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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

CUBA: Raúl - «Não vamos nem iremos para o capitalismo, isso está totalmente descartado».

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Assim expressou o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, ao concluir o oitavo período ordinário de sessões da oitava legislatura, da Assembleia Nacional do Poder Popular

Photo: Juvenal Balán
«O líder histórico da Revolução Cubana legou-nos seu exemplo imperecedouro, seu irrenunciável otimismo e fé na vitória. O melhor monumento aos seus ideais e obra é tornar realidade, cada dia, os postulados contidos em sua brilhante definição de conceito de Revolução, que tornou pública em 1º de maio de 2000 e que nós milhões de cubanos subscrevemos».

Assim expressou o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, ao concluir o oitavo período ordinário de sessões da oitava legislatura, da Assembleia Nacional do Poder Popular.

Raúl lembrou as palavras que proferiu em 3 de dezembro passado, em Santiago de Cuba, quando anunciou a vontade de Fidel de que seu nome e sua figura nunca fossem utilizados para nomear instituições, praças, parques, avenidas, ruas ou outros lugares públicos, nem erguer em sua memória monumentos, estátuas nem outras formas similares. «Nosso Parlamento converteu em lei a vontade expressa pelo companheiro Fidel», expressou.

«Seu espírito de luta permanecerá na consciência dos revolucionários de hoje, de amanhã e sempre, e assim o demonstraremos na revista militar e marcha do povo combatente, no dia 2 de janeiro, em homenagem ao Comandante-em-chefe e nossa juventude», manifestou.
Ao fazer uma análise da economia, o general-de-exército fez questão de lembrar as palavras que proferiu na sessão ordinária de dezembro de 2015, quando advertiu que o desempenho deste setor, em 2016, devia enfrentar limitações financeiras, por causa da queda das receitas pelas exportações e dos preços dos principais itens, entre outros fatores, projeções que foram confirmadas em meados do presente ano.

«As limitações nos fornecimentos de combustível e as tensões financeiras agravaram-se no segundo semestre conduzindo ao decrescimento do Produto Interno Bruto em 0,9 %. Apesar disso, preservaram-se os serviços de educação e saúde gratuitos», sublinhou Raúl. E ratificou que não se produziu o colapso da economia nem o retorno dos apagões (blecautes), como auguravam não poucos maliciosos órgãos da mídia internacional.

«Não podem ser esquecidos os efeitos negativos que gera o bloqueio», indicou. E comentou que Cuba continua sem poder realizar transações internacionais em dólares estadunidenses.
Outro impacto na economia cubana provocaram, neste ano, as afetações que ocasionou o furacão Mathew, com um saldo significativo de destruição de moradias, escolas e locais de saúde, entre outros, segundo precisou Raúl em suas palavras.

«Graças às medidas adotadas para a proteção da população não tivemos que lamentar a perda de vidas humanas, como aconteceu, infelizmente, em outros Estados», disse.
Agradeceu, ainda, as manifestações de solidariedade e o apoio material recebido de muitos países e as organizações internacionais do sistema das Nações Unidas para a recuperação, e fez uma menção especial à irmã República da Venezuela, por iniciativa de seu presidente Nicolás Maduro.
Quanto ao plano da economia para 2017 alertou que persistirão tensões financeiras; contudo, «prevemos que a economia retome o caminho ascendente e que o Produto Interno Bruto cresça moderadamente em torno de 2%».

«Para conseguir isso será preciso cumprir três premissas decisivas: garantir as exportações e sua cobrança oportuna, incrementar a produção nacional que substitua importações, e reduzir toda aquela despesa não imprescindível», augurou.
«Continuaremos executando os programas de investimentos em função do desenvolvimento sustentável da economia nacional, para o qual será imperativo», segundo precisou, «dinamizar o investimento estrangeiro, esfera na qual não estamos satisfeitos e têm sido frequentes as demoras excessivas do processo negociador. É preciso superar, de vez e para sempre, a mentalidade obsoleta, cheia de preconceitos, contra o investimento estrangeiro».

Aprofundou que devemos despojar-nos de falsos temores acerca do capital externo. Não vamos nem iremos para o capitalismo, isso está totalmente descartado, dessa forma aparece em nossa Constituição, mas não devemos ter medo e colocar obstáculos àquilo que podemos fazer no âmbito das leis vigentes, o que implica a preparação dos dirigentes e especialistas que negociem, bem como aprofundar nas deficiências e erros cometidos no passado para não repeti-los, indicou o general-de-exército.

Raúl acrescentou que Cuba não produz todo o combustível que necessita; algo que tem sido uma espada de Dámocles desde o triunfo da Revolução, pelo que sem abrir mão do incremento da produção nacional de petróleo, devemos acelerar o desenvolvimento das fontes renováveis de energia, que neste momento apenas são 4,65% da geração de eletricidade no país.

Acerca da experiência aplicada nas províncias de Artemisa e Mayabeque, e a aprovação para continuarem trabalhando até que conclua a atual legislatura, sublinhou, entre outras vantagens, que tem permitido pôr em prática um conjunto de princípios organizativos, que incrementam a atenção aos conselhos populares, delegados ou vereadores nas circunscrições e à população em geral.

«Não obstante, vieram à baila deficiências que impediram a consolidação do modelo de gestão», disse. E referiu-se a dificuldades como o elevado nível de flutuação de dirigentes dessas instâncias, a insuficiente atenção e supervisão por parte dos organismos e entidades nacionais, entre outras. Cabe, juntamente com as estruturas do Partido nas diferentes instâncias, superar os erros e avançar sem recuos em sua culminação, no novo prazo concedido», afirmou.
Quando restam, poucas horas para lembrar mais um aniversário do triunfo da Revolução e o advento do novo ano, Raúl concluiu enviando uma felicitação ao povo de Cuba.

#granma.cu

EMPRESA DA CHINA INICIA CONSTRUÇÃO DE PORTO DE PESCA E HOTEL NA GUINÉ-BISSAU EM MARÇO DE 2017 .

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A empresa chinesa Fujian Shiahai inicia em Março de 2017 a construção do porto de pesca e de um hotel na localidade de Prabis, no norte da Guiné-Bissau, anunciou este fim-de-semana o representante local da empresa, Fodé Djassi.

Fodé Djassi adiantou que da parte chinesa estão criadas todas as condições, nomeadamente o capital necessário para financiar as obras em Prabis, faltando apenas que as autoridades da Guiné-Bissau aprovem os pedidos de autorização apresentados.

O presidente da empresa chinesa, Yan Macky, que na altura entregava prendas de Natal às crianças daquela localidade, justificou a escolha da Guiné-Bissau para a realização deste investimento “com o acolhimento caloroso que recebeu no país.”

As obras de construção do porto de pesca e de um hotel, cujos custos não foram divulgados, irão empregar, pelo menos, três mil pessoas, entre técnicos chineses e trabalhadores guineenses. Fonte: Macauhub


A Guiné-Bissau desperdiçou duas grandes oportunidades no âmbito da cooperação com a China ao longo de 2016, afirmou o embaixador cessante da China, Wang Hua, em declarações ao jornal guineense “O democrata.”


O diplomata chinês especificou que a primeira delas ocorreu no passado mês de Julho, aquando do Fórum da Cooperação China/África, em que meia centena de países africanos levaram cerca de 300 projectos avaliados em 50 mil milhões de dólares, os quais a República Popular aceitou financiar.


Apesar de ter participado neste encontro, “a Guiné-Bissau não conseguiu apresentar uma ideia concreta, específica e viável, por falta de uma definição clara da sua política de cooperação com a China”, disse o embaixador.

Wang Hua assegurou que foi o seu país que tomou a iniciativa de mudar do antigo para um novo formato de cooperação entre os dois países, o que resultaria na assinatura, nomeadamente do acordo de cooperação no domínio agrícola com uma duração de 2 anos.

A outra oportunidade não aproveitada pela Guiné-Bissau, prosseguiu o embaixador, surgiu no decurso 5.ª Conferência Ministerial do Fórum de Macau, em que o então primeiro-ministro, Baciro Djá, à frente de uma delegação ministerial de sete pessoas, não conseguiu apresentar nenhum projecto viável capaz de mobilizar fundos do sector privado chinês.

Wang Hua, cuja missão termina no final do ano em curso, sublinhou que apesar de tudo a China procurou sempre minimizar os problemas da Guiné-Bissau e deu como exemplo a iniciativa do seu pais em perdoar a dívida de Bissau no valor de 30 milhões de dólares.

Por outro lado, salientou o diplomata, o governo chinês ofereceu este ano um apoio financeiro de 100 milhões de yuans para financiar alguns projectos de infra-estruturas da Guiné-Bissau, entre os quais a construção da auto-estrada Bissau/Safim.

Esclareceu que apoios deste género podiam ser em número muito maior, bem como por parte do sector empresarial chinês, não fosse a situação de instabilidade política institucional.

“Durante a minha estada na Guiné-Bissau trabalhei com seis primeiros-ministros”, disse, para exemplificar as constantes trocas de governo na Guiné-Bissau. (Macauhub)

PRESIDENTE DAS FILIPINAS AMEAÇA ATIRAR DE UM HELICÓPTERO FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CORRUPTOS - OLHA QUE SE ESSA MODA PEGA NA GUINÉ EM POUCO TEMPO TERÍAMOS UM PAÍS DE ORGULHO DOS VERDADEIROS " FIDJOS DI TCHON!"

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Como seria se o homem fosse presidente da Guiné-Bissau? Djintis na tchora tchiu, pabia tchuris na tem pada tudo lado.

"Se é corrupto, vou buscá-lo com um helicóptero e mando-o para fora". A afirmação é do presidente da Filipinas Rodrigo Duterte. E a ameaça está a ser levada bem a sério, até porque Duterte diz que ele próprio já o fez e não terá qualquer receio em voltar a fazer.

O presidente das Filipinas diz que em tempos atirou de um helicóptero um indivíduo chinês suspeito de violação e assassinato. Algo que voltará a fazer com elementos do Estado que sejam corruptos.

"Já o fiz antes, por que razão não o faria de novo?", disse Duterte durante um discurso sobre as vítimas de um tufão que atingiu as Filipinas. 

Questionado sobre a veracidade da história do helicóptero, o porta-voz de Duterte não negou, mas também não confirmou: "Digamos apenas...lenda urbana", afirmou aos jornalilstas Ernesto Abella, sem acrescentar mais informação.

Não é a primeira vez que o Duterte admite ter matado pessoas. Ainda há umas semanas o presidente das Filipinas afirmou que durante os seus 22 anos como presidente da Câmara da cidade de Davao chegava a andar de mota pelas ruas da cidade à procura de "encontros para matar".

Perante todas estas afirmações, as Nações Unidas enviaram recentemente o Alto Comissário para os Diretos Humanos ao país para investigar a veracidade das declarações de Duterte. Quando teve conhecimento disso, o presidente das Filipinas chamou a esse responsável "estúpido", um "idiota" que devia voltar para a escola. Fonte: RTP
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POLÍTICA: PM DA GUINÉ-BISSAU REALIZA *TOURNÉE*AOS PAÍSES DA CEDEAO
Bissau, 28 Dez 16 ( ANG ) -  O Primeiro-ministro da Guiné-Bissau iniciou   esta terça-feira uma viagem aos países da  Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO ), nomeadamente  Senegal,  Nigéria, Burquina Faso e Costa do Marfim. 
   
Em  declarações á imprensa no aeroporto, Umaru Sissoko Embalo disse que a visita realiza-se  no quadro de contactos com os presidentes destes países, para falar da situação da Guiné-Bissau e da cooperação com os respectivos países.

Umaro Sissoco  destacou que em relação a  Nigeria , a razão da viagem mais se deve ao facto deste pais  ser um acionista de peso junto do Banco Africano de Desenvolvimento(BAD).

ainda  que não esquecendo da importância da  sua visita ao convite do Presidente da Nigéria, é porque este país é grande acionista  do Banco Africano de  Desenvolvimento (BAD), tendo em conta um impacto económico que o referido país possui nesta organização.  
  
Realçou ainda que,  este encontro enquadra-se na colaboração da parceira da Guiné-Bissau com  os países da CEDEAO.   

De salientar que, os países que fazem parte da CEDEAO são nomeadamente, Guiné-Bissau, Senegal, Nigéria, Costa de  Marfim, Mali, Guiné- Conacri, Togo e outros.

Neste sentido, faz recordar que recentemente foi realizada uma cimeira em Abuja, Nigéria e neste sentido houve um ponto de divergência entre o Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz e o Presidente da Guiné-Conacri,  Alfa Condé  sobre a nomeação do Primeiro-Ministro guineense, Umaru Sissoko Embalo.  

ANG/ PFC 

«CAN-2017 EM GABÂO» FALTAM APENAS 17 DIAS PARA A GUINÉ-BISSAU DEFRONTAR A SELECÇÃO DO GABÃO .

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“DJURTUS” REFORÇADO COM MAIS JOGADORES PARA JOGAR CAN-2017 EM GABÂO

Apenas, faltam dezassete dias para a Guiné-Bissau entrar em competição, frente à seleção do Gabão, em jogo inaugural do CAN-2916, marcado para o dia 14 de janeiro próximo.

Os dezanove jogadores da selecção Nacional se encontravam no estrangeiro, já estão em Bissau, para se juntar à equipa dos “Jurtus” para um regime de estágio de preparação para operação Gabão/2017.
Os jogadores foram recebidos nesta noite do dia 28 de dezembro, no aeroporto Internacional Osvaldo Vieira em Bissau, com uma moldura humana de simpatizantes, perante o Ministro da Cultura e dos Desporto, bem como do Ministro de Estado da Energia.

Florentino Mendes Pereira que falava em representação do Primeiro-ministro, assegurou que o seu executivo vai tudo fazer para garantir uma melhor participação dos “Djurtus” na maior competição africana de futebol.

“Na base daquilo que é a nossa possibilidade, vamos dar tudo para corresponder às necessidades da nossa seleção Nacional”, Disse o governante.
Satisfeito de ver reforçado o seu colectivo desportivo, o selecionador Nacional, Baciro Candé garante que, os “Djurtus” estão prontos para jogar para corresponder as expectativas dos guineenses.


Para o capitão dos “Djurtus”, Bucundji Cá, não resta nada se não pedir ao Governo para dar apoio ao Seleção Nacional e garantir a participação dos adeptos, considerado décimo terceiro jogador no rectângulo do jogo.

Conosaba com Notabanca



#conosaba.blogspot.com


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