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quinta-feira, 20 de junho de 2019

Japão tenta tirar idosos do volante após casos sucessivos de acidentes fatais.

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Apesar de ter registrado a mínima histórica de 3.532 mortes no trânsito em 2018, país se vê atormentado pelo comportamento de um grupo específico de motoristas.

Motoristas com 75 anos ou mais se envolveram em 460 acidentes fatais no Japão no ano passado






Motoristas com 75 anos ou mais se envolveram em 460 acidentes fatais no Japão no ano passado

BBC NEWS BRASIL/ Getty Images
Apesar de registrar a mínima histórica de 3.532 mortes no trânsito em 2018, o Japão se vê atormentado pelo comportamento de um grupo que cresce nas estatísticas da Agência Nacional de Polícia. Motoristas com 75 anos ou mais se envolveram em 460 acidentes fatais no ano passado e em 109 nos quatro primeiros meses de 2019.
Muitos casos ocorreram por erro do condutor idoso, que acelerou o veículo pensando estar freando. A sucessão de acidentes levou o governo a pensar em medidas preventivas e parte da população a agir.
Aos 82 anos, o empresário Toyoharu Kurihara decidiu se aposentar da direção. Ele, que desde os 23 anos sempre esteve motorizado, resolveu se desfazer do carro e agora só se desloca a pé, de ônibus ou de trem para cumprir a intensa agenda como diretor-presidente de uma empresa de alimentos localizada na província de Kanagawa.
Essa mudança de hábito está exigindo muito do físico e do tempo do senhor octogenário. Se de carro ele levava meia hora no trajeto de casa até a empresa, agora Kurihara gasta uma hora e quinze minutos com dois ônibus e duas trocas de linha de trem só para ir trabalhar.
O governo japonês reconhece que tomar decisão assim não é fácil, principalmente para os idosos que moram em vilarejos. Nesses lugares, os serviços de transporte público são limitados e há poucos jovens a quem se possa recorrer se um idoso precisar ir ao médico ou fazer compras.
Uma pesquisa do governo divulgada recentemente mostrou que 56,6% dos motoristas com 60 anos ou mais continuavam a dirigir. O número cai com a idade, mas é alto entre os idosos: 45,7% das pessoas habilitadas de 75 a 79 anos, e 26,4% das que têm 80 ou mais se mantêm firmes no volante. Ou seja, um em cada quatro octogenários ainda dirige.
Por região, descobriu-se que 72,9% dos que vivem em cidades com menos de 100 mil habitantes e 75,5% dos que residem em vilarejos costumam pegar no volante. Nas metrópoles e cidades maiores, esse índice é de 50%. Os resultados dessa pesquisa servirão para o governo pensar em medidas de apoio à sociedade envelhecida.
Essa é uma equação complicada de se resolver, mas diante do buzinaço dos números, foi necessário agir. Dados da Agência Nacional de Polícia mostram queda no total de acidentes de trânsito no Japão, mas presença cada vez maior de idosos nas estatísticas.
No ano passado, motoristas com 75 anos ou mais foram responsáveis por 14,8% do total de acidentes fatais ocorridos no período. Uma década atrás, a proporção era de 8,7%.
Confusão com os pedais
Entre janeiro e abril deste ano, a Agência Nacional de Polícia registrou 109 acidentes fatais com idosos, incluindo o atropelamento causado por um ex-funcionário do governo, de 87 anos. Em abril, o carro dirigido por Kozo Iizuka atingiu e matou Mana Matsunaga, de 31 anos e sua filha Riko, de 3 anos, quando elas atravessavam de bicicleta uma faixa de pedestres em Tóquio. Outras oito pessoas ficaram feridas.
Como na maioria dos casos, o idoso que provocou o acidente afirmou ter pisado no freio quando viu o grupo de pessoas. Porém, a perícia técnica constatou que ele se enganou e acabou acelerando ainda mais o carro, correndo a 90km/h numa área em que o limite é de 50km/h.
Em outro caso recente ocorrido na província de Fukuoka, sul do Japão, um carro conduzido por um homem de 81 anos atravessou um cruzamento em alta velocidade, colidindo com outros cinco veículos. O condutor e a esposa morreram nesse acidente e outras sete pessoas ficaram feridas. Nesse caso, a perícia também constatou que o homem havia pisado firme no acelerador, disparando o carro.
Para lidar com esse tipo de erro, uma das propostas do governo é limitar os motoristas a certos tipos de veículo em horários específicos e em certas áreas, além de promover medidas para fornecer opções de transporte.
Já a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, anunciou que vai criar um subsídio para aquisição de um equipamento destinado a evitar a aceleração súbita do carro. A proposta é o governo metropolitano cobrir cerca de 90% do custo do dispositivo e de sua instalação. O motorista arcaria com com menos de US$ 90.
Devolução da carteira
Porém, para muitos japoneses a solução mais eficaz é o idoso se aposentar da direção. Depois de perder a esposa e a filha, o marido de Mana Matsunaga iniciou uma campanha para alertar motoristas e familiares sobre os riscos de continuar dirigindo com a idade avançada.
"Pensava que iria ver minha filha crescer e passar meus últimos anos de vida ao lado de minha esposa. Mas num piscar de olhos, tudo isso se foi", disse ele durante entrevista coletiva em Tóquio, quando fez o alerta à população sobre os riscos da direção idosa.
A Agência Nacional da Polícia tem encorajado as pessoas a voluntariamente devolverem suas licenças. No ano passado, mais de 292 mil motoristas com 75 anos ou mais atenderam ao pedido, número superior em 38 mil se comparado com 2017, e o mais alto registrado desde que esse sistema de devolução foi criado em 1998.
Após o acidente que matou Mana e a filha Riko, também houve aumento de 3.800 devoluções em abril deste ano para 5.800 em maio.
Porém, ainda há muitos idosos habilitados. O número de motoristas com 75 anos ou mais que renovaram a carteira triplicou nas últimas duas décadas. Estimativas indicam que se continuar nesse ritmo, em 2030 o grupo de idosos na direção será o dobro de motoristas jovens em algumas províncias.
A fim de inspirar mais pessoas, no início do mês o ator Ryotaro Sugi, de 74 anos, entregou em definitivo sua carteira de habilitação ao Departamento de Polícia Metropolitana de Tóquio.
"Automóveis são instrumentos perigosos", disse. "Se você sentir que sua reação está ficando lenta, então é melhor considerar a possibilidade de devolver a carteira antes que machuque alguém."
A última vez que renovou a carteira, ele estava com 70 anos. Especialistas dizem que mesmo que a pessoa estivesse bem no momento do teste de saúde exigido para a renovação, a condição física pode mudar vertiginosamente, como indicam dados da Agência Nacional de Polícia.
Muitos casos ocorreram por erro do condutor idoso, que acelerou o veículo pensando estar freando

Muitos casos ocorreram por erro do condutor idoso, que acelerou o veículo pensando estar freando

BBC NEWS BRASIL
Do total de idosos envolvidos em acidentes fatais em 2016, descobriu-se que, em seu histórico, mais de 85% deles não tinham registro de infração grave até aquele momento.
Tudo isso fez o empresário Kurihara refletir. Em fevereiro ele renovou a carteira de habilitação após passar por todos os exames médicos exigidos. Diz que naquele momento ele estava confiante de que conseguiria manter sua fama de motorista prudente. Porém, a divulgação da série de acidentes com idosos ao volante o fez repensar.
"Decidi me desfazer do carro porque por mais que não o usasse para ir ao trabalho, acabaria pegando no volante para outros fins", diz.
Para não correr o risco, Kurihara se desfez do veículo.
"Descobri que ficar sem carro não é tão ruim assim. Na minha idade é até bom, porque assim exercito as pernas andando. Está sendo bom para a saúde."
A carteira ouro ficará guardada como lembrança dos quase 60 anos da história como motorista.

Nicolas Sarkozy será julgado por corrupção e tráfico de influência.

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    Justiça negou último recurso da defesa para tentar evitar julgamento. Sarkozy é primeiro ex-presidente a ser julgado por corrupção em 60 anos.

    Nicolas Sarkozy será julgado por corrupção na França

    Nicolas Sarkozy será o primeiro ex-presidente da França a ser julgado por corrupção em 60 anos após a Justiça do país ter negado o último recurso interposto por sua defesa para tentar evitar um julgamento.
    O Tribunal de Cassação negou os recursos apresentados tanto por Sarkozy como por seu advogado Thierry Herzog e o antigo magistrado Gilbert Azibert para evitar o julgamento por corrupção e tráfico de influências. Sendo assim, o mesmo deve acontecer nos próximos meses, segundo informou o jornal Le Figaro.
    Sarkozy será o primeiro ex-chefe de Estado a ser julgado por corrupção na França desde a instauração em 1958 da V República.
    A investigações em torno de supostas irregularidades foi finalizada em 2016 e os juízes de instrução determinaram que o ex-presidente seria réu em março de 2018, mas essa decisão foi objeto de recurso.
    Os magistrados grampearam o telefone de Sarkozy diante das suspeitas de ter recebido financiamento do regime líbio de Muammar Kadhafi (1969-2011) durante a campanha que em 2007 o levou ao Palácio do Eliseu, algo pelo qual foi acusado em 21 de março do ano passado.
    Nessas escutas foram descobertas conversas entre o ex-presidente e o seu advogado nas quais tentavam obter, através do juiz Azibert, informação secreta sobre uma investigação em torno de um suposto financiamento ilegal à sua campanha de 2012 feito por Liliane Bettencourt, herdeira do império cosmético L'Oréal.
    Algumas dessas conversas foram divulgadas na imprensa e deixavam entrever que Sarkozy estava disposto a ajudar o juiz a obter um posto em Mônaco se conseguisse influenciar a decisão do Supremo Tribunal sobre o caso Bettencourt.
    Em março de 2016, a Justiça validou de forma definitiva quase totalmente as escutas do ex-presidente sobre as quais é sustentada sua culpa, o que deixou a via aberta para o julgamento previsto.
    Sarkozy tem pendente, além disso, outro processo pelo suposto financiamento irregular de sua campanha às eleições presidenciais de 2012.
    Trata-se do chamado "caso Bygmalion", uma suposta trama de falsificação de faturas para ocultar despesas eleitorais e burlar assim os limites legais, com a qual, segundo a acusação, gastou pelo menos 42,8 milhões de euros, bem acima dos 22,5 milhões autorizados.
    fonte: noticias.r7.com

    José Mário Vaz recusa nome de Domingos Simões Pereira como primeiro-ministro.

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    O Presidente guineense, José Mário Vaz, recusou o nome de Domingos Simões Pereira, líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), para o cargo de primeiro-ministro e já pediu outro nome.
    fonte: DW África
    Domingos Simões Pereira, líder do PAIGC
    Domingos Simões Pereira, líder do PAIGC
    Em declarações à Lusa, Domingos Simões Pereira disse ter recebido hoje duas cartas do Presidente da Guiné-Bissau, uma a recusar o nome apresentado com "base em competências constitucionais que não específica" e outra a pedir ao PAIGC para indicar outro nome. Domingos Simões Pereira afirmou também que o partido está reunido para a analisar o conteúdo da carta e só depois anunciará uma decisão. 
    As eleições legislativas na Guiné-Bissau realizaram-se a 10 de março, mas o Presidente, José Mário Vaz, só na sexta-feira passada começou a ouvir os partidos para indigitar o primeiro-ministro e consequente nomeação do Governo.
     
    Assistir ao vídeo09:23

    José Mário Vaz: "Não me arrependo de nada"

    Apesar de já ter marcado as eleições presidenciais para 24 de novembro, o Presidente guineense continua sem indigitar o futuro primeiro-ministro e nomear o Governo, mais de três meses depois de realizadas as legislativas de 10 de março.
    O Presidente guineense enviou na segunda-feira uma carta ao Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) para indicar um nome para o cargo e o partido deu o nome de Domingos Simões Pereira. 
    Apesar de não ter vencido as legislativas com maioria, apenas conseguiu 47 deputados dos 102 do parlamento guineense, o PAIGC fez um acordo de incidência parlamentar e governativa com mais três partidos com assento parlamentar, conseguindo assim ter uma maioria de 54 deputados.
    Impasse no Parlamento
    O Presidente guineense tem justificado o atraso na indigitação do futuro chefe do Governo com o impasse que se verifica no Parlamento para a eleição da mesa da Assembleia Nacional Popular. Os novos deputados guineenses tomaram posse a 18 de abril, mas não se entenderam quanto à eleição do segundo vice-presidente da mesa.
    Depois de Cipriano Cassamá, do PAIGC, ter sido reconduzido no cargo de presidente do parlamento, e Nuno Nabian, da Assembleia do Povo Unido - Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), ter sido eleito primeiro vice-presidente, a maior parte dos deputados guineenses votou contra o nome do coordenador do Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15), Braima Camará, para segundo vice-presidente do Parlamento.
    O Madem-G15 recusou avançar com outro nome para cargo e apresentou uma providência cautelar para anular a votação, mas que foi recusada pelo Supremo Tribunal de Justiça. Por outro lado, o Partido de Renovação Social (PRS) reclama para si a indicação do nome do primeiro secretário da mesa da assembleia.
     
    Assistir ao vídeo05:11

    Jomav diz deixar legado positivo à Guiné-Bissau: "Perante factos, não há argumentos"

    O Parlamento da Guiné-Bissau está dividido em dois grandes blocos, um, que inclui o PAIGC (partido mais votado nas legislativas, mas sem maioria), a APU-PDGB, a União para a Mudança e o Partido da Nova Democracia, com 54 deputados, e outro, que juntou o Madem-G15 (segundo partido mais votado) e o PRS, com 48.
    O artigo 27.º do regulamento da Assembleia Nacional Popular refere que as eleições dos vice-presidentes e dos secretários da mesa fazem-se por escrutínio secreto, "considerando-se eleitos os candidatos que obtiverem o voto favorável da maioria absoluta dos deputados que constituem a assembleia".
    O mesmo artigo refere no seu segundo ponto que os lugares de primeiro e segundo vice-presidente e do primeiro secretário são "atribuídos aos partidos de acordo com a sua representatividade no parlamento".
    Já o terceiro ponto do artigo refere que o segundo secretário é proposto pelo partido com maior número de deputados e o quarto ponto que se "algum dos deputados não tiver sido eleito procede-se de imediato, na mesma reunião a novo sufrágio para o lugar que ele ocupar na lista".
    Segundo o artigo 68.º (alínea g) da Constituição da República da Guiné-Bissau, são atribuições do chefe de Estado "nomear e exonerar o primeiro-ministro, tendo em conta os resultados eleitorais e ouvidas as forças políticas representadas na Assembleia Nacional Popular".
    O Presidente guineense cumpre cinco anos de mandato no domingo (23.06).

    BRASIL: Moro diz não reconhecer mensagem obtida por meio criminoso.

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    Em nota, ministro rebate site e afirma que “nunca houve interferência no suposto caso envolvendo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso"


    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro
       

     O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro

    Fátima Meira/ Futura Press/ Estadão Conteúdo - 20.05.2019
    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou nesta terça-feira (18), em nota, que "não reconhece a autenticidade de supostas mensagens obtidas por meios criminosos".
    O site Intercept publicou nesta terça supostos diálogos atribuídos a Moro, quando era juiz, e ao procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná.
    “Nunca houve interferência no suposto caso envolvendo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que foi remetido diretamente pelo Supremo Tribunal Federal a outro Juízo, tendo este reconhecido a prescrição”, declarou o ministro da Justiça.
    Em um trecho das mensagens, o tema central é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB/1995/2002). Segundo Intercept, o então juiz da Lava Jato e Dallagnol comentam suposto caixa 2 e FHC e que o caso já estaria prescrito.
    Na conversa com Deltan, supostamente ocorrida em 13 de abril de 2017, Moro teria anotado. “Acho questionável pois melindra alguém cujo apoio é importante.”
    Segundo a publicação do Intercept, Moro teria consultado Deltan sobre se ‘tem alguma coisa mesmo séria do FHC?’ “O que vi na TV pareceu muito fraco? 
    Caixa 2 de 96?”
    Deltan teria respondido com a informação de que o caso ‘foi enviado pra SP sem se analisar prescrição’.
    Na nota em que rechaça a divulgação, Moro assinala que "as conclusões da matéria veiculada pelo site Intercept sequer são autorizadas pelo próprio texto das supostas mensagens, sendo mero sensacionalismo".
    Ele destacou que sua "atuação como juiz federal sempre se pautou pela aplicação correta da lei a casos de corrupção e lavagem de dinheiro".
    A reportagem busca contato com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e com o procurador da República Deltan Dallagnol.
    fonte: noticias.r7.com



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