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domingo, 22 de junho de 2014

Ramos Horta defende remodelação sem pressas das chefias militares da Guiné-Bissau.

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Ramos-Horta aceita convite para mediar conflito na Guiné-Bissau
O representante das Nações Unidas na Guiné-Bissau, José Ramos Horta, defendeu em entrevista à agência Lusa que a remodelação das chefias militares do país deve ser feita sem pressas, ao longo de alguns meses.

No poder está atualmente o Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, António Indjai, líder do golpe de Estado de abril de 2012, que depôs o Governo a que pertencia José Mário Vaz, o novo Presidente da República, a empossar na segunda-feira.

"O processo [de remodelação] tem que ser necessariamente prudente" e a mudança das figuras-chave pode levar "meses", referiu Ramos-Horta em entrevista à agência Lusa, em Bissau, onde terminou no sábado, dia 21 de junho, uma missão iniciada em fevereiro de 2013.

De acordo com o representante da ONU, Indjai já lhe confidenciou que pretende aposentar-se e já transmitiu também essa ideia ao embaixador dos Estados Unidos da América (EUA) para o Senegal e Guiné-Bissau, Lewis Lukens.

Se o Governo e Presidente também "entenderem que deve haver outro" líder militar, o representante da ONU defende o diálogo com as forças armadas para escolha do próximo nome.

Os militares no poder, ligado ao golpe de 2012, "querem garantias de não perseguição e acho que é o que lhes deve ser dado", referiu, defendendo uma amnistia interna e o levantamento condicional de sanções individuais impostas por organizações internacionais.

Entre as medidas está um mandado de captura da justiça norte-americana contra António Indjai, por indícios de participação em tráfico de droga, e o congelamento de bens e proibição de circulação na União Europeia para vários militares envolvidos no golpe.

Ramos Horta defende que o benefício da dúvida pode ser concedido sob condição de não haver infrações individuais durante um número específico de anos.

Seja de que maneira for, o representante da ONU acredita que não haverá mais golpes de Estado na Guiné-Bissau, assolada por vários, entre tentativas e movimentos concretizados, ao longo de 40 anos de independência.

É uma cartada que acha que os militares guineenses vão deixar de jogar porque "estão exaustos emocionalmente com a situação que o país vive, com críticas direcionadas contra eles, muitas legítimas, porque ao fim ao cabo são seres humanos com orgulho", acrescentou.

"Estou convencido que sim [que não vai haver mais golpes]", sobretudo desde que o primeiro-ministro e o novo Presidente da República "se apoiem mutuamente no que toca à reforma das forças armadas".

A prioridade deve ser o pagamento de salários em atraso a militares e outras forças de segurança e a capitalização do respetivo fundo de pensões.

"Há pelo menos 700 militares que se inscreveram voluntariamente para sair, mais 200 cuja idade e saúde exige que saiam", num total que se aproxima de mil elementos das forças armadas.

De saída da Guiné-Bissau - onde a título particular promete manter projetos de apoio à população, José Ramos-Horta disse à agência Lusa que regressa a Timor-Leste, onde ficará à disposição do Governo e do Presidente, assim como ficará "à disposição do secretário-geral das Nações Unidas, mas de preferência na região do sudeste asiático".

A sua agenda incluia ontem uma passagem pelas Nações Unidas em Nova Iorque e de seguida uma deslocação para o Myanmar, país do sul da Ásia continental, onde participará nos trabalhos do Conselho Asiático para a Paz e Reconciliação que vai debruçar-se sobre o conflito no mar do Sul da China.

Ramos-Horta chegou à Guiné-Bissau a 13 de fevereiro do último ano.

Substituiu o ruandês Joseph Mutaboba na liderança do Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau - UNIOGBIS, cargo de que hoje se despede em Bissau.

# SAPO TL com Lusa

ex-Presidente de Moçambique - o saudoso Samora Machel. Relembremos o exemplo de cidadania que induzia ao povo moçambicano e o combate sem tréguas que declarava aos oportunistas e aos ladrões dos bens do povo. Isso pode ajudar o novo Presidente!

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                                       Imagens de Samora Machel em diversas ocasiões
Ouça as vozes que o imperialismo calou, mas que o povo moçambicano e outros povos amantes da paz nunca esquecerão.  

Aceda ao LINK abaixo:
  
https://soundcloud.com/samuca2014/samora-fala-para-o-povo


Autor: Samuel Vieira



Senegal: A Foundação Bill e Melinda Gates - Os projectos apresentados à Primeira-Ministra Aminata Touré.

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Uma delegação da Fundação Bill Gates e Melinda Gates foi recebida ontem pela primeira-ministra Aminata Touré. Na audiência, foram discutidas questões como saneamento, saúde e agricultura.

"Nós conversamos sobre acordos de cooperação e de investimentos da Fundação Bill & Melinda Gates, no Senegal, e também, sobre o nosso projeto inovador chamado de " processador Omni "de utilização de resíduos para a agricultura", explicou Pape Amadou Sarr, porta-voz da delegação.

Este projeto sobre a fuga, segundo ele, irá fornecer insumos para a agricultura em Dakar e no meio rural. O Senegal, disse ele, será o primeiro país a beneficiar deste programa de teste. Segundo o Sr. Sarr, as discussões também se voltaram para o Serviço Nacional de Saneamento do Senegal (ONAS). Pape Amadou Sarr argumentou que a Fundação apóia o governo desde 2009 para a prevenção e identificação de inundações nos subúrbios de Dakar, especialmente em Pikine. Sobre o aspecto energético, o porta-voz disse que é um projeto em fase de teste e é o primeiro a ser implantado em Dakar, ou na área urbana, especificamente mais nas Niayes. "A delegação está estudando também os aspectos técnicos em Ona. E se a tecnologia se adapta à condição climática do país, que será implantada no setor rural ", observou ele.

# lesoleil.sn

Banco Mundial: O custo da guerra civil na Serra Leoa foi de US $ 15 bilhões.

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Presidente Ernest Bai Koroma da Serra Leoa . FOTO | Arquivo

A Guerra civil de 11 anos na Serra Leoa custou cerca de US $ 15 bilhões, o vice-presidente do Banco Mundial, Makhtar Diop, disse em Freetown.

Ele disse que a recuperação seria um assunto caro e destacou os enormes desafios que se avizinham para a consecução das metas de desenvolvimento do país.

O economista senegalês falava na 7 ª Reunião do Grupo Consultivo sobre a Serra Leoa, para mobilizar fundos para plano de desenvolvimento de seis anos da nação da África Ocidental.

A conferência foi co-organizada pelo governo e pelo Banco Mundial e fez parte do fórum internacional recém-concluído que reuniu os países mais frágeis do mundo e saídos da guerra que afetou 19 países.

A guerra de Serra Leoa, que durou entre 1991 e 2002, sacrificou cerca de 50.000 vidas e desalojou cerca de dois milhões de pessoas.

"De acordo com algumas estimativas, o conflito na Serra Leoa deu um prejuízo de US $ 15 bilhões em termos de destruição de propriedade, meios de subsistência, e preciosas vidas perdidas. A recuperação e reconstrução que estão no bom caminho, vão ser caros também", disse o alto funcionário do Banco Mundial.

De acordo com avaliações compostas de vários indicadores de desenvolvimento (CPIA) do Banco Mundial, a Serra Leoa tinha se envolvido para além do limiar de Feroz Guerra que afectou todo o Estado.

Mas o Sr. Diop disse que o crescimento económico mais elevado será crucial para pôr fim à pobreza extrema.

Apesar dos elogios que choveram sobre o país por sua notável capacidade de resistência na jornada através do seu período difícil de paz, que transformou os ganhos em verdadeira prosperidade, não têm sido fácil.

Em 2013, o governo lançou um ambicioso plano de desenvolvimento elaborado fora da aclamada Estratégia de Redução da Pobreza do Caderno III.

Projeta-se a definir o país no caminho para se tornar uma economia de renda média em 2035.

O setor privado

No entanto, apesar de enormes investimentos nos setores de mineração e agrícultura, as chances de levantar os fundos para implementar os projetos na chamada "Agenda para a prosperidade", mantem-se como uma tarefa árdua.

De acordo com estimativas oficiais, os atuais recursos comprometidos pelo governo, com seus parceiros de desenvolvimento e o setor privado, situam-se nos valores de US $ 3,7 bilhões do total de US $ 5,7 bilhões.

A reunião de quinta-feira foi feita para verificar a realidade dos recursos comprometidos e também traçar o caminho para obter o financiamento restante.

O Banco Mundial está enfatizando a um maior envolvimento do setor privado e, mesmo assim, disse Diop, que vai demorar a ocorrer uma gestão transparente e responsável dos recursos do país para chegar ao objectivo..

"Uma das principais prioridades é o reequilíbrio do mix de correntes de despesas de capital - e mudando para uma grande parte das despesas de capital para ajudar a preencher a lacuna em infra-estrutura na Serra Leoa e aumentar a qualidade dos serviços de saúde e educação", disse ele.

"A gestão eficiente e responsável dos processos de investimento público permitirá que o seu governo aumente o investimento global em infra-estrutura e - igualmente importante - garantir que esses investimentos contribuem para o crescimento inclusivo".

Sr. Diop garantiu ao Governo Serra Leoa da prontidão do Banco Mundial para ajudar a maximizar a eficácia de seus gastos por meio de avaliações de projetos, sistemas de informação de gestão financeira e análises das despesas públicas.

O chefe do Banco Mundial esteve envolvido com o Presidente Ernest Bai Koroma em uma reunião a portas fechadas antes de partir para Washington no final de sua visita de quatro dias.

# africareview.com

Na terra da máfia, Papa Francisco convidou aqueles que estão presos “a reencontrarem Deus”.

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Em Cassano, Francisco foi recebido em festa por uma multidão (Giampiero Sposito/reutrers)
Em Cassano, Francisco foi recebido em festa por uma multidão (Giampiero Sposito/reutrers)

O Papa Francisco denunciou este sábado, durante a sua primeira visita à Calábria (sul de Itália) o sofrimento das crianças que são vítimas da máfia, e exprimiu a sua solidariedade com as mães e avós detidas numa prisão local.
“Jamais uma criança deve ser submetida a tais sofrimentos”, disse Francisco no interior do centro de detenção de Castrovillari, perto de Cassano allo Jonio, falando directamente às duas avós do pequeno Nicola (“Coco”) Campolongo, que foi morto aos três anos, vítima de um ajuste de contas entre mafiosos que deixou a Itália profundamente comovida e indignada. O seu corpo foi encontrado juntamente com o do avô no interior de um carro incendiado.
Para além destas crianças inocentes, muitos jovens calabreses são recrutados para o tráfico de droga e morrem também nas guerras da ‘Ndrangheta (a máfia local) ou então vão parar à prisão.
Durante uma cerimónia carregada de emoção, frente a um grupo de 200 homens e mulheres detidos, que fez questão de cumprimentar um a um, Francisco disse: “Eu também, eu cometo falhas e devo fazer penitência.” Muitos na assistência tinham lágrimas nos olhos.
“Queria exprimir a proximidade do Papa e da Igreja e todos os homens e mulheres que se encontram na prisão, em todas as partes do mundo”, acrescentou o pontífice que, em Buenos Aires, visitou várias prisões e, em Roma, lavou e beijou os pés de jovens detidos, pouco depois da sua eleição em 2013.
Francisco centrou a sua mensagem na reinserção na sociedade, para que a detenção não seja apenas “um instrumento de punição e de retaliação social”. O Papa convidou os detidos a “reencontrarem Deus” na prisão. Deus é “um mestre de reinserção, que pega na nossa mão e nos acompanha na comunidade social”, garantiu.
Em Cassano, onde foi recebido em festa por uma multidão, Francisco também vai visitar um hospital onde estão internados doentes terminais, antes de se encontrar com padres da região na catedral. A visita de nove horas termina com uma missa, onde são esperadas 100 mil pessoas.
Esta visita à Calábria é a quarta que o Papa faz em Itália, fora da diocese de Roma. O ano passado foi a Cagliari (Sardenha), onde denunciou o desemprego dos jovens, a Assis (Umbria), onde celebrou São Franciso de Assis, e à ilha de Lampedusa, onde pregou contra “a mundialização e indiferença” e apelou ao respeito pelos direitos dos imigrantes que chegam à Europa. Em Cassano, Francisco quer denunciar a desigualdade entre a máfia que prospera e uma população que está entre as mais pobres de Itália.
A ‘Ndrangheta calabresa, que controla parte do tráfico de cocaína que vem da América do Sul, é uma das mais ricas e diversificadas máfias, com negócios no norte de Itália e na Europa. 
# publico.pt




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