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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Advogado de empresário marfinense critica PGR de acusar africanos.

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Dabine Dabire foi inocentado de vários crimes pelo Tribunal Supremo
Dabine Dabire foi inocentado de vários crimes pelo Tribunal Supremo

O empresário da Costa do Marfim, Dabine Dabire, solto recentemente pelo Tribunal Supremo de Angola, diz sentir-se aliviado e que vai manter-se em Angola para mostrar que nunca pretendeu extorquir o Estado.
Dabire esteve detido por um ano e quatro meses na cadeia de Viana, em Luanda, por alegada prática de crime de burla por defraudação, associação criminosa, corrupção activa e tráfico de influência”,
O advogado de defesa, Sérgio Raimundo, aponta o dedo à Procuradoria-Geral da República, que, segundo ele, só persegue os investidores africanos.
No mandado de soltura a que a VOA teve acesso, o Tribunal Supremo mandou arquivar o processo “por não existir juizo de probabilidade de que o mesmo teria cometido os crimes a que vinha acusado”.
Dabine Dabire afirma ter sido detido de forma injusta, mas mesmo assim não vai recorrer aos tribunais internacionais para responsabilizar as autoridades angolanas.
“Agora, para mim, o mais importante é olhar em frente, foi uma prisão injusta, mas não penso recorrer”, sublinha o empresário que disse esperar ter a possibilidade de executar os seus projectos “para demonstrar que em nenhum momento vim para Angola com o objectivo de esturquir o Estado angolano”.
Entretanto, o advogado do empresário, Sérgio Raimundo, afirma que Dabire “só foi preso por ser africano e que existem muitos europeus a prejudicarem o país mas não são responsabilizados”.
“É lamentavel porque o senhor só está a passar por isso por ser africano, olhe que vários europeus vêm aqui, burlam o país e não sao responsabilizados”, sustentou Raimundo, dando vários exemplos, como o caso de empresários brasileiros que visitaram o país com Pelé e, depois da burla, “foram os angolanos que passaram a ser procuras pela Interpol” por terem acreditado neles e investido o seu dinheiro.
Quando chegou a Angola em 2017, Dabine Dabire comprometeu-se a investir “milhões” de dólares na construção de bairros-piloto no interior do país.
Em Maio de 2018, o Serviço de Investigação Criminal o deteve por alegadas suspeitas de que os seus projectos não eram fiáveis, acusando-o de burla ao Estado.

fonte: VOA

Dívidas Ocultas: Filho de Guebuza vai aguardar julgamento na prisão, decide o Tribunal Supremo (ISSO SERVE DE ALERTA PARA OS OUTROS!...

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No meio, Ndambi Guebuza, com o pai Armando Guebuza à sua esquerda.

No meio, Ndambi Guebuza, com o pai Armando Guebuza à sua esquerda.
Ndambi Guebuza, filho do ex-estadista moçambicano Armando Guebuza, deve aguardar julgamento na prisão por envolvimento do escândalo das dividas ocultas, decidiu o Tribunal Supremo.
Na mesma situação, escreve “O País”, de Maputo, estão os antigos chefes da Secreta moçambicana, Gregório Leão e António do Rosário, e o jovem Bruno Tandane, descrito como empresário.
Na altura da contratação das dividas ocultas, alegadamente para projectos pesqueiros e de segurança marítima, Leão era director geral dos Serviço de Informações e Segurança do Estado e Do Rosário era seu braço direito e responsável pela área de inteligência económica.
Os quatro haviam submetido pedidos de habeas corpus, procedimento que poderia lhes garantir aguardar o julgamento em liberdade, mas, esta semana, o Tribunal Supremo indeferiu.
Ligado ao mesmo processo, continua detido, na África do Sul, o ex-ministro das Finanças e deputado, Manuel Chang.

fonte: VOA

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