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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Senegal: Comunicado dos Conselhos de Ministros de 5 de Dezembro de 2018.

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O Presidente Macky SALL convocou o Conselho de Ministros na quarta-feira, 5 de dezembro de 2018, às 10 horas, no Palácio da República.

No início de sua comunicação, o Chefe de Estado envia suas sentidas condolências à nação após a lembrança a Deus de Sidy Lamine NIASSE e reza pelo repouso de sua alma no paraíso. Sua obra continua marcada por sua contribuição para o desenvolvimento do pluralismo da mídia, o fortalecimento da democracia e a promoção do Islã.

O Presidente da República, saudando igualmente a eleição unânime do Senegal à Presidência do Conselho dos Direitos do Homem das Nações Unidas, em 3 de dezembro de 2018, indica que esta escolha nesta posição de prestígio confirma a reconhecimento da comunidade internacional do compromisso exemplar do Senegal em respeitar e proteger os direitos humanos.

Abordando a promoção do voluntariado para consolidar o desenvolvimento inclusivo, eqüitativo e sustentável, por ocasião da celebração do Dia Internacional do Voluntariado, em 5 de dezembro, o Chefe de Estado amplia o papel fundamental do voluntariado na aceleração do voluntariado. implementando a sua visão de um Senegal emergente, felicita e encoraja todos os voluntários nacionais e internacionais que servem no Senegal.

Além disso, o Presidente da República agradece a todas as organizações nacionais e internacionais de voluntários que trabalham incansavelmente, ao lado das pessoas e das autoridades públicas, para melhorar significativamente nas áreas de educação, saúde, agricultura e desenvolvimento comunitário, as condições de vida de nossas populações, especialmente aquelas em áreas rurais.

Assim, o Chefe de Estado pede ao Primeiro Ministro que proceda à avaliação da ação do Serviço Cívico Nacional, desde a sua criação em 1998, e da Agência de Segurança de Proximidade, 5 anos após o seu lançamento. 2013, e recorda ao Governo a necessidade de se preparar para a implementação de uma Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Voluntariado, bem como a necessidade da adoção da Lei Nacional de Orientação ao Voluntariado o mais breve possível.

Apreciando a consolidação do desenvolvimento do subsector pecuário, e o seu lugar essencial no desenvolvimento económico e social do Senegal, o Presidente da República relembra ao Governo desde o início, desde 2012, de um importante Programa Nacional de Desenvolvimento para o Senegal. Pecuária, a fim de estabelecer a segurança alimentar e nutricional das populações, e elevar permanentemente o nível de contribuição do subsetor para a riqueza nacional.

Neste contexto, este programa ambicioso, construído em torno de uma parceria público-privada exemplar, tornou possível melhorar a saúde animal, criar e reabilitar infraestruturas, reestruturar todos os setores para aumentar a sua produtividade e o seu desempenho. mas acima de tudo para fortalecer as capacidades técnicas e financeiras dos criadores de gado e operadores económicos no subsector.

Além disso, o Presidente da República felicita o Ministro da Pecuária e todos os pastores do Senegal pelo notável empenho e qualidade do trabalho individual e coletivo realizado para a erradicação da mosca tsé-tsé na área. Niayes, vetor de tripanossomíase e doença do sono em humanos. Ele informou aos membros do Conselho, da celebração, sob sua presidência efetiva do Dia da Pecuária em 08 de dezembro de 2018 em Ranérou, na região de Matam.

Além disso, como parte da consolidação do setor eqüino, o Chefe de Estado pede ao Governo que dê atenção especial a este setor, para assegurar o reforço de recursos e a influência internacional do Haras National localizado em Kébémer.

Nesta perspectiva, o Presidente da República convida o Governo a desenvolver a cooperação com os países de referência neste campo e a estudar a viabilidade de um moderno Projecto Nacional de Hipódromo para acompanhar a melhoria da raça equina e do uso otimizado do potencial da corrida de cavalos.

Finalmente, referindo-se ao Programa Nacional de Combate à Insuficiência Renal e à Melhoria do Sistema de Abastecimento Farmacêutico, o Chefe de Estado solicitou ao Governo que assegurasse a prevenção eficaz da doença e do atendimento adequado e gratuito para pacientes com insuficiência renal nos diversos centros de diálise públicos estabelecidos no país, cujo número foi significativamente aumentado.

Além disso, o Chefe de Estado pede ao Governo que examine as modalidades de melhoria dos procedimentos de registo e aquisição de medicamentos do Senegal em medicamentos e congratula-se com os resultados muito satisfatórios da implementação da nossa estratégia nacional de aids.

O Presidente da República completou a sua comunicação.

fonte: seneweb.com

Portugal e China assinam 17 acordos de cooperação.

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Presidente chinês Xi Jinping e António Costa no Palácio de Queluz

Terminou no palácio de Queluz a visita de dois dias do Presidente chinês a Portugal.
Sob um apertado dispositivo de segurança, Xi Jinping foi recebido pelo primeiro-ministro António Costa e selou a visita oficial com uma declaração onde defendeu o princípio do respeito mútuo entre países, do livre comércio e da paz.
"Vamos unir esforços em conjunto com Portugal e outros países para promover a paz e a estabilidade, o desenvolvimento comum e a paz duradoura em todo o mundo e em todas as comunidades".
Durante esta passagem por Lisboa, foram assinados 17 acordos entre as autoridades nacionais e chinesas em várias áreas.
Entre eles, destaque para o entendimento de cooperação da chamada "nova rota da seda" que inclui o investimento em mobilidade elétrica ou para a criação de um projeto empresarial chinês em Matosinhos que deverá criar 150 empregos.
No próximo ano, assinalam-se 40 anos das relações diplomáticas entre os dois países e 20 anos da devolução de Macau à China.
Xi Jinping mostrou vontade em reforçar a confiança mútua e de aumentar os ganhos partilhados entre os dois países. Lembrou mesmo uma expressão: "vinho, azeite e amigo, quanto mais antigo melhor".
fonte: euronews

ANGOLA: CARTA ABERTA (E PÚBLICA) AO PRESIDENTE JOÃO LOURENÇO.

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Recordando (como se fosse preciso) os métodos de José Eduardo dos Santos durante 38 anos, hoje os “anónimos” servidores de João Lourenço (provavelmente alguns reciclados do governo anterior e outros que o Presidente nem conhece) voltaram a pôr as garras de fora. Não gostaram do texto “Sociedade civil, João Lourenço e nós” e, como os sipaios de outros tempos, partiram para as ameaças, para as acusações.

Por Orlando Castro
Pela forma, mas também pelo conteúdo e pela escrita, percebe-se que são gente evoluída e que gravita junto de quem tem o Poder, tal a forma canina como se arrogam ter o dever de defender quem, de facto, não precisa de ser defendido por gentalha deste tipo – João Lourenço. Numa estratégia concertada, todas as ameaças tinham uma pergunta comum: “Quem é que o William Tonet julga que é?”.
Pois bem. Em vez de respondermos aos párocos do bairro, vamos directamente a “Deus”, evitando intermediários. Assim, permita-me V. Exa. Senhor Presidente da República, João Lourenço, que lhe relembre sinteticamente quem é William Tonet. Se, eventualmente, achar por bem fazer alguma pedagogia e passar a informação aos seus assessores que dizem, mentindo, que não lêem o Folha 8, esteja à vontade.
Em 1965, no Congo-Brazzaville, na base do Movimento, por orientação de Agostinho Neto, o ex-vice-presidente do MPLA, Matias Miguéis, foi enterrado vivo, tendo ficado a cabeça de fora durante dois dias para receber todo tipo de humilhações até sucumbir.
Não seria importante que o presidente do MPLA, João Lourenço, nos dissesse se sabe, se tem uma ideia ou se não quer saber, quantas crianças soldados e guerrilheiros assistiram a esta barbárie?
Em 1966, foi queimado numa fogueira, logo barbaramente, assassinado, na Frente Leste, o abnegado e valoroso comandante Paganini e mais seis outras pessoas, acusados de feitiçaria e tentativa de golpe contra a direcção de Agostinho Neto, em Brazzaville. Será prova de coragem varrer estes factos para debaixo do tapete?
Consta dos arquivos da PIDE, que repousam na Torre do Tombo, em Lisboa, que Guilherme Tonet fundou, em 1960, a FPLA (Frente Popular de Libertação de Angola), partido responsável pela manutenção dos núcleos de guerrilha em Luanda depois da sublevação do 4 de Fevereiro de 1961 e que foi ainda o criador de uma região militar, na zona dos Dembos e Piri, que viria posteriormente a converter-se na 1.ª Região Político Militar do MPLA. Guilherme Tonet partiu, consta também, para os húmus libertários, com seu filho primogénito (William Tonet), então com três anos de idade.
O cartão de pioneiro n.º 485, atesta William Tonet como sendo natural da 1.ª região político-militar do MPLA. Nas matas, as crianças não andavam a brincar à cabra-cega, eram “guerrilheiros-mirins”, servindo de antenas e carregadores dos guerrilheiros.
Na tentativa de abertura de mais uma frente, no Planalto Central, em 1968, o grupo de guerrilheiros foi preso, dentre eles Guilherme Tonet, que viria a ser desterrado para a cadeia de São Nicolau. Foi nestas bandas que William Tonet encontrou, estudou e conviveu com o actual Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa.
Por tudo isso, brada aos céus a presunção (passiva ou activa) de monopólio da verdade de muitos altos dirigentes do MPLA que se arrogam a cometer, com total impunidade, o crime de difamação e violação primária da verdade quando dizem:
“O cidadão William Tonet nunca pertenceu ao movimento guerrilheiro, dirigido pelo MPLA, no período de luta pela independência nacional de Angola, nem integrou qualquer estrutura ou força governamental, que se tivesse envolvido directamente, na luta pela preservação da independência ou pela defesa da integridade do solo pátrio”.
Lembram-se os actuais, os anteriores dirigentes bem como o actual Presidente do MPLA de todos os membros que estiveram na comissão de redacção do congresso de Lusaka de 1974? William Tonet lembra-se. Quem mente?
Saberá o Presidente do MPLA, os nomes dos guerrilheiros que vieram, em 1975, no primeiro navio de cimento a partir de Cabinda? O MPLA deve assumir se tinha ou não nas suas fileiras crianças-soldados, antes e depois da independência. Isto para se aferir quem mente…
Em 1975, em Luanda, William Tonet fez parte do grupo de contra-informação, que “invadiu” o então hospital universitário de Luanda (actual Américo Boavida) e de lá retiraram, crianças mortas, corações, fígados e outros órgãos humanos, que serviam de objecto de estudo, aos alunos do curso de medicina, para os colocar nas Casas do Povo da FNLA, acusando-os de canibalismo e de comerem pessoas. Tese que vingou e perdura por muitos anos. Será que o MPLA já pediu desculpa aos angolanos e à FNLA, sobre essa mentira? Tonet penitenciou-se, ainda Holden Roberto estava em vida e junto da direcção da FNLA. Ngola Kabangu e outros podem confirmar.
Ainda em Luanda, no bairro Vila Alice, no quadro das actividades dos “Comités Ginga”, em 1975, antes da proclamação da nossa Independência, sob coordenação do nacionalista Guilherme Tonet, que organizava e ministrava cursos de formação de activistas pró-MPLA, dos quais se salienta o Curso de Monitores Político-Militares, participaram uma plêiade de jovens que mais tarde desenvolveram acções de realce em prol da construção da Pátria angolana.
O espaço reservado para as referidas aulas situava-se na residência de Guilherme Tonet, que na sua acção formativa contou com o apoio do seu filho primogénito William Tonet, cuja missão primordial se centrava na produção, impressão e distribuição dos materiais que serviram de apoio aos formandos.
Eis alguns nomes dos participantes nas actividades formativas levadas a cabo por Tonet: Ana Dias Lourenço, Luís Carneiro “Luisinho”, Evelize Fresta, Mariana Afonso Paulo, Ana Maria de Sousa Santos “Nani”, Pedro de Almeida, Fernanda Dias, Artur Nunes, Sara Bernardete Barradas e Maria da Conceição Guimarães.
Estes são alguns nomes dos muitos jovens que receberam formação política em prol do MPLA no período que antecedeu a proclamação da Independência Nacional e que integraram os múltiplos Comités de Autodefesa (braço armado embrionário do MPLA na cidade de Luanda) sob tutela dos Comités Ginga espalhados nos bairros como Sambizanga, Prenda, Golfe, Cazenga, Marçal, Rangel, Bairro Popular, Ilha de Luanda, Ingombota, etc..
William Tonet foi um dos comandantes que levou pioneiros de Luanda para o Largo 1.º de Maio, afim de servirem de porta bandeira, na noite de 11 de Novembro de 1975, data da proclamação da Independência. Um destes pioneiros, dentre outros, foi Toninho Van-Dúnem, ex-secretário do Conselho de Ministros.
Em 1976, era um dos integrantes do “estado-maior” das Comunicações da 9.ª Brigada das FAPLA, tendo sido nessa condição colocado, por orientação da Comissão Executiva do MPLA, no gabinete do Comandante Nito Alves, para a área juvenil e de mobilização em Luanda. Participou nas várias reuniões preparatórias e electivas, dos membros das Comissões Populares de Bairro. Foi autor, na campanha de diabolização do adversário político, mais temeroso da altura, da expressão, que viria a ser musicalizada: “Holden é como camaleão”! “Ele é lacaio do imperialismo internacional”, num dos comícios no campo de São Paulo, em Luanda! Alguém do MPLA pode desmentir isso?
Em 1977, por ocasião do 27 de Maio foi preso, sem culpa formada, pelo agente da DISA, Carlos Jorge, também conhecido por Cajó, acusado de fraccionismo, na companhia de seu pai, Guilherme Tonet, mais dois tios, que viriam a ser enterrados vivos.
William Tonet está registado com o n.º 5369/86, como Antigo Combatente, emitido no período de partido único, onde o rigor de pendor comunista era mais acentuado. O processo foi constituído e repousa nos arquivos da então Secretaria de Estado dos Antigos Combatentes, tendo sido emitido a 28 de Agosto de 1986, Ano da Defesa da Revolução Popular.
Nos anos 80 foi delegado da TPA (Televisão Popular de Angola) em Benguela. Trabalhou ainda a nível da JMPLA com a deputada do MPLA, Ângela Bragança e com o actual Presidente do Tribunal Supremo, Rui Ferreira.
Na qualidade de oficial de comunicações, especialista em intersecção militar, foi requisitado em nome do governo e na sua condição, para trabalhar, em diversas ocasiões com os generais Kundy Pahiama, Fernando da Piedade Dias dos Santos “Nandó” e Fernando Garcia Miala, então chefe da Casa Militar da Presidência da República.
Ainda na qualidade de oficial e no estado-maior de comunicações militares, sua especialidade, trabalhou, entre os anos 80 e 90, em muitas das grandes operações militares das FAPLA, nas regiões Sul, Norte, Leste e Sudoeste, na criação de linhas de intersecção, com os generais, Ngueto, Faceira, João de Matos, Armando da Cruz Neto, Jorge Sukissa, entre outros. Aliás nessa condição, com conhecimento do general João de Matos, foi impedido, por ordem militar do comandante-em-chefe, José Eduardo dos Santos, de se retirar da Frente Centro.
Em 19 de Maio de 1991, após quatro dias de negociações directas entre William Tonet e os líderes do MPLA e da UNITA, respectivamente José Eduardo dos Santos e Jonas Malheiro Savimbi, foi assinado no Alto Cauango, Luena-Moxico, o Primeiro Acordo de Paz de Angola, pondo fim a uma guerra de 57 dias, entre as tropas militares das FAPLA/MPLA e FALA/UNITA. Foram subscritores ou testemunhas oculares, Higino Carneiro, Nelumba Sanjar, Chilingutila, Mackenzi, entre outros.


Há, de tempos em tempos, que tomar-se a altura do Sol para que a rota se não extravie pela superfície movediça de factos e circunstâncias, num mar-alto sem referências nem horizontes. Também hoje, “Angola vagueia num mundo transformado e revolto, sem horizonte” nem pontos de referência angolanos.
fonte: folha8

ANGOLA: A GENÉTICA ESTUPIDEZ E O CONFORMISMO FANÁTICO.

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Alguém disse que “o nosso jornalismo não é profissional e vou deixar de acompanhar”. Ainda bem porque nós escrevemos apenas para alguém que tenha capacidade de raciocinar. Não fazemos parte do grupo dos profissionais da ordenha das verbas do Estado, os que servem apenas para disfarçar ou aplaudir disparates, ambiguidades, contradições e falácias.

Por Domingos Kambunji
Estes são capazes de defender tudo e o seu oposto, afirmando serem muito coerentes. O única característica que se consegue observar é serem coerentes na incoerência e na desonestidade intelectual.
Senão vejamos: sentados na esplanada da simplicidade conseguimos observar os papagaios arautos do poder a apoiarem, aplaudirem e votarem favoravelmente, em 99.6%, o José Eduardo dos Santos; 98.59% desses monangambés mudaram as coordenadas no GPS da bajulação para passarem a maldizer José Eduardo dos Santos e para apoiar, aplaudir e votar favoravelmente o novo soba João Lourenço. Quer isto dizer que a demagogia de João Lourenço tem menos apoio, cerca de 1%, do que a demagogia do José Eduardo dos Santos.
O facto mais tristemente relevante é que João Lourenço fez parte dos caboucos do sistema demagógico e desonesto de José Eduardo dos Santos, como Ministro da Defesa (da Corrupção).
O poeta diz ”mudam-se os tempos mudam-se as vontades”. Nem sempre assim acontece. Na Re(i)publica da Angola do MPLA, um mau exemplo, o que acontece é que mudam-se os tempos e mantêm-se as contrariedades, as ambiguidades e as falsidades.
Quer isto dizer que as zungueiras da demagogia continuam como marimbondos bem instalados no ninho do poder e arredores e não morrem devido à fome, como ainda acontece com muitos cidadãos nacionais, especialmente nas províncias do Sul, com grande destaque no Bié.
No fim de contas é isto que caracteriza a história macabra do MPLA. Lúcio Lara dizia que o MPLA é um partido grandioso mas mandou fuzilar militantes. Agostinho Neto dizia ser um líder honesto mas depois de perder as eleições no congresso, para Daniel Chipenda, manteve-se no poder para exercer as funções de José Estaline africano. Agostinho Neto dizia que era defensor dos Direitos Humanos e iniciou uma guerra civil em Angola e mandou fuzilar muitas dezenas de milhar de angolanos no 27 de Maio.
José Eduardo dos Santos dizia ser presidente de todos os angolanos e o que fez foi roubar o dinheiro e a dignidade da esmagadora maioria dos angolanos. João Lourenço, enquanto enriquecia, fez parte do grupo dos 99.6% que apoiaram, aplaudiram e votaram a favor do José Eduardo dos Santos. Não foi por acaso que José Eduardo dos Santos o escolheu para seu herdeiro no trono do ninho dos marimbondos.
O anquilosado que diz que “o nosso jornalismo não é profissional e vou deixar de acompanhar” gosta de ser anestesiado pela banha da cobra receitada pelo actual Ministro da Propaganda, Manipulação de Mentalidades e Educação Patriótica Patética, João Melo. Nós que somos acusados de praticar um “jornalismo não profissional” ainda nos recordamos da cobardia política e intelectual deste novo “chefe de posto” da comunicação social.
Quando, no tempo de José Eduardo dos Santos, o escritor José Eduardo Agualusa disse que o João Melo defendia as liberdades democráticas que diz defender agora, o Ministro Cata-Vento João Melo veio rapidamente a terreiro desmentir as afirmações do Agualusa. Dizia nessa época, não muito distante: “Não é bem assim”… Agora assim é que é bem para poder engodar os mais desatentos e os que revelam atrasos no desenvolvimento nas aprendizagens para poderem adquirir um sentido crítico atento, inteligente e honesto.
Nós acreditámos que a mudança de bajulador e bajulador adjunto do principal boletim de propaganda escrita, o jornal da Angola do MPLA, trouxesse uma criatividade mais inteligente e menos ecolálica. Depressa verificámos que os “novos” marimbondos limitam-se a plagiar os pensamentos matumbos publicados pelos marimbondos exonerados pelo João Lourenço.
É triste quando observamos o bajulador do jornal da Angola do MPLA, Victor Silva, bem remunerado com dinheiro do Estado, revelar-se uma nulidade, um analfabetismo exagerado, nos conceitos mais básicos de Economia Internacional.
Diz o marimbondo Victor Silva que “a vida está difícil? Está sim, senhor! Porventura mais ainda do que estava há um ano, decorrente do estado em que se encontram a economia e as finanças públicas por culpa de uma crise que ultrapassa de longe as fronteiras nacionais”…
A burrice e a demagogia do Victor Silva, bajulador do jornal da Angola do MPLA, é mais alarmante do que se poderia imaginar. Ele anda tão apaixonado e hipnotizado pelo João Lourenço que ainda não percebeu que há cerca de nove anos houve um afro-americano eleito para a presidência dos Estados Unidos da América, de nome Barack Obama, que reverteu a recessão económica que encontrou quando iniciou o seu primeiro mandato como presidente. A partir daí a retoma económica e financeira traduziu-se em crescimento no “além fronteiras” de Angola. A Angola do MPLA é que não saiu da cepa torta porque está a ser governada há demasiadas décadas por incompetentes do MPLA.
Em que é que a crise internacional prejudicou a economia e as finanças corruptas dos governos do MPLA? Que produções industriais tinha e tem a Re(i)publica da Angola do MPLA para ver as suas exportações prejudicadas devido à crise internacional ocorrida há quase uma década?
As únicas indústrias muito desenvolvidas que a Re(i)publica da Angola do MPLA possui, que os países estrangeiros não estão interessados em importar, são as da corrupção, repressão, incompetência, demagogia, ignorância e promessas não cumpridas.
“A megalomania tomou assento nos centros de decisão” e nos órgãos de propaganda e educação patriótica patética do ninho dos marimbondos. É por isso que continuamos a ver os bajuladores e bajuladores adjuntos destes órgãos ordenhadores no Orçamento Geral do Estado a demonstrarem um narcisismo tão matumbo.


Alguém disse que “o nosso jornalismo não é profissional e vou deixar de acompanhar”? Esse alguém quer que lamentemos esse seu vómito? Não temos tempo nem paciência para alimentar e elogiar tanta estupidez e conformismo fanático! Não dependemos das receitas do Estado e não contem connosco para sermos vendedores de banha da cobra na feira de vaidades dos matumbos.
fonte: folha8

Extrema pobreza aumenta e atinge 15,2 milhões de brasileiros.

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Em um ano, número de pessoas com renda inferior a R$ 140 mensais aumentou em 1,7 milhão, aponta IBGE. Estudo também indica crescimento da parcela de pobres, com 26,5% da população vivendo com menos de R$ 406 por mês.
fonte: DW África
Crianças brincam em favela
Parcela das crianças e adolescentes brasileiros que vivem abaixo da linha da pobreza passou de 42,9% para 43,4%
A extrema pobreza aumentou no Brasil de 2016 para 2017, apontam dados divulgados nesta quarta-feira (05/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE). Em um ano, a parcela da população nessa situação passou de 6,6% (13,5 milhões de pessoas) para 7,4% (15,2 milhões).
O contingente aumentou em todas as regiões do país, com exceção da região Norte, onde se manteve estável. O IBGE usa como referência a linha estabelecida pelo Banco Mundial, segundo o qual se encontram em extrema pobreza as pessoas que vivem com renda inferior a 140 reais por mês ou 1,90 dólares por dia.
O estudo Síntese dos Indicadores Sociais 2018, elaborado por pesquisadores do IBGE, apresenta um conjunto de informações sobre a realidade do país, tendo como principal fonte de dados a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) de 2012 a 2017.
Segundo o instituto, aumentou também a proporção de pessoas em situação de pobreza. Segundo o Banco Mundial, as pessoas que ganham até 5,5 dólares por dia ou 406 reais por mês vivem em situação de pobreza. A maioria (25 milhões) se encontra na região nordeste do país.
Há dois anos, o percentual de pobres era de 25,7%, e em 2017 subiu para 26,5% da população, o que, em números absolutos, equivale a uma variação de 52,8 milhões para 54,8 milhões de pessoas. A parcela de crianças e adolescentes até os 14 anos de idade nessas condições aumentou de 42,9% para 43,4%.
Os dados revelam ainda que em 2017 havia 26,9 milhões de pessoas vivendo com menos de um quarto do salário mínimo, o que equivale a 234,25 reais, com base no valor do salário mínimo daquele ano, de 937 reais. Esse contingente aumentou em cerca de 1 milhão de pessoas de 2016 para 2017. 
No mesmo período, o número de brasileiros com renda domiciliar per capita inferior a 85 reais por mês aumentou em 1,5 milhão, saltando de 8,2 milhões para 9,7 milhões.
O estudo também analisou quatro inadequações em domicílios: características físicas, condição de ocupação, acesso a serviços e presença de bens. Em 2017, 13% da população (em torno de 27 milhões de pessoas), viviam em residências com ao menos uma dessas adequações.
O adensamento excessivo – quando em um domicílio vivem mais de três moradores por dormitório – foi a que mais aumentou, atingindo 12,2 milhões (5,9%) da população do país no ano passado. No Amapá, 18,5% da população viviam nessas condições, enquanto em Santa Catarina eram apenas 1,6%.
Além disso, 10% da população viviam em domicílios sem coleta direta ou indireta de lixo no ano passado, e 15,1% moravam em locais sem abastecimento de água pela rede geral. O Maranhão foi o estado que registrou a maior carência de coleta de lixo (32,7%).
O Acre registrou o maior percentual da população residente em domicílios sem banheiro de uso exclusivo (18,3%), enquanto no Piauí, 91,7% da população não possui acesso ao esgotamento sanitário por rede coletora ou pluvial.
Os números nesses estados registram um forte contraste em relação aos índices registrados em São Paulo, onde o percentual de pessoas sem coleta de lixo era de 1,2%. A falta de acesso ao abastecimento de água por rede atingiu 3,6% da população do estado, e a ausência de esgotamento sanitário, 7%.
Segundo o IBGE, entre os motivos do aumento da pobreza no Brasil estariam acrise econômica e o crescimento do desemprego e da informalidade.
RC/abr/ots
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Líderes internacionais prestam última homenagem a George H.W. Bush.

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Funeral de Bush pai reúne representantes de vários países, além de Trump e dos quatro ex-presidentes dos Estados Unidos ainda vivos. Durante cerimônia, republicano é lembrado por humildade, sensibilidade e humor.
fonte: DW África
Funeral de Bush ocorreu na Catedral Nacional de Washington
Despedida de Bush ocorreu na Catedral Nacional de Washington
Líderes internacionais e membros da realeza de diversos países do mundo, como a chanceler federal da Alemanha, Angela Merkel, o príncipe Charles, da Inglaterra, e o ex-presidente americano Barack Obama prestaram nesta quarta-feira (05/12) a última homenagem a George H. W. Bush, presidente dos Estados Unidos entre 1989 e 1993, durante seu funeral em Washington.
A cerimônia na Catedral Nacional de Washington contou também com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e dos quatro ex-presidentes americanos ainda vivos – Barack Obama, Bill Clinton, Jimmy Carter e George W. Bush, filho de Bush pai, que morreu na última sexta-feira, aos 94 anos.
"Para nós, ele era o ponto de luz mais brilhantes de todos", disse Bush filho, que acompanhou o caixão do pai, que antes foi velado no Capitólio, até a catedral e fez o principal discurso em homenagem ao ex-presidente.
Bush filho ressaltou que o pai não era cínico e procurava sempre o melhor nas pessoas. "O melhor pai que um filho ou filha poderia ter", disse emocionado ao lado do caixão coberto com a bandeira dos Estados Unidos.
Em meio a um espírito bipartidário incomum, republicanos e democratas prestaram homenagens ao ex-presidente e pediram uma nação mais gentil. Durante os discursos, Bush foi lembrado por suas realizações pessoais e políticas, sendo especialmente ressaltados sua humildade, sensibilidade e humor.
Merkel também esteve no funeral de Bush
Merkel também esteve na cerimônia
George H.W. Bush foi piloto da Marinha durante a Segunda Guerra Mundial, congressista, embaixador na ONU, diretor da CIA, vice-presidente do também republicano Ronald Reagan entre 1981 e 1989. Como presidente, de 1989 a 1993, ele pôs fim a uma carreira política de quatro décadas.
Da Casa Branca, Bush comandou os EUA durante o fim da Guerra Fria, a primeira Guerra do Golfo e a invasão do Panamá enquanto a União Soviética se dissolvia e a Alemanha se reunificava. Os triunfos diplomáticos e bélicos não lhe bastaram para conseguir a reeleição e, em 1993, ele entregou as chaves da Casa Branca ao democrata Bill Clinton e se retirou para sua casa em Houston, no Texas, junto à esposa. 
Nos últimos anos, passou a ser lembrado como um republicano moderado, que soube ganhar o respeito de ambos os partidos apesar de ter governado apenas quatro anos.
Em sua homenagem, o ex-premiê canadense Brian Mulroney ressaltou o papel de Bush no fim da Guerra Fria e na Reunificação da Alemanha. "Quando ele foi presidente dos Estados Unidos, todos os chefes de governo do mundo sabiam que estavam lidando com um cavalheiro, um líder genuíno, aquele que foi distinto, resoluto e corajoso”, destacou.
Bush filho se emocionou durante discurso no funeral de seu pai
Bush filho se emocionou durante discurso
O funeral contou ainda com a presença do rei Abdullah 2º da Jordânia, o ex-emir do Catar Hamad bin Khalifa al Zani, pai do atual líder do país, dos ex-presidentes Lech Walesa (Polônia), Carlos Salinas (México), Aníbal Cavaco Silva (Portugal), Toomas Hendrik Ilves (Estônia) e dos ex-primeiros-ministros John Major (Reino Unido), Nasser al Mohammed al Ahmed al Sabah (Kuwait) e Yasuo Fukuda (Japão).
Apesar de não ter sido apoiado em 2016 nem pelo Bush pai e nem pelo Bush filho, Trump compareceu à cerimônia. Ao chegar ao funeral, ele apertou a mão de Obama, mas não houve interação com sua adversária nas eleições, Hillary Clinton.
Já Bush filho, antes de ocupar seu assento, cumprimentou todos os ex-presidentes e suas esposas, e entregou um doce a Michelle Obama, como lembrança do gesto similar que ambos compartilharam quando estiveram sentados lado a lado durante o funeral do senador republicano John McCain, no último dia 1º de setembro.
Corpo de Bush foi transportado para o Texas, onde será enterrado
Corpo de Bush foi transportado para o Texas, onde será enterrado
A ex-primeira-dama sorriu ao receber o pequeno presente de Bush, quem descreveu como seu amigo e um "homem maravilhoso" pelo qual tem muito carinho, especialmente devido a seu senso do humor.
Três dias de eventos marcaram o funeral do ex-presidente em Washington. Milhares de pessoas compareceram ao Capitólio para prestar homenagem ao ex-presidente durante seu velório.
No fim da cerimônia na catedral, seu caixão foi levado ao Texas mais uma vez. O corpo de George H. W. Bush será enterrado na quinta-feira ao lado de sua esposa, Barbara, na Biblioteca Bush, que fica na cidade de College Station, também no estado do Texas.
CN/efe/rtr/ap
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