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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Norte do Brasil está pronto para os Jogos Olímpicos.

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A região recebe jogos de futebol a partir de hoje

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Lisboa, 4 de agosto - O Norte do Brasil prepara-se para o início da celebração olímpica. Em Manaus, capital do estado de Amazonas, estão previstas diversas atrações culturais no Complexo de Ponta Negra, onde mais de 90 artistas marcarão presença, no Live Site (ponto de encontro dos adeptos). O público poderá disfrutar dos mais variados géneros musicais típicos do estado do Amazonas, desde o forró ao beiradão, e sem esquecer o tradicional boi-bumba. Os jogos que terão lugar na Arena da Amazónia, em Manaus, arrancam hoje, com o encontro entre a seleção masculina de futebol da Suécia e a da Colômbia. Ao todo, a Arena vai ser palco de seis jogos da etapa de qualificação de futebol, das seleções masculina e feminina, hoje e nos dias 7 e 9 de agosto. 

A Tocha Olímpica passou pelo Norte brasileiro no mês de junho, destacando-se o facto do desta ser uma das regiões mais preservadas do país, e por ter o privilégio de albergar a Floresta Amazónica, considerada a maior floresta tropical do mundo e a que apresenta a mais ampla biodiversidade de fauna e flora. As extensas áreas de floresta cerrada e rios impediram que o percurso fosse totalmente feito por terra, sendo que parte da viagem foi feita por avião.
#pravda.ru

Continua aumentando colaboração cubana na África do Sul.

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JOHANNESBURGO.— Um novo grupo de 29 colaboradores cubanos da saúde chegou, em 2 de agosto, à província de Gauteng, com o qual já são mais de 400 os profissionais cubanos presentes na África do Sul.
Os médicos, a maioria deles especialistas em Medicina Familiar, realizam atualmente o treinamento prévio para depois se incorporarem às suas respectivas comunidades.
O doutor Víctor Figueroa, chefe da brigada médica em Gauteng, expressou em uma entrevista com a Prensa Latina que o coletivo que chega reforçará a estratégia de atendimento primário de saúde na província.
Neste caso serão colocados “especialmente na zona histórica de Soweto e em outra localidade importante de características similares que se chama Alexandra, ao norte de Johannesburgo, com um conhecido papel na luta antiapartheid”, sublinhou.
Explicou que a mortalidade materna e infantil ainda exibe valores não desejados na África do Sul em geral e em Gauteng no particular, pelo que ajudar a reverter esses indicadores fará parte do trabalho que eles empreenderão.
O médico ressaltou a decisão política do governo do Congresso Nacional Africano (ANC) por melhorar o acesso dos cidadãos à assistência sanitária.
“O país está engajado, há alguns anos, na reforma de seu sistema de saúde”, enfatizou. (PL).
#granma.cu

IMIGRANTES GUINEENSES CORREM RISCO DE DEPORTAÇÃO.

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Os guineenses no estrangeiro deparam com dificuldades de passaporte e em alguns países correm o risco de serem deportados. Por esta razão a Rádio Sol Mansi (RSM) falou com guineenses no Brasil, em França e na Rússia
Passadas mais duas semanas a RSM depois de a última vez que a RSM noticiou esta situação, voltamos a falar com os guineenses em França sobre o mesmo assunto, sabe-se que a situação mantêm-se e agora correm o risco de serem deportados.
Michael Utari, um dos guineenses residentes naquele país Europeu, pede urgência na emissão dos passaportes porque “sem este documento não se pode viajar e nem resolver problemas de urgência”.
Entretanto, Nelsom Lourenço Cabi, em nome dos estudantes guineenses no Brasil, disse que há vários meses o governo não emite passaportes e os estudantes correm serie de riscos sendo que são obrigados a apresentarem todos os anos na polícia federal.
“No ano passado o ministério de negócios estrangeiro havia tirado um decreto onde os passaportes passaram a custar 30 Euros por estudantes. Agora sabemos junto de autoridades em Bissau que este valor está no entrave na emissão dos passaportes”, afirma Nelsom Cabi que também pede a intervenção das autoridades “para facilitar a estadia dos guineenses naquele país”.
Já na Rússia o presidente de finalistas guineenses, Alexandre Vieira Indi, também ouvido pela RSM, disse que embora os guineenses deparam com falta de passaporte mas a maior preocupação é o bilhete de passagem dos estudantes finalistas de volta ao país e de renovação dos vistos e lembra a rigidez do estado russo em relação a falta de documentação.
“A situação aqui não é nada fácil e estamos na eminência de sermos deportados porque o nosso passaporte está fora do prazo caso isso aconteça não teremos o direito de voltar a Rússia por cinco anos. Até ontem tivemos conversa com as autoridades guineenses e não nos deram luz verde. Pedimos a intensificação dos esforços no sentido de resolver esta situação”, revela Alexandre Indi que demonstra a esperança no governo.
A situação de falta de documento é enfrentada sempre pelos guineenses na diáspora. A RSM tentou várias vezes falar com as autoridades do país sobre esta situação mas preferem não dar declarações.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos/Conosaba

GOVERNO DA GUINÉ-BISSAU ANUNCIA A DESCIDA DO PREÇO DE PESCADO.

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O Governo da Guiné-Bissau anunciou hoje a descida do preço de pescado, passando a caixa de 20 quilogramas a custar entre seis e dez mil francos CFA (entre nove e 15 euros), dependendo da qualidade do produto.

Até aqui uma caixa do peixe da primeira qualidade era vendida a 15 mil francos CFA (22 euros) às peixeiras (mulheres que se dedicam à venda do peixe nos mercados do país) e a de segunda custava 11 mil francos CFA (16,70 euros).

O ministro das Pescas e Economia Marítima, Fernando Landim, considerou exagerado o preço de venda do peixe no mercado interno e disse que, em obediência ao repto do Presidente guineense, José Mário Vaz, o Governo decidiu “baixar significativamente os preços”.

O Presidente guineense considera que “não faz sentido” que a Guiné-Bissau, sendo um país “com peixe em abundância não dê o produto às populações” a preço acessível, daí o desafio que lançou ao Governo do primeiro-ministro Baciro Dja.

“Temos que dar arroz e peixe às nossas populações”, declarou o chefe de Estado no dia em que empossou o novo Governo, no passado mês de junho, referindo-se ao arroz que é a base da dieta alimentar no país e ao peixe como produto em abundância nos mares e rios do país.

O ministro das Pescas disse que a decisão de baixar os preços do pescado no mercado interno e que deve entrar em vigor nos próximos dias é a resposta do Governo ao repto do chefe de Estado.

“Nós estamos aqui para obedecer as regras do jogo e sobretudo as exortações do Presidente da República. Quando o Presidente fala é uma ordem e que deve ser posta em prática”, declarouFernando Landim.

Para já estão a ser descarregados no porto de pesca de Bissau 142 toneladas do peixe, a partir de um navio pesqueiro de uma empresa chinesa que tem um contrato de abastecimento ao mercado guineense.

A ideia é atingir mensalmente as 300 toneladas.

“Vamos evitar que o nosso peixe seja vendido para fora do país sem que a população tenha acesso ao produto”, afirmou Isidoro Rodrigues, presidente da comissão das descargas.

A Guiné-Bissau tem acordos de pesca com vários países e armadores internacionais ao abrigo dos quais parte do pescado devia ser vendido no mercado interno, mas essa situação quase não acontece, levando ao encarecimento do produto.

Lusa com Conosaba

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