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sábado, 26 de janeiro de 2013

Você não deve se surpreender com esta notícia: Isabel dos Santos é a primeira bilionária africana – Forbes.

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Isabel dos Santos é a primeira bilionária africana – Forbes

A filha mais velha do presidente de Angola, Isabel dos Santos, tornou-se na primeira bilionária africana, de acordo com a revista norte-americana Forbes.  
As ações de empresas cotadas em Portugal, caso do BPI e da ZON, juntamente com ativos em Angola, “elevaram o valor líquido [da fortuna de Isbael dos Santos] acima da fasquia de mil milhões de dólares, fazendo da empresária de 40 anos a primeira mulher bilionária africana”, segundo a pesquisa da Forbes.

Formada em engenharia no King´s College de Londres, Isabel dos Santos abriu o seu primeiro negócio em 1997 – um restaurante chamado Miami Beach, em Luanda.
A Forbes avalia a participação de 28,8 por cento na ZON em 385 milhões de dólares, os 19,5 por cento do BPI em 465 milhões de dólares e a participação no BIC, de Angola, em 160 milhões de dólares.
Fontes consultadas pela Forbes referem que tem ainda 25 por cento da operadora de telemóveis Unitel, participação que isoladamente vale “no mínimo mil milhões de dólares”, de acordo com analistas de telecomunicações.
Peter Lewis, professor da universidade norte-americana Johns Hopkins, afirmou à revista que o círculo presidencial e do MPLA “têm muitos interesses empresariais” e que as origens destes é “muito opaca”, havendo “completa falta de transparência” no país.
Uma porta-voz da empresária escusou-se a prestar esclarecimentos sobre as alegadas participações detidas, mas considerou as afirmações de Lewis “especulativas, irrazoáveis e sem valor académico”.
Os investimentos de Isabel dos Santos, adiantou, têm sido feitos com máxima transparência, em empresas publicamente cotadas, com base na legislação europeia.

fonte: expressodasilhas.sapo.cv

Cabo Verde: Queda da ponte é "um acto concreto de corrupção" – diz Jorge Santos.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Queda da ponte é "um acto concreto de corrupção" – diz Jorge Santos

O vice-presidente do Movimento para a Democracia (MpD), Jorge Santos, disse esta manhã, na ilha da Boa Vista, que a queda da ponte Ribeira D’Água, na sequência das fortes chuvadas de Setembro de 2012, é um "acto concreto de corrupção" em Cabo Verde.
Este dirigente do MpD comentava assim os resultados do inquérito governamental ao incidente que provocou também a morte a dois cidadãos guineenses que, na sequência da queda da ponte, tentaram atravessar a Ribeira d'Água, sendo levados pela enxurrada.

Segundo Jorge Santos, o relatório retrata "a irresponsabilidade e incompetência" do Governo e dá "pistas para a existência de corrupção" em Cabo Verde, sendo este "um acto concreto" afirmou, reivindicando que o seu partido já tinha denunciado "ilegalidades e falta de transparência na gestão das infraestruturas" no país.
Na terça-feira, o relatório governamental sobre a queda da ponte deu conta de responsabilidades para várias empresas, entre elas a construtora portuguesa MSF, e o próprio Governo, tal como assumiu então a ministra das Infraestruturas de Cabo Verde, Sara Lopes, adiantando que se irá "agir em conformidade" em relação aos culpados.
O relatório indica que foram omitidos dados pluviométricos e hidráulicos anteriormente observados no dimensionamento da obra e que foi implementada uma modalidade de relacionamento entre projectistas, empreiteiros e fiscalização que "colide" com a legislação vigente e que "não salvaguardou a independência" da fiscalização.
A fraca capacidade de vazão do caudal, a inadequação da profundidade das bases da fundação e a presença de um aterro terão também influenciado na velocidade das águas, bem como a "não -realização com regularidade de limpezas", as chuvas "excepcionais" e a ausência de acções de vistoria.
Hoje, Jorge Santos disse haver um "conluio entre os gestores e os decisores da gestão das infraestruturas nacionais" e que tudo o que se fez na ponte é "ilegal", pois foi "desrespeitada" a Lei de Empreitadas. "Como tal, o Governo é cúmplice", acrescentou.
"É preciso responsabilizar criminalmente os autores das ilegalidades cometidas", frisou, pondo também em causa outros projectos, como os portos da Boa Vista e do Fogo, a estrada da Garça, em Santo Antão, e o anel rodoviário da "ilha do vulcão".
O relatório aponta responsabilidades aos empreiteiros - MSF e dois operadores espanhóis -, à Direcção-Geral das Infraestruturas, ligada ao então Ministério das Infraestruturas, e à entidade fiscalizadora, a espanhola INECO.

fonte: expressodasilhas.sapo.cv

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