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terça-feira, 8 de maio de 2018

Mais de 80 mil brasileiros vivem em Portugal; veja os tipos de visto.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Especialistas afirmam número é bem maior

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     asta caminhar alguns minutos pelas ruas de Lisboa para perceber a quantidade de brasileiros por todos os lados. Apenas em 2017, cerca de 870 mil turistas brasileiros visitaram o país. Mas não é só. Os brasileiros são a maior comunidade de estrangeiros residentes em Portugal. Oficialmente, são cerca de 80 mil pessoas, mas especialistas afirmam que este número é bem maior. Os dados foram divulgados pelo escritório de estatística da União Europeia.

 
Fugir da crise e da violência, buscar qualidade de vida e segurança são apenas alguns dos motivos que estão levando muitos brasileiros a fazerem as malas para viver em Portugal.
A migração de brasileiros para a "terrinha" não é de hoje e já sofreu mudanças significativas. A escritora Ana Silvia Scott, em seu livro Portugueses, relata como a migração mudou os sentimentos entre portugueses e brasileiros nas últimas décadas.
Ana Silvia recorda que, na década de 1980, os brasileiros que chegavam a Portugal eram recebidos com cordialidade e simpatia por uma população cheia de memórias carinhosas do Brasil. Naquela época quase todos os portugueses tinham histórias de parentes que foram para o Brasil.
Em 1977, os portugueses assistiram a novela brasileira Gabriela, adaptada da obra de Jorge Amado, e a trama modificou comportamentos e a rotina dos portugueses. Além da música, as belezas naturais e o futebol. Zico, Falcão, Sócrates e Júnior, craques da "seleção canarinho", eram famosos do outro lado do Atlântico. 
No ano de 2000, afirma Ana Silvia em seu livro, que o cenário começou a mudar e o incômodo dos portugueses se tornou evidente. "O sentimento desagradável com relação aos brasileiros surgiu em Portugal devido a intensificação de migrantes de baixa renda e pouca escolaridade".
Enquanto nas décadas de 80 e 90 a migração era em sua maioria de dentistas, publicitários e profissionais da área de informática, insatisfeitos com a instabilidade econômica gerada no governo Collor; nos anos 2000, o perfil preponderante de brasileiros era composto por trabalhadores da construção civil, do comércio, dos restaurantes e do serviço doméstico.
Atualmente houve uma mudança no perfil do brasileiro que migra para Portugal. O que se tem observado é um grande número de pessoas de classe média e alta, que têm optado por viver no país fugindo da violência e da insegurança. Não é raro ouvir relatos como o do engenheiro brasileiro Zwy Goldstein, 60 anos, que optou deixar São Paulo após ter sido assaltado.
A aposentada carioca Lurdes Martins, 66 anos conta que tirava brincos, anéis e colares para andar nas ruas de Ipanema, onde morava. "O contexto brasileiro - social, político e econômico - foi o que me impeliu a emigrar para Portugal. Além da minha admiração pelo país e pelo povo português. A qualidade e o custo de vida é bem melhor que no Brasil. Estou bem feliz aqui", afirma Lurdes.
Ela é bancária aposentada e obteve o visto de "residência temporária" em Portugal. Esse tipo de visto é concedido para estrangeiros que comprovem ter rendimentos para se manter no país. O valor necessário para a obtenção do visto varia de acordo com a quantidade de pessoas da família que se candidatar a viver no país.
O engenheiro Zwy e sua mulher vieram para Portugal com o mesmo visto que Lurdes. Ele conta que, após ter tomado um tiro em uma tentativa de assalto em São Paulo, chegou à conclusão de que não dava mais para viver no Brasil.
"Eu nunca tinha pensado em vir para Portugal, mas comecei a ler matérias que falavam do país. Então resolvi vir com a minha mulher, em março de 2016, para dar uma olhada. Eu adorei isso aqui e, em 24 horas, eu decidi: quero mesmo é ficar aqui, porque é muito legal! Entramos com processo (no Consulado), foi super rápido naquela época e em agosto a gente estava aqui", conta Zwy.
Para o engenheiro a grande vantagem de viver em Portugal é a segurança. "A gente não tem esse tipo de preocupação aqui. Acho incrível isso aqui, não preciso olhar pro lado, não preciso olhar pra trás, não preciso achar que alguém vai aparecer e ferir a gente".
Além disso, para Zwy, a animosidade entre portugueses e brasileiros é coisa do passado. "As pessoas são simpáticas ao contrário do que falavam sempre. Os portugueses recebem muito bem e temos vários amigos aqui. A gente viaja pelo país, que é pequeno, e dá pra ver muita coisa e acaba aprendendo a história do país", conta Zwy, que se diz realizado em Portugal.
Ele afirma que, do Brasil, a saudade é apenas dos amigos, dos lugares pelos quais passou e dos prédios que construiu. No Natal do ano passado, esteve em São Paulo para visitar os parentes e fui novamente assaltado. "Se existia ainda algum resquício de vontade de voltar, não tenho mais nenhuma. A paz que tenho aqui não tem preço".
Inicialmente, a autorização de residência temporária tem validade de um ano. Após a primeira renovação, o documento deve ser revalidado a cada dois anos. Após seis anos de residência legal, a pessoa pode solicitar a nacionalidade portuguesa.
Para obter a autorização, é preciso fazer como Lurdes, que deu entrada no pedido ainda no Brasil, no Consulado de Portugal. Há uma série de documentos que são exigidos nessa primeira etapa, como comprovante de rendimentos e certidões negativas da Justiça.
Ao chegar em Portugal, é necessário procurar pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) para apresentar documentação complementar e agendar uma entrevista pessoal.
"O meu processo de obtenção do visto foi um pouco complicado, por problemas de comunicação com o Consulado, mas depois que tive apoio de um escritório de ajuda aos migrantes aqui em Lisboa, tudo ficou mais fácil", disse Lurdes.
É importante ressaltar que há outros tipos de autorização de residência, como a "Autorização de Residência por Investimento", conhecida como visto gold; a Autorização de Residência Permanente e a Autorização de Residência Não Habitual.
Há ainda diferentes vistos para quem quer residir em Portugal e não tem a cidadania, como os de trabalho ou estudo. Os interessados devem procurar informações específicas sobre os diferentes tipos de visto e as documentações necessárias.
Os brasileiros foram os que mais receberam nacionalidade portuguesa no ano de 2016. Neste ano, a nacionalidade lusitana foi concedida a pouco mais de 25 mil pessoas, entre as quais estão 8 mil brasileiros, ou seja, 31% do total. Entre os brasileiros que adquiriram, em 2016, nacionalidades europeias, 36,3% foram obtidas em Portugal; 27% na Itália e 15,4% na Espanha. Com informações da Agência Brasil. 
fonte: noticiasaominuto.com.br

GUINÉ-BISSAU: CHEFE DE ESTADO-MAIOR GUINEENSE GARANTE CONTINUIDADE DA PAZ E ESTABILIDADE NO PAÍS .

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O Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas da Guiné-Bissau, General Biaguê Na N’Tan, garantiu hoje, 07 de Maio 2018, a continuidade de clima de paz e estabilidade no país, enquanto compromisso assumido desde que fora investido na liderança da classe castrense.
Na mesma declaração, Biaguê Na N’Tam lembra que se comprometera respeitar a Constituição da República e demais leis do país, para poder organizar, criar condições e dar formações aos militares a fim de garantir a reforma neste sector.
Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas, falava durante a cerimónia da entrega de certificado do reconhecimento pelos serviços que prestou ao país em prol de paz, estabilidade e reconciliação entre os guineenses, pelos estudantes da faculdade de ciências políticas e relações internacionais da Universidade Jean Piaget.
A cerimónia decorreu nas instalações do Estado-Maior das Forças Armadas (Amura) e contou com a presença de algumas chefias militares e elementos da direção daquela universidade privada.
Biaguê Na N’Tam, parabenizou os militares por se distanciarem dos problemas políticos e dedicarem-se na política militar.
“Somos cidadãos e filhos desta terra, nascemos aqui e sabemos o que temos. Se duas pessoas estão a brigar a nossa obrigação é ajuda-las a ultrapassar as divergências, caso contrário devemos abdicar de entrar nas instabilidades criadas por outras pessoas, portanto os militares não são inimigos do povo”, concluiu Biaguê.
O líder militar da Guiné-Bissau revelou neste sentido que mais de 200 recrutas estão em Marrocos, no âmbito de uma bolsa de estudo, para receber treinamento militar e em Setembro,  um grupo de mais de 100 recrutas deixará o país para Marrocos com o mesmo objetivo.
Segundo Biaguê, o Estado-Maior das Forças Armadas perspectiva realizar um estudo conjunto com as universidades do país, sobre as histórias dos heróis nacionais, dos militares, rios, lagoas, por forma a histórica do país e a história dos combatentes militares.
Para concretização desse plano ainda em perspetiva,  Biaguê Na N’tam  entende que será necessário contributo de todos cidadãos guineenses, por isso pediu o maior empenho dos reitores das universidades em continuar a trabalhar no domínio de formação.

Para o Reitor da universidade Jean Piaget, Aladje Baldé, as pessoas devem ser reconhecidas e homenageadas ainda vivas, dando-lhes mais ânimo no trabalho e que foi nesse quadro que a universidade, depois de visitar algumas instituições militares do país, decidiu atribuir o diploma de reconhecimento ao chefe dos militares guineenses, Biaguê Na N’tam, uma vez cumprido aquilo que a sociedade lhe confiou “que é a responsabilidade de garantir a paz e estabilidade e este diploma de honra é o sinal de reconhecimento profundo das duas faculdades”.
“As pessoas que estão nas universidades precisam de tranquilidade e da paz para melhor fazer seus estudos, neste sentido os estudantes das duas faculdades conferem o presente diploma de honra ao CEMFA pelos excelentes serviços prestados ao país em prol da paz, estabilidade e reconciliação entre os guineenses”, disse o reitor do Jean Piaget.
fonte: odemocratagb.com

Putin 4.0: O que esperar do próximo mandato do Presidente russo.

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Vladimir Putin já tomou posse como Presidente da Rússia para um quarto mandato, que deverá prolongar-se até 2024. Especialistas avisam que o atual estilo de governação, cada vez mais autoritário, veio para ficar.
fonte: DW África
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A cerimónia desta segunda-feira (07.05) foi semelhante às outras três que ocorreram nas duas últimas décadas, num salão adornado com ouro, no Grande Palácio do Kremlin. "Considero como meu dever e como o sentido da minha vida fazer tudo o que me for possível pela Rússia, pelo seu presente e pelo seu futuro", disse Vladimir Putin.
Com a mão direita sobre a Carta Magna, Putin jurou "respeitar e defender os direitos e as liberdades das pessoas e dos cidadãos, cumprir e defender a Constituição da Federação da Rússia, defender a soberania e a independência, a segurança e a integridade territorial do Estado e servir o povo com lealdade".
Reeleito em março com 76,7% dos votos, o seu melhor resultado desde que alcançou o poder, Vladimir Putin, de 65 anos, está no comando da Rússia desde o ano 2000, seja como chefe de Estado ou de Governo.
Inauguration Putin Gerhard Schröder
Antigo chanceler alemão Gerhard Schöder na tomada de posse de Vladimir Putin
"Farei tudo para aumentar o poder, a prosperidade e a glória da Rússia", disse na cerimónia em Moscovo, à qual assistiram mais de 6.000 convidados.
O Presidente russo também prometeu apostar numa agenda económica que melhore os níveis de vida em todo o país, na sequência de uma recessão económica em parte ligada a sanções internacionais.
Apesar de ter recuperado a proeminência da Rússia no palco mundial pela via militar, Putin tem sido criticado por não ter conseguido diversificar a economia russa, muito dependente das exportações de gás e petróleo, e por não desenvolver o setor industrial.
Política cada vez mais autoritária
O novo mandato de Putin deverá ser marcado por uma característica em particular: "continuidade", acredita Gernot Erler, do Partido Social Democrata da Alemanha (SPD), antigo representante do Governo alemão encarregado das relações com a Rússia.
"Receio que a destruição da margem de manobra democrática continue", afirma também Martin Schulze Wessel, especialista em História da Europa de Leste e professor na Universidade Ludwig Maximilian, em Munique. Além disso, acrescenta, "a luta contra a corrupção também não deverá ser bem-sucedida."
Russland Präsident Putin
Mais uma cerimónia de tomada de posse de Putin no Kremlin
Nos últimos anos, foram evidentes os resultados do governo autoritário de Putin na política interna: restrições à liberdade de reunião, intimidação da sociedade civil e maior controlo da internet e das redes sociais.
"O sistema irá tornar-se cada vez mais autoritário", afirma o especialista alemão Manfred Hildermeier, segundo o qual "Putin quer mostrar ao mundo uma cortina de fumo democrática".
Oposição sem espaço
Os especialistas concordam que é improvável que na Rússia de hoje aconteça uma insurreição contra Putin - como aconteceu nas antigas repúblicas soviéticas da Geórgia e Ucrânia ou atualmente na Arménia.
Na última corrida presidencialparticiparam dois candidatos da oposição, Grigory Yavlinsky e Ksenia Sobchak, que se apresentaram como "representantes da oposição liberal". O líder da oposição extraparlamentar russa, Alexei Navalny, foi impedido de concorrer à presidência e apelou ao boicote eleitoral.
No sábado (05.05), dois dias antes da tomada de posse de Vladimir Putin, Alexei Navalny chegou a estar detido várias horas, acusado de resistência à polícia e de organizar uma manifestação não autorizada em Moscovo.
O dia ficou marcado por protestos em 20 cidades russas, que terminaram com a detenção de mais de 1.000 pessoas. O protesto nacional, organizado sob o mote "Ele não é o nosso czar", foi promovido por Navalny.
Economia: "calcanhar de Aquiles" de Putin
A continuidade dos protestos deverá depender do desenvolvimento económico do país, dizem analistas. Depois da crise de 2014, provocada principalmente pela queda do preço do petróleo e, em parte, pelas sanções ocidentais aplicadas após a anexação da Crimeia, Putin conseguiu estabilizar a economia russa.
Essa estabilidade, no entanto, está ameaçada pelas recentes sanções - mais duras - dos Estados Unidos da América (EUA). "O calcanhar de Aquiles de Putin é a economia, assim como a competitividade económica a nível internacional", considera o especialista Manfred Hildermeier.
E nos próximos anos, a situação económica na Rússia deverá complicar-se, prevê Stefan Meister, do Conselho Alemão de Relações Externas (DGAP). "Haverá menos dinheiro para pensões, para o bem-estar social e até mesmo para os militares", afirma. Por isso, refere, a política interna terá um papel cada vez mais importante durante o quarto mandato de Putin.

Moçambique: Descentralização: Negociações entre RENAMO e FRELIMO num impasse.

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Administradores distritais continuam no centro das divergências. Tal como Dhlakama, RENAMO quer que os administradores distritais sejam indicados pelos governadores. FRELIMO insiste que indicação seja feita pela tutela.
fonte: DW África
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Entendimentos sobre descentralização foram alcançados em negociações diretas entre Afonso Dhlakama e Filipe Nyusi
Está instalada a polémica em torno dos consensos alcançados com vista ao estabelecimento de uma paz definitiva em Moçambique entre o Presidente Filipe Nyusi e o líder da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), Afonso Dhlakama, que morreu na última quinta-feira (03.05).
As divergências situam-se sobretudo no capítulo da indicação dos administradores distritais, que consta do pacote de descentralização depositado em fevereiro último no Parlamento por Filipe Nyusi, na sequência dos consensos alcançados com Afonso Dhlakama.
Segundo a chefe da bancada parlamentar da RENAMO, Ivone Soares, as conversações sobre esta matéria estão neste momento num impasse porque enquanto o seu partido defende que os administradores distritais devem ser indicados pelos governadores provinciais, a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) é de opinião que a indicação seja feita pelo Ministério que superintende a área.
Ivone Soares, Mitglied von RENAMO
Ivone Soares: "Precisamos de achar um meio termo"
Falando aos jornalistas no sábado (05.05), Ivone Soares afirmou, no seu primeiro pronunciamento público após a morte do tio, que o posicionamento do seu partido é o mesmo de Afonso Dhlakama.
"Ele bateu com o pé até ao último minuto que os administradores têm que ser indicados pelo governador que é eleito. Porque não faz nenhum sentido - foi o que ele sempre disse - que os administradores sejam indicados pelo ministro de tutela que está a desenvolver um programa de governação de um partido, quando o governador está a desenvolver programas do partido que o indicou para concorrer em nome daquela província como cabeça-de-lista", argumenta.
"Descentralização centralizada"
"Precisamos de achar um meio termo", defende Ivone Soares. Caso contrário, sublinha, Moçambique pode vir a ter "uma descentralização centralizada".
A FRELIMO acha "estranho" este posicionamento da RENAMO, reagiu o porta-voz Caifadine Manasse, recordando que o pacote de descentralização resulta de consensos entre Dhlakama e Nyusi.
"Nós, a FRELIMO, deixamos claro que o documento depositado na Assembleia da República pelo chefe de Estado é o documento de consenso entre Filipe Nyusi e o malogrado líder da RENAMO, Afonso Dlakhama. Nós honramos a nossa palavra E apoiaremos as posições consensuais feitas pelo Presidente Filipe Nyusi e corroboradas e aceites pelo líder da RENAMO em vida", declarou o porta-voz.
Para a FRELIMO, o debate está a decorrer no Parlamento dentro do processo normal de preparação dos projetos de lei antes de serem submetidos a plenária, disse ainda Caifadine Manasse
Desafios militares e políticos
Os entendimentos sobre o pacote de descentralização foram alcançados em negociações diretas entre Nyusi e Dhlakama. Com a morte do líder, foi eleito coordenador da Comissão Política da RENAMO o deputado Ossufo Momade, que já foi secretário-geral do partido e actualmente é chefe de defesa e segurança.
O primeiro desafio que se coloca a Ossufo Momade é "garantir que a ala militar, os homens armados que estão lá no mato, estejam do lado dele", disse à DW África o analista Alexandre Chiure.
Outra questão premente é a criação de um "ambiente de coesão" no seio do próprio partido, sublinha o especialista. "O que se nota é que eles perderam alguma autoconfiança com a morte de Dhlakhama, então é preciso cultivar muito este ambiente de confiança dentro do partido", diz.
Segundo Alexandre Chiure, também é preciso estabelecer "uma ponte de ligação entre a ala militar e a ala política que está nas cidades, no sentido de as duas alas caminharem num mesmo sentido."
Outra coisa, acrescenta, "é garantir consensos no que diz respeito ao dossier do processo de paz, que estava a ser conduzido pelo Presidente da República e o líder da RENAMO. "Ossufo Momade tem que beber daquilo que eram os compromissos que foram feitos entre as duas partes e a partir daí dar prosseguimento aos assuntos", salienta.
Chiure considera que, apesar de Ossufo Momade ter desafios nada fáceis pela frente, tem um histórico que poderá jogar a seu favor: "Ele tem um curriculum bom, é militar e é também político por estar na Assembleia da República. Penso que tem tudo para brilhar, depende da forma como ele vai-se posicionar no processo."
Quem é Ossufo Momade
Ossufo Momade é filho de Momade Ossufo e de Zainabo Alide, nascido na Ilha de Moçambique em Nampula, no dia 30 de janeiro de 1961. Frequentou a escola primária Luís de Camões na ilha de Moçambique e apos ter concluído a quarta classe, ingressou em 1973 na escola comercial Perú de Covinhã.
Em 1974, foi incorporado nas Forças Armadas de Libertação de Moçambique (FPLM), depois dos acordos de Lusaka, em Nampula. Fez parte do comissariado político militar e depois passou para a área de saúde militar onde trabalhou como secretário particular do director provincial de saúde militar.
Em 1978, foi transferido de Nampula para o centro de formação de quadros em Inhambane e no mesmo ano, a partir das informações da Rádio da Renamo tomou conhecimento da criação deste partido.  Nesta altura, era comandante da companhia nas FPLM função que acumulava com as de comissário político militar.
Quando visitava uma das zonas sobre influência da RENAMO, houve um ataque e foi nessa altura que ingressou nas fileiras do partido, em dezembro de 1978. Três meses depois, após treinos militares em Gorongosa e Maríngue, Ossufo Momade é incorporado numa missão, a primeira, na província de Tete,  orientada pelo próprio líder da RENAMO,  Afonso  Dhlakama.
Mosambik Renamo Rebellen in den Bergen von Gorongosa
Soldados da RENAMO na serra da Gorongosa (2012)
Seguiram-se várias missões nas províncias de Manica e Sofala. Um ano depois é promovido   a chefe da secção. Em princípios de 1981, Momade é promovido  a comandante da companhia. Trabalhou sucessivamente em Manica e Zambézia.   
Em meados de 1983, foi enviado pelo líder da RENAMO para abrir  a frente de Nampula e no mesmo ano foi promovido a major-general. quando começam os primeiros contactos para as negociações de paz, ele e outros generais foram transferidos para a Casa Banana, na Gorongosa, onde coordenavam o processo de negociações.
Em 1992, foi promovido a tenente-general, em Maringué. Depois da assinatura do acordo de paz,  foi indicado para supervisionar a comissão de supervisão de cessar-fogo. 
Em 1993, foi nomeado chefe do departamento dos assuntos religiosos e mais tarde foi transferido para Nampula para dirigir o processo de acantonamento militar.
Em 1996, foi eleito delegado político provincial de Nampula e mais tarde foi eleito delegado regional da zona norte.  
Em 1999, foi eleito deputado da Assembleia da República, função que desempenha atualmente. E em 2003 foi nomeado chefe do departamento dos desmobilizados de guerra.
Em 2007 foi eleito secretário-geral da RENAMO, tendo cessado em 2013,  dando lugar a Manuel Bissopo. Foi então nomeado chefe do departamento de defesa e segurança da RENAMO, cargo que exerce até este momento.
Atualmente frequenta o segundo ano do curso de Direito no Instituto Superior Monitor de Maputo.

ANGOLA: ANATA QUER PÔR ORDEM NOS LOTADORES DE TÁXIS.

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A Direcção da Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola (ANATA) queixa-se de constantes “actos de vandalismo” protagonizados pelos “lotadores” de táxis, em Luanda, jovens que obrigam passageiros a entrar em viaturas que os próprios escolhem.

Ofenómeno, que afecta este tipo de transporte público informal, é recente e ao fim de alguns meses de polémica aquela associação decidiu avançar com uma campanha de sensibilização para tentar demover estes jovens daquele tipo de comportamentos e de cobranças ilícitas.
“As reclamações são não só de taxistas, mas também de passageiros. É de facto um trabalho ilegal e quando actuam de forma coerciva pior ainda. Quando não são obedecidos, promovem actos de vandalismo, partem vidros de viaturas”, denunciou à Lusa Geraldo Wanga, presidente da ANATA.
Estes “lotadores” não passam de jovens que, logo ao amanhecer, marcam presença nas paragens de táxis em Luanda com o propósito de persuadir passageiros para determinado táxi, cobram uma taxa que pode variar entre 50 kwanzas e 200 kwanzas (até 70 cêntimos) por cada viatura, dependendo da sua lotação e do destino.
De acordo com Geraldo Wanga, a campanha de sensibilização arrancou no final de Abril e pretende levar a que os “lotadores” terminem com esta prática “de forma voluntária”, sob pena de a associação solicitar a intervenção da polícia, para repor a legalidade.
“Porque a falta de regulamento ou de um estatuto que venha reger essa actividade está na base da desordem que se verifica nas paragens de táxis”, justificou, referindo ainda não ser pretensão da ANATA “expulsá-los simplesmente das paragens, mas apenas repor a ordem”.
“Sabemos que daí conseguem alguma coisa para sustentarem as suas famílias. Aliás, temos já o aval dos nossos associados no sentido de podermos incluí-los na nossa actividade de forma ordeira, obedecendo a um regulamento que estamos a elaborar”, adiantou.
A solução, explicou o dirigente, passa por “retirar todos” os “lotadores” das paragens. Só depois, “aqueles que quiserem continuar com o exercício dessa actividade” deverão digerir-se à associação para terem conhecimento do regulamento entretanto preparado.
Um regulamento no qual deverão constar “os deveres e obrigações do ‘lotador'”, que será ainda portador de um colete “com o respectivo nome e número de cadastro”, listagem que “também será partilhada com a polícia, para controlar a sua actuação”.
Segundo o presidente da Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola, “é urgente” o controlo dos ‘lotadores’ nas paragens de táxis, porque grande parte dos mesmos “são altamente perigosos e infiltram-se na actividade para encobrirem as suas reais pretensões”.
“Porque de dia estão nas paragens e de noite são assaltantes. São sim altamente perigosos e mesmo um caso de polícia, nós tivemos registo de três mortes em 2016, mataram pessoas à luz do dia nas paragens São Paulo e da Cuca”, argumentou.
Aquela associação controla actualmente pelo país cerca de 24.000 associados, sendo que a maioria atua em Luanda, num total de 18.500 profissionais, entre taxistas e cobradores.
Alguns “lotadores” da paragem da Cuca, município do Cazenga, em Luanda, na sua maioria jovens desempregados, admitiram alguns excessos na sua actuação, mas ao mesmo tempo congratulam-se com a pretensão da ANATA, em colocar ordem na actividade.
Há oito meses a lotar táxis de pequeno porte, na rota Cuca/Congoleses, Firmino Joaquim, de 17 anos, garantiu que actua “com civismo”, porque é daí que consegue “alguma coisa para o sustento”.
“Já ouvi sim casos de confusão nas paragens, mas nós aqui temos bom comportamento”, assegurou, contando que por dia chega a fazer mais de 1.000 kwanzas (3,50 euros), com a actividade.
Por sua vez, Paulo da Silva, de 24 anos, trabalha como “lotador” desde 2017 e diz já ter assistido a cenas de agressões a cobradores dos táxis, protagonizados pelos seus “colegas” nas paragens por onde já trabalhou.
“Só acontece confusão quando o cobrador não colabora. Todo o mundo sabe que o ‘lotador’ recebe sempre alguma coisa dependendo da capacidade da viatura, então quando não pagam o valor completo acontece muitas vezes confusões, mas que não é boa coisa”, afirmou.
Para aquele “lotador”, uma melhor organização da Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola “é bem-vinda” e “vai facilitar” o trabalho: “Nós não somos gatunos, temos família e estamos aqui a lutar pela vida porque não temos emprego”.
Lusa

AÇÃO/FORMAÇÃO» MÉDICA PEDIÁTRICA, GINA DOS SANTOS LIDEROU UMA EQUIPA DE MÉDICOS E ENFERMEIROS PARA DAR FORMAÇÃO NA GUINÉ-BISSAU.

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A Pediatra de origem guineense, GINA DOS SANTOS, liderou uma equipa de médicos e enfermeiros com o objetivo de ministrar formação na Guiné-Bissau. Esta missão, que contou com a participação de 19 pessoas (2 homens e 17 mulheres), teve lugar de 17 a 26 de Novembro do ano transato. A formação envolveu profissionais da área de saúde como médicos e enfermeiros guineenses do Hospital Nacional Simão Mendes em Bissau.

Em jeito de evocação da missão a equipa que a protagonizou reuniu-se, no dia 6 de Março de 2018, em jantar de reflexão na Cidade do Porto ao qual se associou o editor deste bloguePate Cabral Djob.
Na ocasião a Dr.ª Gina dos Santos assegurou ao blogue Conosaba que a missão tinha corrido muito bem, superando as espectativas iniciais. Gina dos Santos, médica pediatra em Portugal a vários anos afiançou ainda que já tinha este projeto de longo prazo na manga há muitos, mas só em Novembro de 2017 conseguiu concretizar o sonho!  
“ Fomos bem recebidos, incentivados e acarinhados na minha terra. Tivemos 100% de apoio do Governo da Guiné-Bissau. Fomos recebidos pelo ex-Primeiro-Ministro, General Umaro Sissoco Embaló, pelo Ministro das Finanças, Aladje João Fadiá, pelo Ministro da função pública Tumane Baldé e pelo Ministro de Saúde Carlitos Barai” – disse

Dr.ª Gina, convidou para o jantar algumas personalidades Guineenses residentes no Porto: Maria Paquete, Adenis Lopes e Zinha 
No decurso do jantar o editor do “Blogue Conosaba do Porto” aproveitou a ocasião para fazer uma curta entrevista à médica pediatra, Cátia Leitão.
Conosaba: Em que hotel ficaram alojados, Dra. Cátia Leitão? Tiveram transporte para as vossas deslocações em Bissau?
CL: Nós? Fomos para Hotel Malaica e utilizamos a carrinha de comité Olímpico da Guiné-Bissau para a nossa deslocação. 
Gostamos muita da Guiné-Bissau, o povo é muito simpático e acolhedor! Levamos connosco medicamentos e roupas para Hospital Simão Mendes. Logo a nossa chegada ao Aeroporto da Guiné, a saída esquecemos uma mala de insulina no chão, que no dia seguinte conseguimos recuperar, através dum casal português que reside na Guiné-Bissau ”, acrescentou Cátia Leitão.
“Somos todos voluntários e ligados a saúde pública. Fomos a Guiné-Bissau para ajudar na reciclagem aos profissionais da saúde”, salientou.
“Senti-me bastante útil a realizar esta missão…Pate, não faz ideia a importância que isso teve para mim”, concluiu.
Entre as médicas que foram a Guiné-Bissau, encontrava-se também a Dra. Guilhermina, amiga e colega da Dra. Gina, que já conhecia o nosso país, na sequência de uma missão realizada pela Fundação Ricardo Sanhá.

Conosaba do Porto







ANGOLA: SE APRENDERMOS A VIVER SEM COMER, ACABAM OS… POBRES!

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A Comissão Económica do Conselho de Ministros aprovou hoje, sob a orientação de João Lourenço, o Programa de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza do quinquénio 2018-2022. Não vale a pena saber do que consta. Tal como os anteriores, não é para cumprir, portanto…

No dia 23 de Setembro de 2014, o governo a reafirmou, em Nova Iorque (EUA), o compromisso com o combate à pobreza e o desenvolvimento sustentável do país. Pela voz do vice-presidente, Manuel Vicente, que discursava na “Cimeira Mundial do Clima”, convocada pelo então secretário-geral das Nações Unidas, Ban ki-moon, em véspera do início do debate geral da 69ª sessão da Assembleia Geral da ONU, todos recordaram o que já ouvem há vários anos.
Manuel Vicente disse que o compromisso para garantir o desenvolvimento sustentável está consagrado na Estratégia de Desenvolvimento a Longo Prazo até 2025, aprovado em 2012, do qual se concebeu o Programa Nacional de Desenvolvimento 2013-2017.
Para o então vice-presidente, “o desenvolvimento inclusivo insta-nos a transformar as nossas necessidades, desafios e compromissos, para com as gerações actuais e futuras, na edificação de uma Economia cada vez mais sustentável e responsável”.
A consolidação da paz e da democracia, desenvolvimento humano e bem-estar dos angolanos, bem como a edificação de uma economia diversificada são os supostos actuais objectivos do programa de governação eleitoral do MPLA, partido no poder desde 1975, para os próximos cinco anos.
Consta também que com o MPLA e com João Lourenço no comando do país os anos passarão a ter 12 meses, que os rios passarão a nascer na… nascente e a correr para o mar e que Angola se situará em África. É bom ter estas certezas.
O Programa de Governo do MPLA para o período 2017-2022, baseado em quatro eixos – Angola da Inclusão, do Progresso e das Oportunidades; Angola Democrática e Socialmente Justa; Angola da Governação Moderna, Competente e Transparente; Angola Segura, Soberana e com protagonismo Internacional – foi apresentado como uma obra-prima do mestre quando, de facto, é mais a prima-do-mestre de obras.
Aliás, o programa mostra que o MPLA continua a pensar que somos todos matumbos. E se calhar até tem razão.
Na apresentação deste programa de venda de banha da cobra, o vice-presidente do MPLA, general, então ministro da Defesa, João Lourenço, disse que o foco para os próximos cinco anos de governação “continuará a ser o combate à fome e à pobreza e o aumento da qualidade de vida do povo angolano”.
Mas afinal há fome e pobreza em Angola, depois de quase 43 anos de governação do MPLA, de 38 anos de presidência de José Eduardo dos Santos, de 15 anos de paz total e de completa submissão dos partidos da suposta oposição? Estranho, não? É claro que a culpa é, continua a ser, dos colonialistas portugueses e dos angolanos que ainda não se renderam à tese oficial de que o MPLA é Angola e Angola é o MPLA. É isso, não é senhor Presidente João Lourenço?
João Lourenço apontou objectivos “muito claros” a atingir entre 2017 e 2022, nos domínios político, económico e social, nomeadamente a consolidação da paz e da democracia, a preservação da unidade e coesão nacional, o reforço da cidadania e construção de uma sociedade cada vez mais inclusiva, a concretização da reforma e modernização do Estado, entre outras.
Apesar de serem objectivos repetidos até à exaustão ao longo dos anos e nunca cumpridos, há sempre quem acredite. No entanto, na óptica do MPLA/Estado, nem é importante acreditar. Importante é obedecer.
No domínio económico, João Lourenço apontou o desenvolvimento sustentável, com inclusão económica e social e redução das desigualdades, edificação de uma economia diversificada, competitiva, inclusiva e sustentável. Por muito que isso lhes custe, o MPLA está prometer fazer agora o que os portugueses já faziam em 1974. É obra.
No plano social, João Lourenço destaca a expansão do capital humano e a criação de oportunidades de emprego qualificado e remunerador para os angolanos. Boa! Isso significará que, nestes últimos 42 anos, o emprego não era qualificado nem remunerado? É mesmo isso. Mais ou menos ao estilo de peixe podre, fuba podre, panos ruins e porrada se refilarmos.
Garantir a soberania e integridade territorial de Angola e a segurança dos seus cidadãos, reforçar o papel de Angola no contexto internacional e regional e desenvolver de forma harmoniosa o território nacional, promovendo a descentralização e municipalização são outros dos objectivos referidos por um partido mentiroso que, bem vistas as coisas, só sabe untar o umbigo, estando-se nas tintas para os que são gerados com fome, nascem com fome e morrem pouco depois com… fome.
Nas medidas de política, o capítulo da estabilidade macroeconómica e sustentabilidade das finanças públicas dá destaque ao combate à inflação, ao alargamento, se necessário, da aplicação do regime de preços vigiados, em defesa dos consumidores, sobretudo das camadas mais vulneráveis. É preciso ter lata e não ter vergonha de, mais uma vez, pensar que todos nós somos matumbos de pai e mãe.
Orientar a política monetária, com medidas que permitam assegurar a variação da base monetária dentro dos níveis programados, a concessão de crédito pelos bancos aos sectores produtivos, em particular aos que promovam diversificação económica e a exportações, e a definição de uma nova política cambial, com base num regime de taxa de câmbio flexível controlada, visando alcançar equilíbrio no mercado cambial são algumas das estratégias constantes do programa. Deste programa como de qualquer outro, seja do MPLA, do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte ou do Partido Democrático da Guiné Equatorial.
No campo da promoção do desenvolvimento humano e bem-estar dos angolanos, o MPLA programou para os cidadãos a definição de uma Política Nacional da População, a valorização dos jovens e a sua inclusão na vida económica e social, a protecção dos grupos mais vulneráveis da população e a sua reintegração social e produtiva.
O partido no poder em Angola desde 1975, ano da independência do país, promete melhorar o bem-estar dos antigos combatentes e apoiar a reintegração socioeconómica de ex-militares, incrementar o nível do desenvolvimento humano dos angolanos, aumentando a esperança de vida à nascença e o seu acesso aos bens e serviços essenciais, melhorar e alargar o sistema de educação, bem como reduzir as assimetrias sociais e erradicar a fome.
No seu programa, o MPLA toma como condição necessária para a reforma do Estado, o aprofundamento do processo de desenvolvimento de Angola, sublinhando que tem consciência que “um dos factores fundamentais para o sucesso das nações é o bom funcionamento das instituições”.
“Podemos ter muito boas estratégias, muito boas políticas, mas se as instituições não funcionarem devidamente, tudo o resto fracassará”, lê-se no ponto relativo à garantia da reforma do Estado, boa governação e combate à corrupção.


Por ser uma enorme enciclopédia de mentiras, o programa do MPLA não foi totalmente divulgado. Consta que o mesmo promete que, nos próximos cinco anos, os rios passarão a nascer na nascente e a desaguar na foz, que cada ano terá 12 meses, que cada dia terá 24 horas…
fonte: jornalf8.net

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