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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Realiza-se esta quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023, em Yamoussoukr...

domingo, 4 de outubro de 2015

Gâmbia: Presidente Jammeh recebe emissário egípcio.

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O Presidente da República, Sua Excelência Sheikh professor Alhaji Dr. Yahya Jammeh AJJ Babili Mansa, recebeu em audiência o enviado especial do presidente egípcio na Presidência em Banjul.

O enviado que se encontrou com o presidente na quinta-feira por trás de portas fechadas na casa do estado, disse que ele estava em Banjul para buscar apoio da Gâmbia para a candidatura de seu país por um assento não-permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Ahmed Fadal Yaccoub disse ao corpo de imprensa da Casa do estado de que sua visita ao país é em busca de apoio por um assento não-permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas para período 2016-2017.

Ele acrescentou que ele transmitiu a Sua Excelência o Presidente; estima e cumprimentos do seu homólogo egípcio e irmão, Abdel Fatah Al-Sisi na forma de uma mensagem escrita no que diz respeito às relações bilaterais.

Yaccoub disse que está tão bem informado Sua Excelência no que diz respeito à candidatura de seu país para ser um membro não-permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas para o mandato que vai começar no período 2016-2017.

"Tenho o prazer de receber de Sua Excelência o apoio e endosso de Gâmbia para a candidatura egípcia para o assento não-permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas", disse o principal diplomata egípcio.

Ele expressou o prazer de conhecer Sua Excelência o Presidente, dizendo que a reunião foi muito importante e fecunda porque as relações entre os dois países são históricas.

Na verdade, temos as intenções dos dois lados para reforçar as relações bilaterais cada vez mais. Gostaríamos essas relações pudessem incluir outros aspectos da cooperação, especialmente nas áreas de comércio e economia, porque temos ambas as capacidades e oportunidades para nossos países.

O chefe da diplomacia ainda revelou à imprensa que, ele estava satisfeito e honrado por receber de Sua Excelência no mesmo dia uma mensagem de confirmação escrita de apoio e solidariedade ao presidente do Egito.

por Musa Ndow

#www.observer.gm

Burkina Faso: O Líder do golpe foi entregue à Justiça

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Fotografia: AFP

O general Gilbert Diendéré, autor do golpe fracassado de 17 de Setembro, entregou-se quinta-feira às autoridades e encontra-se num acampamento da Polícia de Ouagadougou, que confirmou o fim da crise que abalou o Burkina Faso.

Diendéré tinha prometido repetidamente que ia colocar-se à disposição da Justiça, segundo a agência France presse. Assim, ele deixou na quinta-feira a residência do Núncio Apostólico (embaixador do Vaticano), onde se refugiara terça-feira, pouco antes do ataque ao quartel onde estavam escondidos os últimos elementos da unidade golpista do Regimento de Segurança Presidencial (RSP).

Após dois dias de negociações, Diendéré, um general muito próximo do ex-Presidente Blaise Campaore, concordou em ser levado para o acampamento da Polícia de Paspanga, perto do centro da cidade e depende agora da Justiça militar.

“O general Diendéré e os seus cúmplices vão responder  por todas as suas supostas ofensas”, anunciou num comunicado do Governo, precisando que a “comissão de inquérito” em todo o golpe foi “difícil trabalhar”.

Foto: General Diendéré

Uma outra figura do golpe, o tenente-coronel Mamadou Bamba, que tinha lido o comunicado dos golpistas na televisão, também se entregou , e no dia anterior seis oficiais que participaram no golpe foram presos.  Mahamadou Djeri Maïga, o vice-presidente de uma rebelião Tuaregue activa no norte do Mali, o MNLA, foi detido na quinta-feira no aeroporto de Ouagadougou. O Governo acusou os golpistas de mobilizar  forças estrangeiras e  grupos rebeldes estrangeiros. Para Guy Hervé Kam, da organização da sociedade civil Balai Citoyen, a rendição do general Diendéré representa “uma abertura para a Justiça que pode julgar crimes cometidos durante o golpe de Estado, mas também aqueles em que o general podia estar envolvido” no Governo de  Blaise Compaoré.

“Isso abre o caminho para as eleições que põem fim à transição. A resistência mostrou um senso colectivo de defesa da democracia no Burkina Faso”, acrescentou o porta-voz do Balai Citoyen, que tinha desempenhado um papel importante na queda de Compaoré, após 27 anos no poder em Outubro de 2014. Nas ruas, o anúncio da prisão foi recebido com  euforia: “Estou muito feliz agora, têm que trazer (Diendéré) para o local da Revolução para que as famílias das suas vítimas possam dizer uma palavra”, disse Omar, vendedor de 24 anos. As violências que se seguiram ao golpe de Estado provocaram 11 mortos e 271 feridos, segundo o balanço oficial.

O general Diendéré assumiu as rédeas do poder no Burkina Faso a 17 de Setembro depois da tomada de reféns do presidente e ministros de transição pelo RSP. Ele entregou o poder ao Presidente Michel Kafando a 23 de Setembro, depois da admissão de fracasso do golpe contra a forte mobilização popular. Do lado do RSP, dissolvido a 25 de Setembro, pelo menos 800 a 900 dos 1300 homens desta unidade de elite já se juntaram a sua nova unidade, segundo uma fonte do estado-maior. No entanto, um importante dispositivo militar permanece implantado em algumas partes da capital, e o recolher obrigatório das (23h00 às 05h30) ainda está em vigor. Na quarta-feira, o presidente Kafando tinha afirmado que uma “página foi virada” e prometeu fixar uma nova data das eleições, após consulta com todas as partes.

Inicialmente prevista para  11 de Outubro, as eleições presidenciais e legislativas iria acabar a transição que se seguiu à insurreição de Outubro de 2014. As eleições podem ocorrer no início de Dezembro.


#jornaldeangola.sapo.co

Dezenas de pessoas fogem de confrontos.

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Novos confrontos entre guerrilheiros da RENAMO e as forças de defesa e segurança provocaram ontem a fuga de dezenas de pessoas em Chicaca, distrito de Gondola, no centro de Moçambique, disseram à imprensa vários habitantes.



Os confrontos registaram-se em Chicaca, a 17 quilómetros a Norte de Zimpinga, distrito de Gondola, onde há uma semana ocorreu um incidente com a escolta do líder da RENAMO (Resistência Nacional Moçambicana), que também resultou em trocas de tiros entre os homens armados do principal partido da oposição e as forças governamentais.
“Às 6h00 locais ouvi tiroteios e os alunos apareceram na escola. Mas ao entrar na sala, ouvi novos disparos. Às 9h00 dispensei os alunos e arrumei tudo para fugir”, descreveu a directora de uma escola primária no interior de Chicaca, que, tal como outras fontes, viu entrar na região cinco carros militares ao princípio da manhã.
Segundo Angelina João, a troca de tiros que se seguiu forçou a fuga de muitos professores e alunos, bem como de outros habitantes. Segundo a professora, guardas da RENAMO estavam acampados nas margens do rio Mussátua desde o incidente do passado dia 25, após terem perdido as suas viaturas nos confrontos com as forças policiais e o exército.
#jornaldeangola.sapo.ao

Homens herbívoros: os japoneses que não gostam de sexo.

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Japonês
Os jovens no Japão estão menos interessados por sexo, dinheiro e bens materiais(iStockphoto/Getty Images) 

Eles são jovens, ganham pouco, gastam pouco, se interessam por moda e aparência e não ligam para sexo - são os 'homens herbívoros'. A escritora e colunista pop no Japão, Maki Fukasawa, cunhou o termo em 2006 em uma série de artigos sobre uma nova geração de jovens. "No Japão, sexo é traduzido como 'um relacionamento da carne'", ela afirmou a CNN, "então eu chamei esses jovens de 'homens herbívoros', já que eles não estão interessados na carne". Hoje, nove anos depois, o número de 'homens herbívoros' parece estar crescendo cada vez mais, de acordo com uma nova pesquisa.

A Associação de Planejamento Familiar do Japão entrevistou 3.000 japoneses, homens e mulheres, sobre sua vida sexual, e revelou que quase 50% dos entrevistados não tiveram relações sexuais no mês anterior à pesquisa. 48,3% dos homens não faziam sexo por pelo menos um mês, um aumento de 5% desde a última pesquisa feita em 2012. Contudo, o resultado mais chocante foi que 20% dos homens entre 25 e 29 anos - idade em que costumam ter uma vida sexual mais ativa - mostraram baixíssimo interesse pelo sexo.

As longas jornadas de trabalho registradas no país - chegam até 80 horas por semana - parecem também afetar a sexualidade. Mais de 21,3% dos homens casados entrevistados pela Associação de Planejamento Familiar afirmaram não ter relações sexuais com suas esposas por estarem muito cansados após o trabalho. Por outro lado, o aumento de homens identificados como 'herbívoros' pode também representar uma revolução na identidade política do país insular. Além da peculiar falta de apetite sexual, os 'herbívoros' não nutrem grande interesse por dinheiro ou bens materiais. Em entrevista a rádio pública americana NPR, Maki Fukasawa afirmou que esses jovens "tem sentimentos de repulsa para com a geração mais velha. Eles não querem ter as mesmas vidas. E o impacto dos herbívoros na economia é muito grande. Eles são novidade agora porque as vendas estão caindo, especialmente de produtos de maior status como carros e bebidas alcoólicas caras".

Muito tem sido discutido sobre a decadente taxa de natalidade no Japão, que segundo o Ministério da Saúde chegou ao nível mais baixo em 2014: 1.001 milhões de nascimentos e 1.296 milhões de falecimentos. E a baixa atividade sexual no país não está ajudando a melhorar os números. Contudo, apesar dos 'herbívoros' representarem um problema para a natalidade japonesa, ajudam no avanço e na liberação dos japoneses da ideia de "hipermasculinização" que se instalou após a II Guerra Mundial. Em um país que só recentemente começou a debater abertamente os conceitos LGBT, é um grande progresso que as pessoas possam expressar livremente sua opção sexual - seja ela heterossexual, homossexual, bissexual e até mesmo assexual.


(Da redação)

#veja.com.br


Chegou a Cuba presidente do Laos - leia mais destaques nesta página.

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Photo: Yaimí Ravelo
O presidente da República Democrática Popular do Laos, Choummaly Sayasoney e a delegação que o acompanha, chegou em 1º de outubro a Cuba para realizar uma visita oficial que se estenderá até 4 de outubro.
Choummaly Sayasoney, também secretário-geral do Partido Popular Revolucionário do Laos, foi recebido no aeroporto internacional José Martí, pelo vice-ministro das Relações Exteriores cubano, Rogelio Sierra.
Durante a visita, o presidente laociano terá conversações oficiais com o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz e desenvolverá outras atividades.
Cuba e o Laos estabeleceram relações diplomáticas em 1º de novembro de 1974. Atualmente, os vínculos entre ambos os países são fraternais.
A República Democrática Popular do Laos historicamente votou a favor da resolução cubana nas Nações Unidas contra o bloqueio imposto pelos Estados Unidos contra nosso país.
Os nexos bilaterais entre Cuba e Laos se expressam fundamentalmente nas áreas da educação e a saúde.
Neste sentido desde o início da cooperação médica entre Cuba e o Laos, em 1972, prestaram serviços nesse país, 23 colaboradores cubanos.
Até à data formaram-se em Cuba 116 estudantes laocianos.

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Photo: Jose M. Correa
O presidente da República Socialista do Vietnã, Truong Tan Sang declarou em 30 de setembro, antes de retornar ao seu país, que sua visita a Cuba foi muito frutífera.
Acompanhado do vice-ministro das Relações Exteriores cubano, Rogelio Sierra, o presidente assegurou que Vietnã e Cuba sempre estiveram unidos, “algo do que nos devemos sentir plenamente orgulhosos”.
“É uma amizade que se iniciou desde a época da resistência contra os ianques”, sustentou. Os cubanos podem estar confiados de que no Vietnam sempre vão ter um amigo fiel.
Lembrou, ainda, as palavras do comandante-em-chefe, Fidel Castro, quando expressou que as relações entre ambos os países são exemplares.
Manifestou a necessidade de continuar os esforços para fortalecer ainda mais e diversificar as relações econômicas e comerciais.
O chefe de Estado vietnamita felicitou o povo cubano pelos sucessos no processo de atualização do seu modelo econômico e a obra na construção do socialismo.
Igualmente destacou os sucessos de Cuba em sua política exterior.
Mais cedo ou mais tarde, comentou, os Estados Unidos terão que eliminar o bloqueio a Cuba. “Todos conhecemos que depois do restabelecimento das relações o governo norte-americano flexibilizou algumas medidas, não duvido de que em um futuro próximo o avanço da economia cubana será significativo”, acrescentou.
Durante sua visita ao nosso país Truong Tan Sang foi recebido pelo presidente cubano Raúl Castro Ruz, quem o condecorou com a Ordem José Martí, a mais alta que outorga o Conselho de Estado da República de Cuba.
Ainda, desenvolveu uma intensa agenda que incluiu a assinatura de acordos entre ambos os governos e a participação no Fórum Empresarial, onde recebeu informação acerca das oportunidades para o investimento e o comércio que oferece a Ilha.

África vai para a Índia, exigindo acesso a 100%.

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Narendra Modi, Primeiro-Ministro da Índia. FOTO | AFP

Os bloqueios devem ser desligados na terceira cimeira do Fórum África na Índia no final deste mês, quando os países africanos vão pressionar por 100 por cento de acesso ao mercado indiano para seus produtos.

Dado o enorme déficit em tecnologia que muitos países africanos sofrem, poucos têm alto valor aos produtos manufaturados que podem vender competitivamente para a Índia. Uganda, por exemplo, tem pressionado para que o seu leite em pó entre no mercado indiano, mas sem sucesso.

De acordo com fontes diplomáticas, os blocos da EAC e COMESA usarão o desejo da Índia de criar uma zona de comércio livre na região como moeda de troca para uma renúncia da lista de exclusão de 5 por cento.

No entanto, o Secretário Permanente do Comércio e Indústria da Uganda Julius Onen denominou a exclusão da lista de  normal.

"Isso é típico de todos os países industrializados a abrirem-se aos 95 por cento do seu mercado só para você descobrir o mercado e que os 5% dos excluídos abrange as únicas mercadorias que são competitivas. Então, isso é como dar com uma mão e tirar com a outra ", disse ele.

Entende-se que o governo do Primeiro-Ministro Narendra Modi faz questão de ampliar o acesso da África para o mercado indiano, mas em face dos interesses nacionais poderosos, ele precisa " de encontrar uma brecha que pode explorar para permitir isso."

Trinta e cinco dos 53 chefes de Estado e governos já confirmaram participação no evento, cujo duas edições no passado ficaram restritos a um grupo seleto de países africanos. Na África Oriental, os presidentes, Yoweri Museveni, do Uganda e do Burundi, Pierre Nkurunziza, já confirmaram sua participação.

Além do comércio, cujos volumes com o continente alcançou $ 7 bilhões no ano passado, a Índia vai tentar ganhar o apoio da África para a escolha de Deli sobre as alterações climáticas, a sua proposta para a inclusão como membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas e do terrorismo internacional. Saúde e desenvolvimento de habilidades também figuram no lugar de destaque.
  
#africareview.com

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