposta de alteração de regalias dos parlamentares e, eventual pedido de demissão do Ministro das Finanças!? 

Uma notícia que causou mal-estar “viral” no espirito Democrático de Guineenses e amigos da Guiné-Bissau espalhados pelo mundo, aconteceu. Vá-se lá saber o porquê, ao que parece, tudo escapou ao controle e podia ter sido evitado, semelhante “estrondo” com pedido de desculpas pública duma das partes.

No fim das contas feitas sem “prova-dos-nove” tiradas, concluiu-se que afinal foi apenas um mal-entendido entre pessoas muito bem-intencionadas, será?

Seja o que for camaradas, foi um mal-entendido grosseiro entre os mídia e a palavra do Presidente da ANP nesta questão. Um assunto que chegou à rua sem obstáculos, mas logo a seguir “recolhido” à base, dando o dito por não dito, os factos. 

Na verdade desta vez o "rei" veio à rua nu, perante um público agora mais atento do que nunca (Povo ka burro) à política do País. Conhecendo bem os seus líderes, resta aguardar serenamente por melhor compreensão e bom senso dos mesmos políticos nesta e noutras matérias politicas.
Porque o Povo quer saber a situação e o estado em que se encontra o Estado da Guiné-Bissau?
Entender que estamos a gastar o pouco que nos "oferecem" neste novo arranque do País, mas, obedecendo prioridades programadas honestamente, só.

Apelamos portanto ao diálogo entre os líderes eleitos para governar o País e levar este sonho de progresso e prosperidade a Bom-Porto. Tarefa dificílima e por isso mesmo, estes dirigentes/líderes são obrigados a entenderem-se (a Presidência, o Governo e o Parlamento) e seguir em frente! 
Os ventos são favoráveis, sentimos que o Povo está com a esperança redobrada como nunca até aqui!
Posto isto, então vamos com calma e ponderação reunir as melhores ideias/projectos, mas escolher sem complexo partidário a interferir, avançar para sua aplicabilidade prática, controlado e supervisionada no terreno por quem de direito.

Uma nota que merece destaque: Desta, ninguém ouviu pronunciar o "nome" de militares misturados com políticos no mesmo "tacho"!

Uma relação de intriga e de mentiras como a bem pouco tempo, hoje já ninguém espera nada dela. Há uma certeza absoluta sobre isso, é que acabou sempre mal aos olhos do Povo, qualquer tentativa semelhante de relacionamento entre a instituição militar e políticos!
Hoje parece que presenciamos no País uma atitude diferente desta vez, porque assistimos - uma travagem brusca da classe castrense - no sentido da não ingerência de militares na política e vice-versa, será!?

Todos nós sabemos que armas e lápis na mesma "dança", nunca acertaram o passo no compasso combinado. Houve sempre confusão total, que de crise em crise, a nossa Terra foi-se cristalizando no pior Estado de desgraças, com o Pais mergulhado em dificuldades sérias de "não-desenvolvimento global" por causa de mentiras, intrigas, corrupção, crimes de sangue, impunidade e roubo descarado do património do Estado!

Penso que estaremos hoje perante um primeiro sinal explícito de maturidade institucional manifestada na classe castrense, ao não imiscuir na política e também não permitir "bokassynhos na kórtel, ku-tysy-ku-leba", entre políticos e militares.
Há que desmascarar existência de “tchútchydurys” (a intriga subterrânea) e construir uma relação de transparência institucional, bastará só e apenas esta firmeza no trato e na relação frontal, para travar o "vírus" da intriga e da mentira!
Com isso ganharemos imunidade suficiente, para avançarmos no rumo acertado (bom caminho) a ombrear com Países progressistas como Estado de Direito, penso.
Estamos confiantes que é desta, que vamos conseguir reformar e progredir, com conhecimento profundo, acerca das melhores opções a tomar em cada caso/instituição em análise e avaliação final.
Para o benefício do Povo Guineense, queremos um País que funcione a avançar progressivamente num ritmo possível, ponderado passo a passo.
É justo referir aqui que já se notam evidências ou sinais de melhoria, em poucos meses deste mandato, parabéns aos homens da acção no terreno, viva a Guiné-Bissau!
Abraços e continuação de bom trabalho para todos…

Djarama. Filomeno Pina.



BURKINA FASO: O PASSAPORTE DIPLOMÁTICO DE BLAISE COMPAORÉ CANCELADO?

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Le passport diplomatique de Blaise annulé ?
Blaise Compaoré - presidente deposto do Burkina Faso

Até o momento quando nós publicamos esta edição, soubemos que vinte passaportes diplomáticos de personalidades do antigo regime de Blaise Compaoré foram cancelados. Verdadeira ou falsa? Nós saberemos mais nos próximos dias.

Mas, enquanto isso, aqui estão alguns nomes que conseguimos obter:

Blaise Compaoré

Chantal Compaoré

Salah Compaoré

François Compaoré

Alizèta Ouedraogo chamado "Gando"

Assimi Kouanda

Lucien Marie Noël Bembamba

Gilbert Noël Ouedraogo

Zacharia Tiemtoré

Salif Kaboré

Maxime Kaboré

Hermann Yaméogo

Salia Sanou

Adama Zongo

Moustapha Shafi

Jean Guion

# l´observateur.bf

Em cinco anos, polícia brasileira mata mais do que os EUA em 30 anos.

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Os dados fazem parte do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que registrou 11.197 homicídios cometidos por policiais no país; Enquanto isso, a polícia estadunidense registrou 11.090 em 30 ano

Desenho: Latuff
Em cinco anos, polícia brasileira mata mais do que os EUA em 30 anos. 21153.jpeg
Da Redação Brasil de Fato
Recente levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) que compõe o Anuário Brasileiro de Segurança Pública revela que, em cinco anos, a polícia brasileira levou a óbito ao menos 11.197 pessoas, mais do que a polícia estadunidense ao longo de 30 anos (11.090 pessoas). 
De acordo com o relatório, a tropa mais letal está no Rio de Janeiro, seguido por São Paulo e pela Bahia. Nestes cinco anos, só em 2012 o Rio ficou em segundo lugar, perdendo para São Paulo, onde foram registradas 583 mortes contra 419 registradas pela polícia carioca.
O número de policiais mortos também aumentou de 2012 para 2013 passando de 447 para 490. A média nacional é de 1,34 policial assassinado por dia. Desde 2009, 1.170 agentes foram mortos e a maioria dos casos aconteceu quando o profissional não estava em serviço. O estado do Rio de Janeiro é o que possui o maior número de policiais assassinados fora de serviço, com 104, seguido de São Paulo, com 90, e Pará, com 51.
A maioria dos Estados brasileiros não tinham, até pouco tempo, controle das mortes praticadas por policiais em serviço. Apenas 11 das 27 unidades federativas apresentaram a contabilidade solicitada pelos pesquisadores do Fórum.
Pela primeira vez o Anuário inclui também dados sobre os custos da violência. Em 2013, estes custos chegaram a R$ 258 bilhões, o que equivale a 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB) produzido pelo país. A maior parte dos gastos refere-se à perda de capital humano.
“Jeitinho”
Outro levantamento presente no Anuário e feito pela Fundação Getúlio Vargas em oito estados brasileiros, revela que 57% dos entrevistados acreditam ser possível desobedecer as leis e 81% dizem que é sempre possível “dar um jeitinho” para não cumpri-las.
Algumas análises dizem que esses dados são fortes sinais de que a população convive diariamente com a sensação de impunidade. É em Brasília que está a maior parte das pessoas que acham que é possível “dar um jeitinho”.
#pravda.ru

OMS forma técnicos da Guiné-Bissau para prevenção do vírus ebola.

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Dois especialistas vão percorrer as 11 regiões sanitárias do país para observar o nível de preparação da Guiné-Bissau.
Dois especialistas contratados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) estão na Guiné-Bissau para monitorar os mecanismos de resposta e dar formação a técnicos do país para a prevenção contra o vírus ebola.
Bandeira da Guiné-Bissau

Segundo Cristóvão Manjbua, diretor dos Serviços de Doenças Transmissíveis e Não Transmissíveis do Ministério de Saúde, os dois especialistas vão percorrer as 11 regiões sanitárias do país para observar o nível de preparação da Guiné-Bissau para uma resposta em caso do surgimento da doença.

Nos últimos três dias, a equipe esteve no Leste da Guiné, nas regiões de Bafatá e Gabú – esta faz fronteira com a Guiné-Conacri - e, nessa quinta-feira (13/11), chegou à capital Bissau para se encontrar, nesta sexta-feira (14), com a ministra da Saúde, Valentina Mendes.

Além de analisar os mecanismos de resposta, os consultores da OMS estão dando formação aos técnicos de saúde guineenses sobre a prevenção do vírus ebola. A equipe é acompanhada por técnicos do Instituto Nacional de Saúde Pública da Guiné-Bissau.

Alexandre Macedo, outro especialista da OMS que está no país desde o fim de outubro, também monitora os esforços das autoridades guineenses na prevenção do vírus. Em suas primeiras impressões, ele considerou a Guiné-Bissau "um país de risco", devido à proximidade com a Guiné-Conacri onde a doença já matou várias pessoas.
#correiobraziliense.com.br


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