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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Bissau investiga caso dos passaportes guineenses para amigos de Gbagbo.

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Bissau encara com alguma preocupação a notícia de que aliados de Laurent Gbagbo, estariam a movimentar-se com passaportes diplomáticos da Guiné-Bissau para fugirem do país.

Primeiro Ministro Carlos Gomes Jr.
Antigos dirigentes marfinenses têm passaportes da Guiné-Bissau.

Bissau encara com alguma preocupação a notícia, segudo a qual, alguns altos responsáveis do regime do ex-presidente da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, estariam a movimentar-se com passaportes diplomáticos da Guiné-Bissau para fugirem do país.
A notícia, que muito deu nos ouvidos, ganhou esta semana uma maior repercussão a nível da imprensa marfinense. O secretário de Estado das Comunidades, falando a propósito à Voz de América, disse já haver instruções claras para seguir o processo e permitir um posicionamento claro do Governo sobre a matéria.
Fernando Augusto Dias afirma que, mesmo tratando-se, de uma informação não confirmada por fontes oficiais, não deixa de ser razão de cuidado por parte do Governo para averiguar a veracidade dos factos. E disse ter dado a conhecer o facto a quem de direito e que aguarda por um desenvolvimento do assunto.
Um outro pormenor interessante, e que revela a fragilidade em termos de segurança dos passaportes guineenses, nos últimos anos, tem a ver com a circulação de diferentes gamas desta peça de identificação.
“Nos últimos anos houve situações de sucessivos governos e neste momento estão a circular em Bissau três gamas de passaportes. A gama de passaporte emitida pelo governo de Carlos Gomes Júnior é digitalizada o que torna mais dificil a sua falsificação.”
Passaportes guineenses em mãos alheias preocupam as autoridades da Guiné-Bissau. Em causa neste caso estão 85 das mais "iminentes personalidades" próximas de Gbagbo que estariam na posse dos passaportes guineenses. Um assunto muito badalado pela imprensa marfinense nos últimos dias.

Fonte: Voz da América
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Fotografia: Rogério Tuti
 O ponto mais alto da visita do Primeiro-Ministro são-tomense foi o encontro com Presidente José Eduardo dos Santos.
O Presidente da República reuniu ontem em privado com o Primeiro-Ministro de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada, com quem abordou as relações entre os dois países, à luz dos acordos assinados recentemente. 
Enquanto decorria o encontro em privado, delegações governamentais de Angola e de São Tomé e Príncipe passaram em revista acordos existentes nos diferentes sectores e perspectivaram novas áreas de cooperação, segundo declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros de São Tomé e Príncipe, Manuel Salvador dos Ramos, à Rádio Nacional de Angola.
O ministro Manuel Salvador dos Ramos realçou a cooperação no domínio petrolífero, na qual a concessionária de recursos hidrocarbonetos Sonangol se tem destacado como uma fonte de transmissão de know-how. Angola e São Tomé e Príncipe cooperam em vários domínios, como a Defesa e Segurança, Petróleos, Educação, Agricultura e Comunicação Social.
Nesta visita oficial, a segunda desde que assumiu a chefia do Governo são-tomense, Patrice Trovoada fez-se acompanhar do ministro dos Negócios Estrangeiros, Manuel Salvador dos Ramos, e do secretário-geral do Governo, António da Graça.

Reformas na União Africana

O ministro angolano das Relações Exteriores, George Chicoti, reiterou que Angola e São Tomé e Príncipe têm relações políticas privilegiadas e que, no âmbito do reforço da cooperação, vai realizar-se em Maio uma reunião da comissão mista.
No capítulo internacional, o chefe da diplomacia angolana afirmou que os dois países manifestaram alguma preocupação relativamente à situação na Costa do Marfim e Líbia. “Temos todos a mesma visão de que os conflitos em África deviam conhecer soluções pacíficas ainda que fossem difíceis”, disse.
O ministro das Relações Exteriores disse que a União Africana deve jogar um papel importante na solução dos conflitos. Para tal, defendeu reformas nos seus métodos de trabalho, sobretudo dando prioridade, na sua agenda, a aspectos mais importantes para os chefes de Estados.  Georges Chikoti disse que a Comunidade dos Estados da África Central deve trabalhar um pouco mais a agenda da integração económica e deixar questões como segurança e paz da região do Golfo para a Comissão do Golfo da Guiné: “É importante que não haja sobreposição de actividades de uma e de outra organização, para que as duas possam concorrer para os interesses da região de maneira mais eficaz.”

Sonangol no mercado

O Primeiro-Ministro são-tomense assegurou ontem estarem criadas as condições políticas em São Tomé e Príncipe para receber investimento público e privado de Angola. Falando numa conferência de imprensa, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, momentos antes de partir para o seu país, Patrice Trovoada afirmou que, tão logo as disposições jurídicas de Angola estejam operacionais, provavelmente no princípio do próximo mês, a Sonangol começa a operar no seu país na gestão portuária, aeroportuário e no sector aéreo.
Nos próximos dias, começam a  ser analisados os acordos que envolvem a participação da petrolífera nos vários domínios de desenvolvimento económico de São Tomé e Príncipe.
Para o Primeiro-Ministro de São Tomé e Príncipe o seu país apresenta outros sectores com vantagens evidentes para investidores angolanos. Nesse sentido, a visita de 24 horas a Angola foi positiva, porque os dois países tiveram oportunidade de passar em revista a cooperação bilateral e empresarial, além de terem abordado questões internacionais, sobretudo as que afectam o continente africano.
“O nosso relacionamento é dinâmico e seguro, podendo beneficiar os dois povos”, frisou o Primeiro-ministro, considerando que o mercado doméstico de São Tome e Príncipe, por ser pequeno, oferece oportunidades para os investidores.

Situação interna

Quanto à situação interna em São Tomé e Príncipe, disse haver uma óptima coabitação entre o Primeiro-Ministro e o Presidente da República e que a “ governação é feita com responsabilidade, sendo as questões do Estado geridas com base numa gestão transparente”.
“As eleições presidências, previstas para Julho, não podem constituir um foco de tensão. Temos de continuar a assumir uma postura de responsabilidade”, defendeu. Sobre a sua candidatura, afirmou: “Há vários candidatos às presidenciais e precisamos de um presidente que possa enquadrar o Governo e a presidência e ter um alinhamento perfeito quanto ao grande objectivo do país, que é o desenvolvimento de São Tomé e Príncipe”.

Fonte: jornaldeangola

Angola quer aumentar em 18 porcento áreas de conservação até 2017.

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O crescimento das áreas de protecção ambiental será possível com a criação de novos parques nacionais nas províncias de Cabinda e Kuando Kubando, além de outras zonas verdes.
Da Redação, com Angop
Luanda - As áreas de conservação que representam actualmente 6,6 porcento, a nível da superfície do território nacional de Angola, serão elevadas para 18 porcento até 2017, anunciou quinta-feira a ministra do Ambiente, Fátima Jardim.

O crescimento das áreas de protecção ambiental será possível com a criação de novos parques nacionais nas províncias de Cabinda e Kuando Kubando, além de outras zonas verdes.

Falando por ocasião do “22 de Abril”, Dia da Terra que sexta-feira se assinala, referiu que na província de Cabinda os novos parques nacionais, num total de três, serão criados nas zonas ricas da biosfera da floresta de Maiombe (Cabinda) e na zona transfronteiriça que cobre as regiões de Mavinga e Luiana (Kuando Kubango).

“A proposta foi já elaborada para o Governo e dentro de pouco tempo vamos começar a criar a rede e um novo sistema de áreas de conservação nacional e Angola vai cumprir e procurar atingir as metas estabelecidas na reunião de Nagóia (Japão) realizada o ano passado”, garantiu a ministra.

São 13 as zonas de protecção integral da natureza em Angola. Os 82.000 quilómetros quadrados que ocupam correspondem aos 6,6 porcento da superfície do país distribuídos por seis parques nacionais, um parque natural regional, duas reservas naturais integrais e quatro outras parciais.

Fonte: África 21 - DF

Violência na Nigéria - veja o vídeo.


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Ataques e mortes na Nigéria.

Usaram retroescavadora para levar caixa multibanco na Quinta do Lago.

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Uma retroescavadora foi utilizada, esta sexta-feira de madrugada, para arrancar a caixa multibanco da agência do BES, na Quinta do Lago, em Almancil, no concelho de Loulé. É o vigésimo primeiro crime do género no Sul do país em pouco mais de um ano.  

Retroescavadora utilizada no assalto.

O assalto, registado por volta das 3 horas da manhã, foi pensado ao pormenor. Os criminosos escolheram uma das poucas zonas do aldeamento turístico de luxo onde não existem câmaras de videovigilância. Os seguranças privados também não estavam por perto. Depois, furtaram uma retroescavadora do estaleiro das obras de um hotel nas imediações.
O dia também não foi escolhido ao acaso. Às portas de um fim-de-semana prolongado, a caixa multibanco tinha sido carregada e todo o dinheiro - cuja quantia não foi possível apurar até ao momento - foi furtado.  
O último crime do género ocorreu no dia 9, em Faro. A ATM da Caixa de Crédito Agrícola foi arrancada (também com uma retroescavadora furtada), mas os assaltantes não conseguiram chegar ao dinheiro e abandonaram-na pouco tempo depois.  
É o vigésimo primeiro caso conhecido desde Janeiro de 2010. Algarve e Alentejo são as zonas mais afectadas. Todos estão a ser investigados pela Directoria do Sul da Polícia Judiciária, que ainda não efectuou quaisquer detenções. 
 
Fonte: JN

Guiné-Bissau reconsidera suspensão de jornal independente.

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A decisão foi tomada depois de uma análise conjunta do Governo, do Conselho da Comunicação Social e do Sindicato de Jornalistas.

Da Redação, com Panapress

Bissau – A ministra da Comunicação Social e Porta-voz do Governo da Guiné-Bissau, Adiatu Nandigna, anunciou a anulação da decisão de suspender o semanário independente "Última Hora". A suspensão se deveu ao tratamento dado ao relatório do Departamento de Estado norte-americano que acusa soldados comandados pelo atual chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, o general António Indjai, do assassinato do ex-Presidente João Bernardo "Nino" Vieira.

"Em nome do Governo e em meu nome pessoal, lanço um vibrante apelo aos órgãos de comunicação social e, particularmente, ao jornal Última Hora no sentido de adequarem as suas linhas editoriais aos superiores interesses da Guiné-Bissau, sob pena de o Executivo fazer uso das suas prerrogativas legais para cancelar definitivamente as licenças entretanto concedidas", exortou Adiatu Nandigna durante uma conferência de imprensa ontem em Bissau.

Ela afirmou que a anulação da decisão de suspender o jornal Última Hora foi tomada depois de uma análise por partde do Governo, do Conselho da Comunicação Social e do Sindicato de Jornalistas.

Nandigna enumerou para os jornalistas presentes na conferência de imprensa um leque de artigos que, segundo o Governo, o jornal publicou sem obervar o Código Deontológico.

No termo de uma reunião do Conselho de Ministros na sexta-feira passada, o Governo determinou que a ministra da Comunicação Social tomasse todas as medidas necessárias para a suspensão do jornal Última Hora, que ele acusou de atitudes deliberadas e reiteradas "quando publica notícias que colocam em causa a estabilidade do país".

O Governo também considera que o comportamento do jornal dirigido pelo jornalista Atihzar Mendes visa “amesquinhar o desempenho do Executivo”.

Em reação ao recuo do Governo, Sabino Santos, chefe de redacção do Última Hora, disse que ainda está a ser analisado o posicionamento do Executivo, mas logo que seja possível será tornada pública a posição do semanário.

Sabino Santos afirmou que o jornal ainda não recebeu nenhuma notificação do Governo sobre a decisão.

Fonte: África 21 - DF

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