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BAMAKO E IYAD ENGAJADOS NA MESMA LUTA CONTRA EIGS NO MALI: Cuidado com o efeito bumerangue!

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segunda-feira, 14 de maio de 2018

BRASIL: Empresária é denunciada por manter doméstica como escrava no Rio de Janeiro.

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Entre 2010 e 2011, vítima foi submetida a condições degradantes de trabalho.

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        ma empresária foi denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) por submeter a empregada doméstica de onde morava, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, a um trabalho análogo ao de escravo. A Justiça diz que a vítima chegou a ser mantida trancada dentro da área de serviço por uma semana, sem comida.
 
Segundo o G1, os casos ocorreram no período entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011. Quando a trabalhadora adoeceu, a empresária considerou que se ela não conseguia trabalhar, também não deveria receber salário ou se alimentar. 
A MPF informou que a doméstica, e outra empregada que também trabalhava no apartamento, eram vítimas constantes de xingamentos e abusos psicológicos. A proprietária da casa dizia, por exemplo, que teria que passar álcool no sofá caso elas se sentassem. Testemunhas que fazem parte da denúncia alegam que a doméstica era  submetida a jornadas de trabalho ilegais, de 7h até meia-noite, sem folgas.
Segundo a reportagem, a empregada doméstica se mudou junto com a empresária para o Rio de Janeiro. Antes, as duas moravam em Brasília. 
O MPF também acusa a mulher por fazer ameaças, dizendo que qualquer criminoso no Rio bateria na vítima por R$ 50 ou tiraria sua vida por R$ 100.
O Ministério Público denunciou o caso em 2014 e a Justiça do Rio declinou a denúncia para a Justiça Federal. Em abril de 2018, o caso foi então remetido ao Ministério Público Federal, que fez uma nova acusação.
fonte: noticiasminuto.com.br

BRASIL: Presidente Temer vai enfrentar ao menos quatro processos quando deixar governo.

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Presidente Temer

Dois inquéritos do STF e duas denúncias barradas pela Câmara dos Deputados esperam pelo presidente a partir de janeiro. 

Assim que deixar o cargo de presidente do Brasil, no 1º dia de janeiro do ano que vem, Michel Temer vai ter que enfrentar uma nova realidade jurídica. Com a mudança de foro, ele deve enfrentar pelo menos quatro processos – dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal e duas denúncias barradas pela Câmara dos Deputados, que podem ser reativadas a pedido do Ministério Público Federal – em tribunais diferentes do país, conforme destaca a Folha de São Paulo.

O presidente foi denunciado em dois processos relacionados ao caso JBS: no primeiro, por corrupção passiva; no segundo, por obstrução à Justiça e participação em organização criminosa. Os casos devem ser reativados pela Justiça Federal do Distrito Federal, a mesma que vai julgar denúncia contra integrantes do MDB, partido do qual faz parte, por formação de quadrilha.
Ainda há uma terceira denúncia que deve seguir para a instituição, também relacionada à empresa dos irmãos Joesley e Wesley Batista e ao ex-assessor de Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures.
Os inquéritos contra o presidente que tramitam no STF estão em fase de coleta de provas. Um deles seria relacionado ao caso Odebrecht, no qual o Supremo vai apurar se Temer e seus aliados negociaram com executivos da empresa. A denúncia afirma que em encontro no Palácio do Jaburu, ocorrido em 2014, foram negociados R$ 10 milhões em doações ilícitas de campanha para integrantes do seu partido.
Já o segundo inquérito investiga irregularidade em decreto assinado em maio do ano passado, no qual o presidente é suspeito de beneficiar empresas do setor privado. O caso também pode ser levado à Justiça Federal do Distrito Federal ou à Justiça de São Paulo.
Após deixar o cargo de presidente, caso Temer assuma o posto de embaixador ou de ministro em um possível governo de seus aliados, seus processos poderão continuar tramitando no STF, foro exclusivo de ministros e chefes de missões diplomáticas.
fonte: noticiasaominuto.com.br
 



Diário de Notícias PT: OPINIÃO - A raiva às mulheres sem medo.

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A forma como em Portugal se reage à afirmação pública de mulheres é um tratado de misoginia e sexismo. O caso da espanhola Irene Mozo, que escreveu cona num cartaz político e mostrou pêlos nas axilas, é eloquente.

Dezenas de milhares de pessoas na rua para defender uma miúda violada por um grupo de energúmenos e gritar por justiça. Um convento de carmelitas descalças a fazer um post no Facebook para a apoiar e homenagearA Polícia Nacional de Espanha a publicar um tuite no mesmo sentido. Dezenas de políticos a censurar uma decisão judicial que, apesar de ter condenado os violadores a uma pena pesada - nove anos de prisão - e de ter considerado que a vítima não consentiu livremente nos atos sexuais a que a submeteram, não qualificou como violenta a forma como foi submetida. O próprio Rajoy a admitir que a lei precisa de ser melhorada.
Olho para Espanha e tenho inveja. A frase "fazes a uma, fazes a todas" é ali levada a sério. Há uma consciência da relação de poder entre homens e mulheres e do facto de que a igualdade estatuída na lei há algumas décadas ainda não a aboliu. Há a noção de que é preciso denunciar e lutar. Que há muito a fazer até chegarmos onde temos de chegar, onde é justo.
E tenho inveja porque em toda a minha vida nunca vi em Portugal mulheres aos milhares nas ruas para defender outra, para se defenderem. Nunca vi uma reação assim face a decisões judiciais sexistas e insultuosas - e se as houve, basta lembrar as do juiz desembargador Neto de Moura, que em 2017 citou a Bíblia, o Código Penal de 1886 e os castigos aplicados às "mulheres adúlteras" para "enquadrar" o ataque de um homem com uma moca de pregos à ex mulher; a da Relação de Porto, em 2011, relativa à violação de uma paciente grávida pelo seu psiquiatra, absolvendo-o por "não ter usado muita violência"; a do Supremo Tribunal Administrativo que em 2014 decretou que a partir dos 50 o sexo já não tem importância para as mulheres porque já não podem ter filhos.
O que vi, demasiadas vezes, foi o contrário: ataques selváticos a mulheres por todos os motivos possíveis, sempre a reconduzirem-se ao essencial -- serem mulheres. O que vejo é raiva. Raiva em geral às mulheres e, o que é pior, de mulheres a mulheres. Uma raiva mesquinha, achincalhante, ignorante, de quem com ou sem consciência disso defende o statu quo e a chamada "ordem natural das coisas".
Olhar para os ataques de que Irene foi alvo por exemplo no Twitter, onde deu mostras de uma inteligência, capacidade argumentativa e pedagógica e paciência impressionantes, é assistir a uma espécie de catálogo das reações a uma mulher que ousa erguer-se no espaço público. Desde logo, a apreciação física: uma parte considerável dos comentários, de homens e mulheres, foram sobre o corpo de Irene. Particularmente significativa é a fúria contra os pêlos nas axilas, aliás um clássico: de cada vez que surge uma imagem de mulher que não se depila temos uma espécie de linchamento generalizado. Sucedeu com Madonna, com a filha de Madonna e em inúmeros outros casos.
Deus e o diabo estão nos detalhes. E este é muito esclarecedor do policiamento obsessivo do corpo feminino e da prescrição do que neste é admissível, ou seja, do que este pode fazer e ser - do que uma mulher pode ser e fazer, porque as mulheres são vistas sobretudo como corpos. Equiparar a não depilação, como tantas vezes vi fazer, a uma espécie de manifestação anti-natureza, como se as mulheres não tivessem naturalmente pêlos e a ideia do corpo feminino como corpo depilado não fosse um decreto cultural e social, um padrão de comportamento, é de um tal absurdo que custa a crer. E, no entanto, é o que temos. Haverá melhor prova da ausência de desconstrução dos papéis de género e de pensamento sobre o assunto, da forma como as pessoas dão como adquiridos e inquestionáveis totais ridículos e como reagem irracionalmente quando são postos em causa?
Igualmente eloquente foi a reação ao uso do calão "cona". Se em Espanha o termo "coño" é bastante mais comum e "aceite" que cá, a questão fundamental torna a ser o que é considerado aceitável numa mulher - um cartaz empunhado por um homem com a palavra ou a sua congénere masculina jamais atrairia um milionésimo da indignação e seria visto como uma manifestação de humor. Mas numa mulher o uso daquela palavra é considerado "grosseiro" e "impróprio", portanto violento. A agressividade e a violência, mesmo se discursivas, são vistas como não "pertencendo" ou "ficando bem" às mulheres, como típicas dos homens; um homem agressivo é assertivo e corajoso; uma mulher agressiva é desequilibrada, histérica, "masculina" - "anti-natural", portanto. Porque as mulheres devem ser submissas e doces e, claro, caladinhas.
Resgatar uma palavra usada como insulto e rebaixamento das mulheres e erguê-la como desafio, com orgulho, num cartaz político, tinha de fazer rebentar os curtos fusíveis de quem nunca dedicou um segundo a pensar sobre estereótipos de género e a forma como conformaram e conformam o nosso mundo, quanto mais na opressão que significam para mulheres - e homens. Irene saiu à rua para gritar que está farta dessa opressão e que não tem medo. E é isso, ela sabe, que mais assusta e enraivece a turba: não termos medo.
fonte: dn.pt

ANGOLA: (BONS) SIPAIOS DO MPLA MAS (+OU-) “MADE IN”… PORTUGAL.

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O vice-presidente do CDS-PP, Nuno Melo, desejou hoje que exista “um bom relacionamento” entre Portugal e Angola, escusando-se a comentar a transferência para o arquivo morto do MPLA do processo judicial que envolve o ex-vice-Presidente angolano, Manuel Vicente. É das tais escusas que não escusam coisa alguma. Que o diga o deputado do CDS Hélder Amaral, por exemplo. Ou Marcelo Rebelo de Sousa, ou António Costa, ou… Paulo Portas.

“Oque desejamos é que as relações entre Portugal e Angola sejam boas, porque estamos a falar de um país onde existe muito investimento português, onde trabalham muitos portugueses e que fala a língua portuguesa”, afirmou o dirigente centrista o que só por si revela a capacidade política para a descoberta da pólvora… seca.
Em Évora, à margem do Conselho Nacional do CDS-PP, o também eurodeputado assinalou que Portugal é “um Estado democrático de direito, cuja separação de poderes tem uma relevância constitucional”, referindo que esta decisão “não é uma decisão nem dos partidos, nem do parlamento, nem do Governo”.
Nuno Melo sabe que está a mentir porque, nunca como neste caso de Manuel Vicente, a decisão foi apenas política e que, por isso, enxovalhou o Ministério Público português e, com ele, todo o país. Até agora existia a dúvida, embora ténue, se em Portugal havia mesmo separação de poderes. Mas essa dúvida deixou agora de existir.
“É uma decisão dos tribunais superiores e, por isso, respeitamos as decisões dos tribunais superiores”, disse, vincando que o CDS-PP “enquanto partido que exerce um poder que é político não interfere no poder judicial”.
Não interfere? Mesmo que, remotamente, isso seja verdade, com esta decisão o CDS pode interferir à vontade porque o precedente, que fará jurisprudência, está aberto. Ficou assim legalizada a interferência.
“Há quem, noutros partidos e momentos, não tenha resistido à tentação de interferir no poder judicial, condicionar decisões judiciais e causar ruído em investigações judiciais”, acrescentou Nuno Melo, acentuando que o CDS-PP respeita “o princípio da separação de poderes”.
Questionado pelos jornalistas se o CDS-PP considera que foi um alívio, Nuno Melo respondeu que o seu partido não tem “estados de alma em relação a uma decisão judiciais que é de um tribunal superior”.
“No reverso, também não gostaríamos de ver desembargadores ou conselheiros a fazerem comentários ao desempenho do mandato parlamentar, que não tivesse a ver com a realidade específica e com a justiça”, realçou.

Discípulo de Paulo Portas

Ovice-presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), Paulo Portas, afirmou no dia 16 de Janeiro deste ano que a transição em Angola “é para levar a sério” e não “cosmética” como alguns analistas disseram. Já nessa altura os sipaios portugueses (os angolanos já há muito o faziam) receberam ordens do MPLA para virem a terreiro reproduzir as “ordens superiores”, condição “sine qua non” para que o cheque tenha cobertura.
Falando num encontro com empresários na sede da CCIP, em Lisboa, sobre as perspectivas económicas e riscos políticos para 2018 em diferentes geografias do mundo, o ex-ministro e ex-líder do CDS-PP (o grande patrono de Nuno Melo) disse que, no caso de Angola, “é uma transição para levar a sério”, tendo também sinalizado como positivas as mudanças na política cambial e na de concorrência.
O actual Presidente da República de Angola, João Lourenço, foi eleito nas (fraudulentas, importa não esquecer) eleições gerais angolanas de 23 de Agosto, tendo sucedido à liderança de 38 anos de José Eduardo dos Santos, sendo que nenhum deles foi nominalmente eleito.
Sobre o relacionamento entre Portugal e Angola, Paulo Portas não quis fazer nenhum comentário, tendo referido apenas aos jornalistas que “o relacionamento de Portugal com os países lusófonos é muito importante, não apenas para a economia portuguesa, mas para a afirmação de Portugal no mundo”.

De anti-MPLA a pró-MPLA

Segundo Paulo Portas, que também chegou – por razões de estratégia basilar do mercenarismo – a ser anti-MPLA, Portugal não deve “explicar aos angolanos como é que eles devem ser angolanos”. Nessa altura, sob as ordens do soba-maior José Eduardo dos Santos, chegou mesmo a ser designado como Luvualu de Carvalho para a Europa e América Latina.
O “essencial” – de acordo com o ex-líder de grandes militantes do CDS, caso de Jacinto Leite Capelo Rego – não eram os atropelos sistemáticos aos direitos humanos em Angola, mas sim garantir que Portugal mantinha a sua quota de negócios, mesmo que estes sejam pagos com diamantes e petróleo de sangue.
Em 2016, durante um jantar conferência na Escola de Quadros do CDS-PP (uma espécie de aulas de educação patriótica da JMPA), Paulo Portas deu razão “à escola diplomática que entende que a missão do Estado português é defender os interesses de Portugal” e que “não têm razão os que acham que é uma atribuição de Portugal explicar aos angolanos como é que eles devem ser angolanos”.
Quem viu o Paulinho e quem o vê, não é Manuel Monteiro? Desde que começou a visitar regularmente os seus camaradas do MPLA e prescindiu, pela prática, do uso de vaselina (espécie de gordura mineral extraída do petróleo), ficou mais subserviente aos donos do país, o MPLA. O rei mudou mas a subserviência manteve-se. Que o digam Hélder Amaral, Nuno Melo ou Assunção Cristas que segunda-feira estará por cá.
“Esse tempo passou quando o império caiu”, destacou Paulo Portas, reforçando que “quem sabe o futuro dos angolanos, são os angolanos”.
É verdade. Um dia destes, assim o solicite João Lourenço, Paulo Portas vai dizer, com a mesma lata, que Eduardo dos Santos não era bestial mas, isso sim, uma besta. Mas os angolanos, quando isso acontecer, vão mandar Paulo Portas e os seus restantes companheiros e camaradas (entre outros, Cavaco Silva, José Sócrates, Jerónimo de Sousa, António Costa e Passos Coelho) para o seu habitat natural, o chiqueiro onde tanto gostam de chafurdar.
O que preocupa Paulo Portas, tal como mandam as indicações recebidas pelo seu patrono e patrão, nunca foram os atropelos sistemáticos aos direitos humanos por parte do regime angolano, já que a missão do reino português passa por defender os seus negócios noutros “mercados e territórios”.
“Concentremo-nos no essencial: se Portugal não tiver uma boa relação com Angola os chineses, turcos, franceses, italianos, ingleses, espanhóis vão tomar as posições que Portugal tem em Angola”, deixou claro o ex-vice-primeiro-ministro, ex-líder do CDS, ex-anti-MPLA.

Ao estilo de Luvualu

No seu papel de Luvualu português, Paulo Portas no dia 12 de Março de 2016 sugeriu aos órgãos de soberania portugueses para evitarem “a tendência para a judicialização da relação entre Portugal e Angola”, considerando-a “um caminho sem retorno”, aconselhando a que procurarem “em todas as frentes o compromisso”. Recordam-se?
“É um apelo dirigido aos órgãos de soberania, porque é deles a atribuição, para terem isto presente, para se lembrarem destes factos, e para, dentro do que a Constituição dispõe e a lei impõe, evitarem a tendência para a judicialização da relação entre Portugal e Angola – esse seria um caminho sem retorno -, e procurarem em todas as frentes o compromisso”, apelou Paulo Portas, na intervenção de despedida da liderança (visível) do CDS, perante o 26º Congresso do partido, que decorreu em Gondomar (Porto).
O apelo foi feito “com a autoridade que quem trabalhou muito para melhorar as relações com Angola”. “Sabendo que Portugal é importante para os angolanos e que Portugal não está em condições de substituir Angola na sua política externa, pelo número de portugueses que lá vivem e que merecem o nosso respeito, pelas 2 mil empresas que estão em Angola e que merecem a nossa protecção, pelas 10 mil empresas que exportam para Angola e que nós não podemos esquecer, pela interpenetração das duas economias e dos investimentos dos dois países”, disse, a introduzir o apelo.
“Nunca se esqueçam disto: o lugar que Portugal deixar de ocupar em Angola vai ser ocupado por outros países, se calhar pelos países que se empenham discretamente em prejudicar as relações entre Portugal e Angola são exactamente os mesmos que gostariam de nos substituir em Luanda”, declarou o oficioso embaixador itinerante do MPLA, Paulo Portas.
Para Paulo Portas, “o método do compromisso é o que melhores resultados produz naqueles países e Estados que têm em afinidades electivas, e entre Portugal e Angola há afinidades electivas”.
Antes de, entre outros cargos, Paulo Portas se assumir como Luvualu português, chegou sempre a Luanda com uma mão vazia e outra sem nada, esperançado – com razão – que o beija-mão daria frutos.
“Angola é uma potência africana e o Presidente José Eduardo dos Santos é um dos líderes africanos mais respeitados e mais experimentados”, enfatizava sempre Paulo Portas. E o processo, pelos vistos, é para continuar. Basta agora substituir o nome do Presidente da República.
Em 2014, era então vice-primeiro-ministro português, veio cá dizer que os bancos centrais de Angola e de Portugal estavam a trabalhar em conjunto na situação no Grupo Espírito Santo e ramificações nos bancos do grupo nos dois países. Em estudo estava – como está sempre – a dose de sabão a usar para um melhor branqueamento.
A posição do governo português foi então transmitida aos jornalistas após uma audiência de quase uma hora entre Paulo Portas e o Presidente da República.
“Eu serei naturalmente discreto sobre essa matéria, mas sempre poderei adiantar que os reguladores de Angola e de Portugal têm trabalhado conjuntamente e eu confio nas medidas de estabilização que saberão encontrar”, afirmou Paulo Portas.
O Banco Espírito Santo detinha 55,71 por cento do BES Angola, instituição bancária que segundo o próprio regulador angolano apresentava problemas na carteira de crédito. Forma simpática e já branqueada de referir as vigarices protagonizadas por altos dignitários do regime, tal como o Folha 8 revelou por diversas vezes.
Embora sem adiantar o teor da conversa com José Eduardo dos Santos ou a solução técnica para o caso, Paulo Portas disse apenas entender que a articulação em curso é um “sinal com confiança”.
Uma semana antes, o Governador do Banco Nacional de Angola (BNA) admitia existir um “problema” na carteira de crédito do BESA, perspectivando a necessidade de um reforço de capitais.
“Há um problema nesta altura identificado com a qualidade da carteira de crédito do Banco Espírito Santo [Angola]. Temos operações em situação irregular, operações de crédito malparado”, disse o então governador do BNA, José de Lima Massano.
O Governador foi questionado pelos deputados da Oposição sobre os relatos de um volume de crédito malparado naquele banco que poderia atingir os 5,7 milhões de dólares e que teria sido alvo de cobertura parcial por uma garantia soberana do Estado angolano.
O Governador do BNA explicou que a instituição estava a ultimar a conclusão de uma avaliação à situação daquele banco, mas admitiu um cenário de “reforço dos capitais por parte dessa instituição”, entre outras “recomendações” do regulador angolano para “mitigar as irregularidades e inconformidades detectadas” no BESA.
“Não está em causa nem a garantia dos depósitos constituídos junto do BESA nem as responsabilidades que esse banco tem perante terceiros. E muito menos a estabilidade do nosso sistema financeiro”, disse José de Lima Massano.
Ainda não há muito tempo, era então ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo “Luvualu” Portas afirmou que Portugal considerava que o fenómeno das “Primaveras Árabes” foi provocado pela asfixia da liberdade e pela falência de regimes autoritários.
Traduzindo as afirmações de Paulo Portas, que têm obviamente leituras diferentes consoante os protagonistas, ficou a saber-se que em Angola, embora – na altura – o regime autoritário de Eduardo dos Santos estivesse socialmente falido e a liberdade já nem respirasse, tudo era diferente.
Embora José Eduardo dos Santos estivesse no poder desde 1979, sem nunca ter sido nominalmente eleito, ainda estava nessa altura no galarim dos bestiais e por isso merecia toda a confiança, apoio, solidariedade e outras mordomias.
fonte: jornalf8.net

ANGOLA: NÃO EXISTE LAVANDARIA QUE BRANQUEIE ESTE GENOCÍDIO!.

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É talvez a mais trágica memória de assassinatos em Angola. No dia 27 de Maio de 1977, recordo, eu era refugiado na então República do Zaire (actualmente, República Democrática do Congo), por causa da intolerância e do conflito ainda hoje reinantes em Cabinda, numa altura em que a então classe política dominante em Angola preparava a fórmula para que todo angolano fosse partidário do MPLA, até ao ponto de os angolanos se verem perante o facto de que só podiam viver para a produção do socialismo ditada pelo regime «en place».

Por José Marcos Mavungo (*)
OAno é chamado «Ano da Fundação do Partido e da Produção para o Socialismo”.
Recordo que, neste dia, o mundo se referia a Angola como um país em que se operava a «tirania da ideologia política» do MPLA contra o «fraccionismo». No próprio dia 27 de Maio, Agostinho Neto afirmou: «Não haverá perdão nem para esses aliados da reacção. Nós vamos proceder duma maneira firme e dura». Dava, assim, início a um período de «ortodoxia e choques violentos», de «ódios radicas» à volta do «27 de Maio de 2017», um período de barbárie: assassinatos atrozes de angolanos, como nunca antes o próprio colono; crime de genocídio, segundo outros, melhor inspirados.
É caso para dizer: «A grande peste destes anos de independência em Angola», sobretudo pelo terror e fulgor, pela incrível crueldade dos ideólogos do regime, que perseguem e condenam à morte cidadãos por delito de opinião, práticas essas próprias a um Estado totalitário.

«A Purga em Angola»

Foi assim que os historiadores portugueses, já falecidos, Dalila Cabrita Mateus e Álvaro Mateus designaram o título do seu polémico ensaio sobre o sangrento contragolpe de 27 de Maio de 1977 no seio do MPLA. O testemunho recolhido nesta obra – através de entrevistas a familiares das vítimas, sobrevivente, ex-elementos da DISA (polícia política) e antigos responsáveis do MPLA – dá conta de uma Angola que estava a ferro e fogo, mergulhada num clima de terror, de detenções arbitrárias e de assassinatos, de intimidações e de insegurança, forcing direccionado para todos que, eventualmente, tivessem aderido ao que, na sua declaração de Julho de 1977, o Bureau Político do MPLA designou como «tentativa de golpe de Estado» por parte de «fraccionistas», cujos principais cérebros foram Nito Alves e José Van Dúnem, versão que será alterada mais tarde para os «acontecimentos de 27 de Maio».
Falando das informações constantes na obra «A Purga em Angola», Dalila Cabrita Mateus dirá: «Não são a verdade completa sobre o 27 de Maio», mas «certamente, a verdade possível, que não estará muito longe da realidade».
Evidentemente, os autores desta obra enfrentaram dificuldades ocasionadas pela disparidade dos factos e pelo secretismo que envolveram o processo na cúpula de Agostinho Neto. Porém, os dois historiadores portugueses falam duma «purga no MPLA que atingiu enormes proporções», e optaram pela versão de 30.000 mortos, justificando que “no meio termo estará a virtude”, depois de um exame aturado de dados tão díspares que vão dos 15.000 aos 80.000… ou mais.
De entre os mortos, figuram Nito Alves (fuzilado sem qualquer julgamento por um “tribunal militar especial”) e José Van Dúnem, que tinham sido acusados formalmente de fraccionistas em Outubro de 1976. Observe-se, Nito Alves tinha apresentado 13 teses que, sustentando a “depuração ao mais alto nível dos elementos que travavam a revolução” e “a criação de um verdadeiro partido de orientação marxista-leninista”, não foram do agrado de Agostinho Neto, que temia perder o poder em Angola.
Quarenta e um anos volvidos, parece que passou despercebida aos homens do «regime en place» que existe a memória do povo que assegura o resgate das vítimas e trata de documentar cenas do «holocausto ligado ao 27 de Maio de 1977», do fim trágico de tantos angolanos. Talvez porque os filhos ideológicos do regime de partido único em Angola (1975-1990) não gostam de ouvir os relatos e testemunhos de historiadores que apontam os homens do MPLA como tendo tecido o grande garrote impiedoso que a sociedade angolana conheceu nestes anos de independência. Até podem calar estes testemunhos, mas já não podem ignorar as descrições de sobreviventes da «purga» e do testemunho dos familiares das vítimas.
Também, todos os espíritos dotados de observação não esquecem a ideologia política cega destes últimos quarenta e três anos, da sua propaganda, que hipocritamente chora os mortos de regimes sanguinários do passado colonial em Angola e em várias partes do globo, mas que já no seu país independente ergueu campos de concentração ou educação, onde foram protagonizados feitos de horror, e instituiu a DISA (Polícia Política) impiedosa, em cujas mãos muitos cidadãos receberam auréolas de martírio. Portanto, e como bem o afirmou o historiador, Álvaro Mateus, a verdade sobre este «passado sombrio» será sempre recordado, «na esperança de que não se volte a repetir».
Em Abril de 1992, o governo angolano reconhece que foram “julgados, condenados e executados” os principais “mentores e autores da intentona fraccionista”, que classificou como “uma acção militar de grande envergadura” que tinha por objectivo “a tomada do poder pela força e a destruição do presidente (Agostinho) Neto”.
Certo, as vidas destas vítimas adormeceram, mas o seu sangue clama por «justiça desde a terra até Deus», já que, na altura, Agostinho Neto não se preocupou com o apuramento da verdade, dispersou os tribunais, admitiu que se fizesse justiça por suas próprias mãos. Assim sendo, o martírio por que passaram interpela para a necessidade de uma nova Angola, onde não haverá mais desmesuradas ambições e arrogância, «inflexibilidade cega», «atitudes musculadas e impiedosas», disfarçadas de nacionalismo, que ceifam vidas humanas por delito de opinião.
É urgente que Angola descubra um Presidente coerente e de consciência lúcida, um homem de “Hagá” grande, que, com patriotismo e sapiência, opere reformas tão grandes que consubstanciem uma ruptura, que ultrapasse o desgaste a que se chegou ao fim destes 43 anos de governação afro-estalinista em Angola, anos estes marcados pela perversão da consciência política e das instituições da Governação, da Ordem Pública, do Exército e da Justiça aos fins de ganho pessoal e partidarista.
Observa-se, desde 2017, um novo vento sopra em Angola, que favorece cada vez mais a tomada da consciência do cidadão como detentor de direitos inalienáveis, entre os quais o direito a viver num país onde reina justiça, fraternidade, paz e o desenvolvimento sustentável. Referindo-me à campanha eleitoral de Agosto 2017 em Angola, lembro-me do famoso slogan de João Lourenço (JLo), actual Presidente de Angola: «corrigir o que está mal e melhorar o que está bem».
Assim sendo, talvez em nome do regime, JLo, venha anunciar a sua «mea culpa», pedindo perdão a familiares das vítimas e assumir “o sofrimento provocado” como consequência da incarnação de uma “ideologia política perversa” que acreditava poder odiar e eliminar o diferente, simplesmente porque não lhe reproduzia o modelo ideal a que tinha em mente.
Se tal for o caso, não sei que sabão vai usar na lavandaria, mas jamais qualquer detergente branqueará as nódoas de sangue que deixaram durante mais de três décadas e fez pelo menos 30.000 mortos. Os homens do regime bem centrifugam, mas não dá para afastar das nossas memórias a violência das suas acções, os crimes que não foram resolvidos, as prisões arbitrárias, «o ódio e a tortura», «as condenações sem julgamento ou execuções sumárias», para assegurar a felicidade dos “homens do regime en place”, de resto.
Se querem devolver a frescura e o brilho à sociedade angolana, eliminar aquele vinco que teima em não sair, entreguem-se e denunciem outros «pestíferos» (como diria Albert Camus) para que sejam trazidos para a «Comissão da Verdade», como foi o caso da África do Sul, e, assim, tirar lições susceptíveis de traçar as linhas mestras de uma verdadeira reconciliação em Angola.
(*) Activista dos Direitos Humanos
fonte: jornalf8.net

Neymar é eleito o melhor do Francês; PSG garante sua permanência.

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Segundo rumores, atacante estaria próximo do Real Madrid


Segundo rumores, atacante estaria próximo do Real MadridFoto: Franck Fife/AFP




Apesar de não jogar a parte final da competição por conta de lesão no pé direito, Neymar superou os companheiros de clube Edinson Cavani e Kylian Mbappé, assim como Florian Thauvin do Olympique de Marselha.
O craque brasileiro Neymar foi eleito o melhor jogador do Campeonato Francês da temporada 2017-2018, neste domingo, durante festa de premiação organizada pelo sindicato de jogadores (UNFP).
Apesar de não jogar a parte final da competição por conta de lesão no pé direito, o atacante do Paris Saint-Germain superou os companheiros de clube Edinson Cavani e Kylian Mbappé, assim como Florian Thauvin do Olympique de Marselha.
Na hora de receber o prêmio, o craque deu boa noite a todos em francês. 
"Agradeço a meus companheiros, a todo meu time. Estou muito emocionado, muito feliz por nossa temporada. Agradeço minha família, meus amigos, quero simplesmente dizer que estou muito feliz e agradecido. Sem meus companheiros não teria recebido este prêmio", indicou.
"Parabenizo Kylian, Cavani e Thauvin pela temporada. Foi realmente uma grande temporada. Obrigado a todos", acrescentou.
Em 20 jogos na Ligue 1, Neymar marcou 19 gols e deu 13 assistências, contribuindo para o título da equipe da capital. 
O técnico Unai Emery foi eleito o melhor treinador, depois dos títulos da Ligue 1, Copa da França e Copa da Liga. Ainda assim, o espanhol não vai continuar no cargo na próxima temporada.
Já Mbappé conquistou o título de melhor jogador jovem da temporada pelo segundo ano consecutivo. O melhor goleiro foi Steve Madanda, do Olympique de Marselha, enquanto o melhor francês jogando fora do país foi N'Golo Kanté, do Chelsea.
O gol mais bonito da temporada foi marcado pelo brasileiro Malcom, que defende as cores do Bordeaux.
O time ideal do campeonato está recheado de brasileiros, com Daniel Alves, Marquinhos e Thiago Silva (PSG), Luiz Gustavo (Olympique de Marselha) e Neymar. Cavani forma a dupla de ataque ao lado do camisa 10.
fonte: folhape.com.br

Portugal: Benfica vai lutar pelos milhões e leão reabre feridas.

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Encarnados venceram e beneficiaram da derrota do Sporting no Funchal, onde houve insultos para os jogadores e Jesus saiu irritado
O Benfica garantiu ontem a possibilidade de chegar à fase de grupos da Liga dos Campeões e a um encaixe a rondar os 40 milhões de euros. O triunfo dos encarnados e a derrota do Sporting no Funchal diante do Marítimo valeram às águias um segundo lugar que é "uma espécie de prémio de consolação",disse no final da partida o treinador Rui Vitória. Pelo contrário, na Madeira, o desastre leonino rapidamente reabriu feridas internas, com os adeptos a contestarem jogadores e o treinador Jorge Jesus, que se irritou com perguntas sobre o seu futuro.
Para a equipa da Luz, faltam agora duas pré-eliminatórias pela frente para chegar à tão ambicionada fase de grupos da Champions. O próximo mês de agosto promete ser crucial na próxima época encarnada, pois a 3.ª pré eliminatória disputa-se nos dias 7 ou 8 e 14, enquanto o play-off realiza-se a 21 ou 22 a primeira mão e 28 e 29 a segunda mão. No meio disso tudo, há ainda os jogos de início da Liga.
Se conseguir passar essas duas rondas, o Benfica encaixa de imediato 42,5 milhões de euros, tendo em conta as novas regras da UEFA, que tem em conta o ranking dos clubes para atribuição de prémios aos 32 apurados para a fase de grupos. Assim, ao montante fixo de 15 milhões de euros é preciso acrescentar o valor determinado pelo ranking, o que no caso atual dos encarnados representará um pouco mais de 25 milhões.
Rui Vitória assumiu no final da partida que, falhado o principal objetivo que era a conquista do título, o segundo lugar é "uma compensação" que se torna "meritória para todos os que trabalharam". O técnico benfiquista assumiu ainda que esta época "foi de certa forma cruel" e que a possibilidade de chegar à Liga dos Campeões no mês de agosto "é algo que dá alento" aos encarnados tendo em vista o início da próxima temporada.
Quem tem confirmada a fase de grupos da Champions é o FC Porto, que já tem garantido um encaixe superior a 40 milhões de euros.
Momentos de tensão no Funchal
A derrota na Madeira atira com com o Sporting para a Liga Europa, faltando agora saber se entra diretamente na fase de grupos, o que apenas sucede se no próximo domingo conquistar a Taça de Portugal frente ao Desp. Aves - caso contrário são os avenses a terem esse previlégio, passando os leões a ter de disputar a 3ª pré-eliminatória.
O ambiente no final da partida do Funchal era de cortar à faca entre os jogadores e os adeptos do Sporting. Afinal, a SAD ficou privada de chegar à tão desejada Champions e a um encaixe superior a 20 milhões de euros. Após o apito final , os jogadores leoninos iam agradecer ao público, mas Rui Patrício acabou por voltar para trás, devido aos insultos que lhe eram dirigidos por causa do frango que concedeu no segundo golo do Marítimo, isto perante os protestos de Acuña, que saiu em defesa do guarda-redes.
Já fora do estádio, antes da partida do autocarro para o aeroporto, o ambiente era bastante tenso, com muitos adeptos a insultarem os jogadores e treinador, o que obrigou a que a polícia fizesse um cordão para evitar males maiores. Fábio Coentrão e William Carvalho ainda tentaram acalmar os ânimos, isto perante a recusa de Rui Patrício e do treinador Jorge Jesus em se aproximarem dos adeptos.
Jaime Marta Soares, presidente da mesa da Assembleia Geral do Sporting, era o dirigente que liderava a comitiva, face à ausência do presidente Bruno de Carvalho, que ficou em Lisboa. "As pessoas estão desanimadas. É uma reacção natural", disse Marta Soares à SportTV . No aeroporto voltaram a viver-se momentos de tensão.
Jorge Jesus admitiu que "o Sporting nunca conseguiu ter a habitual dinâmica ofensiva", queixando-se do "antijogo" dos jogadores do Marítimo "logo na primeira parte". Ainda assim, assumiu que a equipa "tinha de fazer mais para chegar à vitória". "Não sei se foi ansiedade. A equipa teve crença, mas não foi tão fresca. Os jogadores estão a sentir os 60 jogos", justificou, garantindo que "a equipa sentiu muito a derrota". Questionado sobre se tem condições para continuar no Sporting, Jesus atirou, irritado: "Não respondo."
fonte: dn.pt

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