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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Guiné-Bissau: o líder do golpe demitido do cargo de chefe do Exército.

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O General Antônio N´Djai

O novo presidente da Guiné-Bissau exonerou o chefe das Forças Armadas, o general Antonio Indjai. 

O General Indjai ganhou destaque durante a guerra civil 1998-1999 provocada por uma tentativa de golpe. Tornou-se chefe do exército depois de encenar um motim do exército em 2010 - e conduziu um golpe de Estado dois anos depois. 

Nenhuma razão foi dada para a sua demissão, embora o presidente José Mário Vaz está sob pressão para reformar as forças armadas e combater o tráfico de drogas. 

No ano passado, o chefe do exército foi indiciado pelos EUA, acusado de conspirar para traficar cocaína e vender armas para rebeldes colombianos. 

Muitos altos oficiais militares foram acusados ​​de transformar o país em um narco-estado, uma vez que há um grande  favorecimento para a cocaína contrabandeada da América Latina para a Europa. 

Guiné-Bissau, um dos países mais pobres do mundo, tem uma história de golpes e nenhum líder eleito serviu um mandato completo desde a independência de Portugal em 1974. 

O decreto que anuncia a sua demissão foi lido na rádio estatal na segunda-feira à noite. 

A operação da picada. 

Semanas antes, foi indiciado nos EUA, seu ex-colega, o contra-almirante José Américo Bubo Na Tchuto, apareceu em um tribunal de Nova York por acusações semelhantes ligados ao tráfico de cocaína. 

Rotulados pelos EUA como "traficante de drogas", o ex-chefe da Marinha da Guiné-Bissau foi preso em águas internacionais, em uma operação policial dirigido por agentes dos EUA. 

Sr. Vaz, ex-ministro das Finanças, ganhou a eleição no segundo turno em maio, para se tornar presidente e prometeu lutar contra a pobreza e acabar com a instabilidade no país. 

A agência de notícias Reuters informa que, embora a substituição ainda não foi confirmada para o cargo do chefe do Exército, espera-se que ele será um membro do grupo étnico Balanta do Gen Indjai, que domina grupo militar. 

No mês passado, uma marcha nacional por organizações da sociedade civil desafiou o novo governo para pôr fim ao golpe militar no país. 

Gen Indjai é um veterano da luta armada que conquistou à independência do país do domínio Português em 1974. 

Agitação da revolta militar levou ao assassinato do ex-presidente, João Bernardo Vieira "Nino" em Março de 2009. 

Reportagem adicional de Tamba Jean-Mateus em Dakar

# africareview.com

A DW SAI NA FRENTE COM A NOTÍCIA DETALHADA: Presidente da Guiné-Bissau exonera general António Indjai.

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Por decreto presidencial, o Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, exonerou segunda-feira (15.09) o general António Indjai, mas ainda não nomeou o novo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas do país.

General António Indjai


O Presidente José Mário Vaz justificou a destituição de António Indjai do cargo de Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas como um dos passos importantes para levar avante o processo de reforma e modernização das Forças Armadas guineenses em CURSO no país.
José Mário Vaz esteve esta terça-feira (16.09) reunido com o corpo diplomático acreditado em Bissau para o informar da sua decisão de exonerar das funções o general, nomeado em 2010 pelo então Presidente da República, Malam Bacai Sanhá.

Miguel Trovoada (dir.) representante especial da ONU na Guiné-Bissau
À saída da reunião, Miguel Trovoada, representante da ONU no país, disse que foi uma decisão soberana que terá todo apoio das Nações Unidas para a sua eficácia.
"Tomamos boa nota desta decisão soberana e as Nações Unidas e a comunidade internacional estão empenhadas em apoiar as decisões das autoridades legítimas deste país porque é necessário que de facto este apoio seja de maneira mais eficaz possível", declarou.

O fim de um ciclo
José Mário Vaz ainda não nomeou o novo Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas guineenses. Entretanto, António Indjai já abandonou as instalações do Estado-Maior para a sua residência privada em Bissau. Segundo uma fonte próxima de Indjai, o general alega que foi apanhado de surpresa pela medida e que não foi consultado.

José Mário Vaz, Presidente da Guiné-Bissau
Entretanto, o representante da União Africana (UA) na Guiné-Bissau Ovídio Pequeno, considerou a exoneração de António Indjai como o fecho de um ciclo, o fim de uma fase iniciada com o golpe militar de 2012, que disse ter sido um "período conturbado" no país.
Ovídio Pequeno afirmou, por outro lado, que espera o início para a Guiné-Bissau de "um novo capítulo de mudança" que possa permitir ao país ganhar a estabilidade política e social.
"Exoneração de Indjai é um ato normal"
A exoneração de Indjai, que foi anunciada através de um decreto presidencial sem adiantar as razões, foi um ato que o representante da UA considera normal, por ser "um ato de soberania nacional" que cabe ao Presidente guineense.

Ovidio Pequeno, representante da UA na Guiné-Bissau
"Esperamos que não haja nenhum aproveitamento desta matéria no sentido de se criarem alguns pontos de instabilidade ou situações um pouco mais difíceis. Nós achamos que é um processo normal, tudo na vida tem um espaço e um tempo", observou o diplomata.
Para o representante da UA é fundamental que o processo de reforma do setor militar guineense avance, porque “sabemos e temos a consciência de que o processo de reforma a nível das forças de defesa e segurança é uma questão extremamente importante. Deve ser a prioridade das prioridades", destacou Ovídio Pequeno.
UE aplaude decisão "soberana do Presidente"
Por seu lado, a União Europeia (UE) aplaudiu a decisão do Presidente guineense, tendo declarado desde já o seu apoio à modernização das Forças Armadas, disse o chefe da delegação dos 27 em Bissau, Joaquim Gonçales Ducay.

"A UE manifestou muito claramente ao senhor Presidente a nossa vontade de apoiar o processo de reforma e modernização das Forças Armadas e das forças de segurança da Guiné-Bissau para que se possa tirar o maior partido possível do capital humano que existe no seio dessas forças".
Gonçalves Ducay sublinhou ainda que a UE está à espera de conhecer as decisões do governo sobre que política de reforma e modernização. "Iremos discutir com o executivo e os outros parceiros internacionais para sabermos como iremos apoiar o processo", concluiu.
Da reunião na tarde desta terça-feira do Conselho Superior da Defesa Nacional saiu a proposta de um encontro de urgência marcada para a noite do mesmo dia com o Conselho de Ministros, onde serão analisadas as propostas de nomes para ocupar as funções do novo Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas.
# dw.de

Obama enviará 3 mil soldados à África para combater Ebola.

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Presidente Obama

WASHINGTON, 16 Set 2014 (AFP) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciará nesta terça-feira o envio de 3 mil militares americanos à África ocidental para ações de combate ao vírus Ebola, informou nesta segunda um alto funcionário.

Obama deve apresentar seu plano de ação contra o Ebola durante uma visita ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), em Atlanta.

Os esforços americanos se concentrarão na Libéria, um dos três países mais afetados pela epidemia, junto à Guiné e Serra Leoa.

O centro de comando da operação ficará em Monróvia.

Obama pediu ao Congresso a aprovação de uma verba adicional de 88 milhões de dólares, o que eleva o montante total da ajuda dos Estados Unidos aos três países a 250 milhões de dólares.

A epidemia de Ebola na África Ocidental, a mais grave da história desta febre hemorrágica identificada em 1976, matou mais de 2.400 pessoas dos 4.784 casos detectados, segundo o último registro da OMS.

# noticias.bol.uol.com.br

Presidente da Guiné-Bissau exonera Chefe das Forças Armadas.

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Presidente da Guiné-Bissau exonera Chefe das Forças Armadas

O Presidente da República da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, exonerou na segunda-feira o general António Indjai do cargo de Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), de acordo com um decreto presidencial.
O líder militar esteve à frente do golpe de Estado de 2012 e a sua substituição era admitida por círculos políticos e militares na sequência da eleição de novas autoridades, que tomaram posse em Junho e Julho.
"É o general António Indjai exonerado do cargo de Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas. Este decreto entra imediatamente em vigor", referem os dois únicos artigos do decreto presidencial lido pelas 21:30 de segunda-feira na Rádio Difusão Nacional guinense. 
O decreto é justificado "considerando que o processo de transição política terminou com a tomada de posse de órgãos de soberania democraticamente eleitos", refere o parágrafo que introduz os artigos. 
De acordo com fonte presidencial, José Mário Vaz deverá marcar para hoje (segunda-feira) o Conselho Nacional da Defesa para realizar auscultações com vista à nomeação de um novo CEMGFA.  
# tpa.sapo.ao

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