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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Cuba: O que não poderá ser esquecido nunca.

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                                                                ARTIGO DE FIDEL
Domingo, dia 12 de outubro, pela manhã, a edição dominical na internet do The New York Times – órgão de imprensa que em determinadas circunstâncias traça pautas sobre a linha política mais conveniente aos interesses de seu país, publicou um artigo que intitulou "Tempo de acabar o embargo a Cuba"; com opiniões do que a seu julgamento, deve seguir o país.
 Há momentos em que tais artigos são assinados por algum prestigiado jornalista, como alguém a quem tive o privilégio de conhecer pessoalmente nos primeiros dias de nossa luta na Serra Maestra com os restos de uma força que tinha sido quase totalmente eliminada pela aviação e pelo exército de Batista. Éramos então bastante inexperientes; nem sequer concebíamos que dar essa impressão de fortaleza à imprensa constituía algo que pudesse merecer uma crítica.

Não era bem como pensava aquele valente correspondente de guerra com uma história que lhe deu nome nos tempos difíceis da luta contra o fascismo: Herbert Matthews.
 Nossa suposta capacidade de luta, em fevereiro de 1957, era um pouco menor, porém mais que suficiente para desgastar e derrotar o regime.

 Carlos Rafael Rodríguez, dirigente do Partido Socialista Popular, foi testemunha do que, após a Batalha de Jigüe, em que uma unidade completa de tropas seletas foi obrigada a capitular, depois de dez dias de combate, expressei sobre meu temor de que as forças do regime fossem se render, em julho de 1958, quando suas tropas de elite se retiravam precipitadamente da Serra Maestra, apesar de treinadas e assessoradas pelos vizinhos do norte. Tínhamos encontrado a forma adequada para derrotá-las.
 Era inevitável estender-me um pouco neste ponto se desejasse explicar o ânimo com que li o mencionado artigo do jornal norte-americano, no domingo passado. Citarei suas partes essenciais que irão entre aspas:

 "... o Presidente Obama deve sentir angústia ao contemplar o lamentável estado das relações bilaterais que sua administração tem tentado consertar. Seria sensato que o líder estadunidense reflita seriamente sobre Cuba, onde uma virada política poderia representar uma grande vitória para seu governo."

 "Pela primeira vez, em mais de meio século, mudanças na opinião pública estadunidense e uma série de reformas em Cuba, têm feito que seja politicamente viável retomar relações diplomáticas e acabar com um embargo insensato. O regime dos Castro tem utilizado o referido embargo para justificar suas falhas e tem mantido o seu povo bastante isolado do resto do mundo. Obama deve aproveitar a oportunidade para dar fim a uma longa era de inimizade, e ajudar um povo que tem sofrido enormemente desde que Washington cortou relações diplomáticas em 1961, dois anos após Fidel Castro ter chegado ao poder."

 "...o deplorável estado de sua economia tem obrigado Cuba a implementar reformas. O processo tornou-se mais urgente a raiz da crise financeira na Venezuela, dado que Caracas proporciona-lhe petróleo subsidiado. Com o temor de que a Venezuela tenha que cortar sua ajuda, líderes na Ilha dão passos importantes para liberar e diversificar uma economia que historicamente tem controles rígidos."

 "...o governo cubano começou a permitir que seus cidadãos se empreguem no setor privado e que vendam propriedades, como automóveis e casas. Em março, a Assembleia Nacional de Cuba aprovou uma lei com o fim de atrair investimento estrangeiro. (...) Em abril, diplomatas cubanos começaram a negociar os termos de um tratado de cooperação que esperam assinar com a União Europeia. Participam das primeiras reuniões preparados, ansiosos e conscientes de que os europeus vão pedir maiores reformas e liberdades civis.
 "O governo autoritário continua perseguindo dissidentes, que frequentemente são detidos por períodos curtos. Havana não explicou a suspeita morte do ativista político Oswaldo Payá”.

 Como pode ser apreciada uma acusação caluniosa e gratuita.
 "No ano passado, flexibilizaram as restrições de viagens para os cubanos, o que permitiu que dissidentes proeminentes viajassem ao exterior. Na atualidade, existe um ambiente de maior tolerância para aqueles que criticam seus líderes na Ilha, mas muitos ainda temem as repercussões de falar abertamente e exigir maiores direitos".
 "O processo das reformas tem sido lento e tido reveses. Mas em conjunto, estas mudanças demonstram que Cuba está se preparando para uma era pós-embargo. O governo afirma que retomaria com gosto as relações diplomáticas com os Estados Unidos sem condições prévias".

 "Como primeiro passo, a Casa Branca deve retirar Cuba da lista que mantém o Departamento de Estado para penalizar países que respaldam grupos terroristas. Atualmente, as únicas outras nações na lista são Sudão, Irã e Síria. Cuba foi incluída em 1982, por seu apoio a movimentos rebeldes na América Latina, ainda que esse tipo de vínculo já não exista. Atualmente, o governo estadunidense reconhece que Havana está jogando um papel construtivo no processo de paz na Colômbia, servindo de anfitrião para os diálogos entre o governo colombiano e líderes da guerrilha”.

 "As sanções por parte dos Estados Unidos à Ilha começaram em 1961, com o objetivo de expulsar Fidel Castro do poder. Através dos anos, vários líderes estadunidenses têm concluído que o embargo tem sido um erro. Apesar disso, qualquer iniciativa para eliminá-lo traz consigo o risco de enfurecer membros do exílio cubano, um grupo eleitoral que tem sido decisivo nas eleições nacionais. (...) a geração de cubanos que defende o bloqueio está desaparecendo. Membros das novas gerações têm diferentes pontos de vista, e muitos sentem que o embargo tem sido contraproducente para fomentar uma mudança política. Segundo uma recente pesquisa, 52% de norte-americanos de origem cubana em Miami pensam que deve terminar o bloqueio. Uma ampla maioria quer que os países voltem a ter relações diplomáticas, uma posição que compartilha o eleitorado norte-americano em geral".
 "Cuba e Estados Unidos têm sedes diplomáticas em suas capitais, conhecidas como seções de interesses, que desempenham as funções de uma embaixada. No entanto, os diplomatas estadunidenses têm poucas oportunidades de sair da capital para interagir com o povo cubano e seu acesso aos dirigentes da Ilha é muito limitado".

 "Em 2009, a administração Obama tomou uma série de passos importantes para flexibilizar o embargo, facilitando o envio de remessas à ilha e autorizando um maior número de cubanos radicados nos Estados Unidos a viajar à Ilha. Também criou planos que permitiriam ampliar o acesso à telefonia celular e internet na ilha. Mesmo assim, seria possível fazer mais. Por exemplo, se poderia eliminar as restrições às remessas, autorizar mecanismos de investimento nas novas microempresas cubanas e expandir as oportunidades para norte-americanos que desejem viajar à ilha."

 "Washington poderia fazer mais para respaldar as empresas norte-americanas que têm interesse em desenvolver o setor das telecomunicações em Cuba. Poucas se atreveram por temor às possíveis repercussões legais e políticas."
 "Por não fazer, os Estados Unidos estariam cedendo o mercado cubano a seus rivais. Os presidentes da China e da Rússia viajaram a Cuba, em julho, tendo em vista ampliar os vínculos".

 "O nível e envergadura da relação poderia crescer significativamente, dando a Washington mais ferramentas para respaldar reformas democráticas. É factível que ajude a frear uma nova onda migratória de cubanos sem esperança que estão viajando para os Estados Unidos em balsas".

 "Uma relação mais saudável poderia ajudar a resolver o caso de Alan Gross, um especialista em desenvolvimento que está há quase cinco anos detido na ilha. E mais ainda, criaria novas oportunidades para fortalecer a sociedade civil, com as quais gradualmente se diminuiria o controle que exerce o Estado sobre a vida dos cubanos. Se bem que a Casa Branca pode tomar certos passos unilateralmente, desmantelar o embargo requereria uma ação legislativa em Washington".

 "... vários líderes do hemisfério se reunirão na Cidade do Panamá, por ocasião da sétima Cúpula das Américas. Vários governos da América Latina fizeram questão de convidar Cuba, rompendo assim com a tradição de excluir a Ilha por exigência de Washington."
 "Dada a quantidade de crises em nível mundial, é possível que a Casa Branca considere que dar uma virada substancial em sua política em relação a Cuba não é uma prioridade. Todavia, uma aproximação com a Ilha mais povoada do Caribe que incentive o desbloqueio do potencial dos cidadãos de uma das sociedades mais educadas do hemisfério, poderia representar um importante legado para a administração. Também ajudaria a melhorar as relações dos Estados Unidos com vários países da América Latina e a impulsionar iniciativas regionais que sofrem como consequência do antagonismo entre Washington e Havana."
 "... Após o convite a Cuba para a Cúpula, a Casa Branca não confirmou se Obama participará."

 "Tem que fazê-lo. Seria importante que se fizesse presente e considerasse como uma oportunidade para desencadear uma conquista histórica".
 Uma das sociedades mais educadas do hemisfério!!!! Isso sim que é um reconhecimento. Mas, por que não diz de uma vez, que em nada se parece ao que nos legou Harry S. Truman quando seu aliado e grande saqueador do tesouro público Fulgencio Batista assaltou o poder, em 10 de março de 1952, a somente 50 dias das eleições gerais. Aquilo não poderá ser esquecido nunca.

 O artigo está escrito, como pode ser apreciado, com grande habilidade, buscando o maior benefício para a política norte-americana na complexa situação, quando se acrescentam os problemas políticos, econômicos, financeiros e comerciais. A isso se somam os derivados da mudança climática acelerada; a concorrência comercial; a velocidade, precisão e poder destrutivo de armas que ameaçam a sobrevivência da humanidade. O que hoje se escreve tem uma conotação muito diferente do que divulgavam há apenas 40 anos, quando nosso planeta se via já obrigado a albergar e abastecer de água e alimentos ao equivalente da metade da população mundial atual. Isto sem mencionar a luta contra o Ebola que ameaça a saúde de milhões de pessoas.

 Acrescente-se que dentro de alguns dias a comunidade mundial irá expor ante as Nações Unidas se está de acordo ou não com o bloqueio a Cuba.
Fidel Castro Ruz

O ébola é "a mais grave urgência sanitária dos últimos anos", dizem Obama e Merkel.

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Os líderes mundiais reconhecem a gravidade da febre hemorrágica que já matou mais de 4500 pessoas. Falta tomar as medidas que "acelerem de maneira espectacular" a ajuda aos países afectados.

Trabalhador de saúde com equipamento de protecção em Monróvia, na Libéria DOMINIQUE FAGET/AFP

O ébola é “a mais grave urgência sanitária dos últimos anos” para Barack Obama, Angela Merkel, o Presidente François Hollande e os primeiros-ministros britânico David Cameron e italiano Matteo Renzi, e é preciso “fazer muito mais e mais rápido para travar a progressão desta doença”, concordaram estes líderes , após uma conversa em videoconferência nesta quarta-feira.

O Conselho de Segurança fez um apelo no mesmo sentido: num momento em que se registaram já 4493 mortos em 8997 casos de infecção, este órgão aprovou por unanimidade uma declaração aos países da ONU “que acelerem de maneira espectacular a ajuda financeira e material” aos países mais atingidos pela epidemia desta febre hemorrágica. “A resposta da comunidade internacional foi, até ao momento, insuficiente, face à amplitude da epidemia e as duas consequências.”

As consequências de uma falta de empenho na luta contra esta doença viral com uma mortalidade de 70% começam a notar-se no Ocidente, com os primeiros casos de transmissão da infecção a ocorrerem em países como Espanha e Estados Unidos. São muito poucos, de profissionais de saúde que trataram de doentes provenientes dos países africanos afectados verdadeiramente pela epidemia – Libéria, Serra Leoa, Guiné-Conacri – mas estão a espalhar o pânico e a revelar que os sistemas de saúde dos países ricos também não estão preparados para lidar com esta ameaça.

O porta-voz do primeiro-ministro britânico, ao revelar a conclusão da conversa dos líderes em videoconferência, anunciou a proposta de David Cameron de utilizar o encontro de Milão na sexta-feira em que os Presidentes russo e ucraniano vão tentar alcançar a paz, enquadrados por várias diplomacias ocidentais, bem como o Conselho Europeu da próxima semana, “para tentar fazer algo mais para lutar contra esta doença”.

Nos Estados Unidos, Presidente Barack Obama, adiou uma viagem de campanha eleitoral que tinha previsto para se reunir com a equipa que está a coordenar a resposta do Governo à epidemia de ébola em África e aos casos que surgiram nos EUA. Há 76 pessoas em isolamento, por terem estado em contacto com as enfermeiras de Dallas, e a viagem de avião da segunda, Amber Vinson, coloca a possibilidade de muitas mais virem a ser postas em quarentena.

O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, disse que o Presidente apelou aos líderes europeus para que “fizessem um esforço maior” na luta contra a epidemia de ébola. Impor um bloqueio aéreo contra aqueles três países da África Ocidental é algo que “não está sequer em casa”, pois impediria o envio de materiais e de pessoal de auxílio para aquela região, adiantou.

Os Estados Unidos anunciaram o envio de 4000 militares para a Libéria, a partir do fim de Setembro, onde fornecerão apoio médico, logístico e segurança, numa operação que o Pentágono baptizou Assistência Unida. Mas as necessidades são ainda muito maiores.

#publico.pt

Eleições em Moçambique testam décadas de hegemonia de ex-grupo guerrilheiro.

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Carregando a filha nas costas, mulher deposita seu voto em urna para eleições gerais em Maputo, capital de Moçambique
Carregando a filha nas costas, mulher deposita seu voto em urna para eleições gerais em Maputo, capital de Moçambique.

Uma hegemonia de quatro décadas será posta à prova nesta quarta-feira quando cerca de 11 milhões de eleitores vão às urnas em Moçambique para as eleições presidências, legislativas e provinciais.

No poder desde 1975, o ano em que o país obteve sua independência de Portugal, a Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique), grupo guerrilheiro transformado em partido político, é apontado por especialistas como favorito.

Mas enfrenta um clima de insatisfação popular com a desigualdade social.

Apesar de ser uma das economias mais prósperas da África, com uma média anual de crescimento de 8% na última década, Moçambique tem fortes disparidades - ocupa, por exemplo, a 178ª posição no ranking do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento econômico (Pnud), 99 postos abaixo do Brasil, por exemplo.

Um terço do orçamento nacional vem de doações internacionais, e o país ainda é majoritariamente rural, com maioria dos 25 milhões de habitantes vivendo em pobreza.

No entanto, a descoberta de jazidas de gás natural no norte do país criaram a expectativa de um salto econômico - há a previsão de que Moçambique possa se tornar o terceiro maior exportador de gás liquefeito natural do mundo.

Só que os adversários da Frelimo acusam o partido de monopolizar os benefícios, restringindo-os à elite ligada ao partido.

As maiores críticas vêm da Resistência Nacional Moçambicana, a maior força de oposição e também um grupo paramilitar durante os 15 anos de guerra civil (1977-1992).

Em 2013, as tensões políticas reacenderam o conflito, e a Renamo voltou a pegar em armas. Mas em agosto deste ano as duas partes assinaram um novo acordo de paz.

O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, tentará mais uma vez nas urnas quebrar o domínio da Frelimo - foi derrotado nos quatro pleitos anteriores (1994, 1999, 2004 e 2009).

Dhlakama passou os últimos dois anos foragido e apenas em setembro ressurgiu para anunciar sua candidatura.

Também concorre Daviz Simango, candidato do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), partido que vem trabalhando a imagem de "terceira via" na política moçambicana.

A Frelimo, que nos primeiros 19 anos de independência governo num sistema de partido único, tem como candidato o ministro da Defesa, Filipe Nyusi, relativamente desconhecido do público, mas que busca se beneficiar da imagem ainda heróica da Frelimo na guerra de independência contra Portugal (1964-74).

O atual presidente Armando Guebuza, já cumpriu o número máximo de dois mandatos permitidos por lei.

No total, porém, 27 partidos disputam as eleições. Nas últimas semanas, houve relatos de enfretamentos entre correligionários, e a eleição moçambicana terá mais de mil observadores internacionais, incluindo enviados da União Europeia.

Além do presidente, serão eleitos também 250 deputados e membros das assembléias provinciais.

A apuração dos votos deverá levar um mês.

A mineiradora brasileira Vale é um dos maiores investidores estrangeiros em Moçambique, já tendo injetado cerca de US$ 4,5 bilhões na economia do país em projetos ligados à exploracão de jazidas de carvão, um dos principais produtos de exportação da nação africana.

http://noticias.uol.com.br

Brasil ainda tem cerca de 13 milhões de analfabetos.

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Por ANTONIO CARLOS LACERDA
Brasil ainda tem cerca de 13 milhões de analfabetos. 21004.jpeg
BRASILIA/BRASIL - Apesar do analfabetismo ter caído atualmente no Brasil, em números absolutos, cerca de 13 milhões de brasileiros, do total de 201,5 milhões, não são capazes de ler ou escrever. A taxa de analfabetismo caiu de 8,7% em 2012 para 8,3% em 2013.
A proporção de analfabetos é especialmente alta entre os maiores de 60 anos (23,9% da população), enquanto é quase inexistente entre os mais jovens, já que a taxa se situa em 1% entre os 15 e 19 anos de idade e chega a 1,5 % até os 24 anos.
O estudo também mostrou um ligeiro aumento do tempo que os brasileiros passam na escola, que chegou a uma média de 7,7 anos de escolarização, dois décimos a mais que em 2012.
Das crianças de 6 a 14 anos, 98,4% vão à escola, mas essa porcentagem cai para 84,3% entre os jovens de 15 a 17 anos, segundo o Pnad.
ANTONIO CARLOS LACERDA é Correspondente Internacional do PRAVDA.RU

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