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BAMAKO E IYAD ENGAJADOS NA MESMA LUTA CONTRA EIGS NO MALI: Cuidado com o efeito bumerangue!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Há poucos dias, foi em Menaka que foi visto ao lado de notáveis ​​tu...

terça-feira, 15 de agosto de 2017

«UM CONTO» OS TRÊS IRMÃOS: O SANGUINÁRIO FICOU EM BISSAU E OS DOIS FORAM PARA GÂMBIA E SENEGAL!

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Quem conta um conto, acrescenta sempre um ponto!

Se é Verdade ou Mentira, não sei... estou a contar tal e qual como me contaram!

Foi contado por um Guineense (apelido 'Turé') no Porto na presença de 10 pessoas!!

Era uma vez: três irmãos verdadeiros, um sábio, um rico, e um sanguinário!

Depois da guerra de Kansala, dividiram-se: O Sanguinário (Mau) ficou pelo nosso querido:país, O Sábio foi para Gâmbia e o Rico foi directamente para Senegal!

Dizem que: Por tudo isso, o nosso país esta como está!!!

Caros compatriotas, devemos juntar todos( e caçar este sanguinário e esganá-lo até a morte! 

Reino de Gabu
O reino ou império de Gabú , Kaabu , Ngabou ou N'Gabu era um Estado mandinga da África Ocidental que ocupou terras do que é hoje a Guiné-Bissau e Senegal entre 1537 e 1867 . Gabu era originalmente uma província do Império do Mali, que ganhou a independência graças ao declínio do poder central.
Segundo avançou século XVI do Império Mali em declínio, estava perdendo a maior parte de suas províncias, para a redução de seu tamanho para cobrir pouco mais do que a terra original do império mandinga que eles criaram. As províncias, incluindo Gabu, tornou-se independente, dando origem a novos reinos independentes. Gabu ganhou a independência em 1537, proclamando-se rei ( Kaabu Mansaba ou Farim Kaabu ) Sama Koli , que governou Gabu delegado provincial e era neto de Tiramakhan Traore . O novo estado manteve a herança cultural do Mali. Uma manifestação disso é que os governantes de Gabu baseam o seu direito de liderança em sua relação histórica com o Império Mali.
Gabu mantendo relações com os europeus, particularmente os Portugueses, que mantinham o comércio de escravos.

O poder do império começou a declinar no início do século XIX. Naquela época, a etnia Fula, convertido para o Islã, começou a lidar com os países não-muçulmanos da África Ocidental. Em 1867 um de seus reinos, Futa Tooro, chamado de jihad atacou Gabu, chamada guerra Kansala. Forças islâmicas sitiadas em Kansala, na capital para 11 dias, o que é conhecido como batalha de Kansala, após o qual o fogo. O fogo matou o último governante independente de Gabu, assim como muitas pessoas, tanto os defensores e atacantes. Depois da batalha, o reino de Fouta Djallon, um dos reinos foi responsável por sitiar Kansala, Gabu foi anexada como um estado vassalo para a abolição completa do reino de Portugal, que ocorreu na virada do século entre o século XIX e XX.

Angola: FRAGILIDADES DAS ELEIÇÕES 2017.

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boletim

Muitos cidadãos da oposição têm vindo a queixar-se de que “seus nomes estão a ser colocados em listas longe da sua residência, enquanto as individualidades ligadas ao partido no poder passam a ter o local de votação mesmo à porta da casa”. Ademais, fala-se também da eliminação dos eleitores da base de dados, entre outras reclamações. A dispersão dos eleitores e eliminação de muitos dos mesmos da base de dados são problemas muito sérios, e desde sempre foi a estratégia do regime nestas últimas três eleições.

Por José Marcos Mavungo (*)
Mas o problema de fundo em tudo isto, a grande questão que preocupa o angolano é muito mais do que colocar os eleitores em zonas muito afastadas das suas residências e deturpar a base de dados: é o problema das eleições livres e justas. Como organizar eleições livres e justas enquanto houver ditadura, ausência de transparência e da cultura da lei?
Certo, as eleições em Angola têm sido livres, na medida em que nenhum cidadão tem sido propriamente forçado pela força das baionetas a ir às urnas, as pessoas vão de livre e espontânea vontade.
Porém, é hoje óbvio que, como foi o caso das duas últimas eleições, seria absurdo e irresponsável negá-lo, os detentores do poder são os senhores absolutos, que controlam a administração e todo o dinheiro do país, manipulam a lei e os meios de comunicação social e erguem muros para conter as iniciativas cívicas dos cidadãos para a mudança do atual quadro. O filme das duas últimas eleições se repete.
Facto evidente, na atitude do Ministério de Administração do Território (MAT) que tem feito ouvidos de mercador, ao não responder aos ofícios e cartas que lhe são endereçadas em conjunto para corrigir o processo. Ademais, a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) tem dada respostas evasivas e comprometedoras no tocante às reclamações da oposição e dos cidadãos, ao rejeitar as dúvidas destes sobre a problemática dos locais de voto e assacar a responsabilidade dos cidadãos na desorganização do atual processo eleitoral, em especial na identificação das Assembleias de voto.
Pela falta de seriedade e de rigor por parte do regime, temos hoje a manipulação da lei e dos meios de comunicação social e o desrespeito pelos princípios de convivência democrática. Em declarações à Voz da América, o porta-voz da UNITA, Alcides Sakala dirá que o processo “está eivado de má fé e de falta de transparência”
A Omunga já denunciou a intolerância política, tendo sublinhado a atitude de guerra em tempo de paz. Por sua vez, Human Rights Watch (WRW) deu também o seu alerta: considera “como deveras preocupante a maneira como está a ser vedada à oposição angolana aos meios de comunicação pública do país”. Por exemplo, refere a representante desta organização, Zenaida Machado, que, no dia da abertura da campanha eleitoral, verificou-se de que “ mais de 60% do tempo foi dado ao candidato do partido no poder e ao partido no poder”. E, em Cabinda, as ações da oposição, em particular do cabeça da lista da UNITA, Pe Raúl Tati, nunca mereceram qualquer tratamento nos meios de comunicação pública locais, nem tão pouco nacionais.
Como dizia o Dr. Filomeno Vieira Lopes, a propósito das atitudes dos homens do regime: “Nunca estão de boa fé no prosseguimento de seus malignos intentos. (…) E disto, para a fraude eleitoral é um mero passo de avestruz”.

A acutilância, uma necessidade para mudar Angola

Tornou-se sintomático. Por pouco que são anunciadas, as eleições em Angola criam sempre uma crispação insofismável no seio dos atores sociais com repercussões negativas para a causa de mudança que todos os angolanos defendem. A febre eleitoralista apanha a todos, sem evasão possível, a tal ponto que mesmo elites importantes parecem transformar as eleições em meras caricaturas e, se a moda pega, até se farão substituir por filhos no poder, como nos tempos em que a monarquia era universal.
Sabemos que o partido no poder anda muito preocupado com o passivo desastroso destes últimos 42 anos, que o persegue, como a sombra segue o seu dono, e vem empreendendo esforços para ridicularizar e diabolizar a oposição, em particular a UNITA.
Isto até poderiam parecer pormenores de pouca importância, mas infelizmente, são sinais de que o regime «en place» despreza as mais elementares regras de convivência democrática, perdeu o sentido de Estado de Direito democrático, apostando apenas em recorrer a todos os meios possíveis para se manter no poder, ainda que não sejam conformes à lei em vigor e aos valores universais.
A julgar pelo que se sabe das recomendações da oposição e das instituições nacionais e internacionais de defesa dos direitos humanos (por exemplo, a AJPD, Omunga, a HRW e a União Europeia), encontros entre José Eduardo dos Santos (JES) e entidades de renome nacional e internacional, o Presidente da República (PR) faz ouvidos de mercador. A alta febre eleitoralista leva-lhe sempre a cegueira, a ponto de não se preocupar pela paz e desenvolvimento de Angola, estes valores sendo sinónimos de justiça.
Se a moda pega, não podemos nos espantar que, nesta e nas próximas eleições, o Presidente JES venha a manter a sua família política no poder como assessores ou para o substituir na gestão do país, já que tornou-se fenómeno moda em África. JES não se sentirá à vontade em Angola com a oposição no poder, tendo em conta o passivo negativo da sua governação nestes últimos 42 anos, que lhe atormenta as noites, como foi o caso de Faraó e a sua casa, na sequência das “grandes pragas com que Deus lhe puniu, por causa de Sara, mulher de Abraão” (Gn12, 17).
Está-se em face do eterno debate das ditaduras eleitas em Angola, na qual o regime, aproveitando-se da vulnerabilidade dos cidadãos e da oposição, finge organizar eleições livres e justas, com a participação das populações e elites nacionais, e brincando de engrandecê-los, para depois mostrar-lhes a face de Leviatã (“monstro marinho” citado na bíblia em jó 3.8 e jó 40.25), esse monstro terrível a ponto de “ninguém poder desafiá-lo e ficar ileso” (Thomas Hobbes).
A atuação da oposição perante o atual processo eleitoral viciado deixa muito a desejar, permitindo que o extremismo despótico do regime, a pretexto de estarmos num Estado que deteria consigo todo o poder da sociedade, tivesse a facilidade de avançar com um processo sem mecanismos independentes de gestão eleitoral, marcado com graves irregularidades e atropelos, no qual os resultados das eleições são “cozinhados num laboratório”(Luaty Beirão).
A descoberta destas debilidades, em especial da fraude eleitoral nas últimas eleições encheu a opinião pública nacional e internacional, a princípio, de assombro e até de pessimismo sobre o valor de eleições na atual Angola.
Mas, hoje, a oposição aposta no desejo de fazer a mesma experiência de 2012: seduzida com a multidão de palavras dos homens do regime, com as lisonjas dos seus lábios, ficou persuadida; e ela segue-os logo, sem oposição de princípio, como o militar que avança seguramente em terreno desconhecido, onde o inimigo armou todo o tipo de ciladas, e não sabe que ele está marchando ali contra a sua vida. Um claro sinal da fraqueza da oposição com consequências imprevisíveis.
E a fatura parece que vai ser paga cara, se continuarmos a assobiar para lado, pensando apenas de que o “partido do meu voto vai vencer as eleições”. Eleições dignas e transparentes sem fraude estão longe de ser realidade, o que constitui um peso de fundo no valor dos seus resultados. E isto, sobretudo pelo facto de que muitas pessoas poderão não votar não só pelas dificuldades de acesso aos locais afastados das suas residências, mas também pelas graves irregularidades e atropelos que fazem com que as atuais eleições não sejam “nem democráticas, nem transparentes, nem justas”.
O momento que se vive atualmente em Angola é um momento muito particular, um desafio para as forças da mudança; pois que, diante das exigências de mudança através de eleições livres e justas, a perversão despótica se levanta para fazer face aos homens de boa vontade, acabando assim por manter o estado atual das coisas completamente apodrecido.
O evangelho ensina-nos a enfrentar as situações da vida com fé e determinação, mesmo as mais difíceis e dramáticas. Urge pois acutilância na resolução da problemática da falta de condições para eleições democráticas, livres e justas em Angola.
O sucesso da acutilância na luta pela mudança depende da atuação diária e constante para que as normas com resquícios ditatoriais, bem como as práticas advindas daquele regime, não sejam mais aplicadas no país. Além disso, as elites devem: fazer escolhas acertadas, investir no homem, arrancar a população da inércia e organizar estruturas de luta dotadas de métodos coerentes de resistência pacífica.
Finalmente, a acutilância reclama por espírito de coerência, de sacrifício e fé, de alternância e renovação que deve começar por aqueles que desejam a mudança no poder político.
(*) Activista dos Direitos Humanos
fonte: http://jornalf8.net

Futebol: Cristiano Ronaldo suspenso cinco jogos.

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media


Cristiano Ronaldo, avançado português do Real Madrid.REUTERS/Sergio PerezREUTERS/Sergio Perez
O internacional português Cristiano Ronaldo está com problemas em Espanha, e desta vez não tem nada a ver com problemas de foro pessoal. Cristiano Ronaldo foi suspenso por cinco jogos na sequência da expulsão diante do Barcelona no último domingo.




Cinco jogos de suspensão é o castigo que vai ter de cumprir o internacional português do Real Madrid, Cristiano Ronaldo. O comité disciplinar espanhol decidiu punir o português com uma partida de castigo pelo cartão vermelho (acumulação de amarelos) e mais quatro pelo empurrão nas costas do árbitro Ricardo de Burgos Bengoechea.
Além disso, o internacional português foi ainda condenado a pagar multas no valor total de 3 mil e 805 euros, ficando o Real Madrid encargado de pagar 1 mil 750 euros. Os "merengues" podem recorrer dos castigos num prazo de 10 dias.
O "empurrão ligeiro", nas palavras escritas no relatório do próprio árbitro, era punível com 4 a 12 jogos de suspensão. Cristiano Ronaldo ficou assim com a pena mínima.
Recorde-se que Cristiano Ronaldo foi expulso durante a primeira mão da Supertaça espanhola que o Real Madrid venceu por 3-1 na sua deslocação ao terreno do FC Barcelona. O internacional português marcou o segundo golo da equipa, teve um primeiro cartão amarelo por ter tirado a camisola, enquanto o segundo amarelo foi apenas dois minutos depois, por alegadamente ter simulado um penálti.
Crónica de Marco Martins
fonte: RFI

Inundações e deslizamentos deixam mais de 300 mortos em Serra Leoa.

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Moradores de Freetown são surpreendidos por fortes chuvas durante a madrugada. Cruz Vermelha estima que muitas pessoas estejam soterradas embaixo da lama e escombros.
fonte: DW ÁFRICA
Rio de lama na capital de Serra Leoa, Freetown
Rios de lama cobriram ruas de Freetown após fortes chuvas
Mais de 310 pessoas morreram nesta segunda-feira (14/08) após deslizamentos de terra e inundações em Serra Leoa, na África Ocidental. Somente na capital, Freetown, 312 pessoas teriam morrido, segundo informações da Cruz Vermelha.
Os serviços de resgate contam com um aumento do número de vítimas, entre as quais haveria 60 crianças, de acordo com informações do jornal The Sierra Leone Telegraph. Os serviços de proteção civil falaram em 2 mil pessoas desabrigadas.
Em Regent, cidade cerca de dez quilômetros ao sul de Freetown, mais cem pessoas morreram num deslizamento de terras numa área de morros. O vice-presidente da Cruz Vermelha, Victor Foh, afirmou ser provável que centenas estejam debaixo de escombros. "Estamos tentando isolar a área e retirar as pessoas." A área afetada têm muitas moradias ilegais.
Moradores observam inundações em Freetown
Moradores observam inundações em Freetown
"Perdemos tudo"
Os deslizamentos foram causados na madrugada desta segunda-feira após fortes chuvas. Muitas pessoas foram surpreendidas enquanto dormiam.
Fatmata Sesay, que mora no bairro de Juba Hill, conta que acordou às 4h30 por causa das fortes chuvas, juntamente com o marido e suas três crianças. Segundo ela, a água entrou em sua casa de barro, e ela conseguiu se salvar subindo no telhado. "Perdemos tudo, não temos mais onde dormir", disse à agência de notícias AFP.
Algumas das casas estariam completamente cobertas por lama. Emissoras locais mostravam imagens de pessoas com água até a barriga tentando atravessar as ruas inundadas de Freetown. Muitas ruas da capital e de cidades das imediações estão interditadas por causa da chuva.
Sierra Leone Schlammlawine
Casas alagadas pela enchente em Freetown
Freetown tem 1,2 milhão de habitantes e é conhecida pela falta de infraestrutura – mas, nesta região da África, o desmatamento e o mau planejamento urbano também colocam a vida das pessoas em risco. Todos os anos acontecem inundações após fortes chuvas em Serra Leoa.
Há cinco anos, a capital também foi atingida por um grave surto de cólera. Cerca de 4 mil pessoas morreram em 2014 em todo o país durante a epidemia do vírus ebola.
RK/afp/dpa/rtr/efe

Angola: CASA-CE denuncia atos de intolerância política.

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A CASA-CE diz que o último episódio foi no sábado, na província do Cuando-Cubango. De acordo com a segunda maior força da oposição, quatro militantes terão sido agredidos por membros do partido no poder, o MPLA.
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Comício da CASA-CE em Benguela
Os quatro membros da Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE) terão sido agredidos no sábado (12.08) durante uma jornada de mobilização no município do Cuíto-Cuanavale, na província do Cuando-Cubango. Segundo Manuel Fernandes, vice-presidente da coligação, os quatro ficaram gravemente feridos depois de membros do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) invadirem o local.
Fernandes afirma que os membros da CASA-CE já ouviram muitos insultos ao longo desta campanha e sublinha que o processo eleitoral só decorre com normalidade porque a coligação não responde às provocações: "Só há estabilidade neste processo porque nós, CASA-CE, estamos a aceitar engolir muitos sapos. Os insultos são de mais, chegámos à exaustão", afirmou esta segunda-feira durante uma conferência de imprensa.
Cuando-Cubango não é caso isolado
De acordo com o vice-presidente da CASA-CE, o caso no Cuando-Cubango não foi o único. Manuel Fernandes diz que já houve outros episódios de intolerância política noutras províncias, "apenas com militantes do MPLA".
Manuel Fernandes denuncia que, em Cabinda, foram retiradas cerca de 200 bandeiras da CASA-CE; no Uíge, também houve bandeiras que desapareceram e, no Cuanza Norte, vários autores de provocações foram identificados, mas libertados "minutos depois, sem qualquer medida de repreensão". A CASA-CE registou ainda incidentes na capital, Luanda. "Grande parte destes protagonistas, particularmente cá em Luanda, dizem pertencer a uma organização designada OJRM - Organização da Juventude Revolucionária do MPLA, cuja missão é retirar o material de propaganda da CASA-CE ou sobrepor o material do MPLA ao material da CASA."
Angola Manuel Fernandes Vizechef der Partei CASA-CE
Manuel Fernandes: "Só há estabilidade porque a CASA-CE aceita engolir muitos sapos"
O vice-presidente da CASA-CE pede à polícia para conter a intolerância política. Ao mesmo tempo, o porta-voz do maior partido da oposição, a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), que também tem denunciado atos de intolerância, aconselha as autoridades a intensificar a educação cívica dos eleitores.
"Infelizmente, a polícia tem agido com dois pesos e duas medidas", afirma Alcides Sakala. "Devia haver aqui um esforço de educação cívica por parte das autoridades. A polícia tem de manter uma certa neutralidade para que este processo decorra da melhor forma possível."
A UNITA criticou este mês o MPLA por utilizar o discurso da guerra para "atiçar ódios" no seio da população angolana. A CASA-CE também criticou o partido no poder, afirmando que quem ainda fala de guerra em Angola é porque não tem programa e não percebe que os eleitores "já estão noutra onda".
fonte: DW ÁFRICA

Pai de Dhlakama pode influenciar a paz em Moçambique, dizem analistas.

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Nyusi e Dlhakama encontraram-se antes do lançamento das pombas.
Nyusi e Dlhakama encontraram-se antes do lançamento das pombas.
Paí do líder da Renamo lançou pombas de paz com o presidente Nyusi depois de, em Abril, ter recebido a governadora de Sofala para abordar a pacificação.

Analistas moçambicanos defendem que o lançamento de pombas da paz pelo pai de Afonso Dhlakama, líder da Renamo, a 11 de Agosto, tem um “peso” nos contornos de pacificação do país, por simbolizar a restauração da confiança.
Dhlakama-pai lançou as pombas da paz, na companhia do presidente Filipe Nyusi, no decurso de um comício no distrito de Chibabava, Sofala, sua terra natal.
Para Gilberto Correia, ex-bastonário da Ordem dos Advogados de Moçambique, o pai do líder da Renamo, o régulo Mangunde, é uma figura a ter em conta na pacificação do país, por exercer, além da idoneidade, influência racional ou emocional sobre Afonso Dhlakama.
“Qualquer pai, em regra, tem influência sobre o filho” disse Correia, para quem o encontro entre o pai de Dhlakama e Filipe Nyusi serviu para ajudar a construir a confiança.
Correia entende que “na busca desta confiança, sobretudo no sentido de sentirem que o seu interlocutor directo é confiável, é simbolicamente muito importante,” mesmo tendo em conta que pai de Dhlakama não faz parte dos signatários do acordo de paz.
O analista político Martinho Marcos concorda com a perspetiva, particularmente considerando o corte de comunicação entre o governo e a Renamo.
Marcos, sem gravar a entrevista, destacou que “em Novembro de 2013, o exército e a FIR (força de intervenção rápida) tentaram capturar o pai de Dhlakama, o que fez ele refugiar-se nas matas até recentemente. Naquela altura Filipe Nyusi era ministro da defesa, e agora como Presidente da Republica vem restabelecer a confiança, num caminho para a paz”.
Há indicações de que o lançamento da pomba em Muxúnguè (Chibabava) era o segundo plano de Filipe Nyusi, em caso de falha do encontro com Afonso Dhlakama, na Gorongosa.
Recorde-se que em Abril, a governadora de Sofala, Helena Taipo, manteve um encontro com o pai do líder da Renamo, na sua residência, para pedir a sua intervenção para o fim da guerra. Semanas depois, Afonso Dhlakama anunciou uma trégua indeterminada.
O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, e o Presidente Moçambicano, Filipe Nyusi, mantiveram um encontro a 6 de Agosto, a primeira reunião física entre eles, após vários momentos de fricção política.

fonte: VOA

    Secretário de Defesa americano diz que se Coreia do Norte atacar "haverá guerra".

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    Jim Mattis
    Jim Mattis
    Jim Mattis garante que EUA identificarão rapidamente qualquer míssil
    O secretário de Defesa dos Estados Unidos Jim Mattis disse nesta segunda-feira, 14, que se a Coreia do Norte disparar um míssil contra os Estados Unidos, a situação pode se transformar em guerra.
    "Se eles dispararem contra os Estados Unidos, (a situação) pode escalar para uma guerra muito rapidamente", disse Mattis a jornalistas, afirmando que o seu país reconheceria a trajectória de um míssil norte-coreano " em momentos".
    A Coreia do Norte afirma que pretende disparar quatro mísseis contra a ilha americana de Guam, no Pacífico, alegando que apenas a força faz sentido para o Presidente americano.
    Donald Trump respondeu às ameaças usando a expressão "fogo e fúria".
    "É melhor que a Coreia do Norte não faça mais ameaças aos Estados Unidos. Enfrentarão fogo e fúria como o mundo nunca viu", alertou Trump no dia 8.
    A Coreia do Norte contra-atacou afirmando que os Estados Unidos irão "sofrer uma derrota vergonhosa e uma condenação final", caso "persistam nas suas aventuras militares, sanções e pressões extremas".

    fonte: VOA

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