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domingo, 29 de novembro de 2015

GUINÉ-BISSAU: N’HABOLA O PRIMEIRO GUERREIRO GUINEENSE DO BENFICA DE PORTUGAL.

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No âmbito da vinda do Benfica à Bissau “O Democrata” foi descobrir mais guineenses que actuaram no clube da Luz, tratam-se de Armando Fati (N´Habola), Yannick Djaló ainda com ligação aos encarnados e o luso-guineense Alberto Gomes Fonseca Júnior.

N’HABOLA: UMA ÉPOCA – 1971-1972
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Armando Fati, nasceu em Bissau, no dia 13 de Março de 1952. Jogava como Avançado ou atacante, N´Habola era seu nome de guerra. O seu primeiro clube em Portugal foi o Sport Lisboa e Benfica na época de 1971/72. Depois Jogou pelo U.Tomar, Varzim, Académico de Viseu, Leiria e Rio Ave. Considerado o maior goleador de sempre do Rio Ave (com 31 golos em duas épocas), segundo os Cadernos de “A Bola”.
Com 115 jogos em Portugal N’Habola apontou 55 golos, durante as doze temporadas de carreira futebolística de acordo com os dados disponíveis no site desportivo zerozero
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ALBERTO GOMES: SEIS ÉPOCAS – DE 1976 A 1981
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Alberto Gomes Fonseca Júnior, nasceu em Bissau no dia 28 de Agosto de 1956. É defesa e jogou seis épocas no Benfica de 1976 a 1981. Somou 123 jogos pelas águias de Lisboa e apontou somente um golo. Venceu um campeonato nacional e uma taça de Portugal, ambos pelo Benfica, alinhou nove vezes pela selecção lusa. També teve uma pequena passagem pelos Belenenses.
Infelizmente, com 24 anos apenas, o Benfica perdeu, de forma imprevista, aquele que se arriscava a ser o melhor dos laterais-esquerdos, pelo menos até ao jubileu do Centenário. Na trajectória, entretanto frustrada, para o Europeu de 80, marcou mesmo dois golos consecutivos. Na Áustria e em Lisboa, frente à Escócia.
Atingiu 9 internacionalizações, numa altura em que se afirmava como melhor lateral-esquerdo da bola indígena. Ainda no Benfica, esteve na espantosa série de 56 jogos sem perder para o campeonato, registo apenas superado pelo Celtic (62), Saint-Gilloise (60) e Milan (58), na mais que secular história do futebol europeu.

YANNICK DJALÓ: 2012….
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Yannick dos Santos Djaló (Yannick Djaló), nasceu em Bissau no dia 5 de Maio de 1986. É Internacional luso numa ocasião, mas de origem guineense que actua como avançado. Actualmente está ligado ao Sport Lisboa e Benfica clube com o qual tem contrato até Janeiro de 2017. Mas joga por empréstimo das águias no campeonato russo na formação de Mordovia Saransk.
No dia 30 de Janeiro de 2012, assinou um contrato de quatro anos e meio com o Sport Lisboa e Benfica, após ter sido um jogador livre por seis meses, quando abandonou o Sporting. Em 10 de Abril de 2014 foi emprestado ao San José Earthquakes.
Jogou 98 vezes pelos leões de 2005 a 2011, facturando 23 golos. Na Casa Pia alinhou nas 26 partidas e marcou 16 tentos e no Benfica participou em 06 encontros e não assinou nenhum golo.
Saliente-se que recebemos um comentário valioso do leitor, Filipe Sanhá na rede social facebook que nos alertou que N’habola também fora jogador do Sport Lisboa e Benfica e “O Democrata” fez o seu dever de informar e formar seu público.
Além de Armando Fati, o luso-guineense YannickDjaló mereceu destaque nesta edição.

Por: Sene Camará
Fonte: zerozero.pt

Papa Francisco é recebido por multidão em Uganda.

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Cerca de 100 000 assistiram à missa ao ar livre conduzida pelo pontífice, que homenageou mártires cristãos, mas não pregou contra a perseguição aos gays no país.

No quarto dia de sua viagem à África, o papa Francisco celebrou uma missa ao ar livre para 100.000 fiéis em Uganda. Na localidade de Namugongo, Francisco lançou uma mensagem de reconciliação em homenagem aos mártires cristãos do país no século XIX - 25 anglicanos e 22 católicos convertidos foram mortos durante perseguições entre 1884 e 1887, a maioria queimada até a morte.

Embora não tenha feito menção direta à perseguição dos homossexuais em Uganda, muitos enxergaram em seu sermão uma condenação à discriminação e à intolerância. "Como membros da família de Deus, devemos ajudar uns aos outros e nos proteger mutuamente", pregou. Mas ativistas dos direitos gays em Uganda tinham a expectativa de que Francisco fizesse um gesto mais explícito de condenação à perseguição aos homossexuais. Em 2013, o país aprovou uma lei que previa a possibilidade de denunciar gays às autoridades, com legisladores pressionando para que as práticas homossexuais fossem punidas com a pena de morte ou a prisão perpétua. A lei acabou anulada por razões processuais, mas ainda há risco de que volte a vigorar.

Hoje, os católicos compõem cerca de 40 por cento da população de Uganda. Igrejas dirigem escolas e hospitais em todo o país. No século XIX, no entanto, muitos cristãos morreram em razão de sua fé. "Eles viveram em tempos perigosos", disse o papa durante a missa, em que canto e dança tradicionais deram lugar a um estilo ocidental de coro de igreja. "Não foram só as suas vidas ameaçadas, mas também o eram a vida dos meninos mais jovens sob seus cuidados", disse.
Muitos fiéis dormiram no local da missa para garantir seu lugar. Na chegada de Francisco, a multidão em êxtase entoava: "Papa! Papa!"

#veja.com.br (Da redação, com Reuters)

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