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sábado, 7 de junho de 2014

A vantagem de ter os holofotes sobre a África.

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Além de "levantar a moral" dos países, a Copa pode render dividendos reais às nações africanas, que veem no torneio uma oportunidade de se expor ao mundo.Delírio de torcedores de Gana na vitória por 1 a 0 contra a Sérvia, na Copa de 2010. Uma das melhores seleções africanas enfrentará alemães em Fortaleza.
Nigéria, Camarões,Costa do Marfim, Gana e Argélia são os cinco dos 54 países africanos que representarão o continente na Copa de 2014. Eles sabem que não são favoritos a levarem a taça, mas, sob os olhares do mundo, também têm ciência dos ganhos que os holofotes da competição podem render.

“Quando Camarões estiver em campo com o Brasil, ele sabe que as atenções do mundo estarão voltadas para ele. E os países africanos capitalizam isso muito bem. As fichas são apostadas não em uma possível vitória na final, mas já no fato de suas seleções estarem lá”, explica o presidente do Instituto Brasil-África e consultor internacional, João Bosco Monte.

Conforme ele explica, a visibilidade pode gerar dividendos reais. “Camarões, que tem no máximo 25 milhões de habitantes, que vive basicamente da agricultura, quando se expõe para o mundo tem a condição de atrair, inclusive, investimentos. Há uma ação orquestrada pela União Africana (entidade politica que congrega os países), por exemplo, que destina recursos àquelas nações, porque elas vão representar o continente na Copa”, exemplificou.

Afora isso, há, ainda, a importância do futebol para a promoção do bem estar em nações que, em alguns casos, encontram-se atoladas em crises político-econômicas. Destacar-se internamente no continente, por si só, já é motivo de orgulho. “Levanta a moral, e de forma endógena (de dentro para fora)”, observa Bosco Monte.

Assim como os brasileiros, diz o especialista, uma enorme parcela dos africanos é apaixonados por futebol – até por influência da Europa, que levou o esporte ao continente vizinho como opção de lazer, entretenimento e até de mudança de vida(Hébely Rebouças)
# opovo.com.br

PM de Timor-Leste cancela agenda de hoje na Guiné-Bissau devido a indisposição.

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Bissau, 07 jun (Lusa) - O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, cancelou toda a agenda de hoje do programa de visita à Guiné-Bissau devido a uma indisposição, disse à agência Lusa fonte da missão timorense no país.
No entanto, é esperado que o chefe de governo timorense retome no domingo os contactos, reunindo-se às 11:00 com representantes das polícias e serviços de segurança do Estado guineense e às 14:00 com as chefias militares, acrescentou.
Xanana Gusmão tinha previsto para hoje encontros com o Presidente de transição, Serifo Nhamadjo, e com o Presidente da República eleito, José Mário Vaz, para além de uma visita de cortesia à Assembleia Nacional Popular.
O primeiro-ministro de Timor-Leste está desde sexta-feira na Guiné-Bissau para convidar as novas autoridades eleitas para a cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), a realizar em Dili, Timor-Leste, a 23 de julho.
Uma missão de Timor-Leste apoiou financeiramente o recenseamento eleitoral realizado na Guiné-Bissau entre dezembro e fevereiro e Xanana Gusmão vai fazer na segunda-feira a entrega simbólica da respetivabase de dados - o registo do eleitorado já serviu de base às eleições de abril e maio (legislativas e presidenciais).
A Guiné-Bissau realizou este ano as primeiras eleições após o golpe de Estado militar de abril de 2012, o que vai permitir o regresso do país à norma constitucional, bem como o reatamento de plenas relações diplomáticas com a comunidade internacional.
O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) venceu as legislativas de 13 de abril com maioria absoluta e vai ocupar 57 dos 102 lugares da ANP.
O líder da força política maioritária, Domingos Simões Pereira, ex-secretário executivo da CPLP, vai ser o novo primeiro-ministro.
A segunda volta das presidenciais, a 18 de maio, deu a vitória a José Mário Vaz, apoiado pelo PAIGC, ministro das Finanças do governo deposto em 2012.
LFO // SMA
Lusa/fim

Ruanda: Paul Kagamé ameaça os desestabilizadores de serem mortos em plena luz do dia.

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Le président rwandais Paul Kagamé, le 11 mai 2014 à Nairobi.
O presidente ruandês Paul Kagamé, em 11 maio de 2014 em Nairobi. © AFP

A resposta de Paul Kagame ao Departamento de Estado dos EUA, nesta quarta-feira, sobre preocupação com prisões arbitrárias em Ruanda, não demorou muito. O Chefe de Estado rejeitou as críticas em ameças aos desestabilizador de serem "mortos em plena luz do dia."

Fidelidade a seus hábitos, Paul Kagame enviou uma resposta contundente aos seus críticos. Quinta-feira, 5 de junho, ele replicou às acusações do Departamento do Estado americano sobre detenções arbitrárias, com ameaças de que aqueles que procuram desestabilizar o Ruanda, serem "mortos em plena luz do dia", informou a imprensa local.

"Vamos continuar a prender mais suspeitos e possivelmente matar em plena luz do dia, aqueles que tentam desestabilizar o país", disse o presidente de Ruanda, segundo comentários divulgados pelo jornal The East African.

Respostas ao ataques da FDLR?

Quarta-feira, 4 de junho, o Departamento do Estado americano disse que está "extremamente preocupado com a detenção e desaparecimento de dezenas de cidadãos ruandeses" e pediu a Kigali para "explicar o destino dos detidos nos últimos dois meses e atualmente na prisão. " Em Maio, a ONG de direitos humanos, Human Rights Watch, já havia denunciado a onda de "desaparecimentos forçados" em  Ruanda.

O governo ruandês tinha reagido fortemente às críticas dos EUA, dizendo que "agiu legalmente para responder às ameaças à sua segurança" causada pelas Forças Democráticas para a Libertação do Ruanda (FDLR). "Um processo judicial está sendo desencadeado por ataques recentes da FDLR" tendo feito vários mortos no norte de Ruanda, explicou.

Na semana passada, quase uma centena de rebeldes hutus ruandeses se renderam no leste da RDC. Eles querem um diálogo com Kigali, que ele sempre negou.

# jeuneafrique (Com AFP)

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