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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Nigéria: Folorunsho Alakija - Mulher mais rica da Nigéria diz que educação formal não é pré-requisito para o sucesso.

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Segundo Folorunsho Alakija, receita é trabalho duro somado à persistência: “universidade é um bônus”.
A mulher mais rica da Nigéria, Folorunsho Alakija, revelou que ela não frequentou uma universidade e insiste que a educação formal não é um requisito para obter sucesso na vida. Com uma fortuna estimada US$ 2,6 bilhões (R$ 5,8 bilhões), ela falou sobre o assunto durante a cerimônia do Dia Internacional dos Jovens da ONU na Universidade de Lagos.

“Eu tenho 63 anos e ainda quero fazer muitas coisas. Então qual é a sua desculpa? Eu nunca frequentei uma universidade e tenho orgulho de dizer isso, porque acredito que não tenha feito nenhum mal”, contou Folorunsho durante a cerimônia.

A empresária nigeriana explicou aos alunos que, apesar de um diploma universitário ser importante e poder melhorar significativamente as perspectivas de vida, trabalho duro e persistência foram as ferramentas mais importantes para seu sucesso. "Você não tem de ter uma educação universitária para ser capaz de ter sucesso, então conte esta etapa com um “algo a mais” em sua vida”.

Alakija prosseguiu seus estudos de design de moda ainda jovem em Londres, e depois voltou para a Nigéria para trabalhar como secretária em um banco comercial. Ela posteriormente fundou o Supreme Stitches, uma roupa de alfaiataria que adequa-se à clientela de luxo, incluindo a ex-primeira dama da Nigéria Maryam Babangida.

Em 1993, ela adquiriu uma licença de prospecção de petróleo que concedeu um bloco lucrativo nas águas costeiras da Nigéria. Sua empresa, Famfa Oil, passou a deter uma participação de 60% no campo de petróleo. Ela também é o fundador da The Rose of Sharon Foundation, que presta apoio a órfãos e viúvas.

# http://www.sangunja.com




Barack Obama elogia Angola.

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Fotografia: AFP



O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, elogiou terça-feira em Washington o papel de Angola e do Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, na Conferência Internacional dos Grandes Lagos (CIRGL) que promove a paz e a estabilidade nesta região do continente africano.
Barack Obama, que falava na Casa Branca, durante a audiência que concedeu ao novo embaixador de Angola nos Estados Unidos, Agostinho Tavares, disse que os Estados reconhecem e apreciam a posição de liderança que Angola assumiu no continente africano, particularmente na Conferência Internacional na Região dos Grandes Lagos (CIGRL) e na Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).
O Presidente norte-americano felicitou também Angola pela sua eleição para Membro Não Permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas e pela presidência do Processo Kimberly, que certifica a origem dos diamantes, destacando que tudo isso são “sinais de crescimento e engajamento do país na arena internacional, o que promove um futuro brilhante, seguro e próspero para todos os angolanos”.
“Nesta última década, Angola não apenas se recuperou da guerra civil devastadora, como igualmente desenvolveu uma economia que se posiciona entre as maiores do continente africano”, disse Barack Obama. O Presidente Barack Obama reconheceu os progressos registados em Angola desde o alcance da paz e felicitou o Chefe de Estado angolano pelo seu empenho pessoal na assumpção de compromissos que ajudaram a diminuir os conflitos no continente africano. 
Barack Obama lembrou que desde o estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, em Maio de 1993, a cooperação bilateral não se resume apenas ao comércio, mas abrange um compromisso para o alcance da paz e segurança.
Na cerimónia, que serviu para o novo Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário de Angola nos Estados Unidos apresentar as suas cartas credenciais ao Chefe de Estado dos EUA, Barack Obama referiu que a indicação do diplomata angolano acontece num momento crucial das relações bilaterais entre os dois Estados que tendem a crescer cada vez mais.
O embaixador angolano realçou os dividendos da paz e o processo de consolidação da reconciliação nacional que ocorre no nosso país. “Após mais de 20 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países é notório o volume de negócios, cujas transacções cresceram significantemente, o que é visível pelo número de companhias americanas que operam em Angola, nomeadamente nos sectores de óleo e gás”, disse o diplomata.
No seu discurso, durante a cerimónia de acreditação na Casa Branca, o embaixador Agostinho Tavares fez referência às prioridades para o desenvolvimento de Angola no quadro do Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) 2013-2017.
Este plano, sublinhou, prevê investimentos consideráveis em infra-estruturas e nos sectores de energia, indústria, agricultura e saúde, diversificação da economia, a melhoria das condições de vida das populações e a reduçãodas assimetrias entre as regiões.
Os progressos alcançados pelo país na cooperação bilateral, assim como o empenho do Executivo angolano no reforço das instituições democráticas, a defesa dos direitos humanos, a redução da pobreza e a boa governação, foram destacados pelo embaixador Agostinho Tavares.
Agostinho Tavares é licenciado em Relações Internacionais pelo Centro Universitário de Brasília e tinha apresentado as suas cartas figuradas ao Departamento de Estado dos EUA no dia 14 de Novembro. Agostinho Tavares foi nomeado pelo Presidente José Eduardo dos Santos no dia 26 de Agosto de 2014 para chefiar a Embaixada de Angola nos Estados Unidos.
#AFP

Primeira-dama-de-cabo-verde-recebe-premio-de-liderança-inspiradora.

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Lígia Fonseca, advogada e primeira-dama de Cabo Verde de visita à Voz da América, em Agosto de 2014. Washington DC.
Lígia Fonseca - primeira-dama de Cabo Verde.

Acesse o Link abaixo e leia e assista a entrevista:

" Convite de Michelle Obama à Primeira Dama de Cabo Verde: certeza de que podemos estabelecer parcerias"

# VOA

OMS revisa para 5.420 os mortos e 15.145 os casos de Ebola.

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Equipe especializada no enterro de vítimas do vírus Ebola no cemitério Fing Tom, de Freetown, Serra Leoa

O número de mortos na epidemia de Ebola chega a 5.420 em oito países da África, de um total de 15.145 infectados pelo vírus, segundo um boletim da Organização Mundial da Saúde, publicado nesta quarta-feira.
O balanço anterior da OMS, publicado em 14 de novembro, calculou 5.177 mortos e 14.413 casos. O novo boletim traz números atualizados até 16 de novembro.
A OMS estima que os números destes balanços não são exatos devido à falta de notificações.
PAÍSES PARTICULARMENTE AFETADOS: LIBÉRIA, GUINÉ E SERRA LEOA
A epidemia, a mais grave desde a identificação do vírus, em 1976, surgiu na Guiné no fim de dezembro de 2013. Em 16 de novembro, foram registrados naquele país 1.192 mortes de 1.971 casos.
Na Libéria, foram registrados 2.964 mortes de 7.069 casos.
Em Serra Leoa, a OMS contabilizou 1.250 mortes de 6.073 casos.
No Mali, o último país afetado pelo vírus, a OMS registrou 6 casos, que provocaram 5 mortes.
O balanço na Nigéria e no Senegal permaneceu inalterado em mais de 49 dias, com 20 casos, sendo oito mortais na Nigéria e um no Senegal, um estudante guineano cuja cura foi anunciada pelas autoridades em 10 de setembro. Estes dois países foram retirados da lista daqueles afetados pela epidemia.
PESSOAL DE SAÚDE NA LINHA DE FRENTE
O número de mortos entre funcionários da saúde aumentou ainda mais, com 329 mortos e 568 contaminações (324 mortes e 570 casos no balanço anterior). Vários casos de contaminação foi requalificados e retirados do balanço.
FORA DA ÁFRICA
Nos Estados Unidos, quatro casos foram registrados mas apenas um paciente liberiano, de volta de seu país, morreu vítima da doença.
A Espanha registrou um caso de infecção, uma auxiliar de enfermagem que cuidou de dois missionários contaminados e repatriados a Madri, onde morreram em agosto e setembro. A enfermeira foi declarada curada posteriormente.


# AFP

Segundo francês é identificado como um dos carrascos do Estado Islâmico.

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O homem de 22 anos foi convertido ao islã, quando adotou o nome de guerra Abu Othman.


Paris - Paris revelou nesta quarta-feira (19/11) a identidade de um segundo francês entre os carrascos que participaram da decapitação de 18 prisioneiros sírios divulgada em um vídeo do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), e anunciou o reforço de seu esquema militar perto do local das operações no Iraque.

Nesta terça (18/11), um suicida detonou um carro-bomba na região autônoma do Curdistão iraquiano, em guerra contra os jihadistas, matando quatro pessoas. A França já havia confirmado na segunda-feira (17/11) a presença de um jovem francês de 22 anos, Maxime Hauchard, no vídeo de propaganda do EI que mostra a execução de 18 sírios e a cabeça do refém americano Peter Kassig.

O segundo francês, um jovem de 22 anos de origem portuguesa, Mickael dos Santos, também teria se convertido ao Islã e viajado no outono de 2013 à Síria para se juntar à jihad, adotando o nome de guerra Abu Othman, segundo uma fonte ligada ao caso.

Mickael dos Santos "é conhecido por seu envolvimento com o terrorismo na Síria e por seu comportamento violento exibido nas redes sociais", declarou o primeiro-ministro francês, Manuel Valls. Ele informou que "mais de mil" franceses fazem parte do movimento extremista na Síria. Entre eles, "cerca de cinquenta" foram mortos nos combates.

Efeito de horror

Além dos dois franceses, os outros 16 combatentes que aparecem no vídeo ainda não foram identificados. Alguns possuem traços ocidentais ou asiáticos.

Um jornal belga informou sobre a possível presença no grupo de um belga que deixou seu país para se juntar aos jihadistas em outubro de 2012, mas as autoridades não confirmaram essa informação.

O vídeo também mostra um homem que poderia ser o britânico apelidado de "Jihadi John" pela mídia britânica, e que aparece mascarado tendo a cabeça decepada de Peter Kassig aos seus pés. Esse homem é considerado o suposto assassino dos jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff e dos agentes humanitários britânicos Alan Henning e David Haines.

Para o presidente francês, François Hollande, o EI tenta "criar um efeito de horror" com essa mensagem: "Vejam (...) do que seus cidadãos seriam capazes". Os convertidos representam 20% dos jihadistas franceses que são, em sua grande maioria, recrutados na internet, de acordo com fontes da inteligência francesa.

Ataque suicida

O EI espalha terror nos territórios sob seu controle no Iraque e na Síria. Nesta quarta-feira, um atentado suicida matou quatro pessoas, incluindo dois policiais em Erbil, capital do Curdistão iraquiano. 

O suicida jogou seu veículo contra o principal posto de controle na estrada que leva à sede do governo nessa cidade no norte do Iraque. O ataque não foi reivindicado, mas o tipo de operação é o mesmo dos atentados cometidos por grupos armados extremistas sunitas no Iraque, incluindo o EI.

As forças de segurança curdas enfrentam o EI sozinhas ou ao lado das tropas federais iraquianas. Os extremistas tomaram em junho grandes faixas de terra ao norte de Bagdá, algumas muito próximas ao Curdistão.

Alguns peshmergas, como são conhecidos os combatentes curdos iraquianos, também foram enviados recentemente à cidade curda síria de Kobane, para ajudar em sua defesa contra o EI.

O EI, no entanto, começa a sofrer derrotas, particularmente no Iraque. Com o apoio dos ataques aéreos da coalizão internacional e a ajuda de milícias e membros de tribos, as forças iraquianas avançaram na semana passada frente aos jihadistas, rompendo o cerco à maior refinaria de petróleo do país, depois de ter reconquistado a cidade de Baiji e uma barragem ao norte de Bagdá.

Enquanto isso, o presidente americano Barack Obama anunciou uma "nova fase" nesta guerra com o envio de mais 1.500 conselheiros, que se somarão ao contingente americano já presente no país, de onde os militares americanos tinham se retirado no final de 2011.

Descartando o envio de tropas terrestres, os Estados Unidos e seus aliados da coalizão aumentaram recentemente a frequência de seus ataques aéreos contra os jihadistas.

A França, que participa nas operações no Iraque, realizou novos ataques contra posições do EI e anunciou o reforço de seu esquema militar na região, sem confirmar o envio de seis bombardeiros Mirage à Jordânia, como havia sido anunciado pela imprensa.

Até o momento, Paris participa das operações com nove caças Rafale baseados nos Emirados Árabes Unidos. Segundo o presidente turco Recep Tayyip Erdogan, que a coalizão internacional gostaria que participasse mais ativamente da luta contra os jihadistas, os Estados Unidos não atenderam às condições impostas por Ancara.

#correiobraziliense.com.br

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