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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Mundo relembra 75 anos da 2ª Guerra Mundial.

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Mundo relembra 75 anos da 2ª Guerra Mundial. 20808.jpeg

Soldado soviético coloca a bandeira da URSS no topo da sede do Reichstag, em Berlim, após vitória contra os nazistas.

Há setenta e cinco anos, em 1º de setembro de 1939, eclodiu na Europa a 2ª Guerra Mundial, um conflito que dizimou mais de 60 milhões de pessoas e envolveu dezenas de países de todo o mundo.
 Se a 1ª Guerra Mundial foi considerada na época uma "surpresa" para a grande maioria dos europeus, não se pode dizer o mesmo da 2ª Guerra. Ao longo de toda a década de 1930, na Europa e na Ásia, estavam ocorrendo conflitos, e seu vetor global era bastante claro.
No entanto, como se viu, não era claro para todos. Os líderes do Reino Unido e França, em vez de se contraporem realmente ao agressor ganhando força, que era a Alemanha de Hitler, optaram por seguir o CURSO de seu "apaziguamento". Foi justamente por culpa desses países que no final da década de 1930 foi perdida a última chance real de estabelecer uma coalizão preventiva anti-hitleriana.
Em vez de cortar pela raiz o fortalecimento do poder militar e político alemão, as potências ocidentais de então deram a Hitler a Áustria, os Sudetos, e depois o resto da Tchecoslováquia, fecharam os olhos ao surgimento de campos de concentração no país e ao antissemitismo.
A ativista Socorro Gomes, presidenta do Conselho Mundial da Paz, afirma em declarações ao Portal Vermelho que "a invasão da Polônia pela Alemanha em 1939 é apontada como o evento que fez eclodir o conflito mais fatal da história da humanidade, a 2ª Guerra Mundial, causando a devastação disseminada e a morte de mais de 60 milhões de pessoas, o que equivalia a mais de 2,5% da população global".
Segundo ela, "o nazismo e o fascismo avançaram na guerra contra os povos, que envolveu diretamente mais de 30 países. A grande maioria dos mortos era de civis inocentes e episódios horrendos como o holocausto de judeus, eslavos, negros, ciganos e outros povos nunca podem ser esquecidos", relembra Socorro.
O auge da preparação da 2ª Guerra Mundial acontece no período que se segue à grande crise de 1929, como uma reação das elites. Alguns estudiosos opinam tratar-se de uma continuidade da primeira grande guerra, intensificada deliberadamente por essas elites políticas e econômicas que buscavam uma saída da crise à custa dos povos. Todas as grandes potências envolveram-se diretamente na guerra, marcada por bombardeios deliberados a regiões povoadas e locais estratégicos, principalmente de indústria.
Vários conceitos foram revistos com base na brutalidade imposta aos civis, para a formulação de princípios do Direito Internacional Humanitário. Além disso, os Estados Unidos inauguraram a bomba nuclear, despejando toneladas de urânio e plutônio sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, causando o genocídio de mais de 200 mil japoneses quase instantaneamente e deixando ainda efeitos duradouros.
"Episódios e métodos brutais foram acompanhados de articulações políticas com agendas imperialistas que levaram inúmeros movimentos sociais a reagir, unindo-se, em todo o mundo, em prol da luta pela paz, contra a dominação, em torno da solidariedade internacional. As marcas históricas de uma das maiores tragédias da humanidade devem ser recordadas para fortalecer a luta global contra o imperialismo e em defesa dos povos", encerra Socorro.

Do Portal Vermelho

Líder da Renamo pronto para manter conversações face-a-face com o presidente de Moçambique.

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Moçambique: o líder da Renamo Alfonso Dhlakama. FILE | NATION MEDIA GROUPOposição 

líder moçambicano da Renamo, Afonso Dhlakama vai sair do esconderijo na quinta-feira e retornar para a capital Maputo para conversações face-a-face com o presidente do país, disse o seu porta-voz nesta terça-feira. 

A reunião na sexta-feira com o presidente Armando Guebuza tem como objetivo consolidar um acordo de paz que terminou dois anos de conflito armado e permitinu ao Dhlakama participar de um início tardio na campanha para as eleições presidenciais em outubro. 

"Nós convidamos os nossos sócios, simpatizantes, admiradores e a população em geral para se juntar a nós para receber o presidente Dhlakama na quinta-feira à tarde no Aeroporto Internacional de Maputo," disse o porta-voz da Renamo, António Muchanga, aos jornalistas em uma coletiva em Maputo na terça-feira. 

Dhlakama desapareceu da vida pública em outubro de 2012, mudou-se para um acampamento remoto rodeado de arbusto ao redor de Moçambique e afirmando que o governo não tinha cumprido com os termos de acordo de paz de 1992. 

Esse acordo terminou com 15 anos da sangrenta guerra civil entre a Resistência Nacional de Moçambicana (Renamo) e a Frente inicialmente marxista para Libertação de Moçambique (FRELIMO), que assumiu o poder após a independência de Portugal em 1975. 

Garantia de segurança 

No final de 2013, o líder da Renamo desertou-se para se esconder nas montanhas de Gorongoza quando tropas do governo invadiram o acampamento e o baixo nível CONFLITO aprofundou. 

Apesar de um acordo de paz assinado entre o seu partido e o governo liderado pela Frelimo no final do mês passado, que prometeu a seus combatentes rebeldes posições nas forças de segurança do Estado e uma anistia para os crimes cometidos durante os dois anos de insurgência, Dhlakama está disposto a deixar seu esconderijo, citando preocupações de "segurança". 

Renamo diz que a comunidade internacional irá garantir a segurança de Dhlakama enquanto ele viaja para Maputo. 

Um grupo de diplomatas, liderado pela Itália e representando peos ESTADOS UNIDOS, Reino Unido, Portugal e Botswana, fará a jornada para a Gorongosa, na quarta-feira, para acompanhá-lo para a capital, disse um dirigente do seu partido.

"Eu irei com eles para lá, nós vamos buscar o presidente e trazê-lo de volta para cá", disse o membro do parlamento da Renamo Ivone Soares à AFP. 

Dhlakama, de 61 anos, participa da corrida presidencial desde 1994, mas viu o seu declínio para a vitória em 16 por cento nas SONDAGENS de 2009. 

Guebuza está deixando o cargo depois de cumprir o máximo de dois mandatos, deixando para o seu cargo o candidato de seu partido Frelimo, o ex-ministro da Defesa Felipe Nyussi, que é visto como quase certo PARA GANHAR a presidência.

# africareview.com

Falta de alimentos nos países afetados por vírus ebola preocupa ONU.

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A doença causou escassez de mão de obra e interrupção do comércio entre fronteiras nos países da África ocidental.

Dacar - A ONU alertou nesta terça-feira (2/9) para o risco de escassez de alimentos em três países africanos afetados pelo ebola como consequência da restrição do comércio transfronteiriço e das importações. "O acesso à comida se converteu em uma preocupação urgente para muitas pessoas em três dos países afetados e seus vizinhos", Guiné, Libéria e Serra Leoa, disse Bukar Tijani, representante regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a África.

As restrições dos deslocamentos nestes países provocaram compras motivadas pelo pânico, com a consequente escassez de alimentos, assim como um forte aumento dos preços, sobretudo nos centros urbanos, disse a FAO. "Com o risco que pesa sobre a colheita principal, a restrição do comércio e o movimento de bens, a insegurança alimentar se intensificará nas próximas semanas e meses", disse o representante da organização.

O surto de ebola deixou até agora 1.552 vítimas fatais e infectou outras 3.062 pessoas, segundo os últimos números da Organização Mundial da Saúde (OMS). Se o ritmo atual de infecção prosseguir, a OMS prevê que em um período de entre seis e nove meses 20 mil pessoas podem ter sido infectadas. A advertência da FAO coincide com o anúncio da OMS de um novo surto na República Democrática do Congo, embora esteja confinado em uma zona situada a 800 km de Kinshasa, a capital. O vírus matou 31 pessoas neste país.

Escassez e preços em alta

No caso de Guiné, Libéria e Serra Leoa, três países exportadores de cereais e outras matérias-primas, a imposição de zonas de quarentena para lutar contra o ebola está tendo consequências na exportação de óleo de palma, cacau e borracha. A FAO adverte que o fechamento de fronteiras comuns entre os três países, assim como a redução do comércio nos portos marítimos, também está reduzindo o fornecimento e aumentando os preços.

# correiobraziliense.com.br

Personalidades mundiais discutem futuro de África (Política).

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Um grupo de doze personalidades de renome internacional, entre as quais o antigo presidente da Nigéria, Olusegun Obasanjo, o ex-secretário-geral adjunto das Nações Unidas, Ibrahim Fall, e a directora-geral adjunta da OMC, Valentine Rugwabiza, discutem a partir de hoje, em Luanda, o futuro do grupo dos países da África, Caraíbas e Pacífico (Grupo ACP) após 2020.
Nesta sexta reunião, o Grupo de Eminentes Personalidades da África, Caraíbas e Pacífico (GEP-ACP), no qual figura o angolano Sebastião Isata, antigo representante especial da União Africana na Guiné-Bissau, Burundi e Região dos Grandes Lagos, vai discutir “Os novos desafios, novos princípios: promoção das relações internacionais do Grupo ACP”, “A estratégia renovada para o Grupo ACP atingir o desenvolvimento político e socioeconómico”, “Qual é o futuro do Grupo ACP nas relações internacionais após 2020” e “Financiamento do grupo ACP – Opções viáveis e inovadoras”.

Com a participação dos antigos Chefes de Estado da República Dominicana, Leonel Fernandez Reyna, e da Guiana, Bharrat Jagdeo, o encontro avalia ainda os temas “Grupo ACP e o Acordo de Georgetown: Visão e Objectivos; Crescimento e Evolução, Desafios”, “Factores de sucesso e lições apreendidas de Yaoundé e Cotonou” e a “Actualização da presente cooperação África, Caraíbas e Pacífico e União Europeia: reflexões sobre o Acordo de Cotonou e o Tratado de Lisboa”.

O Grupo de Eminentes Personalidades foi criado com a finalidade de elaborar a visão estratégica da organização para o terceiro milénio. A presença de um angolano realça o papel do país no contexto internacional e a participação directa na formulação das grandes decisões e da visão estratégica sobre o desenvolvimento futuro de África, Caraíbas e Pacífico (ACP).

O grupo surgiu na sequência do Tratado de Lomé, assinado em 1979 entre os países de África, Caraíbas e Pacífico (ACP) e a antiga Comunidade Económica Europeia (CEE), hoje União Europeia. Tinha como objectivo regular as relações entre ambos.

Desde a assinatura do Acordo, as duas instituições têm trabalhado para estabelecer novos Acordos de Parceira Económica (APE).

Os acordos têm por objectivo a eliminação progressiva dos obstáculos ao comércio, o reforço da cooperação em todos os domínios relacionados com o comércio, a consolidação das iniciativas de integração regional no seio da ACP e a promoção da integração gradual dos países África, Caraíbas e Pacífico na economia global.

Do Grupo de Eminentes Personalidades constam ainda antigos ministros e outras figuras emblemáticas da ONU e União Africana.

# governo.gov.ao
JA



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