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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Há poucos dias, foi em Menaka que foi visto ao lado de notáveis ​​tu...

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

"É um dever como malgaxe apresentar uma solução para estabilidade e desenvolvimento do Madagáscar".

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

A primeira volta da eleição presidencial no Madagáscar está prevista para 7 de novembro. O ex-Presidente da transição, Andry Rajoelina, foi o primeiro a entregar o seu "dossier" de candidatura.
fonte: DW África
Antanarivo, der ehemalige Präsident von Madagaskar, Andry Rajoelina (DW/E.Topona)
As duas voltas das eleições presidenciais no Madagáscar terão lugar a 7 de novembro e 19 de dezembro, segundo anunciou em finais de junho o primeiro-ministro do país, Christian Ntsay, altura em que foram encerradas várias semanas de especulações sobre as eleições.
Para Ntsay, nomeado em junho e com a missão de conduzir o país sem problemas até as eleições, "a divulgação destas datas é uma maneira de fortalecer o apaziguamento político e levar-nos a uma real eleição que resolva o problema do Madagáscar".
O país, localizado no oceano Índico, foi abalado no final de abril por uma crise aberta entre o Presidente, Hery Rajaonarimampianina, e a oposição.
Bildergalerie Herausforderungen für Madagaskars neuen Präsidenten Hery Rajaonarimampianina (DW/P. Hille)
Hery Rajaonarimampianina
A crise parece ter acalmado com a formação, em meados de junho, de um Governo de consenso, no qual a oposição tem participação.
O Presidente Rajaonarimampianina, eleito em 2013, ainda não anunciou se vai concorrer a um segundo mandato, mas Andry Rajoelina, de 44 anos de idade e chefe do Estado malgaxe de 2009 a 2013, já apresentou oficialmente a sua candidatura.
Recorde-se que Rajoelina, chegou ao poder na sequência de uma revolta do exército que derrubou o então chefe de Estado Marc Ravalomanana, tendo permanecido no poder como Presidente não eleito de uma transição que durou quatro anos. Em seguida Andry Rajoelina cedeu o poder a Hery Rajaonarimampianina, na sequência de uma eleição presidencial onde não conseguiu apresentar-se como candidato devido a pressões da comunidade internacional.
Numa entrevista exclusiva concedida à secção francesa DW África na terça-feira (07.08.) Andry Rajoelina fez o seguinte retrato do país:
"Uma corrupção generalizada, uma inflação não controlada e uma grande insegurança em todo o território margaxe. Face a tudo isso, considerei que é um dever, como cidadão deste país, apresentar uma solução visando a estabilidade e o desenvolvimento do país".
DW África: Mas será que não lamenta ter cedido o poder em 2013?
Andry Rajoelina (AR): O importante para mim é que a paz e a estabilidade reinem no país. Em 2013 não queria que confrontos tivessem lugar no país e por esta razão, com base nos supremos interesses da nação malgaxe, não me apresentei como candidato à eleição presidencial.
Wahlen Madagaskar Andry Rajoelina (picture alliance/ landov)
Andry Rajoelina
DW África: E quais são as suas chances de vir a ser eleito em novembro?
AR: Enquanto antigo edil de Antananarivo (capital do Madagáscar), há uma coisa que nunca irei esquecer. Em 2007, quando fui candidato para dirigir os destinos da capital malgaxe, a população elegeu-me com 70% dos votos e foi um recorde quando analisamos os resultados de todas as eleições municipais que já tiveram lugar nesse país. Sinto-me bem preparado e aconselhado e estou prontos para este embate eleitoral.
DW África: Pensa vencer os outros candidatos já na primeira volta do escrutínio?
AR: Compete à população deste país fazer a escolha. Mas já participei em muitas eleições e conheço muito bem os meus valores.
DW África: E quais são?
AR: A lealdade perante a juventude, para além de outros valores e convicções que visam servir a nação malgaxe e a sua população.
DW África: Na cerimónia na qual anunciou a sua candidatura, repetiu e por várias vezes que Rajoelina mudou. Pode dizer-nos em quê mudou?
AR: Aprendi muito com o passar dos anos. Em primeiro lugar mudei a minha forma de fazer política, a minha forma de ver o futuro de Madagáscar.
DW África: E como responde às pessoas que o consideram como um candidato da França?
AR: Não sou candidato de nenhum país. Trabalho com todas as pessoas, incluindo as grandes potências.

São Tomé: Prisão preventiva para cinco suspeitos acusados pelo Governo.

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Segundo o Executivo são-tomense, os cinco detidos tentaram raptar o Presidente e o líder do Parlamento e matar o primeiro-ministro. Tratamento dado aos presos "roça a violação dos direitos humanos", dizem advogados.

fonte: DW África
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Palácio Presidencial em São Tomé
Os cinco arguidos são três cidadãos espanhóis e dois são-tomenses detidos no sábado e que, segundo o Governo, "atuavam no país como mercenários" e tinham na sua posse "material bélico, facas de mato, granadas, binóculos e óculos de visão noturna e uniformes estrangeiros com distintivos nacionais".
Fonte judicial disse à agência Lusa que o juiz de instrução criminal, António Bonfim Gentil, decretou a medida de coação mais gravosa para os cinco arguidos por considerar que uma eventual libertação dos mesmos sob termo de identidade e residência "poderia embaraçar a recolha de mais elementos de prova para o processo".  A decisão do juiz foi conhecida após 12 horas de audição.
Os cinco arguidos estão a ser defendidos por quatro advogados que se recusaram a falar sobre a decisão do tribunal, mas que lamentaram o "tratamento [sobre os detidos] que roça a violação dos direitos humanos" por parte dos elementos de segurança.
Os advogados, que não quiseram identificar-se, citaram como um dos exemplos o facto dos detidos estarem desde o período da manha "de mãos algemadas voltadas para as costas" e criticaram também a presença no gabinete do juiz de pelo menos "três seguranças fortemente armados, facto nunca visto", enquanto decorria a audição.
Um dos advogados que estava ao serviço do consulado de Espanha na capital são-tomense lamentou também o facto de, apesar da autorização do juiz, os seguranças não terem permitido que conversasse com os detidos espanhóis, cujas famílias deveriam "ser postas ao corrente da situação em que eles se encontram em São Tomé".
"Controlo total do país"
Na quarta-feira (08.08), em comunicado, o Governo são-tomense referiu que "face à gravidade da situação e dos atos perpetrados até então pelos indivíduos envolvidos, o Governo acionou imediatamente os mecanismos internacionais de entreajuda em casos semelhantes com países amigos e a Interpol que responderam prontamente na assistência à Procuradoria-Geral da República e à Polícia Judiciária". Na mesma nota, o Executivo assegurou ter "o controlo total do país".
Esta é a segunda tentativa de subversão da ordem constitucional em menos de dois meses em São Tomé e Príncipe. A 21 junho, o Governo anunciou que tinha detido o deputado do MLSTP-PSD Gaudêncio Costa, ex-ministro da Agricultura, e Ajax Managem, um sargento da Forças Armadas, por "tentativa de subversão da ordem constitucional".
Os dois suspeitos foram postos em liberdade sob termo de identidade e residência pelo juiz de instrução criminal Francisco Silva, que alegou falta de provas para manter os dois  acusados em prisão preventiva.

ANGOLA: Quem jogar lixo no chão pode ser multado.

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    Medida será adotada em apenas uma localidade de Luanda, mas há grande chance de ser ampliada para toda a capital angolana.

    Assim como no Brasil, o descarte do lixo em locais impróprios é uma das grandes dificuldades para quem mora em Luanda. Por esse motivo, quem for pego jogando lixo no chão será multado. A medida inicialmente será adotada pelas autoridades na localidade do Kilamba Kiaxe, mas deve ser ampliada para toda a capital angolana em um futuro próximo.
    Há a preocupação com a educação das pessoas e ações de conscientização, mas o efeito prático é pequeno. Em muitas regiões da cidade é fácil encontrar lixo acumulado nas ruas. Tal fato, somado a deficiência de saneamento básico, principalmente nas zonas mais pobres, causa grande dificuldade no controle de doenças.
    O real motivo de eu estar escrevendo sobre isso, e o que mais me chamou a atenção, é que essa multa no Kilamba Kianxe foi uma proposta dos próprios moradores. Em um encontro com as autoridades, apresentaram esse projeto. Ao invés de estarem revoltados com mais uma cobrança, eles mesmos pediram para que fosse aplicada a multa, como última alternativa para conter a falta de educação de algumas pessoas.
    São atitudes conscientes como essa que aumentam a esperança de dias melhores. Luanda é uma cidade em transformação. Tem os seus problemas, mas também tem gente disposta a fazer a diferença. Ações ousadas podem não garantir dias melhores, mas com certeza a chance de progresso e desenvolvimento cresce e muito.
    Vamos em frente...
    Luanda conta com beleza natural, mas precisa de mais consciência de alguns moradores

    Luanda conta com beleza natural, mas precisa de mais consciência de alguns moradores

    David Stanley from Nanaimo/Wikipedia

    Quase 40 senegaleses expulsos da Espanha.

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    Quase 40 senegaleses foram expulsos da Espanha. Eles chegaram na terça-feira passada no AIBD em um voo especial. O grupo é formado por condenados e pessoas em situação irregular.

    A testemunha, que deu informação em sua edição desta quinta-feira, diz que esta é uma primeira onda que será seguida por outras. De fato, relata o jornal, uma centena de senegaleses estaria "nos corredores da expulsão".

    fonte: seneweb.com

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    ANGOLA: KOTA BONGA É CADA VEZ MAIS COMO O VINHO DO PORTO.

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    O cantor e compositor angolano Bonga, que actua no sexta-feira em Braga (norte de Portugal), a menos de um mês de celebrar 76 anos de vida, afirmou-se contente por ter contribuído para “um reconhecimento válido da música angolana e africana”.

    Bonga, natural de Angola, recordou, em entrevista à agência Lusa, “os tempos difíceis” que viveu, tendo chegado a ser proibido de actuar, e quando a música angolana, “de forma pejorativa, era chamada de folclore”.
    “Houve um período de preconceito, em que chamavam à música angolana o folclore, o que era um bocado pejorativo, e houve obstáculos que tive de enfrentar, porque era uma música diferente, que não era valorizada, menos ouvida, e hoje, mais do que nunca, tenho a consciência de ter posto um tijolo nessa grande construção que é a divulgação, consequente, desta nossa música angolana/africana”, afirmou o músico, acrescentando que a música angolana, actualmente, “é mais reconhecida e conceituada do que há 20 anos”.
    Bonga actua sexta-feira no Theatro Circo, em Braga, um concerto que prometeu “ser com muita energia, no ritmo do semba, que não morre, e noutros ritmos angolanos, como a rumba africana que é diferente da sul-americana”.
    No palco da avenida da Liberdade de Braga, Bonga vai ser acompanhado pelos músicos Betinho Feijó (guitarra e direcção musical), Ciro Bertini (acordeão), Hernani Lagross (baixo) e Estêvão Gipson (bateria), e pela bailarina Joana Calunga. No alinhamento, encontram-se os “temas de sempre”, como “Kissueia”, “Mariquinha”, “Mulemba Xangola”, “Frutas de Vontade”, “Patxi Ni Ngongo” ou “Uma Lágrima no Canto do Olho”.
    José Adelino Barceló de Carvalho adoptou na adolescência o nome de Bonga Kuenda, que apontou como o seu “verdadeiro eu”. A sua estreia musical, em 1972, foi com o álbum “Angola’72”, ao qual se sucederam vários outros, e, como disse, continua “a ser muito solicitado”, nomeadamente em França, país que o distinguiu com a Ordem das Artes e Letras, Grau de Cavaleiro, em 2014.
    “Paris abriu-me as portas do mundo, reeditou todos os meus discos”, disse o músico com 42 anos de carreira artística, que gracejou: “Sou como o vinho do Porto, quanto mais velho melhor”.
    Em Portugal, o músico angolano, actuou, este ano, no Rock in Rio, em Lisboa, no Festival Med, em Loulé, e foi um dos participantes no espectáculo de final do ano, em 2017, na Praça do Comércio, em Lisboa. Bonga completa 76 anos no próximo dia 5 de Setembro, data em que tem previsto um “grande concerto” na Aula Magna da Universidade de Lisboa.
    Bonga, nascido em Kipiri, província do Bengo, é considerado pela voz do Povo (que é a voz de Deus mas, por isso, raramente é a voz de quem está no Poder) embaixador da música angolana. Já foi galardoado internacionalmente com vários prémios ao nível da música, assim como recebeu discos de ouro e de platina, além de actuar nos mais importantes palcos mundiais.
    Foto. Bonga com o director do Folha 8, William Tonet, em Dezembro de 2016


    Folha 8 com Lusa

    ANGOLA: ALGUMA GUERRA À VISTA?

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    O desenvolvimento de uma parceria estratégica no domínio militar, entre Angola e a Bielorrússia, foi hoje, quarta-feira, analisada em Luanda por delegações dos dois países. Em Outubro de 2013 foi anunciado que Angola tinha comprado 18 aparelhos Su-30K de fabrico russo que tinham estado ao serviço da Força Aérea da Índia…

    Angola fez-se representar pelo secretário de Estado para os Recursos Materiais e Infra-Estruturas, tenente-general Afonso Carlos Neto, e a Bielorrússia por uma delegação chefiada pelo Presidente do Comité Estatal militar-industrial, major-general Oleg Dvigalev.
    De acordo com o chefe da missão bielorrussa, foram abordadas questões como a criação de linhas de montagem, reparação e manutenção de materiais militares e do sistema de defesa anti-aérea.
    O major-general Oleg Dvigalev admitiu a possibilidade de reaproveitamento do material de origem russa pelo potencial que ainda apresenta, levando em conta os esforços de modernização da Forças Armadas Angolanas (FAA).
    Em Março do ano passado, o Presidente da República, João Lourenço, ainda na qualidade de ministro da Defesa Nacional, debateu com uma delegação da Bielorrússia a possibilidade de assinatura de acordo inter-governamental na área técnico-militar.
    Na altura, admitia-se a possibilidade de o acordo se estender a projectos civis, nomeadamente a produção de tractores e viaturas e consolidar as relações de cooperação existentes nos domínios da agricultura e da indústria.
    O país do Leste europeu é uma referência mundial na produção de equipamentos pesados, queijo e óleo alimentar.

    Financiamentos garantidos, ou quase

    Recorde-se que, em Novembro de 2017, vários projectos de investimento, acima de 10 milhões de dólares (8,5 milhões de euros) foram recebidos pelo Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA), para acesso à linha de crédito disponibilizada pelo Banco de Desenvolvimento da Bielorrússia.
    A informação foi então avançada, em Luanda, pelo presidente do Conselho de Administração do BDA, Abraão Gourgel, no final do encontro, do qual fez parte, além do ministro das Finanças angolano, Archer Mangueira, e do ministro da Indústria da Bielorrússia, Vitaly Vovk.
    O BDA e o Banco de Desenvolvimento da Bielorrússia têm um acordo de cooperação, assinado em Junho dedo ano passado, que visa o financiamento de projectos privados no sector produtivo, que se encontrava numa fase de operacionalização, antes de se dar início ao processo de financiamento.
    Abraão Gourgel referiu que os investidores angolanos deviam reunir as condições exigidas pela linha de crédito, em termos de idoneidade, capacidade técnica e de gestão, para serem aprovados pelo Banco de Desenvolvimento da Bielorrússia.
    “No fundo tem que passar por uma análise de risco, que é feita pelo BDA, enquanto gestor em nome do Banco de Desenvolvimento da Bielorrússia”, explicou Abraão Gourgel, citado na altura pelo Jornal de Angola.
    Segundo o administrador, serão priorizados os projectos que promovam a exportação de produtos ou que resultem na substituição de importações, nomeadamente na agricultura, indústria e geologia e minas.
    Aquele dirigente salientou ainda que o governante bielorrusso manifestou interesse em cooperar em áreas como o petróleo, através da refinação de óleo bruto, geologia e minas e agricultura.
    Por sua vez, Vitaly Vovk frisou que o montante da linha de crédito dependia dos projectos apresentados, salientando que a Bielorrússia está focada, não só, num processo de compra e venda, como de montagem de fábricas, nomeadamente a de tractores, bem como na formação de quadros.
    O governante bielorrusso disse que o encontro marcou o início de uma cooperação mais profunda com as autoridades angolanas, garantindo certeza de que “este será o primeiro de muitos encontros”.

    E então os Su-30K…

    Em Outubro de 2013 foi anunciado que Angola tinha comprado 18 aparelhos Su-30K de fabrico russo que tinham estado ao serviço da Força Aérea da Índia.
    São aviões de guerra fabricados do final da década de noventa, tendo sido entregues pelos russos à Força Aérea da Índia entre 1998 e 1999, sabe Deus em que estado, e foram retirados de serviço em 2006, por opção estratégica das forças armadas indianas. Quer dizer, essas aeronaves tinham atingido o seu nível terminal de caducidade.
    Quatro anos mais tarde, em 2011, os Su-30K regressaram a Baranovichi, na Bielorrússia, onde ficaram em instalações fabris da Irkut Corporation para serem modificadas e modernizados com sistemas modernos de navegação e armamento bastante evoluído em termos tecnológicos.
    A compra pelo Estado angolano foi concluída através da empresa exportadora nacional russa Rosoboron-export, a qual assegurou que enviaria numa primeira fase 12 caças e mais tarde os seis restantes, só que, no mês de Fevereiro de 2014, a Irkut Corportation, fabricante dos Sukhoi, esclareceu que nesse negócio estavam apenas incluídos 12 caças Sukhoi Su-30K…. E os outros seis, então? Precisavam de tratamento especial que a sua velhice exige ou teriam voado sem avisar!? Para onde?
    Claro que não se sabe ao certo, mas, segundo fontes estatais a primeira remessa desses caças chegaria a Luanda no final de 2015. Se não caíssem pelo caminho.
    Quanto ao preço dessa fornada de sucata, segundo a mesma fonte o governo de Luanda concordou pagar, a 16 de Outubro de 2013, a módica quantia de 1 bilião de dólares americanos pelas 18 aeronaves, o que nos impõe realçar o propósito do governo do então presidente Eduardo dos Santos de priorizar a defesa nacional – embora só Deus saiba quem é o nosso actual inimigo -, em detrimento de necessidades básicas, postas de lado neste caso, o que contribuiu para relegar Angola para os mais baixos índices de desenvolvimento humano do mundo, para os mais baixos patamares de facilidade de negócios, para o underground fétido dos índices da mortalidade infantil e para os píncaros da corrupção activa e passiva da elite.
    Legenda. Março de 2017, o ministro da Defesa, João Lourenço, recebe em audiência presidente do Comité Industrial de Estado da Bielorrússia, Sergei Gurulev.
    fonte: folha8

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