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CONCESSÃO DO PRÊMIO HOUPHOUET BOIGNY PELA BUSCA DA PAZ EM RCI: Os marfinenses poderão finalmente se olhar no espelho?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Realiza-se esta quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023, em Yamoussoukr...

domingo, 30 de outubro de 2022

Libéria: “A Libéria tem poder para resolver desafios de segurança alimentar”.

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— Diretor da USAID enfatiza, como Governo, parceiros pedem ação coletiva. A guerra da Rússia na Ucrânia, o COVID 19 e as mudanças climáticas causaram um efeito muito sério na agricultura e na segurança alimentar na Libéria. No entanto, apesar desses desafios, os parceiros internacionais da Libéria dizem ter certeza da capacidade do país de se proteger contra qualquer escassez de alimentos. Mas, o governo precisa agir em conjunto, dizem eles. Uma pesquisa recente realizada pelo governo mostra que 47% das famílias (aproximadamente 2,2 milhões de pessoas) estão em situação de insegurança alimentar. Os níveis mais altos de insegurança alimentar foram relatados nos condados de Sinoe (67%), Lofa (67%), Maryland (65%), Grand Cape Mount (65%) e Bong (64%). Estima-se que 8% dos agregados familiares sofrem de insegurança alimentar grave e correm o risco de desnutrição aguda muito elevada e necessitam de atenção urgente. Além disso, as populações urbanas estão se tornando cada vez mais inseguras em relação à alimentação (45%), segundo o relatório. A ministra da Agricultura, Jeanine Milly Cooper, falando durante a celebração do programa do Dia Mundial da Alimentação deste ano, disse que a melhoria da segurança alimentar é um esforço contínuo que requer ação coletiva. Ela acrescentou que o governo estava ciente do problema de segurança alimentar que o país enfrenta. Segundo ela, é por isso que o presidente George M. Weah criou o comitê de estabilização do arroz para encontrar um caminho para o alimento básico do país, o arroz. A Libéria recentemente experimentou escassez de arroz no mercado local como resultado da incapacidade do governo de desembolsar dinheiro para o subsídio à importação de arroz. Cooper afirmou estar satisfeita com o compromisso contínuo dos parceiros de desenvolvimento em apoiar o país na redução da fome. “De fato, a Libéria pode resolver seu problema de segurança alimentar. Há muitos compromissos de nossos parceiros de desenvolvimento. Estou feliz com a criação da força-tarefa sobre o arroz que resolverá o nosso problema do arroz. O Dia Mundial da Alimentação foi celebrado pelo governo, através do Ministério da Agricultura em colaboração com o PAM e a FAO, na quarta-feira, 26 de outubro. Escritório central da agricultura, localizado no Complexo Ministerial na Cidade do Congo. O tema implica que produzir e consumir alimentos seguros pode trazer benefícios diretos e de longo prazo para as pessoas, o planeta e a economia. O diretor interino da missão da USAID, Rory Donohue, em comentários no programa, disse que embora o governo dos EUA apoie a Libéria para melhorar a segurança alimentar, a Libéria a longo prazo terá que encontrar soluções sustentáveis ​​para seu problema alimentar. Donohue disse que não há dúvidas de que o país pode superar os desafios da insegurança alimentar. Segundo ele, a Libéria pode aproveitar seu vasto potencial agrícola não apenas para se alimentar, mas também para impulsionar o crescimento e o desenvolvimento econômico inclusivo. Ele disse que se há algum país que pode usar a agricultura como trampolim para o desenvolvimento, é a Libéria. “Estou muito satisfeito em dizer que, em junho de 2022, o governo dos EUA selecionou a Libéria como um dos oito novos países-alvo do Feed-the-Future. Isso significa que os Estados Unidos apoiarão a Libéria para desenvolver seu setor agrícola e quebrar o ciclo vicioso da pobreza e da fome. Mas a longo prazo, a Libéria precisa encontrar soluções sustentáveis ​​para seu próprio problema de segurança alimentar. E que não haja dúvidas sobre isso; A Libéria tem o poder de resolver os desafios de segurança alimentar que enfrenta”, disse ele. O governo dos Estados Unidos apoiou a Libéria ao longo dos anos na área da agricultura, mas os ganhos obtidos foram erodidos devido às falhas do governo liberiano em sustentar as intervenções. Os programas agrícolas do país continuam a depender em grande parte do financiamento de doadores e com pouco impacto demonstrado. O Diretor da Missão Interina da USAID disse que a tarefa agora é elaborar a combinação certa de políticas e incentivos que possam liberar o potencial agrícola da Libéria e promover a produção local de produtos nutricionais de alto valor. “Existem iniciativas políticas que nossos parceiros do governo liberiano podem e devem começar a tomar agora para melhorar a produtividade agrícola”, disse Donohue. “Primeiro, a Libéria deve atrair o investimento do setor privado necessário para desenvolver o setor agrícola. Mas, para atrair investimentos, o governo deve acabar com regulamentações onerosas e processos de aprovação demorados que afastam os investidores”, disse ele. Segundo ele, funcionários públicos e reguladores devem ver os investidores como aliados. Eles devem defender políticas que incentivem a competição e recompensem a inovação. “Todos devemos aumentar nosso apoio aos agricultores e agro-empresários locais. Eles precisam de acesso a ferramentas, insumos e capital para aumentar seus rendimentos e lucros”, acrescentou. Também falando, o Diretor Nacional do Programa Mundial de Alimentos, Alieu Diongue, que entregou uma mensagem especial do Diretor do Programa Mundial de Alimentos, David Beasley, disse: “Estamos enfrentando uma crise alimentar global sem precedentes e todos os sinais sugerem que ainda não vimos o pior. Nos últimos três anos, os números da fome atingiram repetidamente novos picos. Deixe-me ser claro: as coisas podem e vão piorar a menos que haja um esforço coordenado e em grande escala para abordar as causas profundas desta crise. Não podemos ter mais um ano de fome recorde.” Por sua parte, a diretora representante da FAO no país, Mariatou Njie, disse que, após mais de dois anos de covid e da guerra na Ucrânia, o número de pessoas com fome e com insegurança alimentar continua aumentando. Ela disse que tal situação está afetando seriamente a economia da Libéria, o que exige a vontade política do governo para agir. “Precisamos garantir que o fornecimento de alimentos esteja no mercado e garantir que os insumos cheguem a mais pequenos agricultores. Fornecer informações oportunas sobre os preços dos alimentos no mercado são algumas das coisas em que a FAO está trabalhando”, disse ela. fonte: http://www.liberianobserver.com/ fonte: http://www.liberianobserver.com/

Bundesliga: Bayern vence Mainz (6-2).

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Sadio Mané exibe a grande forma. Quatro dias depois de marcar um golaço no estádio Nou Camp contra o Barcelona pela Liga dos Campeões, Sadio Mané continua brilhando na linha de frente do ataque do Bayern de Munique. Este sábado na Bundesliga frente ao Mainz (6-2), o Bola de Ouro Africano voltou a mostrar que não é o segundo melhor futebolista do mundo à toa. Muito inquieto no flanco esquerdo, o campeão africano ofereceu primeiro o primeiro golo do jogo ao internacional alemão de origem marfinense Serge Gnabry (5º). Aos 43 minutos, depois de um ataque solitário, o camisa 10 dos Leões obterá um pênalti que transformou em duas etapas. No segundo tempo, insustentável, Sadio Mané vai incendiar a defesa do Mainz com seus dribles, aceleração e outras cobranças de bola. Assim, à hora de jogo, com um impecável cruzamento de pé esquerdo, vai oferecer a Léon Goretzka (59) o 4º golo do Bayern. Substituído no flanco esquerdo, o craque senegalês exibe uma forma esplêndida que certamente agradará ao seleccionador nacional Aliou Cissé a 22 dias do Mundial do Qatar. seneweb.com

ESTIMADO EM... FCFA 24 bilhões: APREENSÃO HISTÓRICA DE 300 KG DE COCAÍNA PELA ALFÂNDEGA DO SENEGAL.

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Um grande feito! Uma quantidade de 300 kg de cocaína acaba de ser apreendida pela alfândega senegalesa. Esta bela captura é obra de elementos da brigada comercial de Kidira dependente da Direcção Regional de Alfândegas do Sudeste anexa à Direcção de Operações Aduaneiras. Segundo informações recebidas pela Seneweb, esses soldados da economia interceptaram um caminhão vindo do Mali. Assim, a busca minuciosa realizada neste veículo possibilitou a descoberta dessa importante quantidade de drogas pesadas. De fato, os 300 kg de cocaína estavam escondidos em um fundo de metal soldado duplo dentro do caminhão. Após essa descoberta, o motorista e seu aprendiz foram presos e levados sob custódia para fins de investigação. "A referida apreensão está estimada em vinte e quatro mil milhões (24.000.000.000) de francos CFA. É a maior apreensão de cocaína feita dentro do território nacional por um serviço de segurança depois da feita no porto em 2019", d 'após a mesma fonte familiarizada com a matéria. fonte: seneweb.com

JOJ Dakar 2026: A contagem regressiva lançada em Saly através do Festival Dakar en Jeux

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Como prelúdio dos Jogos Olímpicos da Juventude (YOG) Dakar 2026, o Festival Dakar en Jeux foi lançado com grande alarde neste fim de semana na capital da Petite-Côte, em Saly. Programada em quatro anos no Senegal, a contagem regressiva é assim lançada sob a supervisão das autoridades do Comitê Olímpico Nacional. Ibrahima Wade, Coordenador Geral do Comitê Organizador do YOG Dakar 2026, garante: "Tivemos um ótimo lançamento do YOG Dakar 2026. Queremos que os jogos tenham impacto para a juventude, o país e a sociedade. Pensamos em organizar este festival que é um festival de mobilização dos jovens, para os jovens e com os jovens aqui em Saly. Esperamos acolher a África, o mundo com a maior dignidade". fonte: seneweb.com

Burkina: treze soldados mortos em uma emboscada no leste.

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Treze soldados foram mortos no sábado em uma emboscada de supostos jihadistas no leste de Burkina Faso, disseram fontes de segurança à AFP no domingo. "Uma unidade das Forças de Defesa e Segurança, que ligava Fada N'Gourma a Natiaboani" na Província Oriental, "foi alvo de uma emboscada", indicou fonte da segurança. "Treze soldados morreram e quatro ficaram feridos", acrescentou, confirmada por outra fonte dos serviços de segurança de Burkinabè. seneweb.com

Embalo, Poutine e o beijo de Macron

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No dia 25 de outubro, Umaro Embalo foi recebido no Kremlin no início da tarde para uma longa entrevista intercalada com almoço, tudo cara a cara no gabinete do presidente. O chefe de Estado bissau-guineense, que também é o atual presidente da Comunidade dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), está muito orgulhoso deste momento passado ao lado do forte russo. E ele revelou os bastidores em uma entrevista com Jeune Afrique. Durante três horas, os dois homens se trocaram, sendo a tradução simultânea de suas falas transmitida por fones de ouvido, detalha. Segundo ele, a França estava no centro de suas trocas. Além disso, Embalo ficou surpreso com o cuidado de Vladimir Putin para poupar a França. Aquele que não escondeu de seu interlocutor a amizade por Emmanuel Macron vê como um sinal positivo o fato de Putin ter insistido pessoalmente para que falasse francês, enquanto no Kremlin não faltam tradutores entre português e russo. Acima de tudo, diz Embalo, Vladimir Putin repetiu que sentia "respeito" por seu colega francês. Melhor: “Quando nos separamos e ele me deu o abraço, suas últimas palavras, pronunciadas em inglês, foram as seguintes: ‘Meus melhores cumprimentos e meus grandes abraços ao nosso amigo comum presidente Macron’. (‘Meus melhores cumprimentos e meus abraços calorosos ao nosso amigo em comum, o presidente Macron’). “Uma mensagem, revela JA, que Umaro Sissoco Embaló se apressou a transmitir por telefone ao anfitrião do Eliseu. Eufórico, Embalo não escondeu sua alegria após esta turnê que o viu ir à Ucrânia encontrar Zelensky para a Rússia trocar com Putin. “De volta a Bissau, Umaro Sissoco Embaló acredita que, através desta viagem ao coração da Europa em guerra, “colocou a Guiné Bissau no mapa do mundo”. fonte:https://seneweb.com/

Brasil: assassinato de ex-integrante do partido de Lula 2 dias antes da eleição presidencial.

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A notícia está na web há algumas horas. Enquanto em poucas horas os brasileiros serão convidados a escolher a personalidade que vai liderar este país sul-americano, uma figura não menos política do país foi assassinada, soubemos por vários meios de comunicação internacionais que noticiam a informação. De fato, de acordo com as publicações de vários meios de comunicação internacionais, um ex-funcionário eleito foi assassinado. O ex-eleito em questão era membro do partido do ex-presidente brasileiro Lula. Um ex-eleito do partido do ex-presidente Lula foi assassinado nesta sexta-feira, segundo diversos meios de comunicação internacionais. A informação não deixou indiferentes as personalidades do país. Jilmar Tatto, deputado eleito pelo PT em São Paulo, de fato reagiu. “Tomo conhecimento com muita tristeza e preocupação da notícia do assassinato do camarada Zezinho”, declarou o eleito na rede social comprada por Elon Musk. Acrescentou que o partido do ex-presidente vai acompanhar de perto “este crime e as suas motivações”. O eleito também declarou que “tudo indica que se trata de ação de um pró-Bolsonaro no clima de intolerância que impera no país” ao jornal O Globo. fonte: https://lanouvelletribune.info/

Caso de fraude: a reação de Neymar após a retirada das acusações.

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O craque brasileiro Neymar e o Barça estão fora do processo de peculato em que é acusado durante sua transferência para o Blaugrana em 2013. Segundo informações divulgadas pela imprensa, o Ministério Público retirou todas as suas acusações de corrupção e fraude contra o jogador e os demais réus. No entanto, ele havia solicitado uma sentença de dois anos de prisão e uma multa de 10 milhões de euros contra o atacante do clube Francilien. Com esta ação da promotoria, o jogador, bem como os acusados ​​como Sandro Rossel e Josep Maria Bartomeu, ex-líderes do FC Barcelona, ​​​​são agora absolvidos. A justiça havia sido apreendida em 2015 pela empresa brasileira de investimentos DIS, responsável pelos direitos econômicos dos jogadores na época. De acordo com a denúncia apresentada pela empresa, a transação que havia sido realizada não foi em seu benefício. Inocente de acordo com seu advogado De acordo com os detalhes da mídia sobre este caso, a empresa reivindica "35 milhões de euros, a quantia que estima ter perdido no caso". O advogado do jogador insiste que seu cliente é inocente e indica que ele se declara inocente. Ainda segundo o advogado, “os 40 milhões de euros que recebeu correspondiam a um bónus de transferência legal e habitual no mercado do futebol”. Este foi o segundo julgamento neste caso após 2016, onde foi alcançado um acordo entre a acusação e o FC Barcelona. No Twitter, Neymar se referiu a Deus após a boa notícia ser anunciada. O brasileiro postou: "Acredite em você e Deus vai te mostrar o quão forte você é". fonte: https://lanouvelletribune.info/

África: Devemos nos preparar para uma escassez de trigo russo e ucraniano.

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Com a situação atual na Ucrânia, os países africanos devem a todo custo aprender a viver sem o trigo russo e ucraniano. Como lembrete, mesmo que um acordo tenha sido alcançado entre a Ucrânia e a Rússia sob o impulso do Ocidente para a entrega de trigo, esse acordo acaba de ser quebrado com o ataque de drones sofrido pela frota russa. O país de Vladimir Putin acaba de anunciar a suspensão de sua participação no acordo de cereais após este ataque. Uma situação que mais uma vez revive o debate sobre a entrega de cereais em um mundo no limite. Os países africanos que são os principais consumidores de trigo russo e ucraniano terão, portanto, de encontrar outras soluções para não se encontrarem numa situação complicada. No início da crise ucraniana, vários empresários africanos haviam oferecido alternativas ao trigo na web, por exemplo, oferecendo pão feito com farinha de mandioca ou batata, sem que as autoridades em questão apoiassem esses projetos. Teremos, portanto, que procurar alternativas, pois não faltam no continente negro. O BAD alertou em abril que a África deve se preparar para uma crise alimentar global e que o continente deve aumentar rapidamente sua produção de alimentos. "Não fomos as maiores vítimas da pandemia. Não seremos consequências colaterais da guerra na Ucrânia", declarou Lionel Zinsou, ex-primeiro-ministro do Benin, em junho passado, como forma de encorajamento. Mas nas semanas que se seguiram, os preços do trigo dispararam no mercado internacional e também africano. A guerra na Ucrânia está longe de terminar, é hora de pegar o touro pelos chifres e antecipar uma crise do trigo no continente. fonte: https://lanouvelletribune.info/

153 mortos na Coreia. Presidente quer investigação urgente.

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Centenas de pessoas encontravam-se aglomeradas perto de um local de diversão noturna em Seul, na Coreia do Sul. Presidente já declarou luto nacional. Pelo menos 153 pessoas morreram e cerca de 82 ficaram feridas na noite deste sábado numa debandada no centro de Seul, segundo um balanço feito pelas autoridades da Coreia do Sul. O presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol já declarou luto nacional "até que o acidente esteja sob controlo" e prometeu dar "prioridade máxima" à investigação deste caso. No centro de Seul dezenas de milhares de pessoas, muitas fantasiadas, estavam a celebrar o Halloween pela primeira vez desde a pandemia de covid-19 e muitas foram esmagadas até à morte quando uma grande multidão avançou por uma rua estreita. O distrito de Itaewon, perto de uma antiga base militar dos Estados Unidos e conhecido pela sua atmosfera cosmopolita, bares e todos os tipos de locais de festa num labirinto de becos estreitos, transformou-se num local com corpos alinhados no pavimento tapados com cobertores ou outras mortalhas improvisadas, massagens cardíacas realizadas na rua por transeuntes a pedido de bombeiros sobrecarregados, e pessoas disfarçadas ou em traje formal a correr em pânico. O acidente, um dos piores da história recente da Coreia do Sul, aconteceu perto do Hotel Hamilton, numa avenida principal rodeada por vielas íngremes e inclinadas. Os meios de comunicação locais disseram que cerca de 100.000 pessoas afluíram às ruas de Itaewon para as festividades de Halloween, que foram as maiores desde o início da pandemia de covid-19. Vários lideres mundiais já enviarem mensagens de condolências e de solidariedade às autoridades sul-coreanas, como o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que disse que os Estados Unidos estão "ao lado" da Coreia do Sul, enviando "os melhores votos de rápida recuperação a todos os que ficaram feridos". O Presidente francês, Emmanuel Macron, também se mostrou solidário para com o povo de Seul e de todo o país. "A França está ao vosso lado", acrescentou o chefe de Estado na rede social Twitter. O Governo venezuelano foi outro dos que se solidarizou com os familiares das vítimas e com o povo da Coreia do Sul e num comunicado fez votos de rápida recuperação dos feridos. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, enviou também ao chefe de Estado sul-coreano, Yoon Suk Yeol, uma mensagem de condolências e solidariedade pela tragédia ocorrida nos festejos do Halloween. fonte: https://www.dn.pt/internacional

Cabo Delgado: Filipe Nyusi e Paul Kagame destacam esforços no combate ao terrorismo.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Num encontro em Maputo, esta sexta-feira, os chefes de Estado de Moçambique e do Ruanda destaram os esforços dos jovens soldados que estão na linha da frente do combate contra o terrorismo na província de Cabo Delgado.
Foto de arquivo (setembro de 2021) O Presidente ruandês, Paul Kagame, deslocou-se, esta sexta-feira (28.10), a Moçambique, para uma visita de trabalho, na qual se encontrou com o Presidente moçambicano Filipe Nyusi. Reunidos em Maputo, os dois chefes de Estado analisaram a cooperação entre as suas nações nas áreas económica e de defesa, destacando os esforços dos jovens soldados que estão na linha da frente do combate contra o terrorismo na província de Cabo Delgado, onde o Ruanda apoia as forças moçambicanas no combate a grupos rebeldes. "Os dois líderes saudaram de forma geral os valentes jovens moçambicanos e ruandeses, que com apoio das forças da Missão da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, não poupam esforços para travar a ação dos terroristas no nosso solo pátrio", fez saber a ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Verónica Macamo. Cooperação na aviação Os dois países estão também a ponderar estabelecer uma parceria no setor da aviação. "Os dois estadistas focalizaram as suas atenções na exploração das linhas aéreas dos dois países, que permitam tornar expeditas as viagens de Moçambique para várias partes do mundo, usando as linhas aéreas do Ruanda, aproveitando a posição em que o Ruanda se encontra no mundo", disse Verónica Macamo, sem avançar mais detalhes sobre a operação. fonte: dn.com

Salário mínimo, armas e aborto dominam último debate.

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Atrás nas pesquisas, Bolsonaro volta a adotar postura agressiva. Lula tenta focar em problemas sociais, mas após ataques também recorre a críticas, explorando caso Roberto Jefferson e "rachadinhas" do clã presidencial. No último debate da campanha presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentou abordar temas sociais e apostar mais uma vez na nostalgia pelo seu antigo governo, enquanto seu adversário, Jair Bolsonaro (PL) focou em ataques e em itens que costumam mobilizar sua base radical. Ao longo de duas horas e meia nesta sexta-feira (28/10), Lula tentou sistematicamente mostrar uma contraste em relação a Bolsonaro em temas como política externa, meio ambiente, armas de fogo e políticas sociais, mencionando problemas do país, como fome e desemprego – embora sem especificar muitas propostas. No entanto, diante da tática ofensiva de Bolsonaro, que mais uma vez tentou associá-lo falsamente a temas como “drogas” e “ideologia de gênero”, Lula também recorreu a críticas e ataques. No terceiro bloco, Lula chegou a tentar encurralar o presidente no tema do aborto, num raro episódio em que o candidato do PT tentou explorar a agenda de costumes a seu favor. Apenas nos dez primeiros minutos do embate, Lula e Bolsonaro chamaram um ao outro de “mentiroso” mais de dez vezes. Bolsonaro mencionou escândalos como o Mensalão e o Petrolão, enquanto Lula lembrou as acusações de desvio de salários de assessores e compra de dezenas de apartamentos em dinheiro vivo que pairam sobre o clã Bolsonaro. Em desvantagem nas pesquisas, o presidente de extrema direita também chamou Lula de “bandido”. Já Lula explorou o recente ataque protagonizado pelo ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), atual aliado do governo Bolsonaro, que no último domingo disparou mais de 50 tiros e chegou a atirar granadas contra agentes da Polícia Federal. Apesar de estar há quase quatro anos no poder e contar com uma blindagem proporcionada por uma atuação apagada da Procuradoria-geral da República (PGR), que evitou investigar escândalos do governo, além de contar com um Congresso dócil, Bolsonaro tentou reciclar a imagem de “outsider” que usou na campanha de 2018. “O sistema todo está contra mim”, disse Bolsonaro ainda no primeiro bloco. Lula chegou ao último debate liderando as pesquisas. Nas últimas semanas, a “frente ampla” de apoio costurada pelo petista, que reúne 15 partidos e até mesmo antigos adversários, atravessou fronteiras, passando a contar com declarações de apoio dos primeiros-ministros de Portugal e da Espanha. Já Bolsonaro chegou aos estúdios da TV Globo após enfrentar uma semana de fatos negativos, que incluíram o ataque protagonizado pelo seu aliado Roberto Jefferson, o fracasso de uma ofensiva contra a Justiça Eleitoral no âmbito de uma denúncia frágil sobre inserções em rádios do Nordeste, e várias declarações reveladoras do ministro da Economia, Paulo Guedes. Todos os episódios deixaram a campanha do presidente na defensiva. Segundo a última pesquisa do Datafolha, divulgada na quinta-feira, Lula apareceu com uma vantagem de cinco pontos sobre Bolsonaro nas intenções de votos totais. No primeiro turno, o petista ficou à frente do atual presidente por cerca de seis milhões de votos. Salário mínimo Num sinal de que sua campanha sentiu os danos causados por declarações recentes de Guedes envolvendo o salário mínimo, Bolsonaro abordou a questão tentando se pintar com vítima, acusando a campanha de Lula de afirmar falsamente que o atual governo quer acabar com benefícios como pagamento de horas extras, 13º salário e férias. Embora o governo não tenha mesmo apresentado nenhum plano recente para acabar com esse benefícios, o vice-presidente, Hamilton Mourão, provocou controvérsia em 2018 quando criticou a existência do 13º. Além de acusar Lula de propagar mentiras, Bolsonaro ainda tentou criar um fato positivo ao anunciar que pretende reajustar o valor do salário-mínimo para R$ 1.400 em 2023. Na semana passada, Guedes revelou que o governo estuda desvincular o reajuste do salário mínimo e das aposentadorias do índice de inflação do ano anterior. É a chamada “desindexação”, uma prática que chegou a ser colocada em prática pelo regime militar (1964-1985), mas que se mostrou insustentável. O plano provocou uma saraivada de críticas e Guedes tentou minimizar o episódio falando que o reajuste de 2023 seria maior que a inflação. No entanto, ele adicionou um novo episódio negativo ao afirmar que o governo Bolsonaro “roubou menos”. Mesmo a proposta de Bolsonaro de elevar o valor do salário mínimo para R$ 1.400 soou vazia, considerando a soma não está prevista no Orçamento para o próximo ano enviado pelo seu governo ao Congresso em agosto, que menciona apenas um mínimo de R$ 1.302. Bolsonaro também não detalhou como pretende conceder o reajuste. Lula ainda explorou o tema afirmando que o governo Bolsonaro não concedeu nenhum reajuste acima da inflação. A última alta real, de fato, entrou em vigor em 1º de janeiro de 2019, após ser aprovada pelo governo Michel Temer. “Durante quatro anos, esse homem governou o país e não deu 1% de aumento do salário mínimo. Esse homem governou por quatro anos e não deu um aumento para merenda escolar que hoje de apenas 36 centavos. Essa é a verdade e isto o povo sabe, porque o povo está sentindo na carne”, disse. Bolsonaro tentou desviar do tema citando que o país sofreu com a pandemia e uma crise mundial.
Durante as considerações finais, Lula voltou a destacar feitos das gestões do PT na área social e disse que pretende “reestabelecer a harmonia” no país.Foto: MAURO PIMENTEL/AFP "Mentiroso", "bandido", "descompensado" O debate mal havia iniciado quando Bolsonaro chamou Lula de “mentiroso” ao abordar propagandas eleitorais do PT na televisão. O adjetivo seria usado mais de uma dezena de vezes pelos dois candidatos apenas no primeiro bloco. “Primeiro, o povo brasileiro sabe quem é mentiroso. Hoje eu vi uma revista de fato dizendo que ele mentiu 6.489 vezes durante seu mandato. Só no programa de televisão dele, nós ganhamos 60 direitos de resposta por conta das mentiras dele”, respondeu Lula, logo após Bolsonaro o chamar de “mentiroso” pela primeira vez. “Essas seis mil e poucas mentiras tá na tua cabeça, você não conta nenhuma aqui. Você não conta nenhuma mentira aqui, tá na tua cabeça. Lula, para de mentir, Lula. Para de mentir. Tá ficando feio, Lula”, devolveu Bolsonaro. Apesar dos ataques, Lula tentou repetidamente puxar a discussão para temas sociais, citando políticas do seu antigo governo, como o Bolsa Família. Bolsonaro, por outro lado, voltou a temas de ataque já explorados no debate anterior, como a transposição do rio São Francisco. “Você teve mais seis anos de Dilma Rousseff e não levou água para o Nordeste. Você levou foi grana para o teu bolso, transpondo dinheiro público para o teu bolso”, acusou Bolsonaro. Lula devolveu mencionado os escândalos que atingem a família Bolsonaro, como as “rachadinhas” e a compra de dezenas de imóveis em transações suspeitas. “Grana para o bolso o povo brasileiro sabe quem levou. O Jair Messias Bolsonaro e sua família. A quantidade de imóveis que eles compraram, a quantidade de rachadinha não está na conta do Lula”, disse o petista. Visivelmente irritado, Bolsonaro devolveu chamando Lula de “bandido”. “Você é um bandido, Lula! Cadê os seus Ministros? Cadê Palocci? Cadê José Dirceu? Cadê Genoíno? Cadê essa turma toda? Cadê essa turma toda?”, disse o presidente. Em outro momento, Lula disse que Bolsonaro parecia “descompensado”. “Parece que o meu adversário está descompensado. Porque ele é um samba de uma nota só”, disse. Caso Roberto Jefferson Lula tentou várias vezes se concentrar em temas como fome, emprego e economia. Mas os ataques de Bolsonaro foram a deixa para que Lula trouxesse para o debate o ataque protagonizado pelo ex-deputado Roberto Jefferson no último domingo, que dominou o noticiário político na reta final do segundo turno. “Ele acabou de tentar esconder o Roberto Jefferson, o pistoleiro dele, o homem das armas, o homem de confiança dele, o homem que recebeu a Polícia Federal a tiros, e fui eu que escondi? Fui eu que escondi?”, disse Lula. Não foi a última menção ao aliado de Bolsonaro no debate. Na sequência da primeira menção feita por Lula, Bolsonaro tentou se distanciar do ex-deputado, que nos últimos anos foi um dos principais garotos-propagandas da extrema direita negacionista da pandemia no Brasil e uma espécie de “mártir” do bolsonarismo desde que foi preso no ano passado. No debate, Bolsonaro não só tentou renegar seu aliado incômodo como ainda buscou associá-lo a Lula. “Roberto Jefferson, teu amigo, Lula. Ele pegava a grana de você para comprar votos de deputados dentro da Câmara. Eu estava lá. Eu vi a CPI. E o Roberto Jefferson foi então o delator, contou tudo”, disse. Assim como no debate anterior, Bolsonaro tentou mais uma vez a associar Lula ao narcotráfico, mencionando o ato de campanha que o petista fez no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Bolsonaro voltou a mentir que Lula ao afirmar que Lula foi ao local sem contar com apoio da polícia. Desta vez, porém, o político de extrema direita, afirmou que “99%” da população da comunidade é “trabalhadora”, tentando reparar a má repercussão da sua fala do debate da TV Bandeirantes, que associou todos os moradores ao crime. Lula devolveu citando mais uma vez Jefferson. “Sabe qual é o seu modelo de cidadão pacífico? O seu modelo de paz é o Jefferson, armado até os dentes, atirando na Polícia Federal. Aquele que é seu modelo de paz. Seu modelo de tranquilidade. Seu modelo de harmonia“, disse Lula. Na sequência, Bolsonaro tentou mais uma vez se dissociar de Jefferson. O presidente disse que determinou “que Jefferson fosse preso imediatamente” após o ataque. Uma mentira. Já que a ordem de prisão original – e uma segunda, por tentativa de homicídio – foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Aborto Contrastando com embates anteriores, coube a Lula abordar o tema do aborto, tentando usar a pauta de costumes a seu favor. Numa tentativa de pintar Bolsonaro como hipócrita, o petista mencionou um discurso que Bolsonaro havia feito em 1992 a favor da distribuição de “pílulas do aborto”. À época, Bolsonaro ainda era um pouco relevante deputado federal do Rio de Janeiro que costumava defender o controle populacional, especialmente dos segmentos mais pobres. "O candidato se lembra desse discurso? Eu vou ver um trecho aqui. Não adianta uma multidão de brasileiros subnutridos sem condições de servir a seu país. Conclui o teu deputado que oferece que seja distribuído pílula de aborto para a sociedade brasileira em 1992, quando era deputado. Falou isso ou não?, disse Lula. Visivelmente espantado com a forma que o tema apareceu no debate, Bolsonaro disse que se referia à “pílula do dia seguinte”, embora no discurso Bolsonaro tenha mencionando uma reportagem que falava de pílulas chinesas que poderiam ser usadas por mulheres “grávidas há menos de 49 dias”. “É isso? Outra coisa, 30 anos atrás? Eu posso mudar”, disse Bolsonaro, que na sequência passou a acusar Lula de ser um “abortista convicto”. O ex-presidente devolveu afirmando que é contra o procedimento. “Eu vou dizer uma coisa. Primeiro, eu sou contra o aborto, e as minhas mulheres eram contra o aborto. Minha mulher é contra o aborto. E eu respeito a vida porque eu tenho cinco filhos, oito netos e uma bisneta. Portanto, se você quiser jogar a culpa do aborto em alguém, jogue em você mesmo, porque em mim não cola. Em mim não cola”, disse Lula. Em suas considerações finais, Bolsonaro cometeu um ato falho, pedindo que os eleitores votem nele para “deputado".Foto: MAURO PIMENTEL/AFP Política externa
Tema normalmente ausente dos debates presidenciais brasileiros, a política externa foi mencionada por Lula ainda no início do embate, durante uma crítica a Bolsonaro. “O que você vai fazer para reinserir o Brasil no mundo? Ou você vai continuar isolado, pior do que Cuba? Você está sozinho. Como é que você vai abrir relações nos outros países se você vive isolado? Ninguém quer conversar com você, ninguém quer vir aqui. Ninguém convida você para ir lá. Ou seja, você se auto-exilou. Qual é a política externa que você vai colocar em prática?”, disse o ex-presidente. Lula também acusou Bolsonaro de não ter “política de comércio exterior”. “Ele não tem relação com nenhum país do mundo”, disse. Bolsonaro rebateu com ataques e negando que o país esteja isolado, embora o Brasil tenha mesmo perdido espaço em fóruns internacionais e se distanciado de antigos parceiros, como a UE, os EUA e a China. “A tua política externa é com o ditador Maduro, é com Cuba, é agora com a Argentina, essa é a tua política externa”, disse o presidente. “A impressão que eu tenho é que eu estou debatendo com um cidadão estranho à política nacional. Ele sabe que no meu governo nós fizemos a política externa mais eficaz. Eu fui o único Presidente a ser convidado para toda reunião do G8, eu fui Presidente que ajudei criar o Brics, fui o presidente que criou o G20. Quando eu cheguei na Presidência, o nosso fluxo do comércio exterior era menos de cem bilhões, quando deixei era 482 bilhões de reais, além do que, deixei reserva de quase 370 bilhões de reais que está salvando este país até hoje”, rebateu Lula. Armas de fogo Os dois candidatos também explicitaram visões antagônicas sobre o comércio de armas de fogo. Bolsonaro criticou um dos itens do programa do PT que fala em rever a legislação bolsonarista que facilitou o comércio de armas nos últimos anos. Lula defendeu seu programa e reforçou que é contra a facilitação do comércio de armas de fogo. “No meu governo a gente vai distribuir livros. A gente vai distribuir cultura. A gente vai facilitar o acesso das pessoas às coisas que eduquem, e não às coisas que matam. É isso que nós vamos fazer. Por isso nós não temos medo de dizer que somos contra a facilitação de armas. Porque ninguém compra arma para educar. Ninguém compra arma para fazer o bem. As pessoas compram armas para matar. Quem está se beneficiando das suas armas é o crime organizado”, disse o petista. Considerações finais Durante as considerações finais, Lula voltou a destacar feitos das gestões do PT na área social e disse que pretende “reestabelecer a harmonia” no país. “Possivelmente, os melhores momentos que esse país viveu nessas últimas décadas foi no tempo que eu governei esse país. Porque não tinha briga, não tinha confusão. Não tinha ódio”, disse Lula. Bolsonaro, por sua vez, usou suas considerações finais, para reforçar seu discurso de medo e de bordões conservadores, além de direcionar mais ataques a Lula. “Mais do que escolher um presidente da República, é escolher o futuro da nossa nação. Se nós viveremos em liberdade ou não. Se será respeitado, respeitada a família brasileira. Nós somos 90% cristãos. Se o aborto continuará sendo proibido ou não no Brasil. Nós respeitamos a vida desde a sua concepção. Não queremos a liberação das drogas no Brasil.”, disse. Ainda em suas considerações finais, Bolsonaro cometeu um ato falho, pedindo que os eleitores votem nele para "deputado". “Muito obrigado, meu Deus. E se essa for a sua vontade, estarei pronto para cumprir com mais um mandato de deputado federal”, finalizou. fonte: dn.com

Moçambique: RENAMO pede demissão de ministros das Finanças e Função Pública.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Em causa estão as alegadas irregularidades na implementação da nova Tabela Salarial Única no país. RENAMO considera o Governo "incompetente" e exige uma "exoneração imediata". Médicos ameaçam com greve.
A Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), maior partido da oposição, pediu, esta sexta-feira (28.10), a demissão dos ministros da Economia e Finanças, Max Tonela, e da Função Pública, Ana Comoana, devido a alegadas irregularidades na implementação da nova Tabela Salarial Única (TSU). A RENAMOexige uma "exoneração imediata", disse Alfredo Magumisse, porta-voz da comissão política do partido, durante uma conferência de imprensa, na sequência da contestação de vários profissionais da função pública. Os ministérios "não têm condições técnicas" para enquadrar os diferentes grupos profissionais "na nova tabela", acrescentou. Max Tonela Max Tonela, ministro da Economia e Finanças Algumas classes profissionais têm-se queixado de erros de enquadramento na TSU, assinalando que a situação poderá prejudicar o seu estatuto remuneratório, caso não seja corrigida A RENAMO considera o Governo "incompetente", quer que o executivo explique as causas dos "sucessivos erros de regulamentação" na aplicação da TSU e pede resposta a "todos os ofícios dos grupos profissionais". O ministro da Economia e Finanças disse na quarta-feira que "há espaço" para os funcionários públicos apresentarem reclamações para a correção do seu enquadramento. A nova matriz salarial no Estado tem 21 níveis, entre 8.756 e 165.758 meticais (entre 134 e 2.580 euros), em vez de 103 escalões, como ocorria anteriormente. Médicos ameaçam com greve Também, esta sexta-feira, os médicos moçambicanos ameaçaram levar a cabo uma greve de 21 dias caso o governo não corrija os erros no estatuto de alguns profissionais na nova Tabela Salarial Única. O aviso é da Associação Médica de Moçambique, que acrescenta que, a avançar, a paralisação terá início a 7 de novembro. fonte: DW Africa

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