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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Briga de família por jazigo estaria 'atormentando' espírito de Mandela.

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Monumento dedicado a Mandela em Pretória (AFP)
Há dúvidas quanto a quem ocupará o lugar de Mandela dentro de sua família
Enquanto Nelson Mandela luta por sua vida, hospitalizado em Pretória, membros de sua família estão no meio de uma disputa, acompanhada de perto pela imprensa da África do Sul.


Diversos parentes do ex-presidente sul-africano entraram com ação na Justiça contra seu neto mais velho, Mandla, na tentativa de exumar os corpos de três dos filhos de Mandela para que estes sejam re-enterrados no túmulo da família em Qunu, onde Mandela quer ser levado.
A batalha jurídica em torno das exumações sinaliza profundas divisões dentro da grande e complexa família de Mandela, envolvendo suas três mulheres, seus 17 netos e 12 bisnetos.
De acordo com alguns dos membros mais velhos de seu clã, enquanto sua família estiver em disputa, o espírito do ex-presidente não terá paz.

Profundo simbolismo

Dezesseis integrantes da família do ex-presidente e líderes locais receberam, na semana passada, uma autorização judicial temporária para exumar os restos mortais de Makgatho Mandela (pai de Mandla e morto por doenças relacionadas à Aids, em 2005) e seus irmãos Thembekile (morto em acidente de carro em 1969) e Makaziwe (primeira filha de Mandela, morta em 1948 aos 9 meses de idade) e movê-los para Qunu, onde fica a residência do clã.
Mas Mandla Mandela - que, segundo a imprensa local, moveu os restos mortais do pai e dos tios para Mvezo, em 2011 - vai recorrer da decisão.
Mandla Mandela
Mandla, neto de Mandela, está envolvido em uma disputa com seus parentes


Os três corpos foram aparentemente exumados sem consulta prévia ao restante da família.
Talvez a briga pareça sinistra e complicada para quem a olha de fora, mas o tema carrega forte simbolismo para os sul-africanos. Segundo as tradições locais, perturbar os mortos traz maus agouros.
Tanto que, para alguns idosos do clã, as recorrentes doenças que têm afetado Mandela seriam uma mensagem dos ancestrais - um sinal de que estes estariam descontentes com Mandla.
Eles acreditam que o espírito de Mandela está atormentado pelas brigas familiares.
Acredita-se que 16 parentes estejam participando da ação judicial - lista que incluiria a mulher de Mandela, Graça Machel, sua filha Makaziwe (nascida em 1954) e membros sêniores do clã.

Quem vai substituí-lo?

No pano de fundo dessa disputa existe o debate, ainda em curso, quanto a quem substituirá Mandela como chefe da família.
O ex-presidente nomeou como seu herdeiro o seu neto mais velho (na ausência de filhos homens), Mandla. Ele será o chefe Zwelivelile do clã Thembu, sucedendo seu pai. Mandla também é atualmente parlamentar pelo partido governista, o Congresso Nacional Africano (CNA).
Mas muitos parentes estão cada vez mais insatisfeitos com ele - incluindo Makaziwe, a mais velha dos filhos sobreviventes de Mandela.
Os planos de Mandla, de abrir um memorial em Mvezo, na propriedade onde os túmulos estão localizados atualmente, despertaram insatisfações entre muitos familiares.
E corre em paralelo outra disputa envolvendo o legado de Mandela: suas filhas Makaziwe e Zenani foram à Justiça para tentar expulsar três assessores dos empreendimentos de Mandela. As duas querem ter controle sobre os empreendimentos, que têm valor estimado em milhões de dólares.

Paz de espírito

Para alguns, a família precisa resolver esses assuntos pendentes para que Mandela possa ter paz de espírito.
Segundo a "isintu" - tradicional cultura sul-africana -, uma das razões pela qual uma pessoa luta contra a morte é porque ela tem "assuntos mal resolvidos" a tratar.
Muitos acreditam que o "assunto mal resolvido" de Mandela é a unificação de sua família, da mesma forma como ele uniu negros e brancos sul-africanos após o fim do apartheid, em 1994.
Na próxima segunda-feira, haverá uma nova reunião do clã para tentar resolver as questões, segundo a agência noticiosa Sapa.

Os filhos de Mandela

Com Evelyn Mase:
Thembekile (1945-1969)
Makaziwe (1947-1948)
Makgatho (1950-2005)
Makaziwe (1954-)
Com Winnie Madikizela-Mandela:
Zenani (1959-)
Zindziswa (1960-)

fonte: bbc.co.uk
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Angola: Matrículas irregulares têm os dias contados.

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Nas estradas do país circulam veículos com chapas de matrícula sem características determinadas pela lei (artigo 37º e 115º do regulamento do Código da Estrada).
Esta desobediência dos automobilistas ao Código da Estrada motivou a Direcção Nacional de Viacção e Trânsito a preparar um Diploma de revisão que estabelece as características das chapas de matrícula.
O artigo 37º do regulamento do Código da Estrada estabelece as seguintes características para as chapas de matrícula: dimensões gerais de 460 mm de comprimento e 100mm de largura, para a dianteira; e 520 mm por 120 mm ou 340 mm por 230mm para a traseira do veículo; fundo negro e caracteres em cor branca para os automóveis em  regime geral; fundo vermelho e caracteres de côr branca, para os veículos do corpo diplomático; e fundo verde e caracteres  de côr branca para os de regime especial (Instituições internacionais).
“Toda e qualquer alteração destas características sujeita o automobilista a multa por violação ao que está regulamentado” alertou  o porta-voz da Policia de Viação e Trânsito.
Segundo Angelino Sarrote, a proposta procedeu do conselho Técnico do Ministério do Interior e está agora sob apreciação do Conselho de Ministros para  aprovação, mas sem prazo definido.
Não foi indicado se serão introduzidos novos elementos nas matriculas, no futuro, tais  como o ano de fabrico do automóvel, simbolos regionais ou nacionais, como noutros países que os usam para mais facilmente idenficarem os vículos e proprietários em várias sitauções.
“As casas que fazem chapas de matrícula não autorizadas pela Direcção Nacional de Viação e Trânsito serão encerradas com a actuação da Polícia Económica”, disse o porta-voz.
VIDROS ESCURECIDOS
Outra característica frequentemente verificada em veículos automóveis é o escurecimento dos vidros com películas autocolantes.
Questionado sobre o assunto, o porta-voz informou que todo o veículo que  for alterado neste aspecto infringe o que está estipulado.
“Os veículos devem apresentar os vidro de origem ou idênticos; se for incolor que continue assim, até por questões de segurança do próprio automobilista. A lei não prevê o uso de vidros escuros para regime geral, mas está a ser estudada a possibilidade da alteração da percentagem de opacidade que os vidros dos veículos podem ter”, explicou.
 “Se o automobilista tiver necessidade de escurecer os vidros do seu automóvel, deve dirigir um requerimento ao Comandante Geral da Policia Nacional  a explicar os motivos. Os mesmos serão analisados e se forem justificáveis o pedido será aceite”, esclareceu Angelino Sarrote.
A polícia pede aos automobilistas o cumprimento da lei.
REACÇÃO DOS AUTOMOBILISTAS
Que as autoridadse sejam os primeiros a cumprir. O automobilista Simão Sabão é de opinião que “se se mudar vai ser bom para a identificação do veículo e ajudará o agente regulador a fazer o seu trabalho. Pois a diversidade de chapas de matrícula é sinónimo de desorganização no país”.
“Não podemos usar graffitis nas chapas de matrícula nem escurecer muito os vidros do carro, e que as autoridades do país sejam o modelo a seguir. Pois se eles alteram as chapas de matricula dos seus carros e escurecem os vidros dos mesmos, o que nós cidadãos comuns iremos fazer, se não copiar o que eles fazem? E até por que dá ao veiculo outro brilho”, disse o automobilista. O mesmo contou que já foi multado por circular com um veículo de vidros escurecidos aplicados por ele. Outro automobilista que pediu o anonimato defendeu o respeito pelas  normas estabelecidas. “Os que fazem, aplicam e fiscalizam a lei, devem cumprir de igual modo o regulamento do Código da Estrada”, afirmou o nosso entrevistado.
 “Elementos da autoridade dizem que o fazem para elevar o charme e embelezar o carro  e o automobilista comum também o faz com o mesmo fim”, acrescentou.
“Muitos com veículos de vidros escuros ou fumados transportam armas de fogo, droga ou outros ilícitos. A polícia quando os interpela deve fazer a vistoria e aplicar a multa recomendada ou prendê-los, mas a todos sem distinção nem excepção. E que a alfândega impeça a entrada no país de veículos com vidros escuros que não são de origem”, disse.
Os automobilistas pedem a policia um comportamento mais pedagógico e prometem mais disciplina.
FABRICANTES DE MATRÍCULAS
Numa visita feita a algumas casas que fazem chapas de matrícula, os responsáveis dizem estar legais.
Afirmam que quando são procurados pelo cliente aconselham-no a optar por chapas com fundo preto e caracteres brancos porque caracteres com cor diferente das regulamentares implicam multa.
Segundo um dos gerentes da casa Auto Silva Lda, “os preços variam de acordo com a qualidade do material usado para fazer uma determinada chapa de matrícula, mas não foge dos dois mil e quinhentos a quinze mil Kwanzas. A escolha do tipo de chapa depende do cliente”.
Outro proprietário, preocupado, disse: “Se assim for, vai ser bom, mas estragará o nosso negócio e não sei o que faremos depois”.
Os jovens que aplicam peliculas de cor para os vidros pela temem a perda desta actividade com o novo regulamento que impeça a sua continuidade.
Os mesmos pedem ao executivo a criação de mais empregos e políticas que facilitem o acesso ao emprego.
fonte: opais.net

Costa do Marfim: O Conselho de Ministros extraordinário em Korhogo: O governo anuncia uma instância de regulação da comercialização do algodão e da castanha de caju.

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Conseil
© Abidjan.net por Atapointe
Conselho de Ministros na Prefeitura de Korhogo
Terça-feira, 2 de julho de 2013. Presidente Ouattara preside uma reunião do Conselho de Ministros, à margem da visita de Estado, no distrito das Savanas.

Instado como o homem que arbitrou uma sessão especial do Conselho de Ministros durante a visita de Estado efectuado pelo Presidente da República em maio passado, um Conselho de ministro de Estado extraordinário ocorreu nesta terça-feira, 2 de julho, na sala de reuniões da prefeitura de Korhogo. Em torno do presidente Alassane Ouattara, o Primeiro-Ministro, Ministro da Economia, Daniel Kablan Duncan e sua equipe debateram por mais de três horas sobre vários assuntos, alguns dos quais estavam diretamente relacionados com a economia do distrito de savanas. Estes incluem a realização de uma ordem que rege a comercialização de castanha de caju e do algodão, um dos dois principais produtos de exportação, e umas das principais fontes de riqueza do norte. De acordo com Bruno Kone, porta-voz do governo, essa decisão aborda o problema irritante e persistente do preço de compra mais baixo com base em especulações. Para superar as deficiências constantes, o Estado instituiu um guiché de suporte e de alisamento do preço que vá funcionar dentro do mesmo registro do Conselho de café e de cacau. Essa estrutura, segundo o porta-voz do Governo vai setar o objetivo de garantir um preço de compra fixado pelos produtores. Segundo o ministro Bruno Kone, o objetivo final das autoridades é conseguir a transformação do caju no local para beneficiar ao país mais recursos.

fonte: abidjan.net

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