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terça-feira, 30 de maio de 2017

Guiné-Bissau: Governo incapaz de resolver crise no setor de ensino.

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Professores iniciaram, esta segunda-feira (29.05), mais uma greve. Governo e sindicatos contradizem-se na questão dos salários em atraso dos professores.
fonte: DW ÁFRICA
Lehrerstreik in Guinea-Bissau (DW/Braima Darame)
De greve em greve, as escolas públicas do país vivem um dos piores momentos. São já quase três anos de paralisia total com consequências para o ensino. Devido às greves, apenas perto de 14% das matérias têm sido lecionadas por ano, informa uma fonte dos sindicatos.
Esta segunda-feira (29.05), os professores das escolas públicas retomaram uma greve geral de quinze dias para reivindicar melhores condições laborais, incluindo a aplicação do Estatuto da Carreira Docente.

Bunghoma Duarte Sanhá, porta-voz da comissão negocial dos dois sindicatos representativos dos professores, considerou que entre os 19 pontos que constam do caderno reivindicativo, a aplicação do Estatuto da Carreira Docente "é o principal, por ser a vida dos professores”. O Sindicato Nacional dos Professores (SINAPROF) e o Sindicato Democrático dos Professores (SINDEPROF), exigem também do Governo a melhoria das instalações das escolas públicas.
O ministro da Educação nacional, Sandji Fati disse à DW África que o Estatuto da Carreira Docente ainda não entrou em vigor por estar a ser preparada a sua regulamentação legal, embora tenha sido aprovado em conselho de ministros em 2016.
Segundo o governante, este trabalho "requer algum encargo financeiro", por isso "tem que estar de acordo com as possibilidades económicas do país". "Há uma comissão criada para o seguimento, porque no âmbito da carreira docente alguns professores serão avaliados", acrescenta.
Salários em atraso
Segundo o ministro, o  governo guineense, através do Ministério das Finanças, terá já saldado todas as dividas contraídas com os professores. "Dos pontos constantes do caderno reivindicativo, a única questão restante é a da carreira docente", afirmou o ministro, acrescentando que, sobre a questão dos salários em atraso, neste momento, "as nossas finanças não têm nenhuma dívida com os professores".
Kinder von Escola da Boa Esperança - Eine Schule für Bissau (Deutsch-Guienische Gesellschaft e.V.)
Devido às greves, apenas perto de 14% das matérias têm sido lecionadas por ano, informa uma fonte dos sindicatos.
Por sua vez, Bunghoma Duarte Sanhá, porta-voz da comissão negocial dos dois sindicatos representativos dos professores, defende que, em pleno século XXI, não se pode aceitar "escolas em barracas", argumentando que as barracas não dignificam nem os professores, nem os alunos. O porta-voz dos sindicatos indica que as três negociações já realizadas com o Governo não permitiram a suspensão da greve como pretendia o executivo e que o Governo ainda não pagou todas as dívidas, o que contradiz as palavras do ministro.
Como explicou à DW, Bunghoma Duarte Sanhá, os professores estão a "reivindicar a implementação da carreira docente e o pagamento das dívidas. O objetivo é de não cumprimento de memorando de entendimento e as negociações que levaram muito tempo sem sucesso, por isso, não podemos desarmar, só nos resta a greve".
Isto acontece no dia em que o julgamento do antigo chefe de Estado Maior da Marinha guineense, o contra-almirante Bubo Na Tchuto, ficou adiado, sem fixar uma nova data, devido à falta de notificação de quatro suspeitos. Na Tchuto foi acusado pela então chefia militar e detido em dezembro de 2011, por tentar protagonizar um golpe de Estado.
À saída de audiência, o militar não deu muitas informações. "Estou nervoso, estou nervoso, não posso dizer mais nada", afirmou.

Senegal: Ramadan - Os desejos do chefe de Estado a Oummah Islâmica.

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Ramadan : Les vœux du chef de l’Etat à la Oummah islamique

Por ocasião do mês sagrado do Ramadã, o Presidente Macky Sall enviou uma mensagem para a comunidade muçulmana. Nós vos entregamos todo o documento.

O advento do mês sagrado do Ramadã oferece-me a agradável oportunidade para abordar a comunidade muçulmana em nosso país e toda a Oummah Islâmica minhas calorosas felicitações. Neste tempo santo de arrependimento e abstinência, eu reservo um pensamento para todos os necessitados, com exigência à atenção aos vulneráveis ecoa a mensagem de solidariedade e partilha à porta do Ramadã.

Que Deus em Sua infinita generosidade, fortaleça a nossa fé, aceita nossas devoções e anima em nós os valores essenciais do perdão e do amor fraternal por um mundo de paz e de fraternidade humana.

fonte: lesoleil.sn

Cuba: Raúl recebeu Maria Eugenia Neto.

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O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, recebeu na tarde da quinta-feira, 25 de maio, María Eugenia Neto, viúva do primeiro presidente da República Popular de Angola, Agostinho Neto.
Photo: Estudio Revolución
O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, recebeu na tarde da quinta-feira, 25 de maio, María Eugenia Neto, viúva do primeiro presidente da República Popular de Angola, Agostinho Neto.
Durante o encontro cordial, que coincidiu com a celebração do Dia da África, lembraram os entranháveis laços de amizade entre o Líder histórico da Revolução Cubana Fidel Castro Ruz e o presidente Neto, e trocaram opiniões sobre os laços de irmandade que unem ambas as nações. O companheiro Raúl ratificou o compromisso e os sentimentos afetivos de Cuba para o povo angolano.
De sua parte, Maria Eugenia Neto agradeceu a entrega simbólica em Havana da Ordem da Solidariedade El Mehdi Ben Barka a Agostinho Neto, uma homenagem póstuma da Ospaaal ao independentista angolano.
Acompanhou a distinta visitante sua filha Irene Alexandra da Silva Neto, quem é deputada da Assembleia Nacional da República de Angola.
fonte: granma.cu

ANGOLA: UNITA convoca manifestações para exigir correção das violações à lei.

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Comité Permanente da Comissão Política da UNITA convocou para sábado, 03 de junho, uma manifestação nacional para exigir a correcção das violações à lei nas eleições gerais de agosto, em Angola.
fonte: DW ÁFRICA
UNITA Flagge auf einer Kundgebung in Huambo in Angola (DW/N. Sul D'Angola)
Foto de arquivo: Comício da UNITA no Huambo (2014)
Para analisar o processo de preparação das eleições gerais, o Comité Permanente da UNITA esteve reunido na última sexta-feira (26.05.). Depois de ter "constatado com bastante preocupação que a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) insiste em perseguir uma postura que agride a paz e a democracia, colocando em perigo a lisura e a transparência do processo eleitoral”, decidiu, no final do encontro, convocar, a partir desta semana, manifestações para "exigir correção das vilolações à lei nas eleições de agosto em Angola”. A primeira manifestação terá lugar no próximo sábado (03.06.).
Em entrevista à DW África, Alcides Sakala, porta-voz do maior partido da oposição em Angola, afirma que as várias manifestações terão lugar em Luanda e em todas as capitais provinciais do país.
DW África: O que é que se pretende com essa série de manifestações?
Alcides Sakala (AS): Chamar a atenção do Governo angolano, da Comissão Nacional Eleitoral e da comunidade internacional para a necessidade de serem corrigidas  as irregularidades já detetadas em todo este processo, para que o mesmo decorra na base da lei e da transparência.
DW África: Pode citar alguns exemplos dessas correções que deverão ser feitas?
AS: No processo de contratação de empresas estrangeiras para apoio logístico ao processo eleitoral, que não foram feitas na base da transparência, sobretudo, em relação à INDRA (Espanha), cujo processo não foi de forma nenhuma transparente. Por outro lado, há também a questão da auditoria ao ficheiro de cidadãos maiores.
Alcides Sakala (Joao Carlos)
Alcides Sakala, porta-voz da UNITA
Esta é uma questão de extrema importância porque existe uma diferença muito grande entre os eleitores na sua totalidade que concorreram em 2012, com o número de eleitores atuais. Numa altura em que Angola tem uma população maior, de acordo com o censo recentemente realizado, tem menos eleitores, isto numa perspetiva global, do que em 2012. Alguma coisa está mal, e é por isso que a UNITA tem exigido que se faça esta auditoria em nome da transparência e da verdade.
DW África: Mas essas críticas não são novas e a CNE continua a manter a sua posição. Então surge a pergunta: o que fazer?
AS: Pressionar, indo às ruas para dizer que estamos aqui para darmos a nossa contribuição. A manifestação pacífica é uma questão consagrada na Constituição angolana como forma de pressão e será, fundamentalmente, para chamarmos a atenção para esses problemas que enfermam o nosso processo. É melhor fazê-lo agora porque ainda podemos introduzir as correções necessárias, do que  depois das eleições do dia 23 de agosto.
DW África: Mas acredita que será possível a introdução dessas correções?
AS: Partimos do princípio de que tudo é possível enquanto existir vontade política. E a UNITA tem vontade de dar essa contribuição porque é necessário que Angola adote processos transparentes. A nossa Lei Eleitoral e a Constituição são muito claras em relação aos processos eleitorais. Por isso, temos que avançar para que haja esta institucionalização dos processos eleitorais com base na lei, o que é fundamental para nós.
DW África: Se essa vontade política está no lado da oposição, o mesmo não se poderá dizer em relação ao partido no poder, o MPLA, segundo vários relatos ouvidos aqui e acolá. Então como ultrapassar esse impasse?
AS: É precisamente por isso que vamos utilizar as pressões que estão ao nosso dispor e com base na própria Constituição de Angola. Partimos de uma perspetiva positiva na base de que é preciso pressionar o executivo angolano para podermos avançar. Repito, ainda temos tempo para corrigir tudo aquilo que esteja mal neste processo.
DW África: A UNITA já tem uma data certa para o arranque dessas manifestações a nível do país?
AS: Estamos a pensar para o início ainda desta semana, na medida em que, a carta seguiu esta manhã (29.05.) para o Ministério do Interior para dar a conhecer às autoridades a nossa decisão, porque as manifestações não precisam de autorização, apenas como informação.
DW África: E a UNITA tem uma implantação nacional para que realmente exerça essa pressão a nível do país?
AS: Absolutamente. A UNITA está presente  em todos os municípios, em todas as comunas, em todas as aldeias e em todas as capitais provinciais, para além de Luanda.
DW África: Acredita que este processo eleitoral decorrerá com toda a lisura que os angolanos e a comunidade internacional querem?
AS: Temos feito tudo para que tal aconteça. E é por isso que temos detetado e denunciado todas essas irregularidades que têm vindo à tona à medida que o processo decorre. Queremos, efetivamente, que esta lisura e transparência aconteçam nestas eleições. A nossa lei é muito clara e simples, é só mesmo cumprirmos a lei. Se a lei for cumprida, tudo irá correr normalmente e quem vencer amanhã o pleito eleitoral ganhou à luz da própria transparência.
DW África: Já está certo que o processo contará com observadores da comunidade internacional ?
AS: É nosso desejo que isso aconteça e a lei da observação internacional assim o indica. Estamos à espera de ver o que vai acontecer nos próximos dias, porque quem convida é o executivo angolano. Temos toda a necessidade desta observação nacional por instituições da sociedade civil e, naturalmente, dos partidos políticos e pela comunidade internacional, que já tem alguma experiência em processos eleitorais.

"QUEM ESTÁ A PAGAR A CARREIRA MUSICAL DA LUCIANA É O YANNICK DJALÓ", REVELA A IRMÃ LUÍSA ABREU.

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A poucos dias de apresentar o disco com que pretende relançar a carreira musical, a irmã de Luciana Abreu garante que quem está a pagar tudo é o futebolista, com quem a cantora tem duas filhas.
 
Yannick Djaló, o ex-marido e pai das duas filhas de Luciana Abreu, continua a ser o grande apoio financeiro da atriz e cantora. A revelação é feita por Ana Luísa Abreu, a irmã da artista, que quebrou o silêncio, em declarações exclusivas à revista 'TV Guia'.

"Quem está a pagar a carreira musical da minha irmã é o Yannick Djaló. Foi ele quem lhe deu o dinheiro para investir na carreira musical. Deu-lhe 40 mil euros para ela se relançar no mundo da música", revela Ana Luísa, que saiu de casa da irmã no verão de 2012, dois dias depois do futebolista se ter separado, em rutura, com Luciana Abreu.
 
"A minha irmã é muito materialista. Levava-nos de férias, mas quem pagava as viagens de avião foi sempre o Yannick Djaló. Houve muitas vezes em que eu não fui com eles porque não quis, como aconteceu com uma ida ao Dubai", conta a jovem empresária de 25 anos, revelando o que se passou no seio familiar durante uma deslocação ao México. "Ele pagou-nos tudo: o avião e o hotel. Chegámos lá e a Luciana e o Yannick foram à vida deles e eu e 'mamã' ficámos com a menina. Não fizemos praia o tempo todo. O ar é húmido e o sol é muito forte. A Lyonce era bebé e a minha irmã estava com um barrigão da Lyiannii. Nós ficámos enclausuradas no hotel as férias todas a tomar conta da bebé", descreve.
 
A irmã mais nova de Luciana, que saiu de casa da artista há cinco anos, afirma que esta tem certos hábitos que lhe desagradavam profundamente. "Todos têm de fazer o que ela quer, se não, não prestam. Ela nunca cozinhou uma refeição para o Yannick. Tudo o que ele comeu naquela casa foi cozinhado pela nossa 'mamã'. Ela não sabe fazer nada sozinha, a única coisa que consegue fazer na cozinha são saladas frias", revela a irmã desavinda, que ficou ao lado da mãe, Ludovina, quando Luciana a expulsou de casa a 26 de Setembro de 2016.
 
Aparentemente, e segunda a irmã mais nova da artista, também não terá sido muito fácil para o futebolista Yannick Djaló ter sido marido de Luciana Abreu. "Ela era ciumenta com o Yannick. Lançava dúvidas sobre a relação deles a toda a hora. Suspeitava que ele tinha outras mulheres e fazia-lhe a vida num inferno. O desgraçado perdeu a paciência e foi-se embora. A minha irmã é uma pessoa insuportável", desabafa Luísa Abreu.
 
Fonte: cm

AFINAL O DOMINGOS SIMÕES PEREIRA ESTÁ APEGADO AO PODER E FAZ DE CONTA QUE AINDA DIRIGE ESTE PÁIS QUE SUGOU ATÉ OS ÚLTIMOS MOMENTOS, ADQUIRINDO RIQUEZAS MAL-ADQUIRIDOS.

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Domingos Simões Pereira, já não é Chefe do Governo, mas está agarrado ao poder e faz de conta que ele ainda exerce influencias na esfera governativa.

Em nome desta ilusão, tem recebido somas astronômicas de Grupos econômicos internacionais, para tráfico de influencias, que deixou de ter.

Como vem sendo pressionado por alguns Grupos e Empresários, faz de tudo para baralhar a actual solução governativa para se poder escapar, pelo menos das pressões.

Em consequência, organiza ou melhor encomenda marchas ao Movimento do Cidadãos Inconformados, concebido por DSP, cujos responsáveis são satélites ou TESTA DE FERRO DO DSP PARA MANIFESTAÇÕES.

Contudo, quer o Movimento ou seu mentor DSP já não conseguem mobilizar os populares de Bissau. Assim na tão propalada marcha do dia 27 de Maio só conseguem menos de 200 pessoas e mais alguns curiosos que se deslocaram as imediações da sede do Benfica, mais para observar.

DSP sabe que seria alvo de descredito e de chacota, porque a marcha foi um autentico fiasco. como malabrista e manipulador que é, DSP tenta criar incidentes, ordenando aos seus fornecedores de serviços de marchas a criarem distúrbios e caos, para que pudesse justificar perante o P5 de Bissau ou Nações Unidas o hipotético maus tratos.

Forçaram os limites de zona de manifestação atirando objectos contra os elementos das Forças da Ordem, numa clara provocação para serem agredidos ou espancados por estes. 


 



A provocação era tanta, que até arremessaram (atiraram) pedras contra as autoridades policiais, que desta vez não conseguiram resistir a onda de insultos, provocações e de agressões.
 

«GENERAL UMARO SISSOCO» O PRIMEIRO MINISTRO DA GUINÉ-BISSAU EM ISRAEL.

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Umaro Sissoco Embalo & Benjamin Netanyahu

O Primeiro Ministro Umaro Sissoco Embalo encontra-se em Israel numa visita oficial para reforçar os laços de amizade e cooperação entre os dois países.


Nesta sua deslocação, foi recebido pelo seu homólogo israelita Benjamin Netanyahu e tornou-se no primeiro alto dirigente da África Ocidental em geral e de toda a historia da Guiné-Bissau em particular, a discursar no Knesset, o Parlamento Israelita, perante todos os partidos políticos com assento parlamentar e de altos dirigentes do país amigo.

Umaro Sissoco Embalo que concluiu Especialidade em Segurança e Expressão Facial no Centro de Stady and Security Defense de Tel Aviv soma & segue. E não é só fotografia.

Conosaba/Plataforma Lantanda Guine



“Brasil está sangrando e corruptos devem aproveitar último mandato em Brasília”, afirma o congressista.

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Protestos contra o Presidente brasileiro Michel Temer, Rio de Janeiro

Protestos contra o Presidente brasileiro Michel Temer, Rio de Janeiro

“O país está sangrando. A quadrilha Lula/Dilma estava saqueando e roubando país. 
A quadrilha Temer assumiu o governo e também está roubando o Brasil”, disse Major Olímpio.
Os defensores da saída de Michel Temer da Presidência da República avaliam que o Brasil está sangrando e que serão inúmeros os prejuízos para a economia com desdobramentos negativos para serviços como saúde e educação caso o peemedebista não deixe o comando do país.
O Deputado Federal Major Olímpio do Solidariedade - SP defende a renúncia de Temer e endurece o tom contra as denúncias feitas na delação premiada feita pelos executivos da JBS. O parlamentar também afirma que as manifestações são uma forma de pressionar para que o Brasil seja de facto passado a limpo.
“O país está sangrando. A quadrilha Lula/Dilma estava saqueando e roubando país. A quadrilha Temer assumiu o governo e também está roubando o Brasil. A perplexidade é total da população. As manifestações obviamente são de cunho partidário e ideológico e nós temos que passar o país a limpo. A JBS declara que comprou 1825 políticos de candidato a vereador a Presidente da República. Não podemos continuar com uma coisa dessa natureza”, disse.
O parlamentar diz ter alertado os colegas no Congresso que estão na mira da justiça.
Para ele, essa será a última vez que esses suspeitos citados em actos de corrupção exercerão os seus cargos políticos em Brasília. As próximas eleições serão surpreendentes.
“O recado para os congressistas, nós deputados federais e senadores, é que aproveitem bem seus últimos momentos como parlamentares, porque as próximas urnas vão fazer justiça. Vão tirar a maioria dos deputados e senadores, se bem que no senado é proporcional. Quem tem mandato e vai concorrer nessa eleição vai ter que se explicar muito para a população. A população está muito indignada”, alertou.
Os políticos que pensam que os brasileiros logo esquecerão essa crise política estão enganados, alertou o deputado.
“O momento é que estão tentando se safar aqui a maioria que é safada. Só que a população está acompanhando tudo de perto. É por isso que estou dizendo aos meus colegas: vai se despendido, vai fazendo seus últimos discursos na Câmara e no Senado, porque não voltarão pra cá em 2019. A população não vai deixar”, concluiu.

fonte: voaportugues.com

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