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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Senegal: Escândalo financeiro atinge a Delegação Geral da Peregrinação

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Sobrefaturamento, aquisições fictícias, falsas certificações de serviços, recrutamento nebuloso ... A lista de falhas está longe de ser exaustiva.
A Delegação Geral de Peregrinações (PGD) aos lugares sagrados do Islã está no centro de um grande escândalo financeiro.

O relatório de auditoria do Ministério das Relações Exteriores decifrado pelo L'Observateur entregue nesta segunda-feira é mais do que esmagador.

Em 2016, 10.525 peregrinos foram escoltados, mas os verificadores observaram em seu relatório que houve um pagamento de taxas de exames médicos para 281 pessoas extras, ou 985.000 FCFA.

Além das violações do Código de Contratos Públicos, a Delegação Geral gastou 7 milhões na compra de 11.700 litros de gasolina para dois carros.

O combustível, recebido em 31 de agosto de 2016, foi liquidado pela Dgp no mesmo dia, enquanto já estava em missão na ... Arábia Saudita.

Também foi mencionado no relatório, um recrutamento nebuloso de 55 (cinco) guias pagos a 105.000 Fcfa cada, ou uma bonita soma de 17.167.000 Fcfa.

fonte: seneweb.com

Senegal: Seu ameaçador Macron contra o G5: "Nunca houve um incidente" (Issoufou)

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Os presidentes do G5 Sahel se reuniram em 15 de dezembro no Níger. Objetivo: reunir-se diante dos túmulos das vítimas da recente ofensiva terrorista que deixou pelo menos 71 mortos, vários feridos e desaparecidos e se reunir para "falar a uma só voz", em direção ao cume de Pau, previsto para o início de 2020. A posição do G5 Sahel já está claramente definida. A luta contra o terrorismo requer o envolvimento de todos os parceiros.
"Essas pessoas aperfeiçoaram seus métodos de trabalho, se profissionalizaram e temos que lutar contra pessoas que vieram de outras áreas onde lutaram, na Síria, e que contribuem para o treinamento dessas pessoas. Portanto, precisamos dos aliados, precisamos ter um trabalho muito mais transparente e coordenado entre nós. Estamos abertos a qualquer parceria internacional que possa nos ajudar na luta contra o terrorismo ", afirmou o Presidente em exercício do G5, Rock Marc Christian Kaboré.

Aqueles que esperavam uma pausa na parceria entre o G5 Sahel e a França, a pedido dos Presidentes Africanos, podem ficar desiludidos. Melhor ainda, o presidente do Níger descarta qualquer idéia de tensão com a França.

"nunca houve um incidente com o parceiro francês", tranquiliza Issoufou, sorrindo, à Rfi.

fonte: seneweb.com

Crise económica paralisa indústria de bebidas em Angola

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O alerta é do presidente da associação do setor: a falta de divisas e a quebra do poder de compra estão a paralisar a indústria angolana de bebidas, levando as fábricas a suspender total ou parcialmente a atividade.
Angola Luanda Kwanza (DW/V. T.)
"Temos, neste momento, fábricas que estão paradas, outras que produzem a menos de 50% da sua capacidade de produção por causa desta conjuntura económica" e da crise que se arrasta desde 2014, lamentou o presidente da Associação das Indústrias de Bebidas de Angola (AIBA), Manuel Sumbula, em entrevista à Lusa.
Além da perda de poder de compra da população, que "caiu bastante" nos últimos anos traduzindo-se numa quebra acumulada do consumo de cerca de 50%, entre 2018 e 2019, a indústria sofre os efeitos da falta de divisas e da desvalorização da moeda.
"Nos últimos tempos, a necessidade de divisas aumentou de forma brutal porque os recursos diminuíram bastante, fruto da descida de preços do petróleo", justificou.
Setor propõe reserva de divisas
Como Angola usa unicamente o petróleo para arrecadar divisas no mercado internacional, a prioridade do Governo tem sido a diversificação da economia para poder exportar e ter outras fontes de divisas.
Mas, por enquanto, a disponibilidade de divisas é insuficiente, pelo que os industriais têm estado em contacto com o executivo e o Banco Nacional de Angola para encontrar alternativas que permitam "previsibilidade" na produção do setor e na sua relação com os fornecedores, de quem dependem para adquirir matéria-prima.
"É insustentável manter uma indústria com o peso da nossa com este nível de desvalorização do kwanza. Nós vendemos os nossos produtos em kwanza, mas para importar matéria prima precisamos de transformar estes kwanzas em dólares, em divisas. O tempo que um banco ou o BNA demoram a disponibilizar essas divisas, leva o kwanza a desvalorizar criando um problema brutal para quem vai comprar as divisas para importar matéria-prima", referiu o responsável da AIBA.
A associação defende, por isso, a possibilidade de ativar uma reserva de divisas especificamente para esta indústria, uma proposta que já foi apresentada ao BNA.
"É preciso que as medidas sejam tomadas de forma célere para evitar que mais fábricas parem. Precisamos de ter capacidade de produção para abastecer o nosso mercado", insistiu, lembrando que praticamente a totalidade da matéria-prima usada nos processos produtivos das bebidas é ainda importada.
Angola Luanda Cuca (Cerveja Cuca) Bierfabrik
Fábrica da cerveja Cuca, em Luanda.
Novos impostos agravam situação
A situação tornou-se ainda mais complexa com a introdução de novos impostos como o IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado) e o IEC (Imposto Especial de Consumo).
E se o IVA "é um imposto mais justo", no caso do IEC "as taxas são demasiado elevadas" para a realidade angolana, com a indústria a propor uma distinção entre categorias, segundo o teor alcoólico das bebidas, e a redução das taxas para 10% nas cervejas e 2% no caso dos sumos e refrigerantes.
Manuel Sumbula destacou que, nos últimos dez anos, a indústria angolana de bebidas tem dado um contributo valioso para a balança comercial, um impacto que estimou cerca de 1,5 mil milhões de dólares por ano, bem como para a criação de emprego.
A indústria tem estado "a fazer uma luta grande no sentido de manter as fábricas a produzir a um bom ritmo bom, para manter os seus trabalhadores", mas mesmo assim foi obrigada a cortar 5.000 postos de trabalho nos últimos dois anos, cerca de um terço do emprego que criava na altura, indicou.
Atualmente, o setor gera 13 mil postos de trabalho diretos e cerca de 42 mil indiretos nas indústrias adjacentes, que Manuel Sumbula afirmou representarem uma forte aposta.
Exportação não é solução
 
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Angola: Dançar contra a pobreza no Sambizanga

"O setor da bebida sentiu a necessidade de incentivar outras empresas a investir em Angola. Até 2010 quase tudo era importado e houve uma decisão de trabalhar no sentido de trazer investidores para se instalarem aqui porque temos um mercado de necessidade", notou.
Uma bebida tem várias fábricas, exemplificou, apontando os rótulos, as embalagens, as tampas, as latas, as garrafas, a matéria-prima. A maior parte já está a ser produzida em Angola, mas no que diz respeito às matérias-primas continuam a ser importados em grandes quantidades o 'gritz' (milho usado na produção de cerveja), o malte, o açúcar e a polpa de fruta.
O líder da AIBA disse ainda que a exportação "é uma estratégia", mas os elevados custos de produção tornam as bebidas angolanas pouco competitivas. 
Além de muitas fábricas continuarem a recorrer a geradores, a necessidade de ter estações de tratamento de água para produção bem como para tratar as águas residuais, encarece o produto. Por isso, a exportação "não é solução de momento para sair da crise".
Ainda assim, a indústria angolana já exporta "de forma tímida" para países da região como Moçambique e África do Sul, para Portugal e França e até mesmo para a China.
A AIBA foi criada em 2014 e congrega atualmente cerca de 40 membros incluindo as maiores empresas como a Refriango, a Cuca ou a Sumol-Compal.
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fonte: DW África

Moçambique: "Intelectuais pró-Nyusi usam meios de comunicação públicos para escamotear a verdade"

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Ataques de defensores do Presidente Nyusi e FRELIMO nas redes sociais sobem de tom. E sobem também de patamar: acontecem agora sob as luzes da ribalta da comunicação social pública, paga pelo contribuinte. Quem os pára?
Filipe Nyusi, Presidente de Moçambique

Filipe Nyusi, Presidente de Moçambique
Não é apenas no norte e centro de Moçambique que se assiste a confrontos: o sul é também cenário de uma batalha campal. Mas, aqui, os confrontos são de posições e com direito a ataques verbais e insultos.
A cidade de Maputo é o epicentro que opõe intelectuais tidos como pró-Filipe Nyusi e FRELIMO, o partido no poder, a ONGs da sociedade civil mais destacadas. Estas têm-se notabilizado por fazer o contraponto ao Governo de forma consistente.
Já os intelectuais pró-Nyusi são vistos como a mão suja do partido no poder, como reação à acutilância da sociedade civil. Há o entendimento de que o seu objetivo é descredibilizar a sociedade civil. Os ataques que começaram nas redes sociais, entretanto, tem direito agora a um palco de luxo: a comunicação social pública, paga pelo contribuinte.
 
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Moçambique: "Intelectuais pró-Nyusi usam meios de comunicação públicos para escamotear a verdade"

Manipulação da opinião pública
Ernesto Nhanale, especialista em comunicação social e diretor do MISA-Moçambique, menciona "o facto daqueles que têm poder usarem os meios de comunicação social públicos para escamotear a verdade".
"Uma coisa é o debate nas redes sociais, em que cada um usa a sua página para expressar de forma autoritária o seu pensamento, mas, quando chegamos ao nível de privatizar os meios de comunicação públicos para manipular a opinião pública de forma deliberada isto não é bom", sublinha.
As redes sociais são os ringues onde se assiste a combates entre pugilistas de categorias diferentes. Por exemplo, enquanto a sociedade civil se foca no seu trabalho, apresentando evidências e seguindo à letra o adágio popular que diz "os cães ladram e a caravana passa", os intelectuais pró-FRELIMO esperneiam e apostam, muitas vezes, nos insultos e acusações nunca provadas, como por exemplo de serem a "mão externa" ou de obedecerem a agendas ocultas.
Redes sociais e comunicação social: um casamento possível
Casos houve até em que queixas foram submetidas à Procuradoria Geral da República (PGR) contra alguns dos tais intelectuais. Mas a subida do debate à esfera da comunicação social é uma tendência que se firma, contudo, obedecendo a regras, explica o docente de comunicação social especializado em redes sociais, Celestino Joanguete. 
Mosambik Armando Guebuza
Armando Guebuza, ex-Presidente de Moçambique
"Alguns meios de comunicação social socorrem-se de algumas fontes das redes sociais, fontes fidedignas, claro. E isso acaba por ser repercutido. Há relação direta entre os debates das redes sociais para os meios de comunicação clássicos. Há até fontes [jornalísticas] que acabam citando os debates das redes sociais", esclarece o entendido em redes sociais.
Muito abaixo do G40
Durante o último mandato de Armando Guebuza, o apelidado G40 ficou célebre. O grupo de intelectuais, defensor ferrenho do ex-Presidente, tinha os microfones dos órgãos públicos, pagos pelo contribuinte, ao dispor, e foi duramente contestado tanto pela sociedade como por jornalistas.
Contudo, tinham um ponto forte: a sua "propaganda" estava assente em argumentos. Já os atuais intelectuais pró-Nyusi em nada podem ser equiparados ao G40. Alguns deles foram até nomeados para altos cargos públicos, o que é entendido como uma espécie de premiação pelos "bons serviços".
A desonestidade intelectual
Sobre este novo grupo, Ernesto Nhanale entende que "o importante é pensar na qualidade das pessoas e estratégias que estão a aplicar. Pessoas que são montadas pelas equipas de partidos políticos de governos e governantes para pressionarem os meios de comunicação social para uma cobertura favorável sobre o que eles fazem para tirarem ganhos na opinião pública, [e isso] nós sempre teremos."
Symbolbild Apps Facebook und Google Anwendungen (picture-alliance/dpa/S. Stache)
Nhanale fala mesmo em desonestidade intelectual: "Coloca-se nesse tipo de funções pessoas que não têm nenhum nível de responsabilidade suficiente para compreender que é preciso ir a um debate em respeito às posições diferenciadas. As pessoas não têm vergonha de defender uma posição com a qual elas próprias não concordam".
Órgão regulador teria algum papel?
E teria o Conselho Superior de Comunicação social, o órgão regulador, o papel de restabelecer o equilíbrio nesta guerra? O diretor do MISA-Moçambique tem dúvidas. 
"Neste caso, não consigo visualizar o papel do Conselho Superior de Comunicação Social, porque estaríamos perante formas de censura não objetiva, dificil de capturar. Seria uma violação às liberdades, dificilmente poderíamos encontrar um papel efetivo do CSCS neste tipo de casos", conclui.
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fonte: DW África

Governo expulsa chefe da Missão da ONU

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O Governo maliano deu 24 horas ao chefe da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização do Mali (Minusma), em Kidal, para abandonar o país como “persona non grata”, noticiou, hoje, a Panapress.

Segundo o ministro maliano dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Internacional, Tiéblé Dramé, a decisão seguiu-se a declarações feitas pelo diplomata francês Chistophe Sivillon, chefe da Minusma, em Kidal, Norte do país, durante um congresso do Movimento Nacional para a Libertação do Azawad (MNLA), um dos grupos armados que assinaram o Acordo de Paz e Reconciliação do Mali, no termo do processo de Argel. Num comunicado, o Governo maliano lembra que, durante as conversações que precederam esta decisão e em conformidade com as resoluções pertinentes do Conselho de Segurança da ONU, os responsáveis da Minusma reafirmaram o compromisso da Missão com a soberania, a unidade e a integridade territorial do Mali.
O Governo maliano presta homenagem ao sacrifício das forças de manutenção da paz tombadas em solo maliano, acrescenta o comunicado, que saúda e incentiva o pessoal da ONU, no Mali, empenhado na execução do mandato conferido pelo Conselho de Segurança.
No discurso proferido no congresso do MNLA, em 30 de Novembro último, Chistophe Sivillon teria utilizado expressões que chocaram a opinião pública maliana, como “queridos convidados vindos do Mali”.
Tais expressões foram consideradas “tendenciosas porque sugeriram que Kidal não faz parte do Mali”.
fonte: jornaldeangola

Ministro da Defesa efectua visita a Portugal

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O ministro da Defesa Nacional, Salviano de Jesus Sequeira “Kianda”, efectua, desde ontem, uma visita oficial de cinco dias a Portugal, a convite do homólogo João Gomes Cravinho, no quadro das relações de amizade e cooperação no domínio da Defesa entre os dois países.
Uma nota de imprensa do Ministério da Defesa Nacional, que não adianta o programa da visita nem os assuntos a serem discutidos, informa que a delegação angolana integra generais, altos funcionários do Ministério e das Forças Armadas.
Em Maio, o ministro da Defesa de Portugal efectuou uma visita de três dias a Angola, destinada a encontros políticos, reforço da cooperação e à XIX Reunião de Ministros da Defesa da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa).
 />As relações de cooperação na área da Defesa entre Angola e Portugal remontam à década de 90, com a assinatura do Acordo de Cooperação no Domínio da Defesa, em Luanda, a 3 de Outubro de 1996. Com base neste acordo, os dois países têm desenvolvido programas-quadro, instrumentos bilaterais de carácter indicativo e flexível, constituídos por projectos concretos a executar no terreno. O último programa-quadro 2018-2021 foi assinado a 17 de Maio de 2018.

fonte: jornaldeangola

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