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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

China promete 60 mil milhões de euros de ajuda a África.

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O Presidente chinês, Xi Jinping, anunciou esta sexta-feira, no Fórum de Cooperação China-África, em Joanesburgo, 60 mil milhões de dólares (55 mil milhões de euros) em assistência e empréstimos para países africanos.
Presidente chinês esteve esta semana no Zimbabué

"A China decidiu providenciar um total de 60 mil milhões de dólares em fundos de apoio, que inclui cinco mil milhões em empréstimos isentos de juros e 35 mil milhões para empréstimos concessionais e crédito à exportação", disse esta sexta-feira (04.12) Xi Jinping no arranque da segunda cimeira do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC). É a primeira vez que o encontro, que decorre até sábado (05.12), se realiza no continente africano.
Antes do anúncio, o Presidente chinês, Xi Jinping, já tinha deixado claro quer que relação entre a China e os países africanos atinja novos patamares."Precisamos de manter trocas de proximidade e de alto nível, reforçar a experiência de governação e aumentar o mútuo apoio e compreensão nas questões que mais nos preocupam", declarou Xi Jinping.
Xi Jinping besucht Südafrika
Xi Jinping (dir.) e o seu homólogo sul-africano, Jacob Zuma
A China e os países africanos parecem empenhados em reavivar a sua relação histórica, considera Gideon Chitanga, investigador no Centro de Estudos da Democracia na Universidade de Joanesburgo. "Há um entendimento e um zelo, se não mesmo um interesse, em recultivar estas relações e transformá-las em relações diplomáticas, políticas e económicas formais". O que, a seu ver, pode beneficiar mutuamente os 54 países em África e a China, em particular.
De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Xi Jinping vai defender na cimeira o reforço dos projetos de industrialização no continente e a aposta na cooperação securitária.
Críticas a empresas chinesas
Porém, a actuação das empresas chinesas no continente tem sido fortemente criticada em África, sobretudo no que diz respeito à escassa mão-de-obra contratada localmente, a precariedade laboral, a inexistência de estudos de impacto ambiental ou o suposto benefício da ajuda chinesa a dirigentes africanos corruptos.
Entre os cidadãos africanos, há quem não veja com bons olhos as intenções chinesas. Janet Munakamwe, do Zimbabué, alerta os países africanos para as condições dos acordos com a China. "Na verdade, são investimentos ou fundos condicionados. A China vai dizer: doamos este dinheiro ao Zimbabué, por isso têm de ouvir o que temos para dizer, somos nós que temos o capital".

Outros, como o sul-africano Reuben Nthathisi, consideram que a China está a fazer um esforço genuíno para acabar com a pobreza em África. "Pode haver quem imagine que isto é um tipo de colonização, mas não fomos pressionados por ninguém, a não ser pelo nosso próprio interesse naquilo que os chineses oferecem", defende.
Depois de seis anos consecutivos como principal parceiro comercial do continente africano, com um volume de investimento que superou os 30 mil milhões de dólares em finais de 2014, é intenção de Pequim atingir os 100 mil milhões de dólares até 2020.

Cooperação com Angola e Moçambique
Na véspera da cimeira, Xi Jinping esteve reunido com os presidentes de Angola, José Eduardo dos Santos, e de Moçambique, Filipe Nyusi.


José Eduardo dos Santos foi recebido por Xi Jinping, em Pequim, em junho

Ao homólogo angolano pediu uma maior dinâmica na cooperação entre os dois países, defendendo que ambos devem manter conversações de alto nível. José Eduardo dos Santos já confirmou a disponibilidade de Angola para cooperar com a China em múltiplas áreas.
Em 2014, o "gigante" asiático liderou os destinos das exportações angolanas, dominadas pelo petróleo, tendo garantido 2,7 biliões de kwanzas (20,7 mil milhões de euros), segundo dados oficiais.
O Presidente chinês esteve também reunido com Filipe Nyusi, na quinta-feira (03.12). Xi Jinping pediu que a China e Moçambique vejam as relações bilaterais de uma perspectiva estratégica e a longo termo e que mantenham os laços como bons amigos e parceiros. Para o chefe de Estado moçambicano, os dois países apresentam potencial na cooperação em áreas como infra-estruturas, saúde, energia e recursos hídricos.

#dw.de

GUINÉ-CONACRY: ORIENTAÇÃO AOS BACHARÉIS - A COODH PÕE EM CAUSA O SISTEMA DJOLIBA.

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'' A Coordenação das Organizações da defesa dos direitos Humanos (COODH) lamenta a proliferação descontrolada de universidades privadas e, apontando o dedo para a deficiência do sistema de orientação dos bacharéis, através do estabelecimento de plataforma Djoliba , iniciado pelo Ministério do Ensino Superior e de Pesquisa Científica, '' disse o presidente do Fórum Civil guineense (FCG), Ibrahima Diallo Balaya, numa conferência de imprensa esta sexta-feira, 4 dezembro de 2015 para imprensa.



Este intercâmbio com a imprensa nacional, permitiu aos membros da COODH, notadamente, os  '' mesmos direitos para Todos (MTD) do Sr. Frederic Foromo Loua, o Fórum Civil Guineense (FCG) de Ibrahima Balaya Diallo, e COODD de Cellou Bah, de denunciar o rompimento do sistema de orientação dos formandos.

O Presidente da FCG, Ibrahima Balaya Diallo também disse que a plataforma Djoliba não está sendo visto apenas como uma negação absoluta da política de orientação que prevaleceu até então, mas como um perigo para o futuro do país, que repousa essencialmente na juventude.

'' Este fato é uma violação do direito à educação garantido para os jovens licenciados, na acepção dos instrumentos jurídicos nacionais, regionais e internacionais, que envolvem a responsabilidade do Estado, a obrigação de fazer todos os esforços para prever a educação moral e intelectual dos jovens, envolvendo-os nas decisões que os afectam "," observou ele.

O palestrante também afirmou que COODH nota com consternação que a criação de universidades se tornou uma indústria próspera, em meio a anarquia do amadorismo e corrupção em larga escala. '' Hoje existem 39 universidades privadas acreditadas pelo Estado, também incapazes umas em relação as outras de fornecer adequadamente a formação aos jovens licenciados, '' continuou Ibrahima Diallo Balaya.

Ele, então, disse que o COODH denuncia a decadência que caracteriza a plataforma Djoliba, que chegou a questionar as realizações do sistema de orientação dos graduados nas universidades, tanto públicas como privadas.

'' Esta política de orientação teve dois méritos essenciais, a saber: a canalização da proliferação de universidades, e a concessão de recursos para aqueles que o merecem. Por exemplo, algumas universidades são incapazes de suportar o peso da competição e acabaram pura e simplesmente de fechar suas portas e janelas, ou encaminhar os seus alunos para outras universidades que podiam mantê-los ... ', concluiu Ibrahima Balaya Diallo.

De Leon Kolié para GCI

2015-GuineeConakry.Info

Relatório: detenções abusivas em ascensão nos Camarões.

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Queixas de detenção relacionadas como abusivas e registradas em Camarões aumentaram de 79 em 2014 contra 27 em 2013, diz o relatório.

A Comissão Nacional dos Direitos Humanos e das Liberdades (NCHRF) de 2.014 disse também que Camarões luta com "novos" desafios de segurança colocados pelo grupo terrorista nigeriano, o Boko Haram e os rebeldes perto da fronteira com a guerra-civil na República Centro Africana.

O documento foi apresentado na capital dos Camarões, Yaoundé nesta quinta-feira.

Um julgamento justo

O presidente da NCHRF, Dr Chemuta Divine Banda, disse que o direito a um julgamento justo, com referência a detenção abusiva, foi problemática nos Camarões e tem como resultado "novos desafios de segurança".

O Boko Haram, que trava uma insurgência na Nigéria desde 2009, começou incursões trans-fronteiriças em Camarões em 2013 e multiplicou ataques em 2014.

O relatório destacou que recorrentes ataques do Boko Haram no Extremo Norte e as repercussões do conflito político e militar na RCA, particularmente afectou a situação dos direitos humanos em todo Camarões em 2014.

Forças de elite

Em um outro relatório publicado no início deste ano, a Anistia Internacional disse que Boko Haram cometeu várias violações de direitos humanos e crimes de guerra na República dos Camarões, matando pelo menos 380 pessoas no país em 2014.

O grupo de direitos humanos sediado em Londres também havia reclamado a força de elite e de segurança do país que cometeram várias e graves violações dos direitos humanos ao mesmo tempo protegeram os civis dos ataques do Boko Haram em algumas aldeias na região do extremo norte dos Camarões.

#africareview.com

ANGOLA: “É o fim de uma era”.

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kafunfu-unita 

O presidente da UNITA e candidato à reeleição, Isaías Samakuva, afirmou que está a chegar o “fim de uma era” em Angola, e a iniciar-se uma “fase de transição”, que passa por eleger em 2017 um Governo “que trabalhe para o povo”.


O líder do Galo Negro discursava em Luanda na abertura do XII Congresso ordinário da UNITA, na qualidade de presidente cessante, tendo em conta a eleição para a presidência a realizar no sábado.

Num discurso virado para a análise crítica à governação do MPLA, partido no poder desde a independência em 1975, o presidente da UNITA afirmou que a nação angolana “atravessa um dos seus maus momentos desde que alcançou a paz” , em 2002.
“A crise económica estendeu-se para vários sectores da vida do país, o sistema financeiro não tem liquidez nem solidez para sustentar a economia, as empresas estão insolventes, os trabalhadores estão a ser despedidos todos os dias. Os que deviam utilizar os recursos públicos para servir os cidadãos demitiram-se das suas funções”, afirmou Samakuva numa severa crítica ao governo liderado por José Eduardo dos Santos.

A sessão de abertura do congresso da UNITA decorreu esta manhã e a eleição do presidente, à qual concorrem os deputados Lukamba Paulo ‘Gato’, Abílio Kamalata Numa e Isaías N’gola Samakuva, terá lugar durante todo o dia de sábado.

Para Isaías Samakuva, que discursava sempre na condição de presidente cessante, Angola enfrenta a “incapacidade e insuficiência do poder central para os gerir os múltiplos problemas locais” e o Estado “não consegue assegurar, sem roturas, o essencial da prestação de serviços públicos e dos serviços sociais”.

“E está a planear agora suspender ou parar o pagamento das pensões dos ex-militares”, acusou Samakuva, acrescentando que “os angolanos estão convencidos que todos estes problemas só serão resolvidos com a mudança do regime político em Angola”.
Perspectivando que o país está a entrar “numa fase de transição para algo diferente”, Samakuva diz que “não há mais outro remédio”, perante o “fim de uma era” do que querer levar Angola a entrar “numa fase de transição para algo diferente”.

“Angola quer um novo Governo para servir os angolanos. Um Governo que trabalhe para o povo, um Governo que sirva os angolanos e coloque o angolano em primeiro lugar na sua agenda política e social”, enfatizou o líder da UNITA, que discursava na presença de representantes de vários outros partidos da oposição, mas sem a presença, anunciada, de qualquer elemento do MPLA.

Samakuva insistiu que a auscultação da população conclui que “todos os extractos sociais indicam que Angola quer a mudança” e que o país está “preparado”.

“Os angolanos perderam a confiança no sistema judicial, porque os assassinos estão a ser absolvidos e os inocentes é que estão a ser condenados. As pessoas estão a ser presas, perseguidas e mortas só por pensarem diferente e os juízes continuam a ditar as sentenças, cumprindo ordens superiores”, criticou, num discurso a que a assistiu o presidente do Tribunal Constitucional angolano, o juiz Rui Ferreira.

Enumerando várias medidas para “aprofundar a democracia em Angola”, começando por “libertar os órgãos de comunicação social públicos da tutela do partido-estado” ou estabelecer as autarquias locais no país e a “despartidarização do aparelho do Estado”, Samakuva apontou, perante a ovação de uma sala com mais de mil pessoas, a que disse ser a mais “poderosa e eficaz” de todas: “mudar o regime nas próximas eleições gerais previstas para 2017″.

Na mensagem de abertura do congresso, o líder da UNITA assumiu que o partido e os angolanos “amadureceram” nos últimos anos, colocando sempre a tónica nas próximas eleições gerais.

“Os angolanos já não querem ir atrás das promessas fáceis porque já estão cansados e não querem mais ser enganados”, concluiu Isaías Samakuva.

#http://jornalf8.net

Cimeira China-África abre na África do Sul.

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O presidente chinês, Xi Jinping (à Direita) e seu homólogo sul-Africano Jacob Zuma chegam para uma reunião, em Pretória, em 2 de dezembro de 2015. ARQUIVO | NAÇÃO

Os dois dias de Fórum de Cooperação China-África (FOCAC) rugiu para a vida nesta sexta-feira em Joanesburgo como delegados de negócios e políticos a se reunirem para discutir maneiras de desenvolver relacionamentos futuros.

O fórum tem como tema; África-China Progredindo Juntos: da cooperação Ganha-Ganha para o desenvolvimento comum.

Espera-se que seja adoptados a Declaração e o Plano de Acção de Joanesburgo, que irá delinear medidas destinadas a consolidar a parceria entre a África e a China.

FOCAC tem sido descrito como um marco e histórico evento, que vai inaugurar uma nova era para o desenvolvimento das relações China-África, especialmente na área económica.
A ministra de Relações Internacionais da África do Sul Maite Nkoana-Mashabane disse que o evento vai ajudar a China e África na introspecção sobre o futuro das suas relações.

Relações diplomáticas
"É uma percepção de que o povo do sul, trabalhando juntos, podem fazer muito mais", disse ela.

FOCAC foi criada em 2000 como uma plataforma multilateral para a cooperação entre a China e os países africanos que têm relações diplomáticas formais com Pequim.

As relações abrangem diversos aspectos: político, comércio, economia, sociedade e cultura.

Através da FOCAC, o volume de comércio entre a China e África subiram de US $ 10 milhões para $ 220 bilhões em 15 anos.

A multa pesada
Durante o mesmo período, o investimento directo da China em África aumentou acentuadamente de R $ 500 milhões para US $ 30 bilhões.

Há mais de 3.000 empresas chinesas que executam seus negócios em África, de acordo com estatísticas oficiais.

Há relatos de que o Presidente Sul-Africano Jacob Zuma, e o seu homólogo nigeriano Muhammadu Buhari podem determinar o tempo para discutir uma multa pesada que Abuja impôs a operadora de telefonia móvel MTN.

Abuja quer que o gigante das telecomunicações Sul-Africano pague uma multa  no valor de  5 milhões por desconectar centenas de assinantes com registro em sua plataforma.

#africareview.com

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