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terça-feira, 10 de novembro de 2015

GUINÉ-CONACRY: ANTES DA CÚPULA 21 - CINCO PRESIDENTES AFRICANOS EM FRANÇA.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Antes da CÚPULA 21, a ser realizada em Paris, no final deste mês, o presidente François Hollande quis garantir e mostrar por meios interpostos, o apoio de alguns líderes africanos. Sendo assim, ele convidou para o Eliseu, antes do grande encontro do ambiente, nesta terça-feira, 10 de novembro a partir de 13 horas, os convidados da França tiveram os nomes publicados: Alpha Conde, presidente da República da Guiné, Thomas Boni Yayi, Presidente da República do Benin, Ali Bongo Ondimba, presidente do Gabão, John Dramani Mahama, Presidente da República do Gana, Hailemariam Dessalegn, o primeiro-ministro da República Federal Democrática da Etiópia, todos eles disseram que sim para vir harmonizar os ângulos com o líder do país de acolhimento. Quase em uníssono, anunciavam a vontade da África de estar presente para defender seus interesses em um mundo respeitador da ecologia.



Este importante reencontro se desenrolou na presença efetiva de Laurent Fabius, Ministro dos Negócios Estrangeiros e do Desenvolvimento Internacional, Ségolène Royal, Ministro da Ecologia, Desenvolvimento Sustentável e Energia, Annick Girardin, Secretário de Estado responsável pelo Desenvolvimento e Francofonia, assim como Nicolas Hulot, enviado especial para a proteção do planeta, Jean-Louis Borloo de Presidente da Energia para a África e Akinwumi A. Adesina, Presidente do Grupo do Banco Africano de desenvolvimento.

A conferência sobre o clima COP 21 é para os cinco líderes africanos, apreciarem uma oportunidade para abordar questões de sua eletrificação que ainda sofre de financiamento aleatório ou sem energia não há desenvolvimento real. Lenin em seu tempo com a NEP, tinha feito uma demonstração poderosa.
O primeiro-ministro etíope é direto: "A África precisa de eletricidade, esta questão está no centro das nossas preocupações atuais." Ele sabe que 75% dos africanos, ou seja 650 milhões de pessoas, vivem
mesmo na escuridão.

Isto já não é aceitável no século 21! Os cinco mil milhões de dólares de custo anual que tal projecto deveria ser encontrado a todo preço para impulsionar a economia global e tirar o continente de precariedade e de pobreza de forma gradual, mas sobretudo rapidamente.
François Hollande aproveitou a oportunidade para defender a África, no estilo que ele sabe, dizendo: "Amanhã, em Malta, várias iniciativas serão tomadas por África e pela África (...) Temos de elevar o nível de financiamento (para o continente) para estar no centro das negociações de Paris. "

Durante este encontro, os diferentes presidentes não se esquivaram da questão da migração da população, indissociavelmente ligada às questões das alterações climáticas e as disparidades económicas e pobreza generalizada. O elenco do Presidente Hollande, que convidou ambos os francófonos e anglófonos têm também fecundado evolução das discussões. Os esforços e sacrifícios do continente Africano devem ser considerados neste mundo do ambiente, da justiça e da ética.

De Maria BABIA para GCI
2015-GuineeConakry.Info

"Não há um plano para a sucessão de José Eduardo dos Santos".

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Rafael Marques considera que o Presidente angolano planeia recandidatar-se, estando a levar a cabo um "massacre para renovar o poder pela via da violência" e a "minar as bases do Estado para uma transição pacífica".
Comemoram-se esta quarta-feira, 11 de novembro, os 40 anos da independência de Angola. Durante 36 deles, José Eduardo dos Santos foi o Presidente do país. O seu actual mandato termina em 2017.

Num cenário de contestação social e instabilidade económica no país, o 40º aniversário de Angola independente assinala-se também de olhos postos no futuro político do país.

A DW África falou com o jornalista e ativista angolano Rafael Marques sobre a sucessão de José Eduardo dos Santos.

DW África: 36 anos depois, já se prepara a sucessão em Angola? Já há um plano?

Rafael Marques (RM): Tanto quanto eu sei, não há plano nenhum para a sucessão do Presidente José Eduardo dos Santos. Se há algum plano, é o de ser ele o seu próprio sucessor. Ou o seu filho. Mas são planos apenas informais. Esse é um dos grandes dilemas que vivemos neste momento, porque o Presidente cada vez mais se mostra incapaz de dar conta dos assuntos do Estado e cada vez mais está ligado aos assuntos familiares. Trata os assuntos do Estado como se de família se tratassem. Mesmo a transferência de negócios e de património do Estado para os seus filhos está a ser feita de uma forma que revela que é alguém que já não têm o mínimo de cuidado com as leis e que pode até acabar por ser julgado pela forma tão aberta como está a cometer crimes de peculato, entre outros.

DW África: Acha que José Eduardo dos Santos está a pensar recandidatar-se?
José Eduardo dos Santos, após a votação nas eleições de 2012
RM: Não só está a pensar em recandidatar-se, como todo este movimento de procurar supostos golpistas, e agora até esta ideia de que a NATO poderia envolver-se numa invasão a Angola, são pretextos para justificar - caso a situação económica continue a deteriorar-se, como temos estado a verificar - o massacre para renovar o poder pela via da violência e do medo. É uma constante na forma de fazer política em Angola.

DW África: Falou anteriormente de Filomeno dos Santos, filho do Presidente, como hipótese para a sua sucessão. E Manuel Vicente, actual vice-Presidente de Angola, poderá ser um nome considerado pelo MPLA?

RM: Todos sabemos que Manuel Vicente é uma marioneta do Presidente José Eduardo dos Santos. E não tem apoios no MPLA que lhe possam garantir a manutenção do poder logo após a saída do Presidente, quaisquer que sejam as circunstâncias da sua saída. Do ponto de vista formal, Manuel Vicente seria automaticamente indigitado como Presidente, se a saída acontecesse até 2017. Mas estamos a falar de um ano e meio, praticamente. Fora isso, sabemos que Manuel Vicente é apenas mais uma figura que o Presidente utiliza para tentar dar a ideia de que tem mais alguém com que pode partilhar o poder. No entanto, aquilo que conhecemos do Presidente vai pela máxima dos ditadores: depois de si, não há mais nada.

DW África: Vários analistas consideram que, no dia em que José Eduardo dos Santos deixar o poder, a situação vai tornar-se complicada em Angola. Acha que a sucessão será pacífica ou espera violência, de alguma forma?

RM: As coisas não ficarão complicadas pela saída de José Eduardo dos Santos. O Presidente é que está a complicar a situação, está a minar as bases do Estado para uma transição pacífica. Quando manda prender os activistas e os acusa de tentativa de golpe de Estado, quando nomeia um embaixador itinerante que vai a todo o país dizer que estes jovens, coitados, estão em contacto com a NATO para vir bombardear Angola. Não faz sentido nenhum. É a lógica da estupidificação do pensamento e da consciência dos angolanos. É uma forma de criar medo, através da brutalidade da linguagem belicista, do poder. E esse tipo de ações têm uma mensagem clara: se alguém desafiar o poder do Presidente José Eduardo dos Santos, vai ter guerra. Como não há uma força capaz de fazer guerra contra o MPLA, o que se subentende com esta ameaça é que o MPLA não pensará duas vezes em massacrar todos aqueles que se opõem ao poder do Presidente.
#dw.de

Nigéria: Presidente Buhari afasta 17 secretários permanentes.

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Presidente nigeriano Muhammadu Buhari

O presidente nigeriano Muhammadu Buhari ordenou nesta terça-feira o afastamento imediata dos 17 secretários permanentes.

O cargo de secretário permanente é a mais alta hierarquia no serviço público e os titulares exercem enormes poderes.

A Ordem do presidente Buhari foi comunicado em uma reunião na vila presidencial em Abuja.

A ordem, de acordo com fontes, foi destinada a reforçar a Função Pública Federal.

Os nomes dos oficiais afetados não foram divulgados ao público.

#africareview.com

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