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quinta-feira, 21 de junho de 2018

Imagens de crianças separadas dos pais chocam os EUA.

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Primeira-dama Melania Trump defendeu que o governo deve seguir as leis, mas que não deve deixar de governar com o coração
Por: Agência Brasil em 19/06/18 às 09H19, atualizado em 19/06/18 às 18H44
Imigrantes ilegais detidos pela patrulha da fronteira dos Estados Unidos
Imigrantes ilegais detidos pela patrulha da fronteira dos Estados UnidosFoto: US CUSTOMS AND BORDER PROTECTION / AFP

A pressão sobre o Congresso dos Estados Unidos para impedir que crianças sem documentos e separadas dos pais presos quando tentam entrar ilegalmente usando a fronteira com o México aumentou com a divulgação de novas imagens de abrigos e áudios de meninos e meninas chorando. A bancada democrata uniu-se em torno de um projeto de lei para proibir a separação de famílias e senadores querem votar uma medida ainda esta semana.

Também foram mostrados casos de crianças que acabaram ficando nos abrigos meses depois da deportação dos familiares adultos. Dentro do próprio partido republicano, alguns políticos já se movimentam contra a tolerância zero do presidente Donald Trump.

O deputado do estado do ColoradoMike Coffman, por exemplo, disse na segunda-feira (18), no Twitter, que quer ajudar a acabar com "o desastre de direitos humanos na fronteira". Ele é um dos parlamentares que apoiam o chamado “Keep Families Together act”, ou lei pelas famílias juntas. É uma proposta da senadora Dianne Feinstein para impedir a separação familiar.

Detenção de imigrantes é utilizada excessivamente nos EUA, denuncia ONU

fonte: noticiasaominuto

Venezuela O Presidente Nicolás Maduro anuncia aumento de 103% em salário mínimo na Venezuela

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A remuneração mensal mínima passou a ser de 3 milhões de bolívares

Nicolás Maduro anuncia aumento de 103% em salário mínimo na Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou, nesta quarta-feira (20), a decisão de aumentar em 103% o salário mínimo do país, na esteira da crise econômica causada pela hiperinflação. A elevação é a nona nos últimos 17 meses.
Em 2017, o salário mínimo subiu 50% em janeiro, 60% em maio, 50% em julho, 40% em setembro, 30% em novembro e 40% em dezembro. Neste ano, teve elevação de 40% em janeiro, 58% em março e 155% em maio.
Em discurso televisionado, Maduro informou que o salário mínimo passou a ser de 3 milhões de bolívares (cerca de R$ 141,75) já nesta quarta-feira.
O montante, somado a um bônus de alimentação, daria uma remuneração mínima de cerca de 5,2 milhões de bolívares. Com informações do EStadão, com a Associated Press.
fonte: noticiasaominuto

BRASIL: Genro de Silvio Santos pode ser preso no aeroporto na volta dos EUA.

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O marido de Silvia Abravanel teve um pedido de prisão expedida no último dia 19.

Genro de Silvio Santos pode ser preso no aeroporto na volta dos EUA

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          leiton Pedroso pode ser preso no próximo dia 30, já no aeroporto, quando voltar de Miami, Estados Unidos. O marido de Silvia Abravanel teve um pedido de prisão expedida no último dia 19, em decorrência de um processo de pensão alimentícia. As informações são do Extra.
O genro de Silvio Santos é pai de uma menina de 5 anos, da relação com Ana Arraes, que move o processo.
Representantes de Pedroso, dizem que ele não recebeu intimação: "Ele está há 30 dias fazendo um curso. Assim que ele retornar a São Paulo, se a Justica se mantiver irredutível quanto a essa decisão de prisão (se é que existe), ele se entregará às autoridades e irá cumprir a decisão judicial, sem prejuízo de tentarmos provar que quem recebe R$ 2,5 mil não consegue pagar R$ 4,7 mil de pensão", explica.
Ana Arraes explica que a dívida de pensões chega a R$ 65 mil. Um acordo foi proposto pelos advogados: pagar R$ 44 mil em duas vezes, mas ela não aceitou. Ana ainda alega que o cantor jamais visita a filha e que passa por um período difícil com a menina.
fonte: noticiasaominuto


BRASIL: Fazenda vê indícios de lavagem de dinheiro em operações de Romário.

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Imbróglio envolve conta bancária em nome da irmã do senador

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Senador e ex-jogador Romário

        inculado ao Ministério da Fazenda, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) produziu relatório que aponta possível lavagem de dinheiro envolvendo movimentações financeiras do senador Romário (Podemos-RJ).

Em fevereiro, o jornal O Globo revelou a existência de uma conta bancária aberta em agência Banco do Brasil localizada na Câmara dos Deputados, em Brasília, em nome da irmã do senador, Zoraidi de Souza Faria.
Segundo o relatório do Coaf, o fluxo da conta, administrada por meio de procuração entregue pela irmã, não é compatível com a capacidade financeira de Zoraidi.
fonte: noticiasaominuto

Trump recua e assina ordem para que EUA evitem separar pais e filhos.

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Em decreto, Trump disse que "vamos ter fronteiras fortes, muito fortes, mas vamos manter as famílias unidas".

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Por: Agência Brasil em 20/06/18 às 17H28, atualizado em 20/06/18 às 17H38

O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, assinou nesta quarta-feira (20) um decreto para que os imigrantes ilegais que forem detidos tentando entrar no país não sejam separados dos filhos, se forem crianças e adolescentes, que os acompanham. Com o decretopais e filhos não serão mais separados como vinha ocorrendo. "Vamos ter fronteiras fortes, muito fortes, mas vamos manter as famílias unidas", disse Trump.

Segundo o presidente norte-americano, ele seguirá com sua determinação de "tolerância zero" em relação à imigração considerada ilegal. "Teremos zero de tolerância para as pessoas que ingressam ilegalmente ao nosso país", afirmou Trump.

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EUA não vão virar campo de refugiados, afirma Donald Trump

Há informações que cerca de 2 mil crianças e adolescentes estão isolados dos pais e separados das famílias desde a promulgação da nova lei de imigração. Os governos do México, Honduras e El Salvador reagiram à iniciativa e alegaram que a medida viola os direitos humanos.

fonte: noticiasaominuto

GUINÉ-BISSAU: IDENTIFICAÇÃO CIVIL: PRIMEIRO-MINISTRO PROMETE BAIXAR PREÇO DE BILHETE DE IDENTIDADE.

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Bissau,20 Jun18 (ANG) – O Primeiro-ministro prometeu para breve baixar o preço de bilhete de Identidade de dez para cinco mil francos, para as pessoas de zero a vinte anos.
Aristides Gomes que respondia algumas questões levantadas pelos deputados da nação antes da aprovação do programa de governo na Assembleia Nacional Popular, informou aos deputados  que o recenseamento eleitoral será feito no país e que os cartões de eleitor serão também impressos localmente à semelhança do que acontecera há quatro anos.
Instado pelos deputados a falar da falta de fornecimento regular da luz elétrica, disse que a situação da energia é um handicap de momento, mas que, contudo, promete melhoria no serviço para suscitar o investimento interno e externo.

Em relação a castanha de caju revelou que a exportação do presente ano poderá situar-se em torno dos 160 toneladas.
Enquanto isso, o Presidente da Assembleia Nacional Popular, Cipriano Cassama  disse esperar que as aspirações dos guineenses para uma vida condigna sejam refletidos no documento de governação.
Disse que os sectores sociais, nomeadamente Saúde e Educação, a promoção do auto emprego e ao desenvolvimento das capacidades físicas e intelectuais, bem como a Justiça, Segurança e paz social, são questões que devem ser melhor interpretadas pelo executivo através de eixos programáticos e balizados politicamente na firme convicção de cumprimento do mandato representativo.
 À par desta preocupação, o responsável máximo do hemiciclo defende a gestão rigorosa e transparente da coisa pública de acordo com as leis das finanças públicas para que a utilização dos fundos públicos tenham efeito social multiplicador, provocando melhorias significativas na vida dos cidadãos.
”Todos ambicionam uma vida semelhante aos das sociedades mais desenvolvidas, que imprimiram maior justiça na distribuição das riquezas geradas por cada um dos seus membros. Por isso, deve-se reorganizar as instituições de Estado, sobretudo as sociais, políticas e judiciais”, referiu.
Cassamá sustentou que o sucesso de um povo reside na sua capacidade de controlo do seu bem comum, que  equivale a boa governação dos seus recursos públicos.
Disse que o sucesso do governo que agora se legitima politicamente está na capacidade de satisfazer  os objetivos da sua existência, a par das questões sociais e  econômicas.
Por isso, disse que o governo de inclusão será particularmente avaliado para garantir os meios necessários ao cumprimento de todos os preceitos que regulam o processo eleitoral.
Reconhece as limitações das finanças públicas, sobretudo para garantir o normal funcionamento das instituições públicas, mas disse acreditar que o governo estará à altura de pôr à disposição da Comissão Nacional de Eleições os meios necessários para a concretização do cronograma apresentado.
ANG/LPG/ÂC//SG

ANGOLA: O VELHO JEREMIAS SÓ SORRI (JÁ NÃO CONSEGUE CHORAR).

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O ministro da Economia e Planeamento de Angola, Pedro Luís da Fonseca, afirmou hoje que o Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018-2022 tem como “eixo nuclear o desenvolvimento do homem e o seu bem-estar”. O velho Jeremias, sentado num adobe à porta da sua cubata, numa sanzala do Huambo, sorriu. Já não consegue chorar.

Oposicionamento oficial foi expresso durante a cerimónia de apresentação pública do documento, que constitui (como centenas de outros que a propaganda nos impingiu ao das últimas décadas) o principal instrumento de governação do executivo angolano nesse período, e que suporta igualmente mais sete eixos ditos de “fulcrais” de desenvolvimento.
“Importa aqui relevar um dos eixos, por sinal o eixo nuclear, que é o do desenvolvimento humano e bem-estar, porque o PDN 2018-2022 está focado no homem angolano por se constituir o objecto e o sujeito do desenvolvimento”, disse o ministro.
De acordo com o governante, o desenvolvimento humano e o bem-estar “é o eixo primordial” do plano porque nele “convergem as restantes macropolíticas de desenvolvimento neste período de cinco anos”.
“Para esse eixo concorrem outros eixos, como o do desenvolvimento económico, sustentável e inclusivo e das infra-estruturas necessárias para o crescimento económico. São eixos tão importantes focados no homem devido ao seu conjunto de necessidades que preconizamos satisfazê-las”, apontou.
Pedro Luís da Fonseca admitiu, na sua intervenção, a necessidade de criação de condições de financiamento para dar corpo ao PDN 2018-2022, sobretudo para a satisfação das necessidades das populações.
Necessidades das populações? Que necessidades? Estando o MPLA no governo desde 1975, ninguém acredita que as populações tenham necessidades. Desde logo porque, sejamos sérios, os nossos 20 milhões de pobres não integram a população angolana, a mortalidade infantil não é um problemas dos angolanos… do MPLA, a corrupção não é igualmente um problema angolano.
Para tal, acrescentou o ministro, o “Governo angolano vai prestar uma atenção particular ao sector da economia não petrolífera, por ser aquela que mais empregos garante”, e por isso o “que pode vir a reduzir a pobreza”.
Economia não petrolífera? Mas isso não foi já garantido há dezenas de anos pelo “escolhido de Deus”? Será preciso dizer sempre que se vai fazer o que já foi feito? O MPLA/Estado bem poderia ser mais modesto, não querendo fazer sempre mais e melhor. Descansem um pouco. Cometam alguns erros para parecerem humanos.
“De forma sustentável pela via de emprego é este sector que vamos prestar mais atenção”, assegurou Pedro Luís da Fonseca, murmurando baixinho algo quase imperceptível que os mais cépticos traduziram por: “Olhai para o que dizemos e não para o que fazemos”.
Os fundamentos, objectivos e projecções do Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) de Angola 2018-2022, aprovado a 26 de Abril pelo conselho de ministros, foram apresentados no encontro pelo Secretário de Estado para o Planeamento, Manuel Neto Costa.
Membros da organização sociedade civil, estudantes, docentes universitários, quadros do Ministério da Economia e Planeamento e deputados à Assembleia Nacional participaram deste encontro que decorreu, em Luanda, na sede do Instituto Nacional de Estatística (INE).

João Lourenço manda e eles repetem

OExecutivo vai dotar o Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação de um mecanismo de financiamento para que as instituições e actores singulares possam candidatar-se à execução de projectos, acções e actividades de suporte ao Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022, anunciou o Presidente da República em Fevereiro.
João Lourenço adiantou que a falta deste mecanismo de financiamento tem sido um dos maiores constrangimentos da prática da investigação científica em Angola, onde se verifica uma falta gritante de quadros altamente qualificados e com experiência comprovada.
Fica bem, de vez em quando, ser também o Titular do Poder Executivo a “inventar” a pólvora. E para constatar o óbvio não é necessária muita investigação científica. Basta olhar para o que o MPLA prometeu ao longo de dezenas de anos e nunca cumpriu.
Recém-chegado ao poder (só lá está há quase… 43 anos) o MPLA descobriu agora (entre outras pérolas) que Angola precisa de mais qualidade nas instituições universitárias. Quem o disse foi, no caso, o (ainda) vice-presidente do MPLA, João Lourenço.
Estávamos em Outubro de 2016. Segundo o boletim oficial do partido, Jornal de Angola (JA), João Lourenço fez este alerta na abertura da reunião com a comunidade académica de Luanda e Bengo, lembrando que o país “continua a exportar as suas riquezas em estado bruto para o exterior” (exportar para o exterior não está mal, não senhor), para depois comprar de volta os produtos transformados a preços exorbitantes. Além disso, sublinhou, a atitude contribui para dar emprego aos operários de outros países em detrimento dos angolanos.
Diante de milhares de académicos, segundo as contas do JA, João Lourenço pediu atenção à qualidade do ensino superior, numa altura em que existiam 24 instituições de ensino superior públicas e 40 privadas, surgidas num espaço de 14 anos. Até 2002, Angola tinha apenas uma única universidade pública, a Universidade Agostinho Neto, e duas privadas que, no total, formaram no mesmo período 62.407 quadros.
“Precisamos de encontrar o ponto de equilíbrio entre a necessidade da formação massiva de quadros que o país precisa e o rigor na qualidade desses mesmos quadros superiores”, disse João Lourenço, para acrescentar: “Devemos encorajar e promover a cultura de premiar o mérito no ensino, o mérito no trabalho e em tudo o que fazemos”.
Ou seja, João Lourenço disse que os angolanos devem olhar para o que o MPLA diz mas não, é claro, para o que faz. Isto porque se no regime existisse de facto a cultura do mérito, muitos dos seus quadros, ditos superiores, estariam a apanhar minhocas.
O (ainda) vice-presidente do MPLA disse na altura, continuamos a citar o boletim oficial, que o crescimento que o país vive na construção de estradas, caminhos-de-ferro, barragens hidroeléctricas, fábricas, portos e aeroportos, hospitais e fazendas agrícolas, deve ser acompanhado de formação de quadros que possam garantir a continuidade e manutenção dos projectos. “Apesar da maior necessidade que o país tem na formação de quadros é necessário assegurar a sua qualidade a todos os níveis de ensino”, disse João Lourenço.
João Lourenço recordou (numa manifesta passagem de um atestado de matumbez aos angolanos) que o MPLA sempre estabeleceu como prioridade a educação e o ensino nos seus programas de governação, através de atribuição de bolsas de estudo para países como Cuba, Rússia, Portugal, França, Reino Unido, Itália, EUA, Nigéria e Marrocos.
“Foram milhares os quadros angolanos superiores formados em diferentes áreas do saber nesses países e que hoje contribuem para o desenvolvimento do nosso país”, disse.

Não se pode querer tudo

Nenhuma instituição angolana consta da lista das 100 melhores universidades de África, ao passo que Moçambique e Cabo Verde, que têm a mesma idade política, aparecem entre as melhores do continente.
É verdade. Em contrapartida, Angola é um dos países mais corruptos do mundo, é um dos países com piores práticas democráticas, é um país com enormes assimetrias sociais, é o país com o maior índice de mortalidade infantil do mundo. Não se pode querer tudo, não é?
Que a maior parte dos supostos quadros superiores são, afinal, quadros inferiores, todos sabemos. Tal como sabemos que são esses que o MPLA chama para funções públicas. E chama porque, sabendo eles que nada sabem, prestam-se a todos os fretes e fazem da fidelidade canina e do culto ao chefe o seu principal doutoramento.
Neste contexto, o então secretário do MPLA para a política Económica e Social, Manuel Nunes Júnior, afirmou que Angola tinha de vencer o atraso científico e tecnológico, sendo isso uma condição crucial para o progresso económico e social e que uma das principais implicações da globalização é a facilidade com que a tecnologia e as ideias fluam entre países.
Ao apresentar as principais orientações da Moção de Estratégia do presidente do MPLA, o guia supremo, querido líder, “escolhido de Deus”, José Eduardo dos Santos, para a formação de quadros, Manuel Nunes Júnior afirmou que a política do seu partido sobre o ensino superior assenta no conhecimento e na criação de novas ideias. A chave do crescimento e prosperidade das nações, disse o político e professor universitário, são as ideias e o conhecimento e não são os objectos. Os objectos, referiu, desgastam-se com o tempo e perdem o valor.
O economista disse que a capacidade humana de produzir novas ideias e novos conhecimentos é infinita. “Muitos países não conseguiram tirar vantagem da revolução industrial e não prosperaram. Torna-se agora imprescindível tirar os benefícios da sociedade do conhecimento que caracteriza o presente processo de globalização”, disse.
Manuel Nunes Júnior lembrou que a diferença entre países ricos e pobres e em termos do desenvolvimento são fenómenos recentes. Os países que conseguiram tirar vantagens da revolução prosperaram e os outros ficaram para trás em termos de crescimento económico e de prosperidade.
“Estamos a viver uma nova revolução em que a sociedade industrial está a dar lugar à sociedade do conhecimento e Angola não pode ficar fora dessa sociedade do conhecimento. Deve dela tirar todas as vantagens”, disse este especialista.
O velho Jeremias continua sentado num adobe à porta da sua cubata, numa sanzala do Huambo, e a sorrir. Já não consegue chorar…
fonte: folha8

ANGOLA: O LIXO É MESMO PATRIMÓNIO (MATERIAL) DO QUERIDO MPLA.

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A circulação dos comboios do Caminho-de-Ferro de Luanda (CFL), no troço Bungo/Baia, ainda na capital angolana, poderá paralisar em breve, devido à quantidade de lixo naquela linha férrea e à vandalização dos comboios. Alguém acredita nisso? Não. Nem pensar. Isso acontecia antes da independência. Depois do MPLA ter comprado Angola isso acabou…


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Apreocupação foi transmitida pelo presidente do CFL, Júlio Bango, após uma visita àquele troço, que liga os municípios de Luanda, Cazenga e Viana, e onde semanalmente morrem entre quatro a seis pessoas ao tentar atravessar a linha férrea.
Júlio Bango disse à imprensa que é necessário tomar medidas urgentes para se reverter o actual quadro, porque a eventual paralisação do troço terá como consequência o aumento do tráfego rodoviário, além de dificultar a circulação de pessoas e mercadorias.
O excesso de lixo, construções anárquicas junto ao caminho-de-ferro, das quais algumas ligadas ao muro de vedação da linha férrea, a destruição da vedação de betão e metal, a existência de mercados e lavras e a retirada da brita da linha é o panorama actual do CFL naquele troço, disse Júlio Bango.
O responsável defendeu o realojamento dos habitantes junto da linha férrea, para se pôr cobro à situação, salientando que o troço entre os bairros Boavista/Dimuca/Cipal, nos distritos urbanos Sambizanga e Rangel, num percurso de cerca de 40 quilómetros, é o mais crítico.
A juntar-se a estes constrangimentos está também a vandalização, por alguns moradores, dos comboios, através do arremesso de pedras para aquele meio de transporte durante a sua passagem. O CFL, com uma extensão de 424 quilómetros, liga as províncias de Luanda e Malanje.

… mas não existe Governo?

OMinistério do Ambiente anunciou em Julho do ano passado que ia contratar a empresa China Harbour Engineering Company (CHEC) para construir, em Luanda, uma fábrica de reciclagem de resíduos sólidos, num investimento público de 195 milhões de dólares (170 milhões de euros).
Terá sido apenas branqueamento eleitoral para a velha máxima do regime: O MPLA é o lixo, o lixo é o MPLA?
De acordo com um despacho governamental, a reciclagem a fazer nesta fábrica permitirá ainda gerar energia a partir daquela unidade, cabendo aos chineses da CHEC a sua construção e apetrechamento.
O documento, assinado pelo então Presidente, com data de 11 de Julho e que autorizava o Ministério do Ambiente a avançar com o negócio, justifica o investimento ainda com a necessidade de se construir o aterro sanitário da cidade do Kilamba – centralidade construída de raiz nos arredores de Luanda -, e “simultaneamente responder à problemática da capacidade de tratamento dos resíduos produzidos diariamente na cidade de Luanda”.
O Ministério do Ambiente e a empresa CHEC assinaram, em Luanda, um memorando de trabalho referente à construção de aterros sanitários, no âmbito do plano estratégico de gestão de resíduos, informou fonte governamental.
O Governo do MPLA (é assim desde 1975) prevê a construção de aterros sanitários em todas as 18 capitais de província do país, até 2020, sete dos quais em fase de execução, informou em Outubro de 2016 a então ministra do Ambiente, Fátima Jardim.
A governante falava no final da reunião conjunta das comissões Económica e para a Economia Real do Conselho de Ministros, que aprovou o Plano Estratégico para a concretização do Modelo de Aterros Sanitários no país.
“Não podemos continuar com as lixeiras”, enfatizou na altura a ministra do Ambiente.
De acordo com Fátima Jardim, já estavam em curso os processos para a construção dos aterros nas províncias de Cabinda, Huambo, Cuando Cubango, Huíla, Malange, Cuanza Norte, além de Luanda, servindo esta última de modelo para o plano. No total serão construídos 20 aterros sanitários em todo o país.
No âmbito deste plano, cujo investimento não foi revelado, a população também será alvo de campanhas de sensibilização para a separação de resíduos e seu reaproveitamento, através de novas indústrias de reciclagem.
De igual forma será desenvolvido um modelo de actuação para as empresas que vão assegurar a recolha e tratamento de resíduos sólidos, através de contratos de concessão, à semelhança do que acontece em Luanda.
“Isto é um repto que vamos ter até 2020, temos tempo para pensar positivo. Mas temos sobretudo tempo para melhorar a prestação de serviços, a qualidade de vida das populações e também o desempenho institucional dos envolvidos na gestão dos resíduos urbanos”, apontou Fátima Jardim.
O modelo assenta em três aterros sanitários só em Luanda, província com sete milhões de habitantes, e com a concessão da recolha a empresas públicas e privadas, adaptando-o para as restantes províncias.

O lixo é um dos espelhos do regime

As enormes quantidades de lixo que se acumulam, por exemplo, na orla marítima do município de Cacuaco, arredores de Luanda, têm origem, segundo as autoridades, nas valas de drenagem.
Plásticos, ferros, além de paus, garrafas e todo o tipo de electrodomésticos, é o cenário mais comum que se constata em grande parte da extensão das praias de Cacuaco, por entre populares pouco preocupados e funcionários da administração municipal, que tentam recolher o lixo.
Em declarações à agência Lusa, em Março de 2017, o director do Ambiente, Gestão de Resíduos Sólidos e Serviços Comunitários do Cacuaco, Martinho Jerónimo, esclareceu que as enormes quantidades de resíduos sólidos que se registam no litoral do município surgem pelo escoamento das valas de drenagem, que desaguam nas praias.
“São quatro valas de macro drenagem, que cortam o distrito sede vindo uma do município do Cazenga, outra do Sambizanga e duas dos distritos dos Munlevos e da sede, das quais os resíduos sólidos jogados nessas valas encaminham todo para a orla marítima do município. Porque o mar recebe com a força das águas da chuva e depois faz o processo de inversão”, explicou.

Lixo – Um dos Nobel do regime

Oregime do MPLA está com os tambores da falsidade aquecidos para, numa poluição sonora, de muito má qualidade, e que intriga a maioria dos angolanos, tentar branquear os quase 43 anos de uma política de má gestão económica e social, discriminação política, perseguição aos opositores e sociedade civil, não bajuladora e, mais grave, a lixeira de uma política irracional, que já não consegue sair dos monturos por si implantados.
Por mais que, depois de Eduardo dos Santos, João Lourenço tente sacudir o lixo para o quintal do vizinho, exonerando governadores e exarando em catadupa decretos e despachos, todos, absolutamente todos, os governantes por eles nomeados ficam em cima dos contentores, a analisar a lixeira do lixeiro que se segue.
Não é possível tentar enquadrar o tamanho do lixo que inunda Luanda, fora de uma prática incompetente do executivo, superiormente liderado pelo MPLA mas – como no resto – sem noção de gestão urbana e que cometeu ao longo destes anos erros crassos de gestão, afastando muitos técnicos, oriundos do período colonial, com forte conhecimento da gestão urbana da cidade e das formas para um saneamento eficaz e despartidarizado.
O maior mérito da política do MPLA tem sido a promoção de “jobs for the boys”, muitos dos quais verdadeiramente incompetentes, mas por serem bajuladores do “camarada presidente”, são nomeados, não para acabar com o lixo, mas para a sua verdadeira promoção.
Uma máxima que o MPLA tem perseguido ao longo dos anos é a de que o MPLA é o Povo e o Povo o MPLA, mas face à incapacidade de não acertar numa política de limpeza e recolha do lixo das cidades, resolveu incentivar a sua produção em larga escala, para justificar a subida dos níveis de produção de 1973, ano de ouro da governação colonial portuguesa e que foi sempre um marco para ser superado pelo MPLA e desta forma legitimar a nova máxima: O MPLA é o lixo, o lixo é o MPLA.
O aumento do lixo, a incapacidade de pagarem às empresas dos próprios membros do MPLA, pois são os únicos autorizados, nesta empreitada demonstra que a discriminação só gera lixo, lixo que afinal o MPLA sente como um verdadeiro elemento imprescindível da sua gestão.
Se o anterior Presidente da República era avesso a um verdadeiro programa de gestão autónoma das cidades, principalmente no que se refere à capital, sendo confrangedora a falta de visão sobre o que pretende que seja a Luanda capital; a Luanda Metropolitana ou a Luanda Província, o actual (sendo um produto desse mesmo MPLA) segue-lhe os ensinamentos.
E numa altura em que o lixo é o que mais ordena, nada espanta que tudo seja uma verdadeira lixeira, ao ponto da política e da justiça serem hoje o seu expoente máximo.


Folha 8 com Lusa

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